Questões de Concursos Colégio Naval

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  • 11 - Questão 18638 - História - Nível Médio - Aspirante da Marinha - Colégio Naval - MB - 2010
  • Analise as afirmativas abaixo, referentes ao Segundo reinado.

    I - Valendo-se da prerrogativa do padroado, o imperador rejeitou a bula papal que proibia a permanência de membros da maçonaria dentro dos quadros da Igreja Católica.

    II - Uma das principais consequências da guerra do Paraguai para o Brasil foi o fortalecimento do Exército brasileiro.

    III- Como desfecho da Questão Christie, o imperador D. Pedro II decidiu romper relações diplomáticas com os Estados Unidos.

    IV - A Lei de Terras, aprovada em 1850, determinava que as terras públicas só poderiam torna-se propriedade privada por meio da compra.

    Assinale a opção correta.
  • 12 - Questão 53000 - Português - Nível Fundamental - Aluno do Colégio Naval - Colégio Naval - MB - 2018
  • Correndo risco de vida

    Em uma de suas histórias geniais, Monteiro Lobato nos apresenta o reformador da natureza, Américo PiscaPisca. Questionando o perfeito equilíbrio do mundo natural, Américo Pisca-Pisca apontava um desequilíbrio flagrante no fato de uma enorme árvore, como a jabuticabeira, sustentar frutos tão pequeninos, enquanto a colossal abóbora é sustentada pelo caule fino de uma planta rasteira. Satisfeito com sua grande descoberta, Américo deita-se sob a sombra de uma das jabuticabeiras e adormece. Lá peias tantas, uma frutinha lhe cai bem na ponta do seu nariz. Aturdido, o reformador se dá conta de sua lógica.
    Se os reformadores da natureza, como Américo Pisca-Pisca, já caíram no ridículo, os reformadores da língua ainda gozam de muito prestígio. Durante muito tempo era possível usar a expressão “fulano não corre mais risco de vida”. Qualquer falante normal decodificava a expressão “risco de vida" como “ter a vida em risco”. E tudo ia muito bem, até que um desses reformadores da língua sentenciou, do alto da sua vã inteligência: “"não é risco de vida, é risco de morte”. Quer dizer que só ele teve essa brilhante percepção, todos os outros falantes da língua não passavam de obtusos irrecuperáveis, é o tipo de sujeito que acredita ter inventado a roda. E impressiona a fortuna crítica de tal asneira. Desde então, todos os jornais propalam “o grande líder sicrano ainda corre o risco de morte”. E me desculpem, mas risco de morte é muito pernóstico.
    Assim como o reformador da natureza não entende nada da dinâmica do mundo natural, esses gramáticos que pretendem reformar o uso linguístico invocando sua pretensa racionalidade não percebem coisa alguma da lógica de funcionamento da língua. Como bem ensinou Saussure, fundador da linguística moderna, tudo na língua é convenção. A expressão “risco de vida", estava consagrada pelo uso e não se criava problemas na comunicação, porque nenhum falante, ao ouvir tal expressão, pensava que o sujeito corra risco de viver.
    A relação entre as formas linguísticas e o seu conteúdo é arbitrária e convencionada socialmente. Em Japonês, por exemplo, o objeto precede o verbo. Diz-se "João o bolo comeu" em vez de “João comeu o bolo”, como em português. Se o nosso reformador da língua baixasse por lá, tentaria convencer os japoneses de que o verbo preceder o seu objeto é muito mais lógico!
    Mas os ingênuos poderiam argumentar: o nosso oráculo gramatical não melhorou a língua tornando-a mais lógica? Não, meus caros, ele a empobreceu. Pois, ao lado da expressão mais trivial “correr o risco de cair do cavalo”, a língua tem uma expressão mais sofisticada: correr risco de vida. Tal construção dissonante amplia as possibilidades expressivas da língua, criando um veio que pode vir a ser explorado por poetas e demais criadores da língua. “Corrigir" risco de vida por risco de morte é substituir uma expressão mais sutil e sofisticada por sua versão mais imediata, trivial e óbvia. E um recurso expressivo passou a correr risco de vida pela ação nefanda dos fariseus no templo democrático da língua.

    LUCCHESI, Dante. Correndo risco de vida. ATarde, 17 set.2006, p.3, Opinião - adaptado.

    Analise os enunciados abaixo e assinale a opção correta.

    I- “Se os reformadores da natureza, como Américo Pisca - Pisca, já caíram no ridículo, os reformadores da língua ainda gozam de muito prestígio.” (§2°)
    II- “Se o nosso reformador da língua baixasse por lá, tentaria convencer os japoneses de que o verbo preceder o seu objeto é muito mais lógico." (§4°)
  • 13 - Questão 52774 - Matemática - Nível Fundamental - Aluno do Colégio Naval - Colégio Naval - MB - 2018
  • Seja ABCD um quadrado de lado L, em que AC é uma de suas diagonais. Na semirreta BC, onde B é a origem, marca-se E de tal modo que BC = CE. Seja H a circunferência de centro em C e raio L, e P 0 ponto de interseção de AE com a circunferência H. Sendo assim, é correto afirmar que 0 segmento DP tem medida igual a:
  • 14 - Questão 53005 - Português - Nível Fundamental - Aluno do Colégio Naval - Colégio Naval - MB - 2018

  • Correndo risco de vida

    Em uma de suas histórias geniais, Monteiro Lobato nos apresenta o reformador da natureza, Américo PiscaPisca. Questionando o perfeito equilíbrio do mundo natural, Américo Pisca-Pisca apontava um desequilíbrio flagrante no fato de uma enorme árvore, como a jabuticabeira, sustentar frutos tão pequeninos, enquanto a colossal abóbora é sustentada pelo caule fino de uma planta rasteira. Satisfeito com sua grande descoberta, Américo deita-se sob a sombra de uma das jabuticabeiras e adormece. Lá peias tantas, uma frutinha lhe cai bem na ponta do seu nariz. Aturdido, o reformador se dá conta de sua lógica.
    Se os reformadores da natureza, como Américo Pisca-Pisca, já caíram no ridículo, os reformadores da língua ainda gozam de muito prestígio. Durante muito tempo era possível usar a expressão “fulano não corre mais risco de vida”. Qualquer falante normal decodificava a expressão “risco de vida" como “ter a vida em risco”. E tudo ia muito bem, até que um desses reformadores da língua sentenciou, do alto da sua vã inteligência: “"não é risco de vida, é risco de morte”. Quer dizer que só ele teve essa brilhante percepção, todos os outros falantes da língua não passavam de obtusos irrecuperáveis, é o tipo de sujeito que acredita ter inventado a roda. E impressiona a fortuna crítica de tal asneira. Desde então, todos os jornais propalam “o grande líder sicrano ainda corre o risco de morte”. E me desculpem, mas risco de morte é muito pernóstico.
    Assim como o reformador da natureza não entende nada da dinâmica do mundo natural, esses gramáticos que pretendem reformar o uso linguístico invocando sua pretensa racionalidade não percebem coisa alguma da lógica de funcionamento da língua. Como bem ensinou Saussure, fundador da linguística moderna, tudo na língua é convenção. A expressão “risco de vida", estava consagrada pelo uso e não se criava problemas na comunicação, porque nenhum falante, ao ouvir tal expressão, pensava que o sujeito corra risco de viver.
    A relação entre as formas linguísticas e o seu conteúdo é arbitrária e convencionada socialmente. Em Japonês, por exemplo, o objeto precede o verbo. Diz-se "João o bolo comeu" em vez de “João comeu o bolo”, como em português. Se o nosso reformador da língua baixasse por lá, tentaria convencer os japoneses de que o verbo preceder o seu objeto é muito mais lógico!
    Mas os ingênuos poderiam argumentar: o nosso oráculo gramatical não melhorou a língua tornando-a mais lógica? Não, meus caros, ele a empobreceu. Pois, ao lado da expressão mais trivial “correr o risco de cair do cavalo”, a língua tem uma expressão mais sofisticada: correr risco de vida. Tal construção dissonante amplia as possibilidades expressivas da língua, criando um veio que pode vir a ser explorado por poetas e demais criadores da língua. “Corrigir" risco de vida por risco de morte é substituir uma expressão mais sutil e sofisticada por sua versão mais imediata, trivial e óbvia. E um recurso expressivo passou a correr risco de vida pela ação nefanda dos fariseus no templo democrático da língua.

    LUCCHESI, Dante. Correndo risco de vida. ATarde, 17 set.2006, p.3, Opinião - adaptado.

    Assinale a opção em que o autor demonstra interação direta com o leitor.
  • 15 - Questão 18634 - História - Nível Médio - Aspirante da Marinha - Colégio Naval - MB - 2010
  • "As invasões holandesas que ocorreram no século XVII foram o maior conflito político-militar da Colônia. Embora concentradas no nordeste, elas não se resumiram a um simples episódio regional. Ao contrário, fizeram parte dp quadro das relações internacionais entre os países europeus, revelando a dimensão da luta pelo controle do açúcar e das fontes de suprimento de escravos.[ ...] O ataque a Pernambuco se iniciou em 1630, com a conquista de Olinda. A partir desse episódio, a guerra pode ser dividida em três períodos distintos.[ ...]
    O segundo período,entre 1637 e 1644, caracteriza-se por relativa paz, relacionada com o governo do príncipe holandês Maurício de Nassau, que foi o responsável por uma série de importantes iniciativas políticas e realizações administrativas."(Fausto, Boris. História do Brasil. São Paulo: Edusp, 2004.p.84 e 85.)

    São características do governo Maurício de Nassau, EXCETO:
  • 16 - Questão 18629 - Geografia - Nível Médio - Aspirante - Colégio Naval - MB - 2010
  • A economia brasileira, entre os anos 1950 e 1990, passou por transformações sensíveis, fato que condicionou uma mudança gradativa em nosso comportamento comercial, ou seja, deixamos de ser um mero exportador de matérias-primas e passamos a exportar também uma gama de manufaturados. Em função dessas transformações, as quais obedeceram e obedecem a imposições políticas e econômicas internas e externas, assinale a opção correta.
  • 18 - Questão 52758 - Inglês - Nível Fundamental - Aluno do Colégio Naval - Colégio Naval - MB - 2018
  • TEXT I

    Social media ’destroying how society works"

    A former Facebook executive has said social media is doing great harm to society around the world. The executive is a man called Chamath Palihapitiya. He ___________ Facebook in 2007 a n d ___________a vice president. He was responsible for increasing the number of users Facebook had. Mr Palihapitiya said he feels very guilty about getting more people to use social networks. He said the networks are destroying society because they are changing people"s behavior. Twenty years ago, people talked to each other face to face. Today, people message each other and do not talk. People also really care about what other people think of them. They post photos and wait to see how many people like the photo. They get very sad if people do not like the photo.
    Mr. Palihapitiya said people should take a long break from social media so they can experience real life. He wants people to value each other instead of valuing online "hearts, likes, and thumbs-up". Palihapitiya also points out how fake news is affecting how we see the world, it is becoming easier for large websites to spread lies. It is also becoming easier to hurt other people online. Anyone can hide behind a fake user name and post lies about other people. Palihapitiya said this was a global problem. He is worried about social media so much that he has banned his children from using it. However, he did state that Facebook was a good company. He said: "Of course, it"s not all bad. Facebook overwhelmingly does good in the world."

    Read the statements to check if they are TRUE (T) or FALSE (F).

    I- An ex-Facebook boss said social media is damaging society.
    II- It is becoming more difficult for big websites to spread fake news.
    III- People message each other today instead of talking face to face.
    IV- Palihapitiya said social media does not change our behavior.

    Choose the option that respectively represents the statements above.
  • 19 - Questão 52765 - Matemática - Nível Fundamental - Aluno do Colégio Naval - Colégio Naval - MB - 2018
  • Seja ABC um triângulo equilátero de lado 3. Exteriormente ao triângulo, constroem-se três quadrados, sempre a partir de um lado do triângulo ABC, ou seja, no quadrado Q1( AB é um lado; no Q2, BC é um lado; e no Q31 AC é um lado. Com centro no baricentro “G” do triângulo ABC, traça-se um círculo de raio 3. A medida da área da parte do círculo que não pertence a nenhum dos quadrados Q1, Q2 e Q31 e nem ao triângulo ABC é igual a:
  • 20 - Questão 53017 - Geografia - Nível Fundamental - Aluno do Colégio Naval - Colégio Naval - MB - 2018
  • Sobre a Estrutura dos transportes brasileiros, assinale a afirmativa INCORRETA.