Simulado ISGH - Português - Recepcionista - 2015

Categoria: Simulados | 10 questões | Português | Ensino Médio | Recepcionista | ISGH | INSTITUTO PRÓ-MUNICÍPIO

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  • 1 - Questão 47048.
  • Leia o texto a seguir para responder a questão.
                                           
                                                               Texto 1
     
    Gostar de política não é uma opção, mas uma necessidade. Primeiro, porque o cidadão precisa de um conhecimento político para escolher seu candidato. Depois, porque a política está presente na escola, no trabalho, enfim, na vida. Logo, torna-se fundamental o gosto por ela, pois é ela que rege a nossa existência.
     
    Sidomar F. Vieira, Ufam, 2008.

    O texto acima se trata:
  • 2 - Questão 47049.
  • Leia o texto a seguir para responder a questão.
                                           
                                                               Texto 1
     
    Gostar de política não é uma opção, mas uma necessidade. Primeiro, porque o cidadão precisa de um conhecimento político para escolher seu candidato. Depois, porque a política está presente na escola, no trabalho, enfim, na vida. Logo, torna-se fundamental o gosto por ela, pois é ela que rege a nossa existência.
     
    Sidomar F. Vieira, Ufam, 2008.

    Quando o autor afirma que “gostar de política não é uma opção":
  • 3 - Questão 47050.
  • Leia o texto a seguir para responder a questão.
                                           
                                                               Texto 1
     
    Gostar de política não é uma opção, mas uma necessidade. Primeiro, porque o cidadão precisa de um conhecimento político para escolher seu candidato. Depois, porque a política está presente na escola, no trabalho, enfim, na vida. Logo, torna-se fundamental o gosto por ela, pois é ela que rege a nossa existência.
     
    Sidomar F. Vieira, Ufam, 2008.

    Observe este trecho:
    “Gostar de política não é uma opção, mas uma necessidade".
    O termo destacado representa uma conjunção:
  • 4 - Questão 47051.
  • Leia o texto a seguir para responder a questão.
                                           
                                                               Texto 1
     
    Gostar de política não é uma opção, mas uma necessidade. Primeiro, porque o cidadão precisa de um conhecimento político para escolher seu candidato. Depois, porque a política está presente na escola, no trabalho, enfim, na vida. Logo, torna-se fundamental o gosto por ela, pois é ela que rege a nossa existência.
     
    Sidomar F. Vieira, Ufam, 2008.

    Na frase: “Logo, torna-se fundamental o gosto por ela, pois é ela que rege a nossa existência".
    O termo destacado pode ser substituído pelas palavras a seguir, exceto:
  • 5 - Questão 47052.
  • Na frase: “talvez os professores antevejam uma resolução para o caso". O modo e o tempo do verbo são respectivamente:
  • 6 - Questão 47053.
  • Leia o texto a seguir para responder a questão.
     
                                             Texto 2 – O sucesso da mala
     
    Respiro ofegante. Trago nas mãos uma pequena mala e uma agenda tinindo de nova. É meu primeiro dia de aula. Venho substituir uma professora que teve que se ausentar "por motivo de força maior". Entro timidamente na sala dos professores e sou encarada por todos. Uma das colegas, tentando me deixar mais à vontade, pergunta:
    - É você que veio substituir a Edith?
    - Sim - respondo num fio de voz.
    - Fala forte, querida, caso contrário vai ser tragada pelos alunos - e morre de rir.
    - Ela nem imagina o que a espera, não é mesmo? - e a equipe toda se diverte com a minha cara.
    Convidada a me sentar, aceito para não parecer antipática. Eles continuam a conversar como se eu não estivesse ali. Até que, finalmente, toca o sinal. É hora de começar a aula. Pego meu material e percebo que me olham curiosos para saber o que tenho dentro da mala. Antes que me perguntem, acelero o passo e sigo para a sala de aula. Entro e vejo um montão de olhinhos curiosos a me analisar que, em seguida, se voltam para a maleta. Eu a coloco em cima da mesa e a abro sem deixar que vejam o que há lá dentro.
    - O que tem aí, professora?
    - Em breve vocês saberão.
    No fim do dia, fecho a mala, junto minhas coisas e saio. No dia seguinte, me comporto da mesma maneira, e no outro e no noutro... As aulas correm bem e sinto que conquistei a classe, que participa com muito interesse. Os professores já não me encaram. A mala, porém, continua sendo alvo de olhares curiosos.
    Chego à escola no meu último dia de aula. A titular da turma voltará na semana seguinte. Na sala dos professores ouço a pergunta guardada há tantos dias:
    - Afinal, o que você guarda de tão mágico dentro dessa mala que conseguiu modificar a sala em tão pouco tempo?
    - Podem olhar - respondo, abrindo o fecho.
    - Mas não tem nada aí! - comentam.
    - O essencial é invisível aos olhos. Aqui guardo o meu melhor.
    Todos ficam me olhando. Parecem estar pensando no que eu disse. Pego meu material, me despeço e saio.
     
