Questões de CRP MG Grátis - Exercícios com Gabarito

Resolva Questões de CRP MG com Gabarito. Exercícios com Atividades Grátis Resolvidas e Comentadas. Teste seus conhecimentos com Perguntas e Respostas sobre o Assunto.

1Questão 32226. Direito Administrativo, Assistente Administrativo, CRP MG, QUADRIX, Ensino Médio, 2015

As atividades da Administração Federal obedecerão aos seguintes princípios fundamentais:

2Questão 32215. Informática, Assistente Administrativo, CRP MG, QUADRIX, Ensino Médio, 2015

Considere as situações que envolvem programas de navegação na Internet nas suas versões em português. 

I. Ao se clicar no botão "Estou com sorte", o usuário é automaticamente conduzido à primeira página web que o navegador devolveu para a sua pesquisa e ele não verá quaisquer outros resultados de pesquisa.
II. Ao se tentar fazer o download, é exibida a mensagem: "O navegador não é compatível com seu sistema operacional. Atualize para a versão 8.1 para navegar na Internet com mais rapidez e segurança."
III. Na página de download do navegador, ao se clicar em "O que há de novo", são listadas novidades da versão 37.0. 

Os navegadores envolvidos nas situações I, II e III, ocorridas em 2015, correspondem, correta e respectivamente, a:

3Questão 32228. Princípios, Normas e Atribuições Institucionais, Assistente Administrativo, CRP MG, QUADRIX, Ensino Médio, 2015

O Conselho Regional de Psicologia é composto pelos seguintes órgãos, exceto:

4Questão 32225. Direito Administrativo, Assistente Administrativo, CRP MG, QUADRIX, Ensino Médio, 2015

A administração federal indireta compreende as seguintes pessoas jurídicas, exceto:

5Questão 32220. Atualidades, Assistente Administrativo, CRP MG, QUADRIX, Ensino Médio, 2015

A discussão em torno da redução da maioridade penal no Brasil suscita um grande debate acerca da estrutura da segurança pública em nossa sociedade. Já que as Forças Armadas não estão diretamente vinculadas à segurança pública, e sim à defesa da segurança nacional, os órgãos de segurança pública no Brasil são principalmente as polícias Federal, Rodoviária Federal, Civil, Militar e o Corpo de Bombeiros. Dentre esses órgãos, assinale aquele que está submetido aos governos estaduais e cuja função primordial é o policiamento ostensivo e a manutenção da ordem pública.

6Questão 32224. Direito Administrativo, Assistente Administrativo, CRP MG, QUADRIX, Ensino Médio, 2015

Acerca das proibições ao servidor público, elencadas na Lei n° 8.112/1990, aponte a alternativa incorreta.

7Questão 32214. Raciocínio Lógico, Assistente Administrativo, CRP MG, QUADRIX, Ensino Médio, 2015

A seqüência a seguir representa uma progressão finita G, a qual foi representada por seus 8 elementos:

                            G = (1, 5, 25,125, Y, 3125,15625, 78125)

Assinale a alternativa que contém o valor do elemento Y da progressão?

8Questão 32222. Atualidades, Assistente Administrativo, CRP MG, QUADRIX, Ensino Médio, 2015

Em 2015, o cenário cultural brasileiro perdeu, aos 91 anos, sua mais famosa crítica teatral. Pesquisadora e notória tradutora das obras de Shakespeare para o português, ela publicou durante décadas críticas teatrais especializadas em jornais de grande circulação nacional. Seu nome era:

9Questão 32216. Informática, Assistente Administrativo, CRP MG, QUADRIX, Ensino Médio, 2015

Entre as vantagens da cloud computing listadas a seguir, uma está incorreta. Assinale-a.

10Questão 32209. Português, Assistente Administrativo, CRP MG, QUADRIX, Ensino Médio, 2015

Texto associado.
Para onde vamos com o autismo?

      É preciso que façamos uma reflexão acerca dos caminhos do autismo. Dos rumos que tomaremos socialmente diante de uma epidemia diagnostica que tem assolado a infância com números estarrecedores.

      Isso porque, diante de tal epidemia, o princípio preventivo embasado na relação entre causas únicas e soluções gerais, que tantas vezes é eficaz em problemas epidemiológicos de saúde pública (como a vacinação contra doenças infectocontagiosas, ou a eliminação do mosquito Aedes para evitar a dengue, para trazer alguns exemplos de domínio geral), torna-se inoperante diante do autismo.

      Tentar fazer o autismo encaixar-se em esquemas de relações unívocas causa-efeito é uma tentação recorrente, seja em organizações sociais, discursos pseudocientíficos, blogs ou mídias - afinal a relação causa efeito é um esquema conhecido e eficaz diante de muitas dificuldades e, convenhamos, quem não gostaria de poder estabelecer soluções simples e gerais?

      No entanto, procurar forjar causas únicas e soluções fáceis diante de questões complexas como o autismo faz com que se caia em perigosos reducionismos, que, seja pelo viés organicista, seja pelo viés psicologizante, produzem conseqüências extremamente danosas para as pessoas com autismos e seus familiares.

      O diagnóstico do autismo e sua terapêutica exigem considerar a complexidade. Complexo quer dizer aquilo que está tecido, que está em rede, e é na rede interdisciplinar que é preciso tratar dessa questão, articulando os campos de saúde mental, deficiência, educação, assistência social e judicial.

      No autismo, a causa não é única, mas uma combinação de fatores; o seu quadro não pode ser definido por um único indicador isolado, o que exige um olhar e uma escuta clínica acurados; sua evolução pode apresentar variações muito significativas, o que torna questionáveis os prognósticos; e, no que diz respeito à terapêutica, encontram-se documentadas evoluções clínicas de grande sucesso ou de permanência em uma gravidade nas mais diferentes abordagens.

      Longa é a discussão científica sobre a etiologia do autismo.Os fatos científicos encontrados até agora apontam que, se bem no autismo possa haver fatores genéticos implicados, a princípio, em 50% dos casos (como revela a pesquisa com metologia big data, ou seja, sobre o total dos nascimentos, realizada na Suécia entre 1982 e 2006 com 2.049.973 crianças, já comentada por Marcelo Leite em coluna intitulada "A outra face do autismo"), é certo que, mesmo quando há fatores genéticos implicados, não se trata de uma patologia monocausal, ou seja, não é causada por um único gene, depende de uma combinação de vários deles.

      A questão é ainda mais complexa, pois se sabe também que todos nascemos com um código genético  estabelecido, porém o modo como o mesmo irá se manifestar depende dos chamados fatores epigenéticos, ou seja, das experiências de vida, que incluem fatores ambientais. Tais fatores vão desde o ar que respiramos, a água que bebemos, até um fator que em nada é desprezível para a constituição do bebê humano: a relação com os outros.

      A principal característica do ser humano é a de não nascer pronto desde o ponto de vista orgânico. O cérebro depende de experiências para se formar e o código genético também se manifesta em função dessas experiências.

      Portanto, é absolutamente ultrapassado e reducionista o conceito de que, uma vez autista, sempre autista. Diagnóstico não é destino - como tantas vezes pessoas desinformadas acerca da complexidade da formação orgânica costumam afirmar. Por isso a intervenção psicanalítica aposta em produzir experiências de vida constituintes e, desde a sua prática, recolhe diversos exemplos de pequenas crianças que chegam com traços autísticos e deixam de tê-los por efeito da intervenção.

      Desde o ponto de vista psíquico, tampouco nascemos estruturados, e sim abertos a inscrições. Estas inscrições dependem de certas operações constituintes do sujeito, que podem ser sustentadas com estilos de cuidados muito diferentes. Portanto, também é absolutamente reducionista e anacrônico o conceito de que o autismo seria uma resposta a uma mãe fria ou pouco afetiva - "uma mãe geladeira" - como tantas vezes pessoas desinformadas acerca da concepção psicanalítica continuam a afirmar. A função materna pode ser exercida com estilos muito diferentes e depende de uma rede familiar e social para poder operar. A sustentação da função materna não ocorre de modo isolado ou individual e por isso é reducionista qualquer visão de culpabilização da mãe.

      Os acontecimentos de vida, as contingências que cercam o nascimento de uma criança, têm um fator determinante no estabelecimento da relação mãe-bebê, por isso o que está em jogo no estabelecimento dessa relação não pode jamais ser avaliado como fruto de uma competência inata da mãe ou do bebê.

      Quanto aos números assoladores que fazem do autismo uma epidemia na atualidade cabe interrogarmos do que ela é fruto.
      [...]

(www.estadao.com.br)
Observe o termo destacado abaixo.

"Os fatos científicos encontrados até agora apontam que, se bem no autismo possa haver fatores genéticos implicados, a princípio, em 50% dos casos."

Sobre a expressão "possa haver", em destaque no texto pode-se afirmar corretamente que: