Questões de Literatura para Concursos

Resolva Questões de Literatura para Concursos Grátis. Exercícios com Perguntas e Respostas. Provas Online com Gabarito.

  • 1 - Q43071.   Português - Literatura - Nível Médio - Soldado do Corpo de Bombeiro - Bombeiro Militar MG - FUNDEP - 2016
  • INSTRUÇÃO: A questão refere-se a noções de Teoria da Literatura: Gêneros Literários; Estilos de Época (do Barroco ao Modernismo - Brasil): Contexto Histórico, características e principais autores.
  • A literatura brasileira apresenta dois grandes períodos, o colonial e o nacional, divididos pela Proclamação da Independência do Brasil em 1822.

    Assinale a alternativa em que se apresenta o autor de destaque do movimento literário identificado entre parênteses.
  • 2 - Q43068.   Português - Literatura - Nível Médio - Soldado do Corpo de Bombeiro - Bombeiro Militar MG - FUNDEP - 2016
  • INSTRUÇÃO: A questão refere-se a noções de Teoria da Literatura: Gêneros Literários; Estilos de Época (do Barroco ao Modernismo - Brasil): Contexto Histórico, características e principais autores.
  • Gênero literário é a categoria à qual pertence uma obra com base em suas características predominantes, que possibilitam o agrupamento por semelhanças.

    Em relação aos gêneros literários, assinale a alternativa CORRETA.
  • 3 - Q25128.   Conhecimentos Específicos - Literatura - Nível Médio - Vestibular - FUVEST - 2015
  •       Omolu espalhara a bexiga na cidade. Era uma vingança contra a cidade dos ricos. Mas os ricos tinham a vacina, que sabia Omolu de vacinas? Era um pobre deus das florestas d" África. Um deus dos negros pobres. Que podia saber de vacinas? Então a bexiga desceu e assolou o povo de Omolu. Tudo que Omolu pôde fazer foi transformar a bexiga de negra em alastrim, bexiga branca e tola. Assim mesmo morrera negro, morrera pobre. Mas Omolu dizia que não fora o alastrim que matara. Fora o lazareto*. Omolu só queria com o alastrim marcar seus filhinhos negros. O lazareto é que os matava. Mas as macumbas pediam que ele levasse a bexiga da cidade, levasse para os ricos latifundiários do sertão. Eles tinham dinheiro, léguas e léguas de terra, mas não sabiam tampouco da vacina. O Omolu diz que vai pro sertão. E os negros, os ogãs, as filhas e pais de santo cantam:
         Ele é mesmo nosso pai
         e é quem pode nos ajudar...
         Omolu promete ir. Mas para que seus filhos negros
    não o esqueçam avisa no seu cântico de despedida:
         Ora, adeus, ó meus filhinhos,
         Qu"eu vou e torno a vortá...
         E numa noite que os atabaques batiam nas
    macumbas, numa noite de mistério da Bahia, Omolu pulou na máquina da Leste Brasileira e foi para o sertão de Juazeiro. A bexiga foi com ele.

    Jorge Amado, Capitães da Areia.

    *lazareto: estabelecimento para isolamento sanitário de pessoas atingidas por determinadas doenças.
  • Costuma-se reconhecer que Capitães da Areia pertence ao assim chamado "romance de 1930", que registra importantes transformações pelas quais passava o Modernismo no Brasil, à medida que esse movimento se expandia e diversificava. No excerto, considerado no contexto do livro de que faz parte, constitui marca desse pertencimento
  • 4 - Q25130.   Conhecimentos Específicos - Literatura - Nível Médio - Vestibular - FUVEST - 2015
  •       Omolu espalhara a bexiga na cidade. Era uma vingança contra a cidade dos ricos. Mas os ricos tinham a vacina, que sabia Omolu de vacinas? Era um pobre deus das florestas d" África. Um deus dos negros pobres. Que podia saber de vacinas? Então a bexiga desceu e assolou o povo de Omolu. Tudo que Omolu pôde fazer foi transformar a bexiga de negra em alastrim, bexiga branca e tola. Assim mesmo morrera negro, morrera pobre. Mas Omolu dizia que não fora o alastrim que matara. Fora o lazareto*. Omolu só queria com o alastrim marcar seus filhinhos negros. O lazareto é que os matava. Mas as macumbas pediam que ele levasse a bexiga da cidade, levasse para os ricos latifundiários do sertão. Eles tinham dinheiro, léguas e léguas de terra, mas não sabiam tampouco da vacina. O Omolu diz que vai pro sertão. E os negros, os ogãs, as filhas e pais de santo cantam:
         Ele é mesmo nosso pai
         e é quem pode nos ajudar...
         Omolu promete ir. Mas para que seus filhos negros
    não o esqueçam avisa no seu cântico de despedida:
         Ora, adeus, ó meus filhinhos,
         Qu"eu vou e torno a vortá...
         E numa noite que os atabaques batiam nas
    macumbas, numa noite de mistério da Bahia, Omolu pulou na máquina da Leste Brasileira e foi para o sertão de Juazeiro. A bexiga foi com ele.

    Jorge Amado, Capitães da Areia.

    *lazareto: estabelecimento para isolamento sanitário de pessoas atingidas por determinadas doenças.
  • Apesar das diferenças notáveis que existem entre estas obras, um aspecto comum ao texto de Capitães da Areia, considerado no contexto do livro, e Vidas secas, de Graciliano Ramos, é
  • 5 - Q11153.   Português - Literatura - Nível Médio - Aluno Oficial - Polícia Militar SP - VUNESP - 2014
  • Leia os versos das Liras, de Tomás Antônio Gonzaga, para responder às questões

    Os teus olhos espalham luz divina,
    a quem a luz do sol em vão se atreve;       
    papoila ou rosa delicada e fina
    te cobre as faces, que são cor da neve.
    Os teus cabelos são uns fios d’ouro;
    teu lindo corpo bálsamo vapora.
    Ah! não, não fez o céu, gentil pastora,
    para a glória de amor igual tesouro!
    Graças, Marília bela,
    graças à minha estrela!

    (Tomás Antônio Gonzaga, Obras Completas)
  • Analisando os elementos empregados pelo eu lírico para a descrição da mulher amada, conclui-se que ele
  • 6 - Q25127.   Conhecimentos Específicos - Literatura - Nível Médio - Vestibular - FUVEST - 2015
  •       Omolu espalhara a bexiga na cidade. Era uma vingança contra a cidade dos ricos. Mas os ricos tinham a vacina, que sabia Omolu de vacinas? Era um pobre deus das florestas d" África. Um deus dos negros pobres. Que podia saber de vacinas? Então a bexiga desceu e assolou o povo de Omolu. Tudo que Omolu pôde fazer foi transformar a bexiga de negra em alastrim, bexiga branca e tola. Assim mesmo morrera negro, morrera pobre. Mas Omolu dizia que não fora o alastrim que matara. Fora o lazareto*. Omolu só queria com o alastrim marcar seus filhinhos negros. O lazareto é que os matava. Mas as macumbas pediam que ele levasse a bexiga da cidade, levasse para os ricos latifundiários do sertão. Eles tinham dinheiro, léguas e léguas de terra, mas não sabiam tampouco da vacina. O Omolu diz que vai pro sertão. E os negros, os ogãs, as filhas e pais de santo cantam:
         Ele é mesmo nosso pai
         e é quem pode nos ajudar...
         Omolu promete ir. Mas para que seus filhos negros
    não o esqueçam avisa no seu cântico de despedida:
         Ora, adeus, ó meus filhinhos,
         Qu"eu vou e torno a vortá...
         E numa noite que os atabaques batiam nas
    macumbas, numa noite de mistério da Bahia, Omolu pulou na máquina da Leste Brasileira e foi para o sertão de Juazeiro. A bexiga foi com ele.

    Jorge Amado, Capitães da Areia.

    *lazareto: estabelecimento para isolamento sanitário de pessoas atingidas por determinadas doenças.
  • Considere as seguintes afirmações referentes ao texto de Jorge Amado:

    I. Do ponto de vista do excerto, considerado no contexto da obra a que pertence, a religião de origem africana comporta um aspecto de resistência cultural e política.
    II. Fica pressuposta no texto a ideia de que, na época em que se passa a história nele narrada, o Brasil ainda  conservava formas de privação de direitos e de exclusão social advindas do período colonial.
    III. Os contrastes de natureza social, cultural e regional que o texto registra permitem concluir corretamente que o Brasil passou por processos de modernização descompassados e desiguais.

    Está correto o que se afirma em
  • 7 - Q18970.   Conhecimentos Específicos - Literatura - Nível Médio - Aluno do Exército - EsFCEx - EB - 2014
  • É correto afirmar, em relação à poesia do segundo momento modernista brasileiro, que
  • 9 - Q18998.   Português - Literatura - Nível Médio - Aluno do Exército - EsFCEx - EB - 2010
  • Responda às questões a seguir, referentes à Literatura Brasileira.
  • Quanto à Literatura Brasileira, assinale a alternativa correta.
  • 10 - Q25129.   Conhecimentos Específicos - Literatura - Nível Médio - Vestibular - FUVEST - 2015
  •       Omolu espalhara a bexiga na cidade. Era uma vingança contra a cidade dos ricos. Mas os ricos tinham a vacina, que sabia Omolu de vacinas? Era um pobre deus das florestas d" África. Um deus dos negros pobres. Que podia saber de vacinas? Então a bexiga desceu e assolou o povo de Omolu. Tudo que Omolu pôde fazer foi transformar a bexiga de negra em alastrim, bexiga branca e tola. Assim mesmo morrera negro, morrera pobre. Mas Omolu dizia que não fora o alastrim que matara. Fora o lazareto*. Omolu só queria com o alastrim marcar seus filhinhos negros. O lazareto é que os matava. Mas as macumbas pediam que ele levasse a bexiga da cidade, levasse para os ricos latifundiários do sertão. Eles tinham dinheiro, léguas e léguas de terra, mas não sabiam tampouco da vacina. O Omolu diz que vai pro sertão. E os negros, os ogãs, as filhas e pais de santo cantam:
         Ele é mesmo nosso pai
         e é quem pode nos ajudar...
         Omolu promete ir. Mas para que seus filhos negros
    não o esqueçam avisa no seu cântico de despedida:
         Ora, adeus, ó meus filhinhos,
         Qu"eu vou e torno a vortá...
         E numa noite que os atabaques batiam nas
    macumbas, numa noite de mistério da Bahia, Omolu pulou na máquina da Leste Brasileira e foi para o sertão de Juazeiro. A bexiga foi com ele.

    Jorge Amado, Capitães da Areia.

    *lazareto: estabelecimento para isolamento sanitário de pessoas atingidas por determinadas doenças.
  • As informações contidas no texto permitem concluir corretamente que a doença de que nele se fala caracteriza se como