    Cybele Meyer

    O texto 2, por suas características, pode ser classificado como:
  • 7 - Questão 47054.
  • Leia o texto a seguir para responder a questão.
     
                                             Texto 2 – O sucesso da mala
     
    Respiro ofegante. Trago nas mãos uma pequena mala e uma agenda tinindo de nova. É meu primeiro dia de aula. Venho substituir uma professora que teve que se ausentar "por motivo de força maior". Entro timidamente na sala dos professores e sou encarada por todos. Uma das colegas, tentando me deixar mais à vontade, pergunta:
    - É você que veio substituir a Edith?
    - Sim - respondo num fio de voz.
    - Fala forte, querida, caso contrário vai ser tragada pelos alunos - e morre de rir.
    - Ela nem imagina o que a espera, não é mesmo? - e a equipe toda se diverte com a minha cara.
    Convidada a me sentar, aceito para não parecer antipática. Eles continuam a conversar como se eu não estivesse ali. Até que, finalmente, toca o sinal. É hora de começar a aula. Pego meu material e percebo que me olham curiosos para saber o que tenho dentro da mala. Antes que me perguntem, acelero o passo e sigo para a sala de aula. Entro e vejo um montão de olhinhos curiosos a me analisar que, em seguida, se voltam para a maleta. Eu a coloco em cima da mesa e a abro sem deixar que vejam o que há lá dentro.
    - O que tem aí, professora?
    - Em breve vocês saberão.
    No fim do dia, fecho a mala, junto minhas coisas e saio. No dia seguinte, me comporto da mesma maneira, e no outro e no noutro... As aulas correm bem e sinto que conquistei a classe, que participa com muito interesse. Os professores já não me encaram. A mala, porém, continua sendo alvo de olhares curiosos.
    Chego à escola no meu último dia de aula. A titular da turma voltará na semana seguinte. Na sala dos professores ouço a pergunta guardada há tantos dias:
    - Afinal, o que você guarda de tão mágico dentro dessa mala que conseguiu modificar a sala em tão pouco tempo?
    - Podem olhar - respondo, abrindo o fecho.
    - Mas não tem nada aí! - comentam.
    - O essencial é invisível aos olhos. Aqui guardo o meu melhor.
    Todos ficam me olhando. Parecem estar pensando no que eu disse. Pego meu material, me despeço e saio.
     
    Cybele Meyer

    São objetivos do texto, exceto:
  • 8 - Questão 47055.
  • Leia o texto a seguir para responder a questão.
     
