Agente de Escolta e Vigilância Penitenciária - SAP SP 2015 - Gabarito, Resultado

9.651 comentários | 867.533 visitas | Atualizado em 19/03/2019
    Marcelo Santos Silva
    Iniciado por marceloconcurso em 26/02/2015 às 12:53:52
    Prova dia 01/03/2015 - Sobre gabarito oficial, extraoficial, resultado da prova, nota de corte, classificação, etc...

    Concurso Agente de Escolta e Vigilância Penitenciária da Secretaria de Administração Penitenciária de São Paulo (SAP SP) 2015.

    E aí pessoal, estão preparados para a batalha?

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Comentários fórum: Agente de Escolta e Vigilância Penitenciária - SAP SP 2015 - Gabarito, Resultado

    Robocop do Brasil
    Por robocopdobrasil em 17/03/2019 às 00:01:27

    Inclusive lá fala que os aprovados tem direito garantido na justiça, porem vejo que a policia quer priorizar militares que façam a parte administrativa e operacional ao mesmo tempo. Foi bem isso que entendi e não só um interno. Pore este motivo não chamaram e abriram concursos para soldados da PM. Porem estes tem direitos garantidos segundo a costituição e o proprio advogado especialista diz na materia,

    Se não me engano acho que foi no RJ depois de 10 anos Policiais civis foram chamados para iniciar o curso, pois não haviam chamados no periodo indicado e havia expirado, tudo isso mediante justiça. Mas chama, basta estar dentro do numero de vagas de aprovados.

    Robocop do Brasil
    Por robocopdobrasil em 17/03/2019 às 00:12:50

    Que se cuide oos administrdores publicos que usam desses expedientes. Poderá ate mesmo responder criminalmente por omissão e descumprimentos dos ditames legais. uma vez que são agentes Públicos, obrigado a cumprir obrigatoriamente, o que dita as normas legais...!!

    STJ, por unânimidade, reitera que candidato aprovado dentro do número de vagas tem direito e líquido e certo à nomeação

    DECISAO (Fonte: www.stj.jus.br )

    STJ garante nomeação de aprovados em concurso público dentro do número de vagas

    O Superior Tribunal de Justiça (STJ) avançou na questão relativa à nomeação e posse de candidato aprovado em concurso público. Por unanimidade, a Quinta Turma garantiu o direito líquido e certo do candidato aprovado dentro do número de vagas previstas em edital, mesmo que o prazo de vigência do certame tenha expirado e não tenha ocorrido contratação precária ou temporária de terceiros durante o período de sua vigência.

    O concurso em questão foi promovido pela Secretaria de Saúde do Amazonas e ofereceu 112 vagas para o cargo de cirurgião dentista. O certame foi realizado em 2005 e sua validade prorrogada até junho de 2009, período em que foram nomeados apenas 59 dos 112 aprovados.

    Antes do vencimento do prazo de validade do concurso, um grupo de 10 candidatos aprovados e não nomeados acionou a Justiça para garantir o direito à posse nos cargos. O pedido foi rejeitado pelo Tribunal de Justiça do Amazonas com o argumento de que a aprovação em concurso público gera apenas expectativa de direito à nomeação, competindo à administração pública, dentro do seu poder discricionário, nomear os candidatos aprovados de acordo com sua conveniência e oportunidade, ainda que dentro do número de vagas previsto em edital.

    O grupo recorreu ao Superior Tribunal de Justiça. Acompanhando o voto do relator, ministro Jorge Mussi, a Turma acolheu o mandado de segurança para reformar o acórdão recorrido e determinar a imediata nomeação dos impetrantes nos cargos para os quais foram aprovados.

    Ao acompanhar o relator, o presidente da Turma, ministro Napoleão Nunes Maia, ressaltou que o Judiciário está dando um passo adiante no sentido de evitar a prática administrativa de deixar o concurso caducar sem o preenchimento das vagas que o próprio estado ofereceu em edital. Segundo o ministro, ao promover um concurso público, a administração está obrigada a nomear os aprovados dentro do número de vagas, quer contrate ou não servidores temporários durante a vigência do certame.

    Em precedente relatado pelo ministro Napoleão Nunes Maia, a Turma já havia decidido que, a partir da veiculação expressa da necessidade de prover determinado número de cargos através da publicação de edital de concurso, a nomeação e posse de candidato aprovado dentro das vagas ofertadas transmuda-se de mera expectativa a direito subjetivo, sendo ilegal o ato omissivo da administração que não assegura a nomeação de candidato aprovado e classificado até o limite de vagas previstas no edital, por se tratar de ato vinculado.

    Falando em nome do Ministério Público Federal, o subprocurador-geral da República Brasilino Pereira dos Santos destacou que, antes de lançar edital para a contratação de pessoal mediante concurso público, a administração está constitucionalmente obrigada a prover os recursos necessários para fazer frente a tal despesa, não podendo alegar falta de recursos financeiros para a nomeação e posse dos candidatos aprovados.

    NOTAS DA REDAÇAO

    A Constituição da República de 1988 determina que a regra para o acesso a cargo ou emprego público será por meio de prévia aprovação em concurso público de provas ou de provas e títulos. Vejamos o dispositivo constitucional:

    Art. 37 (...) (grifos nossos) I - os cargos, empregos e funções públicas são acessíveis aos brasileiros que preencham os requisitos estabelecidos em lei, assim como aos estrangeiros, na forma da lei; II - a investidura em cargo ou emprego público depende de aprovação prévia em concurso público de provas ou de provas e títulos , de acordo com a natureza e a complexidade do cargo ou emprego, na forma prevista em lei, ressalvadas as nomeações para cargo em comissão declarado em lei de livre nomeação e exoneração;

    Nos incisos seguintes do mesmo artigo 37 a CR/88 traz a regra de que o candidato aprovado em concurso público tem direito subjetivo de ser nomeado de acordo com a ordem de classificação.

    III - o prazo de validade do concurso público será de até dois anos, prorrogável uma vez, por igual período; (grifos nossos) IV - durante o prazo improrrogável previsto no edital de convocação, aquele aprovado em concurso público de provas ou de provas e títulos será convocado com prioridade sobre novos concursados para assumir cargo ou emprego, na carreira;



    Robocop do Brasil
    Por robocopdobrasil em 17/03/2019 às 00:15:07

    Dessa forma durante do prazo de validade do concurso (inciso III), não há dúvidas de que o candidato aprovado tem direito subjetivo de ser nomeado segundo a ordem classificatória (inciso IV).

    Entretanto, a celeuma em comento está no fato do candidato aprovado dentro do número de vagas oferecidas no edital ter direito líquido e certo de ser nomeado, pois já foi pacífico o entendimento doutrinário e jurisprudencial de que a aprovação em concurso público gerava mera expectativa de direito à nomeação, competindo à Administração, dentro de seu poder discricionário, nomear os candidatos aprovados de acordo com a sua conveniência e oportunidade.

    Contudo, se o Poder Público realizou concurso público e divulgou um determinado número de vagas é porque precisa que essas vagas sejam preenchidas pelos candidatos aprovados, ou seja, nesse caso os aprovados têm direito subjetivo à nomeação.

    Neste sentido, vejamos as decisões proferidas pela Corte Superior:

    Ementa: ADMINISTRATIVO - SERVIDOR PÚBLICO - CONCURSO - APROVAÇAO DE CANDIDATO DENTRO DO NÚMERO DE VAGAS REVISTAS EM EDITAL - DIREITO LÍQUIDO E CERTO À NOMEAÇAO E À POSSE NO CARGO - RECURSO PROVIDO. 1. Em conformidade com jurisprudência pacífica desta Corte, o candidato aprovado em concurso público, dentro do número de vagas previstas em edital, possui direito líquido e certo à nomeação e à posse. 2. A partir da veiculação, pelo instrumento convocatório, da necessidade de a Administração prover determinado número de vagas, a nomeação e posse, que seriam, a princípio, atos discricionários, de acordo com a necessidade do serviço público, tornam-se vinculados, gerando, em contrapartida, direito subjetivo para o candidato aprovado dentro do número de vagas previstas em edital. Precedentes. 3. Recurso ordinário provido. ( Processo : RMS 20718 / SP - Relator (a): Ministro PAULO MEDINA (1121) - Órgão Julgador: T6 - SEXTA TURMA - Data do Julgamento: 04/12/2007 )

    DECISAO: Trata-se de recurso especial interposto por CELSO LUIZ ARAGAO CUNHA E OUTROS, com fulcro no art. 105, III, alíneas a e c, da Constituição Federal, contra v. do e. Tribunal Regional Federal da 2ª Região calcado no entendimento de que a Administração Pública não tem o dever de nomear candidatos aprovados em concurso público, ainda que aprovados dentro do número de vagas. Nas razões do especial, alegam violação violação aos arts. 10 da Lei n. 8.112/90 e 1º do Decreto n. 1.285/94. Sustentam, em síntese, que o fato de terem sido aprovados dentro do número de vagas no concurso público para o cargo de Fiscal do Trabalho asseguraria o direito à nomeação. Sobre o tema, menciona existência de divergência jurisprudencial. Contra-razões às fls. 303/306. Admitido o recurso na origem, os autos foram remetidos a esta c. Corte. É o relatório. Decido. Pacificou-se na c. Terceira Seção deste e. Tribunal o entendimento segundo o qual "Os aprovados em concurso público de provas ou provas e títulos possuem, apenas, expectativa de direito ao provimento no cargo, quando nao classificados dentro do número de vagas previstas em edital. " (MS 11992/DF , 3ª Seção, Rel. Min. Paulo Medina, DJU de 02/04/2007). (Processo : REsp 918687 - Relator:(a) Ministro FELIX FISCHER - Data da Publicação: 06/02/2009)

    Ementa: Por vislumbrar direito subjetivo à nomeação dentro do número de vagas, a Turma, em votação majoritária, desproveu recurso extraordinário em que se discutia a existência ou não de direito adquirido à nomeação de candidatos habilitados em concurso público - v. Informativo 510. Entendeu-se que, se o Estado anuncia em edital de concurso público a existência de vagas, ele se obriga ao seu provimento, se houver candidato aprovado. Em voto de desempate, o Min. Carlos Britto observou que, no caso, o Presidente do TRF da 2ª Região deixara escoar o prazo de validade do certame, embora patente a necessidade de nomeação de aprovados, haja vista que, passados 15 dias de tal prazo, fora aberto concurso interno destinado à ocupação dessas vagas, por ascensão funcional. Vencidos os Ministros Menezes Direito, relator, e Ricardo Lewandowski que, ressaltando que a Suprema Corte possui orientação no sentido de não haver direito adquirido à nomeação, mas mera expectativa de direito, davam provimento ao recurso. RE 227480/RJ, rel. orig. Min. Menezes Direito, rel. p/ o acórdão Min. Cármen Lúcia, 16.9.2008. (RE-227480) (grifos nossos)

    Sobre o tema o Supremo Tribunal Federal, até setembro de 2008, tinha o entendimento majoritário de que o candidato aprovado e classificado dentro do número de vagas oferecidas no concurso público não tinha o direito de ser nomeado, pois não há direito subjetivo à vaga, mas apenas a expectativa de direito. Vejamos a linha de raciocínio do STF na ADI 2931 , a seguir:

    Robocop do Brasil
    Por robocopdobrasil em 17/03/2019 às 00:15:43

    EMENTA: AÇAO DIRETA DE INCONSTITUCIONALIDADE. ARTIGO 77, INCISO VII, DA CONSTITUIÇÃO DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO. TEXTO NORMATIVO QUE ASSEGURA O DIREITO DE NOMEAÇAO, DENTRO DO PRAZO DE CENTO E OITENTA DIAS, PARA TODO CANDIDATO QUE LOGRAR APROVAÇAO EM CONCURSO PÚBLICO DE PROVAS, OU DE PROVAS DE TÍTULOS, DENTRO DO NÚMERO DE VAGAS OFERTADAS PELA ADMINISTRAÇAO PÚBLICA ESTADUAL E MUNICIPAL. O direito do candidato aprovado em concurso público de provas, ou de provas e títulos, ostenta duas dimensões: 1) o implícito direito de ser recrutado segundo a ordem descendente de classificação de todos os aprovados (concurso é sistema de mérito pessoal) e durante o prazo de validade do respectivo edital de convocação (que é de 2 anos, prorrogável, apenas uma vez, por igual período); 2) o explícito direito de precedência que os candidatos aprovados em concurso anterior têm sobre os candidatos aprovados em concurso imediatamente posterior, contanto que não-escoado o prazo daquele primeiro certame ; ou seja, desde que ainda vigente o prazo inicial ou o prazo de prorrogação da primeira competição pública de provas, ou de provas e títulos. Mas ambos os direitos, acrescente-se, de existência condicionada ao querer discricionário da administração estatal quanto à conveniência e oportunidade do chamamento daqueles candidatos tidos por aprovados. O dispositivo estadual adversado, embora resultante de indiscutível atributo moralizador dos concursos públicos, vulnera os artigos 2º, 37, inciso IV, e 61, 1º, inciso II, c, da Constituição Federal de 1988. precedente : RE 229.450 , Rel. Min. Maurício Corrêa. Ação direta julgada procedente para declarar a inconstitucionalidade do inciso VII do artigo 77 da Constituição do Estado do Rio de Janeiro. ADI 2931/RJ - Rio de Janeiro - Relator: Min. CARLOS BRITTO - Julgamento: 24/02/2005. (grifos nossos)

    Alguns doutrinadores continuam entendendo que há expectativa de direito à convocação, pois o recrutamento do aprovado é ato discricionário da administração pública quanto à conveniência e oportunidade.

    Contudo, o STF e o STJ, conforme caso em análise, tem firmado o posicionamento unânime no sentido de que o candidato classificado dentro do número de vagas previstas em edital, tem o direito líquido e certo à nomeação, pois o ato de convocação que era discricionário passa a ser vinculado às regras do edital.

    Por fim, conclui-se que candidato aprovado em concurso público tem apenas mera expectativa de direito, uma vez que, compete exclusivamente à Administração Pública analisar critérios de oportunidade e conveniência para a nomeação. Porém, a mera expectativa de direito converte-se em direito subjetivo quando a ordem de classificação não é obedecida (seja pela contratação temporária de mão-de-obra terceirizada, seja pela nomeação de candidato com classificação inferior, ou ainda pela nomeação de candidato de novo concurso enquanto ainda vigente o certame anterior) e quando houver aprovação dentro do número de vagas do edital, pois neste caso a nomeação está vinculada ao edital .

    Dagoberto Ferreira
    Por concurseirobrsp em 17/03/2019 às 19:22:30

    Em julho nós vamos saber a verdadeira intenção desse Governo.

    mercurius
    Por storm34 em 18/03/2019 às 10:08:18

    o maior desrespeito ocorre que muitos candidatos já estão passando dos 40 anos e o concurso previa que os candidatos tivessem menos de 40 anos na data da inscrição e com isso a idade vai aumentando e quem tinha 32 anos assim como eu e agora já está com 37, o vigor físico diminui e a vontade de trabalhar tbm e com isso o Estado age de acordo com sua vontade, ou seja, de não contratar.
    vamos para as redes sociais meus amigos, não podemos parar.
    aevp2014

    caio junior
    Por caiojrrj em 18/03/2019 às 10:19:24

    E ae ! Galera! Já havia visto essa jurisprudencia, mas desde o início de um concurso e a definição de vagas, há um estudo de previsão orçamentária e que há varias fases de aprovação, até sair a divulgação do certame. Essa decisão de dizer que é meramente expectativa de direito, só reforça aquilo que muita gente desconfia, o jogo de favores entre legislativo, executivo e judiciário, todos jogando em prol de seus benefícios e privilégios. Infelizmente a lei atinge a todos de maneiras bem diferentes. Gostaria de ver ao contrário, se um concurso de magistratura ou de alto escalão do governo, demorasse 4 anos e no final não nomeassem ninguém... e se o os srs políticos fossem assumir e tomar posse 4 anos depois... E onde se enquadraria o princípio da isonomia? ou pros meros mortais não se aplica.

    meu nome é... o seu pior pesadelo.
    Por geraldocagandopra2013 em 19/03/2019 às 07:24:01

    sinceramente, da pra ver o quanto os aprovados de 2014 São acomodados. Vão esperar até quando? lembro que no concurso da civil havia uma demora de 3 anos de espera e sabe o que fizeram? fizeram manifestações! chamaram a imprensa e expuseram o que estava acontecendo. Sabe o que aconteceu? governandor nomeu! falta organização, falta liderança. O que sabem fazer é um ficar insultando uns aos outros e esquecem e aceitam o que estamos passando. Não estamos emplorando uma vaga de emprego. Não estamos mendigando. É nosso direito. Ou nos organizamos e brigamos por isso, ou vamos ficar a ver navios, como diz o ditado.

    meu nome é... o seu pior pesadelo.
    Por geraldocagandopra2013 em 19/03/2019 às 07:29:59

    vamos montar um grupo ee verdade, fazer uma vaquinha e angariar fundo para fazermos faixas. Todos os contatos que vcs tiverem de jornais ou imprensa. Vamos fechar a pista de santana em horário de pico. Em frente a base. Isso não é contra lei, esperamos até a chegada de imprensa e da Polícia. Depois abrimos. Não é possível qe estamos aceitando isso. O cara falar qe não tem previsão depois de 4 anos de espera. Foda se a situação do governo, isso não é responsabilidade nossas. Foi o cara qe lançou ele na política que criou o concurso, do seu próprio partido. E mesmo que não fosse é obrigação do estado. Ele tem qe se virar. Vamos fazer barulho pessoal. acordem!

    meu nome é... o seu pior pesadelo.
    Por geraldocagandopra2013 em 19/03/2019 às 07:35:51

    Eu estou revoltado, o quanto esse concurso atrapalhou nossas vidas? os dilemas que vivemos. Especulaçãoes que nos geram ansiedade? vivemos 4 anos angustiados. Eu já não tenho mais o que perder. Passei vetgonha por causa desse concurso. Quem nunca contou pra amigos ou parentes que foi aprovado e estes não os cobram? é capaz de nos rotularem como mentirosos. Não dá pra permanecer esperando. O sindicato e a pagina do Facebook são estranhos. Não sinto confiança neles. Estamos sozinhos. Ou nos unimos ou continuaremos sendo humulhados.

    meu nome é... o seu pior pesadelo.
    Por geraldocagandopra2013 em 19/03/2019 às 07:39:49

    quantos desempregados? quantos trabalhando em situações degradantes? Não podemos aceitar calados. Esse governador é marqueteiro, ele vai odiar se a imprensa cobrir isso, vai sujar a imagem dele. É nossa última cartada. Ou fazemos isso, ou vamos envelhecendo. Tem cara qe já tem 45 anos. Ou continuamos covardes, ou vamos a luta.

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