Questões de Concursos IBAM

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  • 1 - Questão 61320 - Português - Interpretação de Textos - Nível Fundamental - Atendente de Copa e Cozinha - Prefeitura de Santo André SP - IBAM - 2015
  • ÁGUAS DE MARÇO
    Tom Jobim

    É pau, é pedra, é o fim do caminho
    É um resto de toco, é um pouco sozinho
    É um caco de vidro, é a vida, é o sol
    É a noite, é a morte, é o laço, é o anzol

    É peroba do campo, é o nó da madeira
    Caingá, candeia, é o Matita Pereira
    É madeira de vento, tombo da ribanceira
    E o mistério profundo, é o queira ou não queira

    É o vento ventando, é o fim da ladeira
    É a viga, é o vão, festa da cumeeira
    É a chuva chovendo, é conversa ribeira
    Das águas de março, é o fim da canseira

    É o pé, é o chão, é a marcha estradeira
    Passarinho na mão, pedra de atiradeira
    É uma ave no céu, é uma ave no chão
    É um regato, é uma fonte, é um pedaço de pão
    É o fundo do poço, é o fim do caminho
    No rosto o desgosto, é um pouco sozinho
    É um estrepe, é um prego, é uma ponta, é um ponto
    É um pingo pingando, é uma conta, é um conto

    É um peixe, é um gesto, é uma prata brilhando
    É a luz da manhã, é o tijolo chegando
    É a lenha, é o dia, é o fim da picada
    É a garrafa de cana, o estilhaço na estrada

    É o projeto da casa, é o corpo na cama
    É o carro enguiçado, é a lama, é a lama
    É um passo, é uma ponte, é um sapo, é uma rã
    É um resto de mato, na luz da manhã

    São as águas de março fechando o verão
    É a promessa de vida no teu coração
    É uma cobra, é um pau, é João, é José
    É um espinho na mão, é um corte no pé

    São as águas de março fechando o verão,
    É a promessa de vida no teu coração
    É pau, é pedra, é o fim do caminho
    É um resto de toco, é um pouco sozinho

    É um passo, é uma ponte, é um sapo, é uma rã
    É um belo horizonte, é uma febre terçã
    São as águas de março fechando o verão
    É a promessa de vida no teu coração

    pau, pedra, fim, caminho
    resto, toco, pouco, sozinho
    caco, vidro, vida, sol, noite, morte, laço, anzol
    São as águas de março fechando o verão
    É a promessa de vida no teu coração

    (Texto retirado do site: http://www.vagalume.com.br/elis-regina/aguas- de-marco.htmi)

    Observe o seguinte verso de “Águas de Março": “É o mistério profundo, é o queira ou não queira". O verbo “querer" não aparece nesse momento da letra com a função de verbo, mas sim, como uma palavra de outra classe gramatical. Qual é essa classe?
  • 2 - Questão 61319 - Português - Interpretação de Textos - Nível Fundamental - Atendente de Copa e Cozinha - Prefeitura de Santo André SP - IBAM - 2015
  • ÁGUAS DE MARÇO
    Tom Jobim

    É pau, é pedra, é o fim do caminho
    É um resto de toco, é um pouco sozinho
    É um caco de vidro, é a vida, é o sol
    É a noite, é a morte, é o laço, é o anzol

    É peroba do campo, é o nó da madeira
    Caingá, candeia, é o Matita Pereira
    É madeira de vento, tombo da ribanceira
    E o mistério profundo, é o queira ou não queira

    É o vento ventando, é o fim da ladeira
    É a viga, é o vão, festa da cumeeira
    É a chuva chovendo, é conversa ribeira
    Das águas de março, é o fim da canseira

    É o pé, é o chão, é a marcha estradeira
    Passarinho na mão, pedra de atiradeira
    É uma ave no céu, é uma ave no chão
    É um regato, é uma fonte, é um pedaço de pão
    É o fundo do poço, é o fim do caminho
    No rosto o desgosto, é um pouco sozinho
    É um estrepe, é um prego, é uma ponta, é um ponto
    É um pingo pingando, é uma conta, é um conto

    É um peixe, é um gesto, é uma prata brilhando
    É a luz da manhã, é o tijolo chegando
    É a lenha, é o dia, é o fim da picada
    É a garrafa de cana, o estilhaço na estrada

    É o projeto da casa, é o corpo na cama
    É o carro enguiçado, é a lama, é a lama
    É um passo, é uma ponte, é um sapo, é uma rã
    É um resto de mato, na luz da manhã

    São as águas de março fechando o verão
    É a promessa de vida no teu coração
    É uma cobra, é um pau, é João, é José
    É um espinho na mão, é um corte no pé

    São as águas de março fechando o verão,
    É a promessa de vida no teu coração
    É pau, é pedra, é o fim do caminho
    É um resto de toco, é um pouco sozinho

    É um passo, é uma ponte, é um sapo, é uma rã
    É um belo horizonte, é uma febre terçã
    São as águas de março fechando o verão
    É a promessa de vida no teu coração

    pau, pedra, fim, caminho
    resto, toco, pouco, sozinho
    caco, vidro, vida, sol, noite, morte, laço, anzol
    São as águas de março fechando o verão
    É a promessa de vida no teu coração

    (Texto retirado do site: http://www.vagalume.com.br/elis-regina/aguas- de-marco.htmi)

    Observe o título da música de Tom Jobim e toda a descrição feita durante a letra. A expressão “águas de março" é uma forma metafórica de se referir, nessa canção:
  • 3 - Questão 61318 - Português - Interpretação de Textos - Nível Fundamental - Atendente de Copa e Cozinha - Prefeitura de Santo André SP - IBAM - 2015
  • ÁGUAS DE MARÇO
    Tom Jobim

    É pau, é pedra, é o fim do caminho
    É um resto de toco, é um pouco sozinho
    É um caco de vidro, é a vida, é o sol
    É a noite, é a morte, é o laço, é o anzol

    É peroba do campo, é o nó da madeira
    Caingá, candeia, é o Matita Pereira
    É madeira de vento, tombo da ribanceira
    E o mistério profundo, é o queira ou não queira

    É o vento ventando, é o fim da ladeira
    É a viga, é o vão, festa da cumeeira
    É a chuva chovendo, é conversa ribeira
    Das águas de março, é o fim da canseira

    É o pé, é o chão, é a marcha estradeira
    Passarinho na mão, pedra de atiradeira
    É uma ave no céu, é uma ave no chão
    É um regato, é uma fonte, é um pedaço de pão
    É o fundo do poço, é o fim do caminho
    No rosto o desgosto, é um pouco sozinho
    É um estrepe, é um prego, é uma ponta, é um ponto
    É um pingo pingando, é uma conta, é um conto

    É um peixe, é um gesto, é uma prata brilhando
    É a luz da manhã, é o tijolo chegando
    É a lenha, é o dia, é o fim da picada
    É a garrafa de cana, o estilhaço na estrada

    É o projeto da casa, é o corpo na cama
    É o carro enguiçado, é a lama, é a lama
    É um passo, é uma ponte, é um sapo, é uma rã
    É um resto de mato, na luz da manhã

    São as águas de março fechando o verão
    É a promessa de vida no teu coração
    É uma cobra, é um pau, é João, é José
    É um espinho na mão, é um corte no pé

    São as águas de março fechando o verão,
    É a promessa de vida no teu coração
    É pau, é pedra, é o fim do caminho
    É um resto de toco, é um pouco sozinho

    É um passo, é uma ponte, é um sapo, é uma rã
    É um belo horizonte, é uma febre terçã
    São as águas de março fechando o verão
    É a promessa de vida no teu coração

    pau, pedra, fim, caminho
    resto, toco, pouco, sozinho
    caco, vidro, vida, sol, noite, morte, laço, anzol
    São as águas de março fechando o verão
    É a promessa de vida no teu coração

    (Texto retirado do site: http://www.vagalume.com.br/elis-regina/aguas- de-marco.htmi)

    A letra “Águas de Março" de Tom Jobim é um exemplo famoso de texto que possui o maior número de palavras de uma mesma classe morfológica, para descrever um cenário natural e construir os sentidos desse texto. A classe gramatical mais presente na música é a dos:
  • 4 - Questão 61317 - Português - Interpretação de Textos - Nível Fundamental - Atendente de Copa e Cozinha - Prefeitura de Santo André SP - IBAM - 2015
  • TE ESPERANDO
    Luan Santana

    Mesmo que você não caia na minha cantada
    Mesmo que você conheça outro cara
    Na fila de um banco
    Um tal de Fernando
    Um lance, assim
    Sem graça

    Mesmo que vocês fiquem sem se gostar
    Mesmo que vocês casem sem se amar
    E depois de seis meses
    Um olhe pro outro
    E aí, pois é
    Sei iá

    Mesmo que você suporte este casamento
    Por causa dos filhos, por muito tempo
    Dez, vinte, trinta anos
    Até se assustar com os seus cabelos brancos 

    Um dia vai sentar numa cadeira de balanço
    Vai lembrar do tempo em que tinha vinte anos
    Vai lembrar de mim e se perguntar
    Por onde esse cara deve estar?

    E eu vou estar
    Te esperando
    Nem que já esteja velhinha gagá
    Com noventa, viúva, sozinha
    Não vou me importar V
    ou ligar, te chamar pra sair
    Namorar no sofá
    Nem que seja além dessa vida
    Eu vou estar
    Te esperando 

    (Letra retirada do site: http://ietras.mus.br/iuan-santana/te-esperando/) 

    O verbo “esperar", que aparece logo no título da música cantada por Luan Santana, está no gerúndio. O que o uso dessa forma nominal do verbo sugere a respeito do sentido que é construído nessa canção? 
  • 5 - Questão 61316 - Português - Interpretação de Textos - Nível Fundamental - Atendente de Copa e Cozinha - Prefeitura de Santo André SP - IBAM - 2015
  • TE ESPERANDO
    Luan Santana

    Mesmo que você não caia na minha cantada
    Mesmo que você conheça outro cara
    Na fila de um banco
    Um tal de Fernando
    Um lance, assim
    Sem graça

    Mesmo que vocês fiquem sem se gostar
    Mesmo que vocês casem sem se amar
    E depois de seis meses
    Um olhe pro outro
    E aí, pois é
    Sei iá

    Mesmo que você suporte este casamento
    Por causa dos filhos, por muito tempo
    Dez, vinte, trinta anos
    Até se assustar com os seus cabelos brancos 

    Um dia vai sentar numa cadeira de balanço
    Vai lembrar do tempo em que tinha vinte anos
    Vai lembrar de mim e se perguntar
    Por onde esse cara deve estar?

    E eu vou estar
    Te esperando
    Nem que já esteja velhinha gagá
    Com noventa, viúva, sozinha
    Não vou me importar V
    ou ligar, te chamar pra sair
    Namorar no sofá
    Nem que seja além dessa vida
    Eu vou estar
    Te esperando 

    (Letra retirada do site: http://ietras.mus.br/iuan-santana/te-esperando/) 

    Na letra da música “Te esperando", interpretada por Luan Santana, há uma repetição de um tipo de oração, responsável pela criação da ideia principal desse texto. Que relação de sentido é estabelecida entre esse tipo oração que se repete e as demais orações que constituem essa canção? 
  • 6 - Questão 61315 - Português - Interpretação de Textos - Nível Fundamental - Atendente de Copa e Cozinha - Prefeitura de Santo André SP - IBAM - 2015
  • Adidas corre para corrigir erro gramatical em camisa comemorativa do Palmeiras

    Martin Fernandez


    A Adidas, fornecedora de material esportivo do Palmeiras, corre contra o tempo para confeccionar novas camisas para os jogadores do time, que nesta quarta-feira inaugura o seu novo estádio em partida contra o Sport, às 22h, pelo Campeonato Brasileiro. A empresa produziu uma peça especial para a festa desta noite, mas o uniforme divulgado tinha um erro de português.

    Ao redor do distintivo, a frase “o bom filho à casa torna" foi escrita equivocadamente com o acento grave, que representa crase, na preposição “a" - a crase é a junção de duas vogais, utilizada, por exemplo, quando se funde o artigo feminino “a" com a preposição “a".

    - Não deveria ter (crase na frase da camisa). Quando se refere a sua própria casa, não existe o artigo. Você sai de casa, passa em casa. O curioso é que se fosse qualquer outra casa, a do vizinho, a da sogra, a do São Paulo, aí haveria o artigo - explica o professor Sérgio Nogueira.

    A Adidas está rastreando a fonte do erro. Algumas camisas foram produzidas com a falha, mas, segundo a empresa, nenhuma chegou às lojas Ainda não se sabe o que será feito com essas peças.

    (Martin Fernandez, em 19 de novembro de 2014. Texto retirado do Blog Bastidores FC: http://globoesporte.globo.com/ blogs/especial-blog/bastidores-fc/post/adidas-corre-para-corrigir-erro-gramatical-em-camisa-comemorativa-do-palmeiras.html)

    Observe a seguinte frase escrita pelo autor da notícia: “Algumas camisas foram produzidas com a falha, mas, segundo a empresa, nenhuma chegou às lojas". O que justifica o fato de, nesse caso, o uso da crase ser obrigatório, segundo a norma-padrão da língua portuguesa?
  • 7 - Questão 61314 - Português - Interpretação de Textos - Nível Fundamental - Atendente de Copa e Cozinha - Prefeitura de Santo André SP - IBAM - 2015
  • Adidas corre para corrigir erro gramatical em camisa comemorativa do Palmeiras

    Martin Fernandez


    A Adidas, fornecedora de material esportivo do Palmeiras, corre contra o tempo para confeccionar novas camisas para os jogadores do time, que nesta quarta-feira inaugura o seu novo estádio em partida contra o Sport, às 22h, pelo Campeonato Brasileiro. A empresa produziu uma peça especial para a festa desta noite, mas o uniforme divulgado tinha um erro de português.

    Ao redor do distintivo, a frase “o bom filho à casa torna" foi escrita equivocadamente com o acento grave, que representa crase, na preposição “a" - a crase é a junção de duas vogais, utilizada, por exemplo, quando se funde o artigo feminino “a" com a preposição “a".

    - Não deveria ter (crase na frase da camisa). Quando se refere a sua própria casa, não existe o artigo. Você sai de casa, passa em casa. O curioso é que se fosse qualquer outra casa, a do vizinho, a da sogra, a do São Paulo, aí haveria o artigo - explica o professor Sérgio Nogueira.

    A Adidas está rastreando a fonte do erro. Algumas camisas foram produzidas com a falha, mas, segundo a empresa, nenhuma chegou às lojas Ainda não se sabe o que será feito com essas peças.

    (Martin Fernandez, em 19 de novembro de 2014. Texto retirado do Blog Bastidores FC: http://globoesporte.globo.com/ blogs/especial-blog/bastidores-fc/post/adidas-corre-para-corrigir-erro-gramatical-em-camisa-comemorativa-do-palmeiras.html) 

    Seguindo a explicação sobre o erro de português na frase da camisa dos jogadores do Palmeiras dada pelo professor Sérgio Nogueira ao jornalista, indique a alternativa que apresenta a possível correção que foi feita, seguindo às regras da norma-padrão da língua portuguesa. 
  • 8 - Questão 61313 - Português - Interpretação de Textos - Nível Fundamental - Atendente de Copa e Cozinha - Prefeitura de Santo André SP - IBAM - 2015
  • CONSTRUÇÃO
    Composição: Chico Buarque

    Amou daquela vez como se fosse a última
    Beijou sua mulher como se fosse a última
    E cada filho seu como se fosse o único
    E atravessou a rua com seu passo tímido
    Subiu a construção como se fosse máquina
    Ergueu no patamar quatro paredes sólidas
    Tijolo com tijolo num desenho mágico
    Seus olhos embotados de cimento e lágrima
    Sentou pra descansar como se fosse sábado
    Comeu feijão com arroz como se fosse um príncipe
    Bebeu e soluçou como se fosse um náufrago
    Dançou e gargalhou como se ouvisse música
    E tropeçou no céu como se fosse um bêbado
    E flutuou no ar como se fosse um pássaro
    E se acabou no chão feito um pacote flácido
    Agonizou no meio do passeio público
    Morreu na contramão atrapalhando o tráfego.

    (...)

    (Texto retirado do site: http://www.vagalume.com.br/chico-buarque/construcao.html)

    A maior parte dos verbos presentes na letra “Construção", de Chico Buarque, encontra-se no modo:
  • 9 - Questão 61312 - Português - Interpretação de Textos - Nível Fundamental - Atendente de Copa e Cozinha - Prefeitura de Santo André SP - IBAM - 2015
  • CONSTRUÇÃO
    Composição: Chico Buarque

    Amou daquela vez como se fosse a última
    Beijou sua mulher como se fosse a última
    E cada filho seu como se fosse o único
    E atravessou a rua com seu passo tímido
    Subiu a construção como se fosse máquina
    Ergueu no patamar quatro paredes sólidas
    Tijolo com tijolo num desenho mágico
    Seus olhos embotados de cimento e lágrima
    Sentou pra descansar como se fosse sábado
    Comeu feijão com arroz como se fosse um príncipe
    Bebeu e soluçou como se fosse um náufrago
    Dançou e gargalhou como se ouvisse música
    E tropeçou no céu como se fosse um bêbado
    E flutuou no ar como se fosse um pássaro
    E se acabou no chão feito um pacote flácido
    Agonizou no meio do passeio público
    Morreu na contramão atrapalhando o tráfego.

    (...)

    (Texto retirado do site: http://www.vagalume.com.br/chico-buarque/construcao.html)

    Observe o tempo em que a maior parte dos verbos aparece na letra de Chico Buarque: “amou", “beijou", “atravessou", “subiu", etc. Qual é a relação do uso desse pretérito e o sentido do texto?
  • 10 - Questão 61311 - Português - Interpretação de Textos - Nível Fundamental - Atendente de Copa e Cozinha - Prefeitura de Santo André SP - IBAM - 2015
  • CONSTRUÇÃO
    Composição: Chico Buarque

    Amou daquela vez como se fosse a última
    Beijou sua mulher como se fosse a última
    E cada filho seu como se fosse o único
    E atravessou a rua com seu passo tímido
    Subiu a construção como se fosse máquina
    Ergueu no patamar quatro paredes sólidas
    Tijolo com tijolo num desenho mágico
    Seus olhos embotados de cimento e lágrima
    Sentou pra descansar como se fosse sábado
    Comeu feijão com arroz como se fosse um príncipe
    Bebeu e soluçou como se fosse um náufrago
    Dançou e gargalhou como se ouvisse música
    E tropeçou no céu como se fosse um bêbado
    E flutuou no ar como se fosse um pássaro
    E se acabou no chão feito um pacote flácido
    Agonizou no meio do passeio público
    Morreu na contramão atrapalhando o tráfego.

    (...)

    (Texto retirado do site: http://www.vagalume.com.br/chico-buarque/construcao.html)

    Releia as palavras finais de cada um dos versos dessa estrofe da letra de “Construção": “última", “único", “tímido", “máquina", “sólidas", etc. Qual é a regra de acentuação que justifica o acento, segundo a norma padrão da língua portuguesa? 

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