                                             Texto 2 – O sucesso da mala
     
    Respiro ofegante. Trago nas mãos uma pequena mala e uma agenda tinindo de nova. É meu primeiro dia de aula. Venho substituir uma professora que teve que se ausentar "por motivo de força maior". Entro timidamente na sala dos professores e sou encarada por todos. Uma das colegas, tentando me deixar mais à vontade, pergunta:
    - É você que veio substituir a Edith?
    - Sim - respondo num fio de voz.
    - Fala forte, querida, caso contrário vai ser tragada pelos alunos - e morre de rir.
    - Ela nem imagina o que a espera, não é mesmo? - e a equipe toda se diverte com a minha cara.
    Convidada a me sentar, aceito para não parecer antipática. Eles continuam a conversar como se eu não estivesse ali. Até que, finalmente, toca o sinal. É hora de começar a aula. Pego meu material e percebo que me olham curiosos para saber o que tenho dentro da mala. Antes que me perguntem, acelero o passo e sigo para a sala de aula. Entro e vejo um montão de olhinhos curiosos a me analisar que, em seguida, se voltam para a maleta. Eu a coloco em cima da mesa e a abro sem deixar que vejam o que há lá dentro.
    - O que tem aí, professora?
    - Em breve vocês saberão.
    No fim do dia, fecho a mala, junto minhas coisas e saio. No dia seguinte, me comporto da mesma maneira, e no outro e no noutro... As aulas correm bem e sinto que conquistei a classe, que participa com muito interesse. Os professores já não me encaram. A mala, porém, continua sendo alvo de olhares curiosos.
    Chego à escola no meu último dia de aula. A titular da turma voltará na semana seguinte. Na sala dos professores ouço a pergunta guardada há tantos dias:
    - Afinal, o que você guarda de tão mágico dentro dessa mala que conseguiu modificar a sala em tão pouco tempo?
    - Podem olhar - respondo, abrindo o fecho.
    - Mas não tem nada aí! - comentam.
    - O essencial é invisível aos olhos. Aqui guardo o meu melhor.
    Todos ficam me olhando. Parecem estar pensando no que eu disse. Pego meu material, me despeço e saio.
     
    Cybele Meyer

    No trecho: “o essencial é invisível aos olhos". São sinônimos do termo destacado, exceto:
  • 9 - Questão 47056.
  • Leia o texto a seguir para responder a questão.
     
                                             Texto 2 – O sucesso da mala
     
    Respiro ofegante. Trago nas mãos uma pequena mala e uma agenda tinindo de nova. É meu primeiro dia de aula. Venho substituir uma professora que teve que se ausentar "por motivo de força maior". Entro timidamente na sala dos professores e sou encarada por todos. Uma das colegas, tentando me deixar mais à vontade, pergunta:
    - É você que veio substituir a Edith?
    - Sim - respondo num fio de voz.
    - Fala forte, querida, caso contrário vai ser tragada pelos alunos - e morre de rir.
    - Ela nem imagina o que a espera, não é mesmo? - e a equipe toda se diverte com a minha cara.
    Convidada a me sentar, aceito para não parecer antipática. Eles continuam a conversar como se eu não estivesse ali. Até que, finalmente, toca o sinal. É hora de começar a aula. Pego meu material e percebo que me olham curiosos para saber o que tenho dentro da mala. Antes que me perguntem, acelero o passo e sigo para a sala de aula. Entro e vejo um montão de olhinhos curiosos a me analisar que, em seguida, se voltam para a maleta. Eu a coloco em cima da mesa e a abro sem deixar que vejam o que há lá dentro.
    - O que tem aí, professora?
    - Em breve vocês saberão.
    No fim do dia, fecho a mala, junto minhas coisas e saio. No dia seguinte, me comporto da mesma maneira, e no outro e no noutro... As aulas correm bem e sinto que conquistei a classe, que participa com muito interesse. Os professores já não me encaram. A mala, porém, continua sendo alvo de olhares curiosos.
    Chego à escola no meu último dia de aula. A titular da turma voltará na semana seguinte. Na sala dos professores ouço a pergunta guardada há tantos dias:
    - Afinal, o que você guarda de tão mágico dentro dessa mala que conseguiu modificar a sala em tão pouco tempo?
    - Podem olhar - respondo, abrindo o fecho.
    - Mas não tem nada aí! - comentam.
    - O essencial é invisível aos olhos. Aqui guardo o meu melhor.
    Todos ficam me olhando. Parecem estar pensando no que eu disse. Pego meu material, me despeço e saio.
     
    Cybele Meyer
    Observe a antepenúltima linha do texto:
     
    - [...] Aqui guardo o meu melhor.
     
    O termo destacado refere-se:
  • 10 - Questão 47057.
  • Assinale a alternativa correta, considerando que à direita de cada palavra há um sinônimo, exceto:

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