Questões de Concursos Públicos

Resolva Questões de Concursos Públicos Grátis. Exercícios com Perguntas e Respostas. Provas Online com Gabarito.

  • 1 - Q6010.   Conhecimentos Específicos - Nível Médio - Guarda Municipal - Prefeitura de Fortaleza CE - IMPARH - 2006
  • De acordo com os direitos e garantias fundamentais estampados na Constituição de 1988, marque a opção correta:
  • 2 - Q187.   Raciocínio Lógico - Nível Médio - Agente de Documentação - Tribunal de Contas - FCC
  • Considere que Pedro tem um relógio que atrasa 1 minuto a cada 6 horas e Paulo tem um que adianta 1 minuto a cada 10 horas. Decorridas 15 horas de um instante em que ambos acertam esses seus relógios, a diferença entre os horários que eles estarão marcando será de:
  • 5 - Q490.   Português - Nível Médio - Agente da Autoridade de Trânsito - Detran - CESGRANRIO
  • As palavras em destaque NÃO podem ser substituídas pelos pronomes à direita em:
  • 6 - Q4441.   Pedagogia - Fundamentos da Educação - Nível Superior - Professor de Educação Básica - Prefeitura de São José de Sabugi PB - EDUCA - 2012
  • A Lei 11.274, de 6 de fevereiro de 2006, altera a redação dos arts. 29, 30, 32 e 87 da Lei no 9.394, de 20 de dezembro de 1996, que estabelece as diretrizes e bases da educação nacional, dispondo sobre a duração de 9 (nove) anos para o ensino fundamental. Sobre a implantação do ensino fundamental de nove anos é INCORRETO afirmar que:
  • 7 - Q4328.   Português - Nível Médio - Escrevente Técnico Judiciário - TJ SP - VUNESP - 2011
  • WikiLeaks contra o Império

         A diplomacia americana levará tempo para se recuperar
    da pancada que levou da WikiLeaks. Tudo indica que 250 mil
    documentos secretos foram copiados por um jovem soldado em
    um CD enquanto fingia ouvir Lady Gaga. Um vexame para um
    país que gasta US$ 75 bilhões anuais com sistema de segurança
    que agrupa repartições e emprega mais de 1 milhão de pessoas,
    das quais 854 mil têm acesso a informações sigilosas.
         A WikiLeaks não obteve documentos que circulam nas
    camadas mais secretas da máquina, mas produziu aquilo que
    o historiador e jornalista Timothy Garton Ash considerou
    “sonho dos pesquisadores, pesadelo para os diplomatas”. As
    mensagens mostram que mesmo coisas conhecidas têm aspectos
    escandalosos.
         A conexão corrupta e narcotraficante do governo do Afeganistão
    já é antiga, mas ninguém imaginaria que o presidente
    Karzai chegasse a Washington com um assessor carregando
    US$ 52 milhões na bagagem. A falta de modos dos homens da
    Casa de Windsor é proverbial, mas o príncipe Edward dizendo
    bobagens para estranhos no Quirguistão incomodou a embaixadora
    americana.
         O trabalho da WikiLeaks teve virtudes. Expôs a dimensão
    do perigo representado pelos estoques de urânio enriquecido
    nas mãos de governos e governantes instáveis. Se aos 68 anos o
    líbio Muammar Gaddafi faz-se escoltar por uma “voluptuosa
    ucraniana, parabéns. O perigo está na quantidade de material
    nuclear que ele guarda consigo. Os telegramas relacionados com
    o Brasil revelaram a boa qualidade dos relatórios dos diplomatas
    americanos. O embaixador Clifford Sobel narrou a inconfidência
    do ministro Nelson Jobim a respeito de um tumor na cabeça do
    presidente boliviano Evo Morales. Seu papel era comunicar. O
    de Jobim era não contar.
         A vergonha americana pede que se relembre o trabalho de
    10 mil ingleses, entre eles alguns dos maiores matemáticos do
    século, que trabalharam em Bletchley Park durante a Segunda
    Guerra, quebrando os códigos alemães. O serviço dessa turma
    influenciou a ocasião do desembarque na Normandia e permitiu
    o êxito dos soviéticos na batalha de Kursk.
         Terminada a guerra, Winston Churchill mandou apagar
    todos os vestígios da operação, mantendo o episódio sob um
    manto de segredo. Ele só foi quebrado, oficialmente, nos anos
    70. Com a palavra Catherine Caughey, que tinha 20 anos quando
    trabalhou em Bletchley Park: “Minha grande tristeza foi ver
    que meu amado marido morreu em 1975 sem saber o que eu fiz
    durante a guerra”. Alan Turing, um dos matemáticos do parque,
    matou-se em 1954. Mesmo condenado pela Justiça por conta de
    sua homossexualidade, nunca falou do caso. (Ele comeu uma
    maçã envenenada. Conta a lenda que, em sua homenagem, esse
    é o símbolo da Apple.)
    (Elio Gaspari, WikiLeaks contra o Império. Folha de S.Paulo. Adaptado)
  • Assinale a alternativa correta quanto à concordância verbal.
  • 8 - Q955.   Português - Nível Médio - Agente Administrativo - CAERN - FGV
  • Texto I

    O futuro das cidades é verde

         Cada vez mais humanos vivem em cidades. Somos
    3,3 bilhões de pessoas em áreas urbanas – o que
    corresponde a 51% da população mundial, contra 49% de
    habitantes de áreas rurais, segundo dados da ONU. Apesar
    da escalada das megalópoles ao longo do século XX, essa
    inversão ocorreu em escala global apenas em 2008. No
    Brasil, o fenômeno consolidou-se já na década de 70. Hoje,
    apenas 16% dos 192 milhões de brasileiros vivem na zona
    rural, de acordo com o IBGE. Com tanta gente ocupando o
    mesmo espaço, agravam-se os problemas de saneamento,
    transporte e uso de recursos naturais, entre muitos outros.
    Como solucionar esses problemas é a pergunta do
    momento.
         Durante o mês de março, o Brasil transforma-se
    em sede de três eventos que pretendem respondê-la. A
    Conferência Internacional das Cidades Inovadoras
    (CICI2010) recebeu especialistas e prefeitos de diversas
    partes do mundo entre os dias 10 e 13, em Curitiba (PR). Na
    sequência, acontecem a Conferência Latino-Americana de
    Saneamento (Latinosan 2010), de 14 a 18 em Foz do Iguaçu
    (PR), e a Primeira Jornada Internacional sobre Energias
    Renováveis, Eficiência Energética e Poder Local, em Betim
    (MG), entre os dias 17 e 19.
         Um dos especialistas escalados para a CICI2010 é o
    americano Marc Weiss, presidente da organização Global
    Urban Development (Desenvolvimento Global Urbano). O
    gestor acredita que o principal desafio à nossa frente é
    gerar crescimento econômico sustentável e qualidade de
    vida para todos em todos os lugares. “Com uma
    combinação de inovação tecnológica e uma elevada
    eficiência, as cidades poderão gerar uma expansão
    substancial de negócios e empregos – o que vai culminar
    em comunidades mais saudáveis e em harmonia com os
    ciclos da natureza”, diz. O fato de eventos como esses
    acontecerem por aqui não é mera coincidência. O País vem
    se tornando protagonista no combate às mudanças
    climáticas, principalmente depois da Conferência do Clima
    da ONU (COP-15), realizada em dezembro em Copenhague,
    na Dinamarca.
         Na ocasião, o governo brasileiro apresentou metas
    ambiciosas de redução de emissões de gases do efeito
    estufa, um dos grandes problemas gerados pela
    concentração de automóveis em centros urbanos. “O Brasil
    está se tornando um líder mundial no trabalho de
    estabelecer um novo e alto padrão de desenvolvimento
    urbano e industrial sustentável”, acredita Weiss. “O
    desenvolvimento sustentável é política de governo em
    algumas cidades, e não apenas um conjunto de medidas
    dirigidas a questões pontuais”, diz Laura Valente de
    Macedo, diretora regional para América Latina e Caribe do
    ICLEI – Governos Locais pela Sustentabilidade. Ela cita
    Freiburg, Bonn (ambas na Alemanha), Malmö e Växjo (as
    duas na Suécia) como exemplos. “Entre suas muitas
    iniciativas, todas têm em comum a ênfase no uso de
    energias renováveis, como a solar, o biogás e a eólica”,
    afirma. Há quem esteja ousando ainda mais nesse desafio.
    O escritório Gale International está construindo – em
    parceria com a gigante de tecnologia Cisco – a cidade mais
    sustentável do mundo. Nova Songdo, na Coreia do Sul, deve
    ficar pronta em 2015 e contará com tecnologias que
    reduzem o consumo de energia e utilizam materiais naturais
    e reciclados.
         Existem planos para construir mais 20 centros
    urbanos parecidos na China e na Índia nos próximos anos.
    Uma excelente oportunidade para o Brasil ter cidades que
    se aproximem desse sonho são os eventos esportivos que o
    País vai sediar nos próximos anos. Para receber a Copa do
    Mundo de 2014 e os Jogos Olímpicos de 2016, os
    organizadores tiveram de se submeter a uma série de
    medidas ambientais. Coleta seletiva do lixo, uso racional de
    água, economia de energia e transportes que usem
    combustível de forma racional são algumas delas. Mesmo
    que não houvesse essa obrigatoriedade, até lá já viveremos
    um outro tempo. O Protocolo de Kyoto vence em 2012. Ou
    seja: o mundo terá uma nova política de emissões de gases
    estufa. No mesmo ano, acontece a Conferência das Nações
    Unidas sobre Meio Ambiente e Desenvolvimento, no Rio de
    Janeiro – reedição da Rio-92. A bola está conosco.

    (André Julião. IstoÉ, ed. 2105, março de 2010, com
    adaptações)
  • Para receber a Copa do Mundo de 2014 e os Jogos Olímpicos de 2016, os organizadores tiveram de se submeter a uma série de medidas ambientais. (L.67-70)

    Assinale a alternativa em que o SE desempenhe o mesmo papel que o grifado no período acima.
  • 9 - Q17029.   Português - Concordância Verbal e Nominal - Nível Médio
  • Em “Poucas coisas mudaram tão rapidamente como a troca de informações.”, a expressão destacada
  • 10 - Q2970.   Direito Previdenciário - Nível Médio - Técnico Previdenciário - INSS
  • Assinale a opção correta com referência ao financiamento da seguridade social