Agente de Segurança Prisional SAPeJUS GO 2015 - Gabarito, Resultado

Categoria: Fórum | Assunto: SEAP GO | Comentários: 657 | Visitas: 63.897

    Marcelo Santos Silva
    Autor marceloconcurso em 22/02/2015 às 10:02:13

    Comentários sobre a prova, gabarito oficial, extraoficial, resultado, nota de corte, classificação, etc...

    Concurso SAPeJUS Goiás 2015 para Agente Prisional. As provas ocorrem hoje, 22 de fevereiro.

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    MARCIA MARIA TAVARES DE OLIVEIRA
    Por marciamariatavares em 18/09/2015 às 21:54:26

    Estou indignada com tanta demora, este resultado deveria ter saído na segunda e até hoje nada.... será que a banca organizadora não entende a angustia de nossa espera (se já é sofrimento esperar com data marcada imagina sem saber quando vai sair), não tiveram nem o respeito de enviar um comunicado avisando o motivo do atraso. Desculpem pelo desabafo.

    PRISCILA PY
    Por pspy em 21/09/2015 às 09:17:02

    Voces estão com grupo no whatsapp?!

    Podem me adicionar? também passei para Formosa!

    Poxa essa demora esta matando!

    61-99065123

    alexandre c. de souza
    Por egeo em 21/09/2015 às 18:21:07

    liguei para a banca universa o retorno muito malcriado O RESULTADO DA PROVA PSICOLÓGICA ESTÁ SEM PREVISÃO PARA SAIR........que droga Perillo deve dizer que vai adiar nossa contratação para reforçar com os terceirizados que pinga os 15 % do cala boca kkkkk

    Bruno Maik da Silva
    Por brunomaikadv em 21/09/2015 às 18:46:32

    Madei pra eles hoje, temos que colocar pressão neles!!


    Venho por meio desta comunicar aos senhores responsaveis pelo concurso acima citado, que é totalmente desrespeitoso o modo como os senhores estão tratando os candidatos aprovados no mesmo, quando deixaram de seguir o cronograma e sequer lançaram uma retificação a nós candidatos informando uma data nova para o resultado preliminar do exame psicológico. Desde já peço que tenham um pouco mais de respeito aos candidatos deste certame, pois ficamos ansiosos e ociosos esperando o tal resultado.
    Atenciosamente,
    Bruno Maik ...

    Eliane monteiro
    Por elc em 24/09/2015 às 09:14:21

    A aí galera passaram no teste?

    JOSE
    Por zdc em 24/09/2015 às 11:35:01

    Bom dia Pessoal, eu não passei no teste psicológico.. alguém aí está providenciando alguma ação contra esta inaptidão? Podem me indicar soluções/profissionais ou orientar sobre isso aqui em Goiânia? Obrigado

    Eliane monteiro
    Por elc em 24/09/2015 às 14:02:27

    Os meninos da comissão ASP estão analisando advogados e psicologos entre em contato com eles que você será melhor aconselhado.

    Vilmar de Jesus
    Por vdj em 24/09/2015 às 14:07:15

    VDJ Eu tambem fui reprovado na avaliação Psicologica, preciso de um Advogado

    Vilmar de Jesus
    Por vdj em 24/09/2015 às 14:10:18

    Moro no interior, onde devo propor ação Judicial em Goiânia?

    alexandre c. de souza
    Por egeo em 28/09/2015 às 16:24:38

    QUE POVO FRACO,KD O CRONOGRAMA UNIVERSAAAAAAAAAAA

    Eliane monteiro
    Por elc em 29/09/2015 às 11:02:49

    VDJ desde que seja um bom advogado pode ser de qualquer cidade!

    Eliane monteiro
    Por elc em 29/09/2015 às 11:04:14

    Vocês imaginam o que pode ter levado a reprovação no psc?

    Wagner Carvalho dos Santos
    Por wagner753963 em 02/10/2015 às 11:39:19

    Pessoal me adcionem em algum grupo, meu numero é 62 93466164, estou em Aparecida de Goiânia, tenho umas dicas sobre como formular o MANDADO DE SEGURANÇA, principalmente para os que estão como excedentes, meu email; mr.wagner2012[Arroba]hotmail.com

    Wagner Carvalho dos Santos
    Por wagner753963 em 02/10/2015 às 11:40:17

    meu email é mr.wagner2012[Arroba]hotmail.com

    Wagner Carvalho dos Santos
    Por wagner753963 em 02/10/2015 às 11:41:44

    o sistema não permite colocar o "a" do arroba normalmente, ficou por extenso e entre barras.

    Wagner Carvalho dos Santos
    Por wagner753963 em 02/10/2015 às 22:06:33

    Processo: ARE 648980 MA

    AGRAVO EM RECURSO EXTRAORDINÁRIO. ADMINISTRATIVO. CONCURSO PÚBLICO. CANDIDATA APROVADA. IMPOSSIBILIDADE DE CONTRATAÇÃO PRECÁRIA DE OUTROS SERVIDORES NO PRAZO DE VALIDADE DE CONCURSO. PRECEDENTES. AGRAVO AO QUAL SE NEGA SEGUIMENTO.Relatório 1. Agravo nos autos principais contra decisão que inadmitiu recurso extraordinário interposto com base no art. 102, inc. III, alínea a, da Constituição da República. O recurso extraordinário foi interposto contra o seguinte julgado do Tribunal de Justiça do Maranhão: “MANDADO DE SEGURANÇA. DIREITO CONSTITUCIONAL E ADMINISTRATIVO. CONCURSO PÚBLICO. DIREITO SUBJETIVO À NOMEAÇÃO. CONTRATAÇÃO TEMPORÁRIA. EXISTÊNCIA DE CANDIDATOS DEVIDAMENTE APROVADOS E HABILITADOS EM CERTAME VIGENTE. BURLA À EXIGÊNCIA CONSTITUCIONAL DO ART. 37, II, DA CF/88. CARACTERIZAÇÃO. DEFERIMENTO DA ORDEM QUE SE IMPÕE. I – A aprovação em concurso público, fora da quantidade de vagas, não gera direito à nomeação, mas apenas expectativa de direito. II – Essa expectativa, no entanto, convola-se em direito subjetivo, a partir do momento em que, dentro do prazo de validade do concurso, há contratação de pessoal, de forma precária, para o preenchimento de vagas existentes, em flagrante preterição àquelas que, aprovados em concurso ainda válido, estariam aptos a ocupar o mesmo cargo ou função. Precedentes do STJ (RMS N. 29.973/MA, Quinta Turma, Rel. Min. NAPOLEÃO NUNES MAIS FILHO. DJE 22.11.2010). III – A realização de processo seletivo simplificado, no caso ora apresentado, representou manifesta afronta à Lei Estadual n. 6.915/97, a qual regula a contratação temporária de professores no âmbito do Estado do Maranhão, especificamente no inciso VII do seu art. 2º. IV – Com efeito, a disposição legal acima referida é clara no sentido de que somente haverá necessidade temporária de excepcional interesse público na admissão precária de professores na Rede Estadual de Ensino acaso não existam candidatos aprovados em concurso público e devidamente habilitados. V – A atividade de docência é permanente e não temporária. Ou seja, não se poderia admitir que se façam contratações temporárias para atividades permanentes, mormente quando há concurso público em plena vigência, como no caso em apreço. Essa contratação precária, friso uma vez mais, é uma burla à exigência constitucional talhada no art. 37, II, da CF/88. VI – Segurança concedida” (fls. 139-140). 2. O Recorrente afirma que o Tribunal a quo teria contrariado o art. 2º da Constituição da República. Alega que “o Tribunal de Justiça determinou a nomeação de candidata classificada em concurso público fora do número de vagas oferecidas e sem que existisse vaga disponível, sob a justificativa de que houve preterição decorrente de contratação temporária realizada dentro do prazo de validade do certame. Por via obliqua, criou cargo público efetivo, ato que depende da edição de lei, nos termos do art. 61, § 1º, II, a, da Constituição Federal” (fl. 172). Afirma que “todos os entes da federação podem realizar contratação temporária, de acordo com a regra disposta no art. 37, IX, da Constituição Federal, e com frequência se valem desse mecanismo para atender necessidades excepcionais, prementes, e muitas vezes o fazem dentro do prazo de validade de concursos públicos, até porque não há norma impedindo que assim procedam” (fl. 173). Argumenta que “esse (...) Tribunal já se manifestou inúmeras vezes sobre essa matéria, firmando o entendimento de que é privativa do Chefe do Poder Executivo a iniciativa dos processos relativos à edição de leis que disponham sobre a criação de cargos na Administração Direta e que essa reserva de iniciativa é corolário do princípio da separação dos poderes. (...) Portanto, a decisão vergastada, que indiretamente, criou cargo na Administração Direta do Estado do Maranhão, está afrontando o princípio da separação dos poderes, insculpido no art. 2º da Constituição Federal” (fl. 181). 3. O recurso extraordinário foi inadmitido pelo Tribunal de origem sob o fundamento de que incide na espécie a Súmula 282 do Supremo Tribunal Federal (fls. 185-186). Examinados os elementos havidos nos autos, DECIDO. 4. O art. 544 do Código de Processo Civil, com as alterações da Lei n. 12.322/2010, estabeleceu que o agravo contra decisão que inadmitiu recurso extraordinário processa-se nos autos do processo, ou seja, sem a necessidade de formação de instrumento, sendo este o caso. Analisam-se, portanto, os argumentos postos no agravo de instrumento, de cuja decisão se terá, então, na sequência, se for o caso, exame do recurso extraordinário. 5. Cumpre afastar, inicialmente, o óbice imposto pela decisão agravada quanto à alegada ausência de prequestionamento, pois a matéria constitucional posta à apreciação nos autos foi suscitada em momento procedimentalmente adequado. Todavia, a superação desse óbice não é suficiente para o acolhimento da pretensão do Agravante. 6. No voto condutor do acórdão recorrido, o Desembargador Relator esclareceu: “Cuida-se de mandado de segurança impetrado por Laurinda Mourão da Costa Lima, em face de ato tido por abusivo e ilegal, atribuído ao Secretário de Estado de Administração e Previdência Social do Maranhão, que deixou de efetivar sua nomeação para o cargo de Professor do Ensino Médio Regular Língua Portuguesa, referente ao Município de Santa Filomena do Maranhão, mesmo havendo necessidade de pessoal na área para a qual foi aprovada. Demonstrado resta, pela documentação acostada aos autos, que a impetrante se submeteu ao concurso público para provimento de cargo de Professor do Ensino Médio Regular Língua Portuguesa, referente ao Município de Santa Filomena do Maranhão, o qual foi regido pelo Edital nº 001 /2009. Verifico que foram aprovados 02 (dois) candidatos para o cargo de Professor do Ensino Médio Regular Língua Portuguesa, sendo que a impetrante obteve o 2º (segundo) lugar na classificação. Vejo, ainda, que, dentre os aprovados acima referidos, foi convocado apenas o correspondente ao número de vagas prevista no Edital nº 001 /2009, ou seja, 1 (um) chamado para o cargo de Professor do Ensino Médio Regular Língua Portuguesa, referente ao Município de Santa Filomena do Maranhão. (...) Com efeito, de acordo com o entendimento do STJ, havendo convocação para preenchimento de vagas temporárias, transmuda-se a expectativa de direito em direito subjetivo em relação ao candidato excedente em colocação compatível com o número de vagas novamente abertas. É importante salientar que o STJ, ao se dizer que a Administração disponibilizou vagas para contratação temporária, não se refere à vaga em sentido estrito, criada por lei de iniciativa do Poder Executivo. O que a Corte Superior afirma é que existem salas de aula ocupadas por professores contratados precariamente, enquanto existe concurso público em plena vigência, com candidatos devidamente habilitados, ainda que excedentes. Nessa linha, a ausência de vaga formal em contraponto às vagas temporárias não pode constituir obstáculo para a nomeação e posse dos candidatos aprovados em concurso público. Do contrário, estaríamos prestigiando a ilegalidade cometida pelo ente estatal, em ato que despreza a educação pública no nosso Estado. No caso concreto, que foi objeto de julgamento pelo STJ, o impetrante foi aprovado em 10º (décimo) lugar para professor de nível médio, disciplina língua portuguesa, para a cidade de Matinha. Para o referido cargo, foram disponibilizadas 4 (quatro) vagas formais pelo edital, tendo sido nomeados os quatro primeiros, dos 10 (dez) classificados.

    Wagner Carvalho dos Santos
    Por wagner753963 em 02/10/2015 às 22:06:55

    continuação.

    No entanto, a Administração pública efetuou a contratação de 6 (seis) professores em caráter temporário, para a mesma função de professor de língua portuguesa, ensino médio, do Município de Matinha, demonstrando, claramente, a necessidade de pessoal na Rede Pública de Ensino. Diante dessa situação, o Superior Tribunal de Justiça, por sua Quinta Turma, em julgamento datado de 26 de outubro de 2010 (acórdão citado acima), por votação unânime, com a participação dos Ministros Napoleão Nunes Maia Filho (Relator), Jorge Mussi, Honildo Amaral de Mello Castro, Gilson Dipp e Laurita Vaz, decidiram no sentido de determinar a nomeação e posse do impetrante no cargo em questão, mesmo não existindo vaga em sentido formal, ou seja, criada por lei de iniciativa do Poder Executivo. E mais, o STJ, nesse mesmo julgamento, entendeu que a nomeação de candidato, por força de ordem judicial, não viola o direito dos demais candidatos não beneficiados pela decisão, ainda que tenham sido melhor classificados.(...) Conforme já salientado, existe direito à nomeação, segundo o STJ, quando há contratação temporária, para preenchimento de vagas em caráter precário, dentro do prazo de validade do concurso, desde que demonstrada a necessidade perene de preenchimento das mesmas vagam a existência de candidato aprovado em concurso em classificação compatível. É exatamente o que ocorre no presente caso. 0 concurso foi aberto para o provimento de 5.010 (cinco mil e dez) vagas de professor para a rede Estadual de Ensino, sendo que o Estado do Maranhão possui uma carência de pessoal na área da educação muito superior a essa quantidade. Assim, para suprir essa deficiência, o Estado do Maranhão, em vez de priorizar os candidatos aprovados no certame em questão como excedentes, houve por bem realizar processo seletivo simplificado, em clara tentativa de burlar a regra constitucional,que exige a realização de concurso público para preenchimento de cargos na Administração. Nesse sentido, observo que a realização de processo seletivo simplificado, no caso ora apresentado, representou manifesta afronta à Lei Estadual nº 6.915/97, a qual regula a contratação temporária de professores no ãmbito do Estado do Maranhão,especificamente do inciso VII do seu art. 2º, verbis: "Art. 2º Considera-se necessidade temporária de excepcional interesse público:[...] VII - admissão de professores para o ensino fundamental, ensino especial, ensino médio e instrutores para oficinas pedagógicas e profissionalizantes, desde que não existam candidatos aprovados em concurso público e devidamente habilitados."[grifei] Com efeito, a disposição legal acima referida é clara no sentido de que somente haverá necessidade temporária de excepcional interesse público na admissão precária de professores na Rede Estadual de Ensino acaso não existam candidatos aprovados em concurso público e devidamente habilitados. Ora, é certo que a impetrante não passou dentro do número de vagas. Contudo, ela foi aprovada no concurso, figurando como excedente, estando devidamente habilitada para assumir eventual cargo a vagar durante o prazo de validade do certame. Assim sendo, a Administração Pública Estadual, ao disponibilizar vagas por processo seletivo, demonstrou a necessidade de contratação de pessoal para compor os seus quadros. Deveria, entretanto, ter criado novos cargos efetivos para priorizar os candidatos que foram devidamente aprovados e, somente após a convocação de todos esses excedentes, é que poderia, eventualmente, realizar contratações temporárias. A disposição legal do art. 2º, VII, da Lei Estadual nº 6.915/97, tem razão de ser pelo fato de a atividade de docência ser permanente e não temporária. Ou seja, não se poderia admitir que se façam contratações temporárias para atividades permanentes, mormente quando há concurso público em plena vigência, como no caso em apreço. Essa contratação precária, friso uma vez mais, é uma burla à exigência constitucional talhada no artigo 37, inciso II, da CF/88. A meu ver, a razoabilidade e a moralidade que regem a atividade administrativa não estarão atendidas neste caso, se a impetrante for preterida à posse no cargo em questão. Não se mostra razoável e por isso não é justo que a satisfação do interesse público se concretize na forma de contratação precária, quando em regular vigência de concurso público, especialmente quando se trata de ocupação de cargos cuja atividade é incumbida ao Estado de forma solene e contínua pela Constituição. Existindo concurso público, entendo, a partir das circunstâncias do presente caso, que este deve ser priorizado quando a Administração, verificando a necessidade do serviço público e existindo candidatos aprovados com boa nota e classificação próxima ao número de vagas previsto no Edital, promova a abertura de vagas a serem providas de forma definitiva, em vez de efetivar convênios administrativos para que servidores realizem a função de forma precária. Ao Judiciário cabe, também, fiscalizar, do ponto de vista técnico¬jurídico, o Executivo, para que este obedeça aos princípios constitucionais os no artigo 37 da Carta Magna de 1988, notadamente os da legalidade, razoabilidade, moralidade e eficiência” (fls. 144/148-149/152-154, grifos nossos).

