Questões de Concursos Analista de Política Econômica e Monetária

Resolva Questões de Concursos Analista de Política Econômica e Monetária Grátis. Exercícios com Perguntas e Respostas. Provas Online com Gabarito.

  • 11 - Questão 21458.   Redação Oficial - Nível Superior - Analista de Política Econômica e Monetária - BACEN - CESPE - 2013
  • Julgue o item que segue de acordo com o Manual de Redação da Presidência da República.
  • Tendo em vista a correspondência oficial a ser dirigida a Chefes dos Poderes, serão empregadas as formas ‘A sua Excelência o Senhor’ — endereçamento; parte externa do envelope, e ‘Excelentíssimo Senhor’, no texto, propriamente dito, como vocativo, no que se refere especificamente, ao emprego de formas de tratamento indireto de pessoa.
  • 16 - Questão 21503.   Economia - Nível Superior - Analista de Política Econômica e Monetária - BACEN - CESPE - 2013
  • Acerca de agregados monetários nacionais e modelos macroeconômicos, julgue o seguinte item.

    Segundo a teoria macroeconômica, as transferências devem ser desconsideradas dos gastos governamentais para efeito de cálculo da participação do governo no produto interno bruto (PIB).
  • 17 - Questão 21496.   Conhecimentos Específicos - Econometria - Nível Superior - Analista de Política Econômica e Monetária - BACEN - CESPE - 2013
  • Com relação a econometria, método que emprega a matemática e a estatística para análise dos dados econômicos, julgue o item que se segue.
  • O relacionamento entre as taxas de juros de curto e de longo prazos ilustra como as variáveis se ajustam a qualquer discrepância do relacionamento de equilíbrio de longo prazo, exemplificando variáveis cointegradas cujas trajetórias temporais são influenciadas pela extensão do desvio do equilíbrio de longo prazo.
  • 19 - Questão 21461.   Inglês - Nível Superior - Analista de Política Econômica e Monetária - BACEN - CESPE - 2013
  •     Recent corporate collapses, such as EBS International and Société Générale, have brought about renewed scrutiny into corporate governance mechanisms. Given the pervasiveness of Information Technology (IT) in many organizations, the examination of corporate governance mechanisms also includes IT governance mechanisms. IT governance is defined as “a structure of relationships and processes to direct and control the enterprise in order to achieve the enterprise’s goals by adding value while balancing risk versus return over IT and its processes”.
        In light of increased public awareness, professional bodies such as the Information Systems Audit and Control Association (ISACA) have undertaken a number of steps to provide guidance in the implementation of effective IT governance. The approach taken by ISACA appears to be largely based upon two concepts. The first concept relates to increasing the awareness of issues and concepts relating to IT governance in the public domain. The second concept involves the provision of guidelines and the identification of best-practice IT governance mechanisms. Interestingly, the effectiveness of these best-practice mechanisms in improving IT governance is largely based upon conceptual arguments. As such, it becomes important to ascertain if these best-practice mechanisms do impact upon the level of IT governance.
        As IT escalates in terms of importance and pervasiveness in the operations of firms, it is inexorably tied to specific mechanisms that are prescribed for good corporate governance, most notably, a sound system of internal controls. Accordingly, effective IT governance is a critical underpinning for a system of good corporate governance that minimizes agency losses for a firm.

    Internet: < http://onlinelibrary.wiley.com > (adapted).

    Based on the text above, judge the following item. 
  • The Information Systems Audit and Control Association have advised against a number of steps concerning the implementation of effective IT governance.
  • 20 - Questão 21466.   Raciocínio Lógico - Nível Superior - Analista de Política Econômica e Monetária - BACEN - CESPE - 2013
  • O governo federal identificou que é fundamental para o crescimento econômico do país a construção de ferrovia ligando determinada região produtora de grãos ao porto mais próximo. Os estudos de demanda mostraram que o empreendimento não é viável economicamente para o setor privado, razão por que o governo decidiu adotar medidas para incentivar o setor privado a investir na construção e operação da ferrovia. Nas reuniões para a escolha da melhor forma de incentivar o setor privado, dois argumentos que se
    destacaram são apresentados a seguir.
    Argumento 1:
    P1: O governo quer que a ferrovia seja construída, há necessidade de volumosos investimentos iniciais na construção e não haverá demanda suficiente por sua utilização nos primeiros anos de operação.
    P2: Como há necessidade de volumosos investimentos iniciais para a construção da ferrovia e não haverá demanda suficiente por sua utilização nos primeiros anos de operação, a taxa interna de retorno do negócio será baixa.
    P3: Se a taxa interna de retorno do negócio for baixa, os empresários não terão interesse em investir seus recursos próprios na construção e operação da ferrovia.
    P4: Se o governo quer que a ferrovia seja construída e se os empresários não tiverem interesse em investir seus recursos próprios na construção e operação, o governo deverá construí-la com recursos da União e conceder a operação à iniciativa privada.
    C1: Logo, o governo deverá construir a ferrovia com recursos da União e conceder a operação à iniciativa privada.
    Argumento 2:
    Q1: O governo federal constrói a ferrovia com recursos da União ou toma emprestados 70% dos recursos necessários à construção da ferrovia, via Tesouro Direto, pagando juros à taxa SELIC de 9% a.a., e empresta ao empresário, via banco público de desenvolvimento, à taxa subsidiada de 3% a.a.
    Q2: Se o governo constrói a ferrovia com recursos da União, remunera o capital do construtor segundo sua taxa mínima de atratividade, que é de 16% a.a.
    Q3: É menos oneroso para o governo tomar emprestado via Tesouro Direto, pagando juros à taxa SELIC de 9% a.a. e financiar a construção à taxa subsidiada de 3% a.a, do que remunerar o capital do construtor segundo sua taxa mínima de atratividade, de 16% a.a.
    Q4: Se o governo empresta para o empresário 70% dos recursos necessários à construção da ferrovia, à taxa subsidiada de 3% a.a., então a taxa interna de retorno do acionista no negócio supera sua taxa mínima de atratividade.
    Q5: Se a taxa interna de retorno do acionista no negócio supera sua taxa mínima de atratividade, então o empresário tem interesse em investir seus recursos próprios em parte da construção e na operação da ferrovia.
    C2: Logo, se é menos oneroso para o governo tomar emprestado via Tesouro Direto, pagando juros à taxa SELIC de 9% a.a. e financiar à taxa subsidiada de 3% a.a., do que remunerar o capital do construtor segundo sua taxa mínima de atratividade, de 16% a.a., então o governo toma emprestados 70% dos recursos necessários à construção da ferrovia, via Tesouro Direto, pagando juros à taxa SELIC de 9% a.a., empresta ao empresário, via banco público de desenvolvimento, à taxa subsidiada de 3% a.a., e o empresário terá
    interesse em investir seus recursos próprios em parte da construçãoe na operação da ferrovia.

    Com referência aos argumentos hipotéticos apresentados, julgue o item seguinte, relativo à lógica sentencial.
  • O argumento 2 é não válido.