Simulado IFAL - Português - Assistente de Alunos - 2011

Categoria: Simulados | Questões: 11 | Disciplina: Português | Ensino: Médio | Cargo: Assistente de Alunos | Órgão: IFAL | Banca: COPEVE-UFAL

  • 1 gabaritaram
  • Difícil
  • 102 resolveram
barra ótimo 4 Ótimo
barra bom 19 Bom
barra ruim 48 Ruim
barra péssimo 31 Péssimo

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  • 1 - Questão 34886.
  • No enunciado: “Os cozinheiros já haviam preparado o banquete, de modo que não utilizaram os outros pratos.”, tem-se
  • 2 - Questão 34887.
  • As concordâncias verbal e nominal estão inteiramente adequadas às normas da escrita padrão na frase: 
  • 3 - Questão 34888.
  • Marque a opção cujo enunciado está adequado às regras de pontuação. 
  • 4 - Questão 34889.
  • Vários pesquisadores ligados ___ universidades federais brasileiras tentam explicar a crescente adesão dos jovens ____ drogas, ____ partir de teorias sociais e psicológicas.

    As lacunas estarão corretamente preenchidas, respectivamente, por
  • 5 - Questão 34890.
  • Nas frases: a) O ministro nomeou um dos assessores secretário de estado e b) Os turistas estão com pena de ir embora, os termos grifados são, respectivamente, 
  • 6 - Questão 34891.
  • Em qual opção o pronome oblíquo não viola a norma-padrão da língua portuguesa? 
  • 7 - Questão 34892.
  • No texto: “Com formato de guarda-chuva aberto, a Chrysaora hypocella pertence à classe dos cifozoários, animais celentrados, da classe Scyphozoa, aeróspedos, caracterizados por terem medusas grandes, em forma de campânula, marginadas por tentáculos.”, a função de linguagem predominante é 
  • 8 - Questão 34893.
  • Qual opção não viola a regência verbal? 
  • 9 - Questão 34894.
  •       A primeira vez que ouvi falar no fim do mundo, o mundo para mim não tinha nenhum sentido, ainda; de modo que não me interessava nem o seu começo nem o seu fim. Lembro-me, porém, vagamente, de umas mulheres nervosas que choravam, meio desgrenhadas, e aludiam a um cometa que andava pelo céu, responsável pelo acontecimento que elas tanto temiam. Nada disso se entendia comigo: o mundo era delas, o cometa era para elas: nós, crianças, existíamos apenas para brincar com as flores da goiabeira e as cores do tapete.
          Mas, uma noite, levantaram-me da cama, enrolada num lençol, e, estremunhada, levaram-me à janela para me apresentarem à força ao temível cometa. Aquilo que até então não me interessava nada, que nem vencia a preguiça dos meus olhos pareceu-me, de repente, maravilhoso. Era um pavão branco, pousado no ar, por cima dos telhados? Era uma noiva, que caminhava pela noite, sozinha, ao encontro da sua festa? Gostei muito do cometa. Devia sempre haver um cometa no céu, como há lua, sol, estrelas. Por que as pessoas andavam tão apavoradas? A mim, não me causava medo nenhum.
          Ora, o cometa desapareceu, aqueles que choravam enxugaram os olhos, o mundo não se acabou, talvez eu tenha ficado um pouco triste – mas que importância tem a tristeza das crianças?

                  (MEIRELES, Cecília. Quatro vozes. Record: Rio de Janeiro, 1998, p. 73).

    Cecília Meireles diz: “Lembro-me, porém, vagamente, de umas mulheres nervosas que choravam, meio desgrenhadas, e aludiam a um cometa”. Essa lembrança  
  • 10 - Questão 34895.
  •       A primeira vez que ouvi falar no fim do mundo, o mundo para mim não tinha nenhum sentido, ainda; de modo que não me interessava nem o seu começo nem o seu fim. Lembro-me, porém, vagamente, de umas mulheres nervosas que choravam, meio desgrenhadas, e aludiam a um cometa que andava pelo céu, responsável pelo acontecimento que elas tanto temiam. Nada disso se entendia comigo: o mundo era delas, o cometa era para elas: nós, crianças, existíamos apenas para brincar com as flores da goiabeira e as cores do tapete.
          Mas, uma noite, levantaram-me da cama, enrolada num lençol, e, estremunhada, levaram-me à janela para me apresentarem à força ao temível cometa. Aquilo que até então não me interessava nada, que nem vencia a preguiça dos meus olhos pareceu-me, de repente, maravilhoso. Era um pavão branco, pousado no ar, por cima dos telhados? Era uma noiva, que caminhava pela noite, sozinha, ao encontro da sua festa? Gostei muito do cometa. Devia sempre haver um cometa no céu, como há lua, sol, estrelas. Por que as pessoas andavam tão apavoradas? A mim, não me causava medo nenhum.
          Ora, o cometa desapareceu, aqueles que choravam enxugaram os olhos, o mundo não se acabou, talvez eu tenha ficado um pouco triste – mas que importância tem a tristeza das crianças?

                  (MEIRELES, Cecília. Quatro vozes. Record: Rio de Janeiro, 1998, p. 73).

    Nas correlações de significados entre o ponto de vista dos adultos e das crianças, pode-se concluir que o cometa  
  • 11 - Questão 34896.
  •       A primeira vez que ouvi falar no fim do mundo, o mundo para mim não tinha nenhum sentido, ainda; de modo que não me interessava nem o seu começo nem o seu fim. Lembro-me, porém, vagamente, de umas mulheres nervosas que choravam, meio desgrenhadas, e aludiam a um cometa que andava pelo céu, responsável pelo acontecimento que elas tanto temiam. Nada disso se entendia comigo: o mundo era delas, o cometa era para elas: nós, crianças, existíamos apenas para brincar com as flores da goiabeira e as cores do tapete.
          Mas, uma noite, levantaram-me da cama, enrolada num lençol, e, estremunhada, levaram-me à janela para me apresentarem à força ao temível cometa. Aquilo que até então não me interessava nada, que nem vencia a preguiça dos meus olhos pareceu-me, de repente, maravilhoso. Era um pavão branco, pousado no ar, por cima dos telhados? Era uma noiva, que caminhava pela noite, sozinha, ao encontro da sua festa? Gostei muito do cometa. Devia sempre haver um cometa no céu, como há lua, sol, estrelas. Por que as pessoas andavam tão apavoradas? A mim, não me causava medo nenhum.
          Ora, o cometa desapareceu, aqueles que choravam enxugaram os olhos, o mundo não se acabou, talvez eu tenha ficado um pouco triste – mas que importância tem a tristeza das crianças?

                  (MEIRELES, Cecília. Quatro vozes. Record: Rio de Janeiro, 1998, p. 73).

    A construção imaginária da tragédia anunciada que poderia ser provocada a partir da passagem do cometa adquire essa perspectiva 

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