    7. Ao julgar o Agravo de Instrumento n. 776.070/MA, caso análogo ao vertente, o Ministro Gilmar Mendes asseverou: “DECISÃO: Trata-se de agravo de instrumento contra decisão de inadmissibilidade de recurso extraordinário que impugna acórdão assim do:

    MANDADO DE SEGURANÇA. CONCURSO PÚBLICO PARA PROFESSOR. NOMEAÇÃO E POSSE. DIREITO SUBJETIVO. NECESSIDADE DO SERVIÇO E EXISTÊNCIA DE VAGA. CONTRATAÇÃO PRECÁRIA. PRETERIÇÃO. OCORRÊNCIA. I É unânime na jurisprudência o entendimento de que os candidatos aprovados em concurso público possuem mera expectativa de direito à nomeação. II – Diante da evidente necessidade do serviço e da existência de vaga, bem como da demonstração de contratação a título precário para as mesmas atribuições, o candidato deixa de ter mera expectativa de direito para adquirir direito subjetivo à nomeação e posse no cargo para o qual foi habilitado e classificado. III – Segurança concedida.” (fl. 127) No recurso extraordinário, interposto com fundamento no art. 102, inciso III, alínea “a”, da Constituição Federal, aponta-se violação ao art. 5º, LV, da Constituição Federal. O recorrente sustenta, em síntese, que a contratação de temporários foi regular e que a aprovação em concurso público fora do número de vagas não assegura direito à nomeação. Decido. No caso dos autos discute-se a legalidade da contratação de professores temporários, apesar da existência de candidatos aprovados em concurso público e constantes do cadastro de reserva para o cargo em comento. Com efeito, a jurisprudência desta Corte segue o entendimento de que a ocupação precária, por comissão, terceirização, ou contratação temporária, de atribuições próprias do exercício de cargo efetivo vago, para o qual há candidatos aprovados em concurso público vigente, configura ato administrativo eivado de desvio de finalidade, equivalente à preterição da ordem de classificação no certame, fazendo nascer para os concursados o direito à nomeação, por imposição do artigo 37, inciso IV, da Constituição Federal. Assim, comprovada a existência de vaga, sendo esta preenchida, ainda que precariamente, caracteriza-se preterição do candidato aprovado em concurso público. Nesse sentido, confiram-se os julgados a seguir: “SERVIDOR PÚBLICO. CONCURSO PÚBLICO. Cargo. Nomeação. Preterição da ordem de classificação e contratação precária. Fatos não demonstrados. Segurança concedida em parte. Suspensão. Indeferimento. Inexistência de lesão à ordem pública. Agravo regimental improvido. Não há risco de grave lesão à ordem pública na decisão judicial que determina seja observada a ordem classificatória em concurso público, a fim de evitar preterição de concursados pela contratação de temporários, quando comprovada a necessidade do serviço.”

