Questões de Concursos NUCEPE

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  • 1 - Q44306.   Enfermagem - Nível Médio - Técnico de Enfermagem - Hospital São Lucas - NUCEPE - 2015
  • Carcinoma de útero e colo uterino considerado um tumor maligno, progressivo, podendo evoluir para um processo invasor. Atinge o corpo uterino e, com maior frequência, o colo. Os fatores predisