Questões de Concursos Metrô SP

Resolva Questões de Concursos Metrô SP Grátis. Exercícios com Perguntas e Respostas. Provas Online com Gabarito.

  • 12 - Questão 7269 - Português - Nível Médio - Agente de Segurança - Metrô SP - FCC - 2013
  •    A população mundial, que superou a marca de 7 bilhões
    de pessoas, ganhará 2 bilhões de habitantes até 2050. A necessidade
    de nutrir 9 bilhões de bocas significa que a produção de
    comida terá de dobrar nos próximos quarenta anos, segundo
    projeções da Organização das Nações Unidas para Agricultura
    e Alimentação (FAO). Como há relativamente poucas fronteiras
    aráveis novas para serem exploradas pela agricultura, os
    fazendeiros mundiais terão de, praticamente, dobrar a produção
    de áreas usadas atualmente. A resposta a esse desafio exigirá
    uma nova revolução verde, similar à da década de 60, quando
    houve um salto na produtividade graças à utilização de
    defensivos, fertilizantes e técnicas modernas de plantio. Para
    muitos especialistas, a segunda revolução já está em curso.

        O consumo de proteína tem crescido rapidamente nos
    grandes países em desenvolvimento, principalmente na Índia e
    na China, mas, segundo o zoólogo escocês Hugh Grant, será
    possível suprir essa demanda. Ele diz que isso dependerá da
    redução do desperdício e também da modernização da agricultura
    nos países mais atrasados. Dependerá também dos avanços
    na biotecnologia, em duas frentes. A primeira é o melhoramento
    genético convencional por meio de cruzamentos das
    espécies existentes e da seleção de sementes mais produtivas.
    A segunda é o desenvolvimento de sementes transgênicas, com
    variedades com mais nutrientes ou mais resistentes às secas,
    de modo a manter afastados das lavouras os predadores e as
    ervas daninhas.

    (Adaptado de: Giuliano Guandalini. Veja, 21 de dezembro de
    2011, p. 170-171)
  • O salto na produtividade observado na década de 60 se deu em razão
  • 13 - Questão 7263 - Conhecimentos Gerais - Nível Médio - Agente de Segurança - Metrô SP - FCC - 2013
  • Para evitar a neblina tóxica, conhecida como "smog", que sufocou o país em janeiro de 2013, o país precisa superar uma economia alimentada por indústrias movidas a carvão mineral, uma fonte altamente poluente. Para isso tem buscado desenvolver novas tecnologias verdes e se destacou em 2012 como o maior produtor de energia eólica do mundo, e também o maior fabricante global de paineis solares e turbinas para geração de energia pelo vento. O texto refere-se
  • 14 - Questão 7271 - Português - Nível Médio - Agente de Segurança - Metrô SP - FCC - 2013
  •    A população mundial, que superou a marca de 7 bilhões
    de pessoas, ganhará 2 bilhões de habitantes até 2050. A necessidade
    de nutrir 9 bilhões de bocas significa que a produção de
    comida terá de dobrar nos próximos quarenta anos, segundo
    projeções da Organização das Nações Unidas para Agricultura
    e Alimentação (FAO). Como há relativamente poucas fronteiras
    aráveis novas para serem exploradas pela agricultura, os
    fazendeiros mundiais terão de, praticamente, dobrar a produção
    de áreas usadas atualmente. A resposta a esse desafio exigirá
    uma nova revolução verde, similar à da década de 60, quando
    houve um salto na produtividade graças à utilização de
    defensivos, fertilizantes e técnicas modernas de plantio. Para
    muitos especialistas, a segunda revolução já está em curso.

        O consumo de proteína tem crescido rapidamente nos
    grandes países em desenvolvimento, principalmente na Índia e
    na China, mas, segundo o zoólogo escocês Hugh Grant, será
    possível suprir essa demanda. Ele diz que isso dependerá da
    redução do desperdício e também da modernização da agricultura
    nos países mais atrasados. Dependerá também dos avanços
    na biotecnologia, em duas frentes. A primeira é o melhoramento
    genético convencional por meio de cruzamentos das
    espécies existentes e da seleção de sementes mais produtivas.
    A segunda é o desenvolvimento de sementes transgênicas, com
    variedades com mais nutrientes ou mais resistentes às secas,
    de modo a manter afastados das lavouras os predadores e as
    ervas daninhas.

    (Adaptado de: Giuliano Guandalini. Veja, 21 de dezembro de
    2011, p. 170-171)
  • Ele diz que isso dependerá da redução do desperdício e também da modernização da agricultura nos países mais atrasados. (2o parágrafo)

    O emprego do pronome grifado acima evita a repetição, no texto, do segmento:
  • 15 - Questão 3138 - Matemática - Nível Médio - Agente de Segurança - Metrô SP - FCC - 2010
  • Num momento em que no caixa de uma bilheteria de certa Estação do Metrô havia apenas três tipos de moedas − de 5, 10 e 25 centavos −, um usuário usou uma cédula de 10 reais para comprar três bilhetes. Se o preço unitário do bilhete é R$ 2,65 e sabendo que esse usuário recebeu o troco apenas em moedas, o número de possibilidades de que ele tenha recebido exatamente 5 moedas de 25 centavos e as demais de pelo menos um dos outros dois tipos, é
  • 16 - Questão 3115 - Português - Nível Médio - Agente de Segurança - Metrô SP - FCC - 2010
  • Atenção: As questões de números 01 a 09 baseiam-se no
    texto abaixo.

    A origem dos vitrais é objeto de controvérsias. Talvez
    eles tenham nascido no Oriente, mas se desenvolveram grandemente
    na Europa. Suas formas, temas e funções transformaram-
    se com o apuro das técnicas de fabricação de vidros,
    com o desenvolvimento da arquitetura, de tendências artísticas,
    do gosto, enfim, da cultura e das sociedades. Manter-se-ia, porém,
    a relação estabelecida no século XII, quando as pinturas
    sobre vidro, juntamente com os afrescos e as miniaturas, constituíam
    as principais técnicas de pintura utilizadas pelo homem.
    Nos vitrais, a pintura complementa o colorido dos vidros,
    serve para a criação de sombras e tonalidades, para o
    aprimoramento das formas, para a modulação da luz. A arte do
    vitral desenvolveu-se enormemente durante o período medieval,
    momento em que, com a afirmação do gótico como expressão
    da arquitetura, as composições de vidros coloridos passaram a
    vedar grandes superfícies das igrejas e, além das funções
    decorativas, ganharam funções pedagógicas, ensinando aos
    fiéis, por meio de imagens, a vida de Cristo, dos Santos e passagens
    da Bíblia.
    Entre os séculos XIV e XVI, os vitrais passaram a ser
    utilizados como formas de iluminação dos ambientes e a pintura
    dos vidros adotou a perspectiva, o que tornava os vitrais semelhantes
    aos quadros. Sua utilização ampliou-se dos espaços
    públicos, em especial das igrejas, para os ambientes privados,
    como palácios e sedes de corporações. As representações
    neles contidas se estenderam, então, para a heráldica, para as
    epopeias, para as caçadas e para a mitologia.
    No Estado de São Paulo, a utilização de vidros coloridos
    e pintados, montados em perfis de chumbo para decoração e
    iluminação de ambientes, correspondeu à fase moderna do
    desenvolvimento da arte de produzir vitrais. Na capital, ampliouse
    a partir da virada do século passado, com a expansão de
    novos bairros, a monumentalização dos edifícios públicos e o
    requinte arquitetônico das residências.
    Até hoje vitrais de edifícios públicos paulistanos, como
    os do Palácio da Justiça e do Mercado Municipal, causam
    admiração pela proporção, beleza e integração com o projeto
    arquitetônico. Representando temas históricos ou referentes às
    funções públicas dos edifícios, as imagens formam um conjunto
    das representações que, a partir do fim do século anterior,
    criaram e reafirmaram um perfil de São Paulo diante do Brasil.
    Sob esse ponto de vista, os vitrais, além de peças de arte,
    constituem importantes documentos históricos. Eles nos falam
    do forjar de ideias que se tornaram referência e moldam nossa
    relação com o passado e com o presente, justificando papeis e
    responsabilidades sociais. Produtos materiais de cultura, parte
    de nosso patrimônio histórico e objetos de fruição de beleza, os
    vitrais expressam por meio do poder das imagens a tradição, a
    excelência econômica e cultural de São Paulo, o trabalho, a
    determinação e o progresso.

    (Marly Rodrigues. Leitura. Publicação cultural da Imprensa
    Oficial do Estado de São Paulo, ano 18, número 1, janeiro de
    2000, pp. 32-34, com adaptações)
  • O texto deixa claro que
  • 17 - Questão 3119 - Português - Nível Médio - Agente de Segurança - Metrô SP - FCC - 2010
  • Atenção: As questões de números 01 a 09 baseiam-se no
    texto abaixo.

    A origem dos vitrais é objeto de controvérsias. Talvez
    eles tenham nascido no Oriente, mas se desenvolveram grandemente
    na Europa. Suas formas, temas e funções transformaram-
    se com o apuro das técnicas de fabricação de vidros,
    com o desenvolvimento da arquitetura, de tendências artísticas,
    do gosto, enfim, da cultura e das sociedades. Manter-se-ia, porém,
    a relação estabelecida no século XII, quando as pinturas
    sobre vidro, juntamente com os afrescos e as miniaturas, constituíam
    as principais técnicas de pintura utilizadas pelo homem.
    Nos vitrais, a pintura complementa o colorido dos vidros,
    serve para a criação de sombras e tonalidades, para o
    aprimoramento das formas, para a modulação da luz. A arte do
    vitral desenvolveu-se enormemente durante o período medieval,
    momento em que, com a afirmação do gótico como expressão
    da arquitetura, as composições de vidros coloridos passaram a
    vedar grandes superfícies das igrejas e, além das funções
    decorativas, ganharam funções pedagógicas, ensinando aos
    fiéis, por meio de imagens, a vida de Cristo, dos Santos e passagens
    da Bíblia.
    Entre os séculos XIV e XVI, os vitrais passaram a ser
    utilizados como formas de iluminação dos ambientes e a pintura
    dos vidros adotou a perspectiva, o que tornava os vitrais semelhantes
    aos quadros. Sua utilização ampliou-se dos espaços
    públicos, em especial das igrejas, para os ambientes privados,
    como palácios e sedes de corporações. As representações
    neles contidas se estenderam, então, para a heráldica, para as
    epopeias, para as caçadas e para a mitologia.
    No Estado de São Paulo, a utilização de vidros coloridos
    e pintados, montados em perfis de chumbo para decoração e
    iluminação de ambientes, correspondeu à fase moderna do
    desenvolvimento da arte de produzir vitrais. Na capital, ampliouse
    a partir da virada do século passado, com a expansão de
    novos bairros, a monumentalização dos edifícios públicos e o
    requinte arquitetônico das residências.
    Até hoje vitrais de edifícios públicos paulistanos, como
    os do Palácio da Justiça e do Mercado Municipal, causam
    admiração pela proporção, beleza e integração com o projeto
    arquitetônico. Representando temas históricos ou referentes às
    funções públicas dos edifícios, as imagens formam um conjunto
    das representações que, a partir do fim do século anterior,
    criaram e reafirmaram um perfil de São Paulo diante do Brasil.
    Sob esse ponto de vista, os vitrais, além de peças de arte,
    constituem importantes documentos históricos. Eles nos falam
    do forjar de ideias que se tornaram referência e moldam nossa
    relação com o passado e com o presente, justificando papeis e
    responsabilidades sociais. Produtos materiais de cultura, parte
    de nosso patrimônio histórico e objetos de fruição de beleza, os
    vitrais expressam por meio do poder das imagens a tradição, a
    excelência econômica e cultural de São Paulo, o trabalho, a
    determinação e o progresso.

    (Marly Rodrigues. Leitura. Publicação cultural da Imprensa
    Oficial do Estado de São Paulo, ano 18, número 1, janeiro de
    2000, pp. 32-34, com adaptações)
  • No último parágrafo do texto há referência explícita
  • 18 - Questão 7261 - Conhecimentos Gerais - Nível Médio - Agente de Segurança - Metrô SP - FCC - 2013
  • Fernando Henrique Cardoso oficializou em carta sua candidatura à esta Instituição. A carta foi entregue pessoalmente, em nome do ex-presidente do Brasil, por Celso Lafer, nesta quarta-feira (27/03/2013), em reunião no Rio, de acordo com a assessoria de imprensa da Instituição.

    (Adaptado: http://g1.globo.com/pop-arte/noticia/2013/03/fhc- entrega-carta-de-candidatura.html)

    A Instituição a que se refere a notícia é
  • 19 - Questão 3137 - Matemática - Nível Médio - Agente de Segurança - Metrô SP - FCC - 2010
  • Os dois primeiros grupos de letras representados abaixo
    guardam entre si uma relação. Essa mesma relação deve
    existir entre o terceiro e o quarto grupo, que está faltando.

    (K P Q R) está para (K S T U)
    assim como (M C D E) está para ( ? )

    Considerando que a ordem alfabética é a oficial, o grupo
    de letras que deve substituir corretamente o ponto de
    interrogação é:
  • 20 - Questão 7274 - Português - Nível Médio - Agente de Segurança - Metrô SP - FCC - 2013
  •     Ao ler o Código de Trânsito Brasileiro (CTB) muitas pessoas
    podem achar óbvio e desnecessário um artigo determinando
    que os carros devam trafegar pelo lado direito das ruas.
    Também parece claro que os pedestres devem ter uma área
    específica para atravessar (as faixas), que os veículos precisam
    ter cintos de segurança e as vias tenham de ser sinalizadas.
    Mas o trânsito que vemos hoje é justamente o resultado de
    avanços de uma legislação que chegou aos 100 anos.

        A primeira legislação nacional de trânsito foi assinada
    em 1910, pelo então presidente Nilo Peçanha, e tinha o objetivo
    de traçar regras para o transporte de passageiros e de cargas.
    Tudo isso em uma época em que os carros particulares eram
    raridade, assim como as ruas e avenidas. Por isso, um dos artigos
    previa justamente formas de concessão das vias para a
    iniciativa privada e como elas deveriam ser construídas.

       Em 1928, uma nova legislação buscou colocar ordem no
    trânsito. Nessa época foi determinado o lado de circulação dos
    veículos e exigiu-se a instalação de placas com números para
    identificá-los – e as ruas ganharam sinalização.

       Depois disso, houve quatro códigos de trânsito, o atual
    datado de 1997. A cada novo código, surgia a obrigação de novos
    equipamentos de segurança, como espelhos retrovisores e
    indicadores de direção (setas). No código de 1966 já estavam
    presentes o cinto de segurança e as faixas de pedestres. Até
    hoje, as autoridades lutam para que pedestres sejam respeitados
    nessas faixas.

    (Adaptado de: Renato Machado. O Estado de S. Paulo, Cidades/
    Metrópole, C7, 20 de junho de 2010)
  • Considere as afirmativas seguintes, a respeito do emprego de sinais de pontuação no texto.

    I. ... é justamente o resultado de avanços de uma legislação que chegou aos 100 anos. (1o parágrafo) Estaria correta a colocação de um sinal de dois- pontos após a palavra legislação, para separar o segmento que chegou aos 100 anos.

    II. Os parênteses empregados em (as faixas) – 1o parágrafo – e em (setas) – último parágrafo – isolam elementos de natureza especificativa.

    III. ... e exigiu-se a instalação de placas com números para identificá-los – e as ruas ganharam sinalização. (3o parágrafo) O travessão poderia ser corretamente substituído por uma vírgula, sem prejuízo da correção e da clareza.

    Está correto o que se afirma em