Questões de Concursos SAP

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  • 11 - Questão 3018.   Português - Nível Médio - Oficial Operacional - SAP - VUNESP - 2011
  • Leia o texto para responder às questões de números 01 a 10.

    Cadeias lotadas

       Lugar de bandido é na cadeia, diz o povo. Concordo, não
    tem cabimento deixar solto alguém que mata, assalta ou estupra,
    mas faço um reparo ao dito popular: lugar de bandido é
    na cadeia, desde que haja lugar.
       Graças às medidas tomadas pela Secretaria da Segurança
    nos últimos anos, a polícia de São Paulo ganhou mais competência.
    A continuar assim, à medida que esse processo de
    modernização e moralização se aprofundar, mais gente será
    presa. Vejam o paradoxo: a sociedade quer polícia atuante e
    todos os bandidos atrás das grades, mas não haverá recursos
    para aprisioná-los em condições minimamente civilizadas.
    Como sair do impasse?
       Violência urbana é doença multifatorial e contagiosa,
    que nas camadas mais pobres adquire características epidêmicas.
    Os estudos mostram que correm mais risco de se
    tornar violentos aqueles que viveram pelo menos uma das
    seguintes situações: 1) abusos físicos ou psicológicos na
    primeira infância e falta de afeto; 2) falta de orientação familiar
    e de imposição de limites durante a adolescência; 3)
    convivência com pares envolvidos em atos de violência. Na
    periferia das cidades brasileiras, milhões de crianças vivem
    nessas três situações de risco. São tantas que é de estranhar o
    pequeno número que envereda pelo crime.
       Nossa única saída é oferecer-lhes alternativas de qualificação
    profissional e trabalho decente, antes que sejam atraídas
    pelos marginais por um salário ridículo e sem direitos trabalhistas.
    Espalhadas pelo país, há iniciativas bem-sucedidas
    nessa área, mas o número é tímido diante das proporções da
    tragédia social. Há necessidade de um grande esforço nacional
    que envolva as diversas esferas governamentais e mobilize
    a sociedade inteira.
       Como parte dessa mobilização, é fundamental levar o
    planejamento familiar para os estratos sociais mais desfavorecidos.
    Negar-lhes o acesso ao controle da fertilidade é
    a violência maior que a sociedade comete contra a mulher
    pobre. Na penitenciária feminina em que atendo, é mais fácil
    achar uma agulha no palheiro do que uma menina de 25 anos
    que não tenha três ou quatro filhos, quase sempre indesejados.
    Algumas têm sete ou oito, espalhados em casas de parentes
    e vizinhos, morando na rua ou sob a tutela do Estado.

    (Drauzio Varella, Folha de S.Paulo, 30.07.2011. Adaptado)
  • Ao afirmar que a violência urbana adquire características
    epidêmicas
    nas camadas mais pobres, o autor sugere
    que a violência
  • 12 - Questão 3026.   Legislação de Trânsito - Nível Médio - Oficial Operacional - SAP - VUNESP - 2011
  • Sobre a ordem de prevalência da sinalização, o artigo 89 do Código de Trânsito Brasileiro estabelece que
  • 14 - Questão 3035.   Conhecimentos Gerais - Nível Médio - Oficial Operacional - SAP - VUNESP - 2011
  • O Supremo Tribunal Federal decidiu, em um julgamento
    histórico, que (...). O placar foi unânime, 10 a 0.

    A decisão dá a (...) segurança jurídica em relação a benefícios
    como pensão, herança e compartilhamento de
    plano de saúde, além de facilitar a adoção.

    (Folha de S.Paulo, 06.05.2011)

    Essa decisão reconhece
  • 15 - Questão 3030.   Legislação de Trânsito - Nível Médio - Oficial Operacional - SAP - VUNESP - 2011
  • Em locais com neblina ou cerração, como medida de segurança, o condutor de um veículo automotor deve
  • 16 - Questão 3023.   Português - Nível Médio - Oficial Operacional - SAP - VUNESP - 2011
  • Leia o texto para responder às questões de números 01 a 10.

    Cadeias lotadas

       Lugar de bandido é na cadeia, diz o povo. Concordo, não
    tem cabimento deixar solto alguém que mata, assalta ou estupra,
    mas faço um reparo ao dito popular: lugar de bandido é
    na cadeia, desde que haja lugar.
       Graças às medidas tomadas pela Secretaria da Segurança
    nos últimos anos, a polícia de São Paulo ganhou mais competência.
    A continuar assim, à medida que esse processo de
    modernização e moralização se aprofundar, mais gente será
    presa. Vejam o paradoxo: a sociedade quer polícia atuante e
    todos os bandidos atrás das grades, mas não haverá recursos
    para aprisioná-los em condições minimamente civilizadas.
    Como sair do impasse?
       Violência urbana é doença multifatorial e contagiosa,
    que nas camadas mais pobres adquire características epidêmicas.
    Os estudos mostram que correm mais risco de se
    tornar violentos aqueles que viveram pelo menos uma das
    seguintes situações: 1) abusos físicos ou psicológicos na
    primeira infância e falta de afeto; 2) falta de orientação familiar
    e de imposição de limites durante a adolescência; 3)
    convivência com pares envolvidos em atos de violência. Na
    periferia das cidades brasileiras, milhões de crianças vivem
    nessas três situações de risco. São tantas que é de estranhar o
    pequeno número que envereda pelo crime.
       Nossa única saída é oferecer-lhes alternativas de qualificação
    profissional e trabalho decente, antes que sejam atraídas
    pelos marginais por um salário ridículo e sem direitos trabalhistas.
    Espalhadas pelo país, há iniciativas bem-sucedidas
    nessa área, mas o número é tímido diante das proporções da
    tragédia social. Há necessidade de um grande esforço nacional
    que envolva as diversas esferas governamentais e mobilize
    a sociedade inteira.
       Como parte dessa mobilização, é fundamental levar o
    planejamento familiar para os estratos sociais mais desfavorecidos.
    Negar-lhes o acesso ao controle da fertilidade é
    a violência maior que a sociedade comete contra a mulher
    pobre. Na penitenciária feminina em que atendo, é mais fácil
    achar uma agulha no palheiro do que uma menina de 25 anos
    que não tenha três ou quatro filhos, quase sempre indesejados.
    Algumas têm sete ou oito, espalhados em casas de parentes
    e vizinhos, morando na rua ou sob a tutela do Estado.

    (Drauzio Varella, Folha de S.Paulo, 30.07.2011. Adaptado)
  • O trecho em destaque na frase que inicia o penúltimo
    parágrafo — Nossa única saída é oferecer-lhes alternativas
    de qualificação profissional e trabalho decente,
    antes que sejam atraídas pelos marginais por um salário
    ridículo e sem direitos trabalhistas. — está corretamente
    reescrito, sem alteração de sentido, em:
  • 17 - Questão 3039.   Conhecimentos Gerais - Nível Médio - Oficial Operacional - SAP - VUNESP - 2011
  • O IBPT (Instituto Brasileiro de Planejamento Tributário)
    divulgou nota nesta sexta-feira (16) criticando “duramente”
    o aumento de 30 pontos percentuais do IPI (Imposto
    sobre Produtos Industrializados) para (...).

    Já a Fiesp (Federação das Indústrias do Estado de São
    Paulo) apoiou o aumento (...).

    O aumento foi anunciado na noite da última quinta-feira
    (15) pelo ministro da Fazenda, Guido Mantega. De acordo
    com o Governo, o objetivo é fortalecer a indústria
    brasileira e dar mais condições de competitividade com
    a indústria internacional.

    (http://economia.uol.com.br/ultimas-noticias/infomoney/2011/09/16/...,16.09.2011)

    Esse aumento do IPI incidiu sobre
  • 18 - Questão 3022.   Português - Nível Médio - Oficial Operacional - SAP - VUNESP - 2011
  • Leia o texto para responder às questões de números 01 a 10.

    Cadeias lotadas

       Lugar de bandido é na cadeia, diz o povo. Concordo, não
    tem cabimento deixar solto alguém que mata, assalta ou estupra,
    mas faço um reparo ao dito popular: lugar de bandido é
    na cadeia, desde que haja lugar.
       Graças às medidas tomadas pela Secretaria da Segurança
    nos últimos anos, a polícia de São Paulo ganhou mais competência.
    A continuar assim, à medida que esse processo de
    modernização e moralização se aprofundar, mais gente será
    presa. Vejam o paradoxo: a sociedade quer polícia atuante e
    todos os bandidos atrás das grades, mas não haverá recursos
    para aprisioná-los em condições minimamente civilizadas.
    Como sair do impasse?
       Violência urbana é doença multifatorial e contagiosa,
    que nas camadas mais pobres adquire características epidêmicas.
    Os estudos mostram que correm mais risco de se
    tornar violentos aqueles que viveram pelo menos uma das
    seguintes situações: 1) abusos físicos ou psicológicos na
    primeira infância e falta de afeto; 2) falta de orientação familiar
    e de imposição de limites durante a adolescência; 3)
    convivência com pares envolvidos em atos de violência. Na
    periferia das cidades brasileiras, milhões de crianças vivem
    nessas três situações de risco. São tantas que é de estranhar o
    pequeno número que envereda pelo crime.
       Nossa única saída é oferecer-lhes alternativas de qualificação
    profissional e trabalho decente, antes que sejam atraídas
    pelos marginais por um salário ridículo e sem direitos trabalhistas.
    Espalhadas pelo país, há iniciativas bem-sucedidas
    nessa área, mas o número é tímido diante das proporções da
    tragédia social. Há necessidade de um grande esforço nacional
    que envolva as diversas esferas governamentais e mobilize
    a sociedade inteira.
       Como parte dessa mobilização, é fundamental levar o
    planejamento familiar para os estratos sociais mais desfavorecidos.
    Negar-lhes o acesso ao controle da fertilidade é
    a violência maior que a sociedade comete contra a mulher
    pobre. Na penitenciária feminina em que atendo, é mais fácil
    achar uma agulha no palheiro do que uma menina de 25 anos
    que não tenha três ou quatro filhos, quase sempre indesejados.
    Algumas têm sete ou oito, espalhados em casas de parentes
    e vizinhos, morando na rua ou sob a tutela do Estado.

    (Drauzio Varella, Folha de S.Paulo, 30.07.2011. Adaptado)
  • Observe os trechos.

    1. ... lugar de bandido é na cadeia, desde que haja lugar.
    2. ... não haverá recursos para aprisioná-los em condições
    minimamente civilizadas
    3. Espalhadas pelo país, iniciativas bem-sucedidas
    nessa área...

    Assinale a alternativa em que as formas do verbo haver,
    destacadas nos trechos, estão substituídas, respectivamente
    e de acordo com o português padrão, por formas
    equivalentes do verbo existir.
  • 19 - Questão 3020.   Português - Nível Médio - Oficial Operacional - SAP - VUNESP - 2011
  • Leia o texto para responder às questões de números 01 a 10.

    Cadeias lotadas

       Lugar de bandido é na cadeia, diz o povo. Concordo, não
    tem cabimento deixar solto alguém que mata, assalta ou estupra,
    mas faço um reparo ao dito popular: lugar de bandido é
    na cadeia, desde que haja lugar.
       Graças às medidas tomadas pela Secretaria da Segurança
    nos últimos anos, a polícia de São Paulo ganhou mais competência.
    A continuar assim, à medida que esse processo de
    modernização e moralização se aprofundar, mais gente será
    presa. Vejam o paradoxo: a sociedade quer polícia atuante e
    todos os bandidos atrás das grades, mas não haverá recursos
    para aprisioná-los em condições minimamente civilizadas.
    Como sair do impasse?
       Violência urbana é doença multifatorial e contagiosa,
    que nas camadas mais pobres adquire características epidêmicas.
    Os estudos mostram que correm mais risco de se
    tornar violentos aqueles que viveram pelo menos uma das
    seguintes situações: 1) abusos físicos ou psicológicos na
    primeira infância e falta de afeto; 2) falta de orientação familiar
    e de imposição de limites durante a adolescência; 3)
    convivência com pares envolvidos em atos de violência. Na
    periferia das cidades brasileiras, milhões de crianças vivem
    nessas três situações de risco. São tantas que é de estranhar o
    pequeno número que envereda pelo crime.
       Nossa única saída é oferecer-lhes alternativas de qualificação
    profissional e trabalho decente, antes que sejam atraídas
    pelos marginais por um salário ridículo e sem direitos trabalhistas.
    Espalhadas pelo país, há iniciativas bem-sucedidas
    nessa área, mas o número é tímido diante das proporções da
    tragédia social. Há necessidade de um grande esforço nacional
    que envolva as diversas esferas governamentais e mobilize
    a sociedade inteira.
       Como parte dessa mobilização, é fundamental levar o
    planejamento familiar para os estratos sociais mais desfavorecidos.
    Negar-lhes o acesso ao controle da fertilidade é
    a violência maior que a sociedade comete contra a mulher
    pobre. Na penitenciária feminina em que atendo, é mais fácil
    achar uma agulha no palheiro do que uma menina de 25 anos
    que não tenha três ou quatro filhos, quase sempre indesejados.
    Algumas têm sete ou oito, espalhados em casas de parentes
    e vizinhos, morando na rua ou sob a tutela do Estado.

    (Drauzio Varella, Folha de S.Paulo, 30.07.2011. Adaptado)
  • Com a afirmação — ... é mais fácil achar uma agulha no palheiro do que uma menina de 25 anos que não tenha três ou quatro filhos... — o autor sugere que encontrar jovens de 25 anos com três ou quatro filhos é um acontecimento
  • 20 - Questão 3019.   Português - Nível Médio - Oficial Operacional - SAP - VUNESP - 2011
  • Leia o texto para responder às questões de números 01 a 10.

    Cadeias lotadas

       Lugar de bandido é na cadeia, diz o povo. Concordo, não
    tem cabimento deixar solto alguém que mata, assalta ou estupra,
    mas faço um reparo ao dito popular: lugar de bandido é
    na cadeia, desde que haja lugar.
       Graças às medidas tomadas pela Secretaria da Segurança
    nos últimos anos, a polícia de São Paulo ganhou mais competência.
    A continuar assim, à medida que esse processo de
    modernização e moralização se aprofundar, mais gente será
    presa. Vejam o paradoxo: a sociedade quer polícia atuante e
    todos os bandidos atrás das grades, mas não haverá recursos
    para aprisioná-los em condições minimamente civilizadas.
    Como sair do impasse?
       Violência urbana é doença multifatorial e contagiosa,
    que nas camadas mais pobres adquire características epidêmicas.
    Os estudos mostram que correm mais risco de se
    tornar violentos aqueles que viveram pelo menos uma das
    seguintes situações: 1) abusos físicos ou psicológicos na
    primeira infância e falta de afeto; 2) falta de orientação familiar
    e de imposição de limites durante a adolescência; 3)
    convivência com pares envolvidos em atos de violência. Na
    periferia das cidades brasileiras, milhões de crianças vivem
    nessas três situações de risco. São tantas que é de estranhar o
    pequeno número que envereda pelo crime.
       Nossa única saída é oferecer-lhes alternativas de qualificação
    profissional e trabalho decente, antes que sejam atraídas
    pelos marginais por um salário ridículo e sem direitos trabalhistas.
    Espalhadas pelo país, há iniciativas bem-sucedidas
    nessa área, mas o número é tímido diante das proporções da
    tragédia social. Há necessidade de um grande esforço nacional
    que envolva as diversas esferas governamentais e mobilize
    a sociedade inteira.
       Como parte dessa mobilização, é fundamental levar o
    planejamento familiar para os estratos sociais mais desfavorecidos.
    Negar-lhes o acesso ao controle da fertilidade é
    a violência maior que a sociedade comete contra a mulher
    pobre. Na penitenciária feminina em que atendo, é mais fácil
    achar uma agulha no palheiro do que uma menina de 25 anos
    que não tenha três ou quatro filhos, quase sempre indesejados.
    Algumas têm sete ou oito, espalhados em casas de parentes
    e vizinhos, morando na rua ou sob a tutela do Estado.

    (Drauzio Varella, Folha de S.Paulo, 30.07.2011. Adaptado)
  • Ao considerar a condição de crianças que vivem em situações de risco, no que se refere à violência, o autor sugere que