Questões de Concursos DESENBAHIA

Resolva Questões de Concursos DESENBAHIA Grátis. Exercícios com Perguntas e Respostas. Provas Online com Gabarito.

  • 11 - Questão 32551.   Informática - Nível Superior - Advogado - DESENBAHIA - AOCP - 2009
  • Utilizando o Correio eletrônico Outlook Express 6, instalação padrão, português Brasil, ao criar uma nova mensagem (e-mail), é possível solicitar a confirmação de leitura. Assinale a alternativa que apresenta o menu em que é possível solicitar esta opção.
  • 12 - Questão 32528.   Direito Tributário - Nível Superior - Advogado - DESENBAHIA - AOCP - 2009
  • Assinale a alternativa correta. De acordo com o código Tributário Nacional, a lei aplica-se a ato ou fato pretérito,
  • 13 - Questão 32557.   Informática - Nível Superior - Advogado - DESENBAHIA - AOCP - 2009
  • Utilizando Microsoft Office Word 2000, instalação padrão, português Brasil, podemos salvar um documento não salvo em vários formatos. Assinale a alternativa que apresenta um formato INVÁLIDO para a opção salvar.
  • 14 - Questão 32548.   Português - Nível Superior - Advogado - DESENBAHIA - AOCP - 2009
  • Obrigado, Tarso Genro

    O ministro dá refúgio a terrorista condenado, cria terremoto diplomático e é acusado de agir movido só por ideologia – mas pode ter tido boas razões 

    A decisão do titular da Justiça, Tarso Genro, de conceder refúgio político ao italiano Cesare Battisti abriu uma fenda diplomática nas relações do Brasil com a Itália e empurrou o ministro para o paredão: Tarso, metralharam seus críticos, teria se precipitado e tomado a decisão com base em simpatias ideológicas. Faz sentido. Battisti foi condenado em seu país à prisão perpétua pela morte de quatro pessoas quando encabeçava um grupo extremista de esquerda, os Proletários Armados pelo Comunismo (PAC). Ao recusar-se a extraditá-lo para a Itália como criminoso, optando por abrigá-lo no Brasil na condição de perseguido político, Tarso Genro dispensou o julgamento do Supremo Tribunal Federal (STF) e contrariou dois pareceres, ambos emitidos por órgãos técnicos e insuspeitos: o Comitê Nacional para os Refugiados e a Procuradoria-Geral da República. Além disso, o ministro já havia dado mostras recentes de que, se ninguém o segura, ele se deixa facilmente levar pelo caminho obscuro das convicções esquerdistas. Em outubro, ele propôs a revisão da Lei da Anistia com o intuito de punir torturadores do regime militar, um surto de revanchismo e inoportunidade que provocou reações até mesmo dentro do governo. Tarso só recuou depois de um puxão de orelhas dado pelo presidente Lula. Tudo isso somado contribuiu para que se concluísse que a concessão do refúgio ao italiano foi mais uma das reações ideológicas automáticas do ministro. Nesse caso, no entanto, a hipótese de que Tarso Genro tenha tomado uma decisão correta não pode ser descartada sem um exame mais minucioso. 

    Battisti nega que tenha participado ou ordenado os assassinatos pelos quais foi condenado. “Não matei ninguém e abandonei o grupo quando o PAC se decidiu pela luta armada”, vem repetindo Battisti há mais de dez anos. Tarso afirma ter estudado o processo do italiano a fundo, durante seus quatorze dias de férias de fim de ano (é de esperar agora que tenha o mesmo cuidado quando lhe chegar às mãos um processo contra alguém acusado de ter sido torturador da ditadura). Diz ter terminado a análise convencido de que “exceções legais”, criadas pelo estado italiano no ambiente de convulsão social que aquele país vivia no fim dos anos 70, podem ter prejudicado a defesa de Battisti. Cita como exemplo o fato de sua condenação ter se baseado unicamente no depoimento de uma pessoa – Pietro Mutti, também integrante do PAC, que fez suas acusações no contexto de um programa de delação premiada. Se o ministro estiver certo, terá ajudado a reparar uma injustiça que dificilmente poderia ser corrigida pela Justiça italiana, uma vez que Mutti mudou de identidade e hoje vive em lugar não sabido. Se estiver errado, porém, terá deixado à solta um assassino que executou pessoas apenas por discordarem de sua organização terrorista. Tarso deixou a porta aberta para rever o caso se surgirem provas mais contundentes contra o italiano.

    Texto extraído da Revista Veja, edição 2096, ano 42, n. 3, de 21 de janeiro de 2009. p. 73
  • Em relação ao emprego dos tempos e modos verbais, analise as assertivas e assinale a alternativa que aponta a(s) correta(s).

    I. “Tarso deixou a porta aberta para rever o caso se surgirem provas...”. (presente do indicativo)
    II. “Tudo isso somado contribuiu para que se concluísse que a concessão...”. (imperfeito do subjuntivo)
    III. “Se o ministro estiver certo, terá ajudado a reparar...”. (presente do indicativo)
  • 15 - Questão 32536.   Direito Empresarial e Comercial - Nível Superior - Advogado - DESENBAHIA - AOCP - 2009
  • A respeito da Teoria Geral dos títulos de crédito e sua classificação, assinale a alternativa correta.
  • 16 - Questão 32538.   Direito Civil - Nível Superior - Advogado - DESENBAHIA - AOCP - 2009
  • No que diz respeito ao adimplemento e extinção das obrigações, assinale a alternativa correta.
  • 17 - Questão 32558.   Conhecimentos Gerais - Nível Superior - Advogado - DESENBAHIA - AOCP - 2009
  • Assinale a alternativa INCORRETA.
  • 18 - Questão 32525.   Direito Constitucional - Nível Superior - Advogado - DESENBAHIA - AOCP - 2009
  • Assinale a alternativa correta. A República Federativa do Brasil, formada pela união indissolúvel dos Estados e Municípios e do Distrito Federal, constituise em Estado Democrático de Direito e tem como fundamento
  • 19 - Questão 32527.   Direito Constitucional - Nível Superior - Advogado - DESENBAHIA - AOCP - 2009
  • Em relação à ordem econômica e financeira, assinale a alternativa INCORRETA.
  • 20 - Questão 32531.   Direito Tributário - Nível Superior - Advogado - DESENBAHIA - AOCP - 2009
  • Em relação a crime de sonegação fiscal, analise as assertivas e assinale a alternativa que aponta as corretas.

    I. Prestar declaração falsa ou omitir, total ou parcialmente, informação que deva ser produzida a agentes das pessoas jurídicas de direito público interno, com a intenção de eximir-se, total ou parcialmente, do pagamento de tributos, taxas e quaisquer adicionais devidos por lei.
    II. Inserir elementos inexatos ou omitir rendimentos ou operações de qualquer natureza em documentos ou livros exigidos pelas leis fiscais, com a intenção de exonerar-se do pagamento de tributos devidos à Fazenda Pública.
    III. Alterar faturas e quaisquer documentos relativos a operações mercantis com o propósito de fraudar a Fazenda Pública.
    IV. Fornecer ou emitir documentos graciosos ou alterar despesas, majorando-as, com o objetivo de obter dedução de tributos devidos à Fazenda Pública, sem prejuízo das sanções administrativas cabíveis.