    Wagner Carvalho dos Santos
    Por wagner753963 em 02/10/2015 às 22:07:57

    tenha bom proveito e não desistam, todos tem tais direitos, mr.wagner2012[Arroba]hotmail.com

    alexandre c. de souza
    Por egeo em 04/10/2015 às 23:00:34

    VOCÊS AGENTES ESTÃO USANDO OUTROS CANAIS DE COMUNICAÇÃO !!!!!!!!!!! SEUS APAGADOS

    Neildon Chaves Ribeiro
    Por neildon em 05/10/2015 às 21:51:20

    Boa noite, pessoal!
    Fui reprovado no exame psicológico, alguém tem dicas do que alegar no recurso?

    EDUARDO ISAACK DE OLIVEIRA CASTRO
    Por edu1729 em 06/10/2015 às 16:46:16

    Corre o risco do concurso ser cancelado ou suspenso por conta de uma ação impetrada pelo MP devido ao grande índice de reprovação no teste piscológico. Alguem tem informação precisa sobre isso?
    Me adicionem nos grupos por favor, estou aprovado. (64)92341706

    vsti
    Por brenobala10 em 10/10/2015 às 00:56:09

    alguem sabe oq aconteceu para nota dos candidatos sub judice terem aumentado? tem aumento da prova objetiva tb. se for anulaçao de questoes todos nos temos direito.

    alexandre c. de souza
    Por egeo em 27/10/2015 às 09:53:47

    to com problema para me hospedar no período do curso de formação,como podemos combinar uma pousada?espero um retorno.

    Bruno Maik da Silva
    Por brunomaikadv em 29/10/2015 às 11:06:08

    Se souber de alguma pousada perto do local me avisa, estou com o mesmo problema.

    alexandre c. de souza
    Por egeo em 29/10/2015 às 14:13:03

    Pessoal sera preciso autenticar documentos para o cursos

    CESAR AUGUSTO DE ABREU REGO
    Por cesarabreu em 29/11/2015 às 20:41:03

    BOA NOITE GALERA ADICIONA AI NO GRUPO DOS EXCEDENTES 61 93884212

    wanderson pereira campos
    Por wandygp em 08/12/2015 às 17:01:00

    Me add ai no grupo.(61) 8559-6229

    WILLIAM BERNARDES
    Por ferreirabsb em 11/12/2015 às 16:00:06

    Com essa Ação Civil Pública do MPGO, há chances dos excedentes que não tiveram suas redações corrigidas terem as mesmas corrigidas?

    Emílio  Júlio  de  Souza  Santos
    Por emiliooo em 11/01/2016 às 12:35:53

    pessoal fiquei como excedente na regiao de Caldas Novas me add em 64 9256 0666 watssap por favor

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