Questões de Acentuação Gráfica para Concursos

Resolva Questões de Acentuação Gráfica para Concursos Grátis. Exercícios com Perguntas e Respostas. Provas Online com Gabarito.

  • 1 - Q54870.   Português - Acentuação Gráfica - Nível Médio
  • Leia o trecho a seguir.

    “Segundo a Organização Mundial da Saúde, 24% dos brasileiros _____ ao menos um transtorno de ansiedade ao longo da vida. Alarmante, não? E sabe quem está bastante susceptível a sofrer desse ____ ? Você, caro concurseiro!
    São muitas as preocupações de um candidato ___ concurso. Por isso, nossa mente fica sempre no futuro. Vejam se os _________ abaixo lhes são familiares:
    Estudo contabilidade de manhã ou à tarde? Faço ou não resumos? Faço ou não curso presencial? Compro este livro ou aquele outro? Como fazer caber tantas disciplinas no meu cronograma? Como ____ tanta coisa?” [...]

    Disponível em: . Acesso em: 16 jan. 2019.

    Considerando a norma-padrão, assinale a alternativa na qual os termos que completam as lacunas estão corretamente escritos.
  • 2 - Q54877.   Português - Acentuação Gráfica - Nível Médio
  • Analise as frases abaixo elencadas:

    I – Assim como os humanos, chimpanzés também ______ em conflitos.
    II – Você pode _____ os seus pertences naquele armário _____ uns dias.
    III – Eu o ______ sempre que toco nesse assunto.

    Preenchem adequadamente as lacunas, respectivamente:
  • 3 - Q5925.   Português - Acentuação Gráfica - Nível Médio - 2003
  • Assinale a alternativa em que os vocábulos estão errados, quanto à acentuação gráfica:
  • 4 - Q54871.   Português - Acentuação Gráfica - Nível Médio
  • Assinale a alternativa em que todos os vocábulos são acentuados corretamente:
  • 6 - Q54882.   Português - Acentuação Gráfica - Nível Médio - 2019
  • Julgue os fragmentos de texto apresentados nos seguintes itens com relação à grafia das palavras. 

    Sob uma equivocada intensão de se evitar constrangimentos de alunos, opta-se por não distinguir o certo do errado, em não apontar falhas e aceitar resultados mediocres.
  • 7 - Q54874.   Português - Acentuação Gráfica - Nível Médio
  • Solidão Coletiva – uma crônica sobre o vazio de uma cidade grande

    Se pararmos para pensar, a solidão nos persegue. Sempre estamos tão juntos e, ao mesmo tempo, tão sozinhos.
    O simples fato de estarmos rodeados por dezenas, centenas ou milhares de pessoas, não nos garante que pertençamos ao grupo.
    A cidade é um dos maiores exemplos. Trem, metrô, ônibus em horário de pico. Homens ou mulheres. Jovens ou velhos. Gordos ou magros. Trabalho ou estudo. Cada um do seu jeito, indo cuidar da sua própria vida. Não há conversa ou um sorriso amigável. Rostos sérios e cansados sem ao menos se preocupar em lhe desejar um bom dia. Parece que ninguém está tendo um bom dia.
    Na rua, todos têm pressa. Mochila à frente do corpo, senão você é roubado. Olhar no chão para manter o ritmo do passo, ou logo à frente, como quem quer chegar logo sem ser importunado.
    Um braço estendido me tira do devaneio. É alguém sentado no chão, com um cobertor fino, pedindo algumas moedas. Como boa integrante de uma multidão fria e apressada, ignoro e continuo meu caminho. Essa é uma visão tão rotineira que se torna banal e, assim como eu, ninguém ali observou aquele cidadão com olhos sinceros. Não me julgue, eu sei que você faz o mesmo. O calor humano não parece suficiente para aquecer corações.
    É um mar de gente. Mas não me sinto como mais uma onda, que compõe a beleza do oceano. Sinto-me em um pequeno barco à vela, perdida em alto mar. Parada no meio da multidão, sinto sua tensão constante, como se a qualquer momento fosse chegar um tsunami. Sinto-me naufragando.
    Você já pegou a estrada à noite? É ali que percebemos que a cidade nunca dorme por completo. Carros a perder de vista em qualquer horário, com luzes que compõem uma beleza única. Porém, esquecemos que em cada carro não existe somente uma pessoa ou outra, mas sim histórias.
    Para onde cada um está indo é um mistério. Neste momento, percebo que, assim como eu enxergava alguns minutos atrás, ninguém ali me vê como ser humano. Veem-me como mais um carro, mais uma máquina que atrapalha o trânsito de um local tão movimentado. Só eu sei meu próprio caminho e para onde vou. Estou sozinha entre centenas de pessoas.
    Mesmo assim, muitas dizem preferir a cidade ao campo. Morar no interior não é uma opção para a maior parte das multidões – elas dizem que lá não há nada de interessante acontecendo e o silêncio da natureza as faz sentir muito distantes do mundo.

    Por Beatriz Gimenez Disponível em: https://falauniversidades.com.br/cronica-solidao-cidade-grande/

    Na oração “Veem-me como mais um carro”, o termo destacado está: 
  • 8 - Q54865.   Português - Acentuação Gráfica - Nível Médio
  • O aplauso de pé, por Ruy Castro

    Glenda Jackson, a atriz britânica, acaba de estrear com “Rei Lear” na Broadway. Ela é danada. Nos anos 90, trocou sua carreira no cinema e no teatro por uma cadeira no Parlamento, candidatou-se a prefeita de Londres pelos trabalhistas e foi cogitada para o cargo de ________. Voltou ao palco e, ________ tempos, foi homenageada numa cerimônia em que estavam presentes diversas categorias de cabeças coroadas. Quando seu nome foi anunciado e ela surgiu no palco, a ________ a aplaudiu de pé por longos minutos. Glenda esperou os aplausos silenciarem, sorriu e disse: “Em Londres, não aplaudimos de pé”.
    Aplausos, tudo bem – ela diria –, mas ________ de pé? Representar direito o papel é a obrigação do ator. O aplauso sentado é mais que suficiente.
    Sempre foi assim. Ao surgir no cinema, com filmes como “Delírios de Amor” (1969) e “Mulheres Apaixonadas” (1971), de Ken Russell, e “Domingo Maldito” (1971), de John Schlesinger, foi como se viesse de um planeta mais adulto que o nosso. De saída, ganhou dois Oscars – que aceitou, mas não foi receber. E, embora fosse filha de um pedreiro e de uma faxineira, nunca escolheu seus ________ pelo que lhe renderiam em dinheiro, mas pelo que exigiriam dela como atriz. Aliás, o cinema nunca foi sua primeira opção, daí ter feito poucos filmes. O teatro, sim.
    Se fosse uma atriz brasileira de teatro, Glenda Jackson teria de repetir todas as noites sua advertência sobre aplaudir de pé. No Brasil, assim que qualquer espetáculo termina, todos se levantam e, tenham gostado ou não, começam a bater palmas. Se já se começa pelo aplauso de pé, o que será preciso fazer quando tivermos realmente gostado de um espetáculo?
    Neste momento, haverá outra atriz no mundo disposta a encarar o papel de Rei Lear? É uma peça de três horas e meia e serão oito récitas por semana. Glenda está com 82 anos. Isto, sim, é caso para aplaudir de pé.

    (Disponível em: https://www1.folha.uol.com.br/colunas/ruycastro/2019/04/o-aplauso-de-pe.shtml)  

    Assinale a alternativa que preenche corretamente as lacunas acima, na ordem em que aparecem no texto.  
  • 9 - Q5920.   Português - Acentuação Gráfica - Nível Médio - 2003
  • Assinale a alternativa com erro:
  • 10 - Q54867.   Português - Acentuação Gráfica - Nível Médio
  • Texto 7

    “O vôo de Santos Dumont foi fruto de uma idéia revolucionária, assim como os micro-computadores e a rêde que hoje chamamos de Internet”.

    O texto 7 é um trecho de redação escolar que não obedece às modificações propostas pelo Novo Acordo Ortográfico, além de cometer outros erros ortográficos já condenados no Acordo anterior.

    As palavras que mostram desobediência ao Novo Acordo são: