Questões de Concursos Assistente de Contabilidade

Resolva Questões de Concursos Assistente de Contabilidade Grátis. Exercícios com Perguntas e Respostas. Provas Online com Gabarito.

  • 11 - Questão 26792 - Matemática Financeira - Nível Médio - Assistente de Contabilidade - Câmara de Caieiras SP - VUNESP - 2015
  • Uma pessoa obteve um empréstimo de R$ 8.000,00 (oito mil reais) com um amigo, que ofereceu as seguintes condições de atualização e pagamento desse empréstimo:

    • taxa de juros 12% ao ano – juros simples e não capitalizáveis;
    • amortizações semestrais, incluindo juros e principal. Para essas amortizações os juros deverão ser calculados semestralmente até o vencimento, considerando o valor devedor líquido, bem como o pagamento da respectiva parcela do principal;
    • prazo de 48 meses; e
    • por fim, a garantia do empréstimo será de um veículo.

    Com base nessas informações, pode-se concluir que o total dos juros pagos nesse empréstimo, em R$, foi de
  • 13 - Questão 26783 - Matemática - Nível Médio - Assistente de Contabilidade - Câmara de Caieiras SP - VUNESP - 2015
  • Um acampamento de escoteiros reuniu 72 representantes de uma cidade, 54 de outra e 84 de uma terceira cidade. Para uma das atividades, os escoteiros foram divididos no maior número de grupos possível, garantindo que em cada grupo todos fossem da mesma cidade e que todos os grupos tivessem o mesmo número de pessoas.

    O total de grupos assim formados é igual a
  • 14 - Questão 26765 - Português - Interpretação de Textos - Nível Médio - Assistente de Contabilidade - Câmara de Caieiras SP - VUNESP - 2015
  •  O fator sorte

         As pessoas mais inclinadas a buscar significados nos acontecimentos tendem de fato a encontrá-los, ainda que, para isso, tenham de subestimar as leis da probabilidade, no intuito de encontrar um maior número de “coincidências", que atribuem à sorte.
         Há alguns anos, o físico Richard A. J. Matthews estudou as chamadas leis de Murphy, a irônica suma do pessimismo resumida na máxima “se alguma coisa pode dar errado, dará". Matthews investigou, em particular, por que uma fatia de pão com manteiga cai geralmente com o lado da manteiga para baixo. A prevalência da “falta de sorte" foi confirmada por um estudo experimental, patrocinado por um fabricante de manteiga: o aparente azar deve-se simplesmente à relação física entre as dimensões da fatia e a altura em que estava colocada.
         São também explicáveis outros tipos de infortúnio, como o fato de que, quando duas meias soltas são retiradas da gaveta, geralmente elas não são do mesmo par. Além disso, tendemos a dar mais atenção a fatos rotineiros que nos frustram (como perder o ônibus por chegarmos ao ponto com segundos de atraso), em vez de contabilizar o grande número de ocasiões em que não tivemos contratempos. Essa atitude contribui para reforçar nossos preconceitos e nos fazer ignorar as leis da probabilidade.
         O psicólogo Richard Wiseman, professor da Universidade de Hertfordshire, na Inglaterra, também conduziu um estudo interessante sobre os mecanismos relacionados à sorte. O projeto, financiado por várias instituições, entre as quais a Associação Britânica para o Avanço da Ciência, gerou um manual chamado “O fator sorte", traduzido em mais de 20 idiomas.
         Ele publicou um anúncio no jornal solicitando que pessoas particularmente sortudas ou azaradas entrassem em contato com ele para que seus comportamentos fossem analisados. Descobriu que cerca de 9% desses indivíduos podiam ser considerados azarados e 12% favorecidos pela sorte. Todos os outros entravam na média.
          Wiseman deu aos participantes um jornal, solicitando que contassem as fotos impressas e prometendo um prêmio aos que o fizessem corretamente. Ora, o número solicitado estava gravado de forma evidente sobre uma das páginas, algo que muitos “azarados" não perceberam, pois estavam concentrados demais na tarefa.
           A análise experimental dos traços de personalidade que distinguiam sortudos e azarados permitiu concluir que esses últimos são mais tensos e concentrados, ao passo que os sortudos tendem a considerar as coisas de forma mais relaxada, mas sem perder de vista o contexto geral. Assim, se considerarmos os dados coletados, ter sorte pode significar, pelo menos em parte, saber fazer boas escolhas e perceber as ocasiões mais vantajosas para si mesmo.

    (Gláucia Leal. Disponível em: http://blogs.estadao.com.br/pensar-psi/o-fator-sorte. Adaptado)
  • Assinale a alternativa que apresenta um sinônimo para o termo em destaque na frase a seguir.

    Essa atitude contribui para reforçar nossos preconceitos e nos fazer ignorar as leis da probabilidade. (3o parágrafo)
  • 15 - Questão 26767 - Português - Nível Médio - Assistente de Contabilidade - Câmara de Caieiras SP - VUNESP - 2015
  • O acento indicativo de crase está empregado corretamente na frase:
  • 16 - Questão 26764 - Português - Interpretação de Textos - Nível Médio - Assistente de Contabilidade - Câmara de Caieiras SP - VUNESP - 2015
  •  O fator sorte

         As pessoas mais inclinadas a buscar significados nos acontecimentos tendem de fato a encontrá-los, ainda que, para isso, tenham de subestimar as leis da probabilidade, no intuito de encontrar um maior número de “coincidências", que atribuem à sorte.
         Há alguns anos, o físico Richard A. J. Matthews estudou as chamadas leis de Murphy, a irônica suma do pessimismo resumida na máxima “se alguma coisa pode dar errado, dará". Matthews investigou, em particular, por que uma fatia de pão com manteiga cai geralmente com o lado da manteiga para baixo. A prevalência da “falta de sorte" foi confirmada por um estudo experimental, patrocinado por um fabricante de manteiga: o aparente azar deve-se simplesmente à relação física entre as dimensões da fatia e a altura em que estava colocada.
         São também explicáveis outros tipos de infortúnio, como o fato de que, quando duas meias soltas são retiradas da gaveta, geralmente elas não são do mesmo par. Além disso, tendemos a dar mais atenção a fatos rotineiros que nos frustram (como perder o ônibus por chegarmos ao ponto com segundos de atraso), em vez de contabilizar o grande número de ocasiões em que não tivemos contratempos. Essa atitude contribui para reforçar nossos preconceitos e nos fazer ignorar as leis da probabilidade.
         O psicólogo Richard Wiseman, professor da Universidade de Hertfordshire, na Inglaterra, também conduziu um estudo interessante sobre os mecanismos relacionados à sorte. O projeto, financiado por várias instituições, entre as quais a Associação Britânica para o Avanço da Ciência, gerou um manual chamado “O fator sorte", traduzido em mais de 20 idiomas.
         Ele publicou um anúncio no jornal solicitando que pessoas particularmente sortudas ou azaradas entrassem em contato com ele para que seus comportamentos fossem analisados. Descobriu que cerca de 9% desses indivíduos podiam ser considerados azarados e 12% favorecidos pela sorte. Todos os outros entravam na média.
          Wiseman deu aos participantes um jornal, solicitando que contassem as fotos impressas e prometendo um prêmio aos que o fizessem corretamente. Ora, o número solicitado estava gravado de forma evidente sobre uma das páginas, algo que muitos “azarados" não perceberam, pois estavam concentrados demais na tarefa.
           A análise experimental dos traços de personalidade que distinguiam sortudos e azarados permitiu concluir que esses últimos são mais tensos e concentrados, ao passo que os sortudos tendem a considerar as coisas de forma mais relaxada, mas sem perder de vista o contexto geral. Assim, se considerarmos os dados coletados, ter sorte pode significar, pelo menos em parte, saber fazer boas escolhas e perceber as ocasiões mais vantajosas para si mesmo.

    (Gláucia Leal. Disponível em: http://blogs.estadao.com.br/pensar-psi/o-fator-sorte. Adaptado)
  • Assinale a alternativa em que os trechos entre colchetes estabelecem, entre si, uma relação de consequência e causa, respectivamente.
  • 17 - Questão 26793 - Matemática Financeira - Nível Médio - Assistente de Contabilidade - Câmara de Caieiras SP - VUNESP - 2015
  • Uma empresa toma empréstimo de R$100.000,00 (cem mil reais) à taxa de 2% ao mês, no regime de juro composto de capitalização. Sabendo que não haverá nenhuma amortização e que a quitação total se dará em 12 (doze) meses após a contratação, assinale a alternativa que apresenta o montante, em R$, a ser pago no final do período.

    Considere: não utilizar centavos nem critério de arredondamento; para o cálculo da taxa de juros, utilizar quatro casas decimais.
  • 18 - Questão 26795 - Contabilidade Pública - Nível Médio - Assistente de Contabilidade - Câmara de Caieiras SP - VUNESP - 2015
  • Equipara-se ax_________ à assunção, ao reconhecimento ou à confissão de dívidas pelo ente da Federação, sem prejuízo do cumprimento das exigências para a geração de despesa. Por outro lado, não se caracterizam como ____________ as incorporações de passivos decorrentes de precatórios judiciais, as quais, no entanto, integrarão a dívida consolidada nos termos definidos no Manual de Demonstrativos Fiscais.

    Assinale a alternativa que preenche, correta e respectivamente, as lacunas do enunciado.
  • 19 - Questão 26775 - Conhecimentos Específicos - Legislação - Nível Médio - Assistente de Contabilidade - Câmara de Caieiras SP - VUNESP - 2015
  • Segundo o art. 104 da Lei no 4.320/64, a Demonstração das Variações Patrimoniais evidenciará as alterações verificadas no patrimônio, resultantes ou independentes da execução orçamentária e indicará o resultado patrimonial do exercício.

    Essas variações são decorrentes de transações no setor público que aumentam ou diminuem o patrimônio líquido, bem como decorrentes de transações no setor público que alteram a composição dos elementos patrimoniais sem afetar o patrimônio líquido e são denominadas
  • 20 - Questão 26790 - Contabilidade - Nível Médio - Assistente de Contabilidade - Câmara de Caieiras SP - VUNESP - 2015
  • De acordo com as Normas da profissão contábil, o profissional deverá seguir determinados princípios.

    O princípio que impõe a todos os profissionais da contabilidade a obrigação de não comprometer seu julgamento profissional ou do negócio em decorrência de comportamento tendencioso, conflito de interesse ou influência indevida de outros, é