Questões de Concursos IPEFAE

Resolva Questões de Concursos IPEFAE Grátis. Exercícios com Perguntas e Respostas. Provas Online com Gabarito.

  • 1 - Questão 25282 - Atualidades - Nível Médio - Auxiliar Administrativo - CISMARPA - IPEFAE - 2015
  • Em abril, o tema da pena de morte retornou ao noticiário brasileiro, a propósito da execução de mais um brasileiro preso e condenado ao fuzilamento em outro país, no qual tentou entrar com 6 quilos de cocaína. Apesar das tentativas de intervenção diplomáticas do Itamaraty e da presidente Dilma Rousseff, o paranaense Rodrigo Gularte foi morto após 11 anos de sua prisão. Qual o país onde o brasileiro foi condenado à morte?

    FONTE: http://www.em.com.br/app/noticia/internacional/2015/04/25/interna_internacional,64104 3/*-confirma-que-brasileiro-sera-executado.shtml
  • 2 - Questão 25289 - Português - Nível Médio - Auxiliar Administrativo - CISMARPA - IPEFAE - 2015
  • OBESIDADE PRÉ-NATAL

    por Drauzio Varella — publicado 09/07/2015 02h20

    Não é só a gestante que corre riscos futuros quando acumula peso a mais durante a gravidez. O bebê também pode ser afetado.

    No Brasil, mais da metade da população está acima do peso. A obesidade é uma epidemia mundial que se dissemina rapidamente.

    Diabetes do tipo 2 caminha na esteira do excesso de peso; a seguir nesse passo haverá 500 milhões de casos no mundo, em 2030.

    Os estudos mostram que a prevenção à obesidade deve começar cedo. Mulheres obesas ao engravidar tendem a ganhar mais peso ainda, a ter dificuldade de emagrecer depois do parto e a engordar em gestações futuras. O feto também sofre as consequências do excesso de peso materno. Entre elas:

    1. Ganho excessivo de peso na gravidez aumenta o risco de diabetes gestacional, que afeta o crescimento, o metabolismo e a adiposidade fetal.

    2. Se o bebê for do sexo feminino, ao crescer com tendência à obesidade repetirá o ciclo ao engravidar.

    3. O período pré-natal e o primeiro ano depois de dar à luz são cruciais para reduzir a obesidade entre as mulheres e preveni-la nas crianças. Em animais, perturbações dietéticas, hormonais e mecânicas nessas fases induzem a distúrbios irreversíveis na adiposidade e no metabolismo da vida adulta.

    4. Estudos epidemiológicos identificaram os seguintes fatores pré-natais associados ao risco de obesidade na infância e na vida adulta: mães que fumaram durante a gravidez, depressão antes do parto, diabetes gestacional, estresse psicológico (como reflexo da exposição fetal aos glucocorticoides) e até alterações do DNA do cordão umbilical.

    5. Ganho rápido de peso nos primeiros 3 a 6 meses de vida aumenta o risco de obesidade e de doença cardiovascular na vida adulta. A lactação não explica inteiramente essas alterações, já que os bebês amamentados no peito materno tendem a ganhar mais peso do que os demais.

    6. Bebês alimentados com leite em pó, que começam a comer sólidos antes dos 4 meses, apresentam risco 6 vezes mais alto de se tornar obesos aos 3 anos. A idade ideal para introdução de sólidos parece estar entre os 4 e os 6 meses.

    7. Nosso corpo contém dez vezes mais bactérias do que células. O intestino do feto é estéril, mas ao nascer é colonizado na passagem pelo canal de parto. Crianças nascidas de cesariana correm risco mais alto de se tornar obesas.

    8. Está bem documentado que dois fatores pré-natais (ganho de peso materno e fumo durante a gravidez) e dois pós-natais (período mais curto de amamentação e menos horas de sono) estão associados à obesidade infantil.

    Um estudo com crianças em idade escolar mostrou que filhos de mães que não fumaram ou ganharam peso excessivo durante a gravidez, amamentados no peito por pelo menos 12 meses, período no qual dormiam por 12 ou mais horas por dia, apresentavam 6% de prevalência de obesidade, ante 29% nas crianças em que os quatro fatores estavam na condição oposta.

    9. Fatores raciais e socioeconômicos alteram o risco de obesidade na criança. Nos filhos de negros e brancos mais pobres o risco é mais alto. A prevenção da obesidade deve começar no período pré-natal e nos primeiros meses de vida, muito mais cedo do que imaginávamos.

    In http://www.cartacapital.com.br/revista/857/obesidade-pre-natal-9981.html
  • Em “O período pré-natal e o primeiro ano depois de dar à luz são cruciais para reduzir a obesidade entre as mulheres e preveni-la nas crianças", o termo em destaque poderia ser substituído, sem alteração de sentido, por:
  • 3 - Questão 25285 - Atualidades - Nível Médio - Auxiliar Administrativo - CISMARPA - IPEFAE - 2015
  • O nome de um grande banco internacional veio à tona, no início deste ano, após divulgação de uma lista de várias figuras públicas que mantinham na instituição, em segredo, contas milionárias, suspeitas de serem utilizadas para crimes de sonegação, evasão fiscal e lavagem de dinheiro. Qual o nome do banco envolvido nessa denúncia? 

    FONTE: http://www.ebc.com.br/noticias/2015/02/swiss-leaks-entenda-fraude-fiscal-no-*
  • 5 - Questão 25294 - Matemática - Nível Médio - Auxiliar Administrativo - CISMARPA - IPEFAE - 2015
  • Devido à alta dos juros e à instabilidade do mercado de ações, um investidor decidiu ser mais cauteloso e retirou R$50.000,00 da renda variável para aplicar em uma opção mais conservadora. Depois de analisar qual seria o melhor investimento, optou por um que lhe renderia juros simples de 1,1% ao mês.

    Se esse investidor manter o dinheiro aplicado no mesmo investimento por 2,5 anos, qual será o rendimento obtido no fim do período?
  • 6 - Questão 25291 - Matemática - Nível Médio - Auxiliar Administrativo - CISMARPA - IPEFAE - 2015
  • A fim de diminuir seus custos, uma fábrica reduziu em 20% a carga horária semanal dos trabalhadores. Com a jornada normal de trabalho, eram fabricadas 500 peças/mês e, após uma análise do primeiro mês de redução de jornada, foi observado que a produtividade caiu apenas 12%. Indique quantas peças foram fabricadas após essa readequação.
  • 8 - Questão 25238 - Enfermagem - Nível Superior - Enfermeiro - CISMARPA - IPEFAE - 2015
  • Sobre a “Consulta de Enfermagem", assinale a alternativa incorreta.
  • 9 - Questão 25296 - Informática - Nível Médio - Auxiliar Administrativo - CISMARPA - IPEFAE - 2015
  • Em um documento do Microsoft Word 2013, em sua configuração padrão, a seguinte lista de ramais foi digitada fora da ordem alfabética:

    Compras – 1234
    Almoxarifado – 1235
    Recepção - 1200
    Limpeza - 1236

    Assinale a alternativa que permite ao usuário ordenar a lista alfabeticamente:
  • 10 - Questão 25290 - Português - Nível Médio - Auxiliar Administrativo - CISMARPA - IPEFAE - 2015
  • OBESIDADE PRÉ-NATAL

    por Drauzio Varella — publicado 09/07/2015 02h20

    Não é só a gestante que corre riscos futuros quando acumula peso a mais durante a gravidez. O bebê também pode ser afetado.

    No Brasil, mais da metade da população está acima do peso. A obesidade é uma epidemia mundial que se dissemina rapidamente.

    Diabetes do tipo 2 caminha na esteira do excesso de peso; a seguir nesse passo haverá 500 milhões de casos no mundo, em 2030.

    Os estudos mostram que a prevenção à obesidade deve começar cedo. Mulheres obesas ao engravidar tendem a ganhar mais peso ainda, a ter dificuldade de emagrecer depois do parto e a engordar em gestações futuras. O feto também sofre as consequências do excesso de peso materno. Entre elas:

    1. Ganho excessivo de peso na gravidez aumenta o risco de diabetes gestacional, que afeta o crescimento, o metabolismo e a adiposidade fetal.

    2. Se o bebê for do sexo feminino, ao crescer com tendência à obesidade repetirá o ciclo ao engravidar.

    3. O período pré-natal e o primeiro ano depois de dar à luz são cruciais para reduzir a obesidade entre as mulheres e preveni-la nas crianças. Em animais, perturbações dietéticas, hormonais e mecânicas nessas fases induzem a distúrbios irreversíveis na adiposidade e no metabolismo da vida adulta.

    4. Estudos epidemiológicos identificaram os seguintes fatores pré-natais associados ao risco de obesidade na infância e na vida adulta: mães que fumaram durante a gravidez, depressão antes do parto, diabetes gestacional, estresse psicológico (como reflexo da exposição fetal aos glucocorticoides) e até alterações do DNA do cordão umbilical.

    5. Ganho rápido de peso nos primeiros 3 a 6 meses de vida aumenta o risco de obesidade e de doença cardiovascular na vida adulta. A lactação não explica inteiramente essas alterações, já que os bebês amamentados no peito materno tendem a ganhar mais peso do que os demais.

    6. Bebês alimentados com leite em pó, que começam a comer sólidos antes dos 4 meses, apresentam risco 6 vezes mais alto de se tornar obesos aos 3 anos. A idade ideal para introdução de sólidos parece estar entre os 4 e os 6 meses.

    7. Nosso corpo contém dez vezes mais bactérias do que células. O intestino do feto é estéril, mas ao nascer é colonizado na passagem pelo canal de parto. Crianças nascidas de cesariana correm risco mais alto de se tornar obesas.

    8. Está bem documentado que dois fatores pré-natais (ganho de peso materno e fumo durante a gravidez) e dois pós-natais (período mais curto de amamentação e menos horas de sono) estão associados à obesidade infantil.

    Um estudo com crianças em idade escolar mostrou que filhos de mães que não fumaram ou ganharam peso excessivo durante a gravidez, amamentados no peito por pelo menos 12 meses, período no qual dormiam por 12 ou mais horas por dia, apresentavam 6% de prevalência de obesidade, ante 29% nas crianças em que os quatro fatores estavam na condição oposta.

    9. Fatores raciais e socioeconômicos alteram o risco de obesidade na criança. Nos filhos de negros e brancos mais pobres o risco é mais alto. A prevenção da obesidade deve começar no período pré-natal e nos primeiros meses de vida, muito mais cedo do que imaginávamos.

    In http://www.cartacapital.com.br/revista/857/obesidade-pre-natal-9981.html
  • Na passagem “Nosso corpo contém dez vezes mais bactérias do que células", há um verbo elíptico, como recurso de coesão textual. Reescrevendo a passagem de forma a explicitar esse verbo, teríamos: