Questões de Concursos INSTITUTO PRÓ-MUNICÍPIO

Resolva Questões de Concursos INSTITUTO PRÓ-MUNICÍPIO Grátis. Exercícios com Perguntas e Respostas. Provas Online com Gabarito.

  • 1 - Questão 47112 - Raciocínio Lógico - Nível Superior - Médico Pediatra - ISGH - INSTITUTO PRÓ-MUNICÍPIO - 2015
  • Numa festa havia três rapazes (Alfredo, Basílio e Cícero) e três moças (Alice, Bianca e Camila). Cada rapaz tirou uma única moça para dançar e, assim, três pares foram formados. Sabe-se que dentre as seguintes afirmações apenas uma é verdadeira.

    I. Alfredo dançou com Alice ou Camila;
    II. Basílio dançou com Bianca ou Camila;
    III.Cícero dançou com Alice.
     
    Nessas condições, é correto afirmar que dançaram:
  • 2 - Questão 47111 - Raciocínio Lógico - Nível Superior - Médico Pediatra - ISGH - INSTITUTO PRÓ-MUNICÍPIO - 2015
  • Num evento de corrida de cavalos compareceram 51 apostadores. Cada um deles escolheu um único animal para nele apostar. Sabendo-se que havia um total de 10 cavalos na competição, pode-se afirmar que:
  • 4 - Questão 47109 - Raciocínio Lógico - Nível Superior - Médico Pediatra - ISGH - INSTITUTO PRÓ-MUNICÍPIO - 2015
  • Analise as seguintes proposições: 

    Proposição I: 4 é número par;
    Proposição II: 2 > 5;
    Proposição III: 6 é número ímpar. 
     
    Qual das proposições abaixo apresenta valor lógico verdadeiro?
  • 9 - Questão 47104 - Português - Nível Superior - Médico Pediatra - ISGH - INSTITUTO PRÓ-MUNICÍPIO - 2015
  •                          Por que a energia solar não deslancha no Brasil
     
          A capacidade instalada no Brasil, levando em conta todos os tipos de usinas que produzem energia elétrica, é da ordem de 132 gigawatts (GW). Deste total menos de 0,0008% é produzida com sistemas solares fotovoltaicos (transformam diretamente a luz do Sol em energia elétrica). Só este dado nos faz refletir sobre as causas que levam nosso país a tão baixa utilização desta fonte energética tão abundante, e com características únicas.
          O Brasil é um dos poucos países no mundo, que recebe uma insolação (número de horas de brilho do Sol) superior a 3000 horas por ano. E na região Nordeste conta com uma incidência média diária entre 4,5 a 6 kWh. Por si só estes números colocam o pais em destaque no que se refere ao potencial solar.
          Diante desta abundância, por que persistimos em negar tão grande potencial? Por dezenas de anos, os gestores do sistema elétrico (praticamente os mesmos) insistiram na tecla de que a fonte solar é cara, portanto inviável economicamente, quando comparadas com as tradicionais.
          Até a “Velhinha de Taubaté” (personagem do magistral Luis Fernando Veríssimo), que ficou conhecida nacionalmente por ser a última pessoa no Brasil que ainda acreditava no governo militar, sabe que o preço e a viabilidade de uma dada fonte energética dependem muito da implementação de políticas públicas, de incentivos, de crédito com baixos juros, de redução de impostos. Enfim, de vontade política para fazer acontecer.
          O que precisa ser dito claramente para entender o porquê da baixa utilização da energia solar fotovoltaica no país é que ela não tem apoio, estímulo nem neste, nem nos governos passados. A política energética na área da geração simplesmente relega esta fonte energética. Por isso, em pleno século XXI, a contribuição da eletricidade solar na matriz elétrica brasileira é pífia, praticamente inexiste.
     
                                  Heitor Scalambrini Costa. In: Carta Capial, Set, 2015. 

    Quando o autor cita a “Velhinha de Taubaté”, pretende:
  • 10 - Questão 47103 - Português - Nível Superior - Médico Pediatra - ISGH - INSTITUTO PRÓ-MUNICÍPIO - 2015
  •                          Por que a energia solar não deslancha no Brasil
     
          A capacidade instalada no Brasil, levando em conta todos os tipos de usinas que produzem energia elétrica, é da ordem de 132 gigawatts (GW). Deste total menos de 0,0008% é produzida com sistemas solares fotovoltaicos (transformam diretamente a luz do Sol em energia elétrica). Só este dado nos faz refletir sobre as causas que levam nosso país a tão baixa utilização desta fonte energética tão abundante, e com características únicas.
          O Brasil é um dos poucos países no mundo, que recebe uma insolação (número de horas de brilho do Sol) superior a 3000 horas por ano. E na região Nordeste conta com uma incidência média diária entre 4,5 a 6 kWh. Por si só estes números colocam o pais em destaque no que se refere ao potencial solar.
          Diante desta abundância, por que persistimos em negar tão grande potencial? Por dezenas de anos, os gestores do sistema elétrico (praticamente os mesmos) insistiram na tecla de que a fonte solar é cara, portanto inviável economicamente, quando comparadas com as tradicionais.
          Até a “Velhinha de Taubaté” (personagem do magistral Luis Fernando Veríssimo), que ficou conhecida nacionalmente por ser a última pessoa no Brasil que ainda acreditava no governo militar, sabe que o preço e a viabilidade de uma dada fonte energética dependem muito da implementação de políticas públicas, de incentivos, de crédito com baixos juros, de redução de impostos. Enfim, de vontade política para fazer acontecer.
          O que precisa ser dito claramente para entender o porquê da baixa utilização da energia solar fotovoltaica no país é que ela não tem apoio, estímulo nem neste, nem nos governos passados. A política energética na área da geração simplesmente relega esta fonte energética. Por isso, em pleno século XXI, a contribuição da eletricidade solar na matriz elétrica brasileira é pífia, praticamente inexiste.

                                    Heitor Scalambrini Costa. In: Carta Capial, Set, 2015. 
    Observe este trecho: 

    Por isso, em pleno século XXI, a contribuição da eletricidade solar na matriz elétrica brasileira é pífia.
     
    A palavra destacada possui o significado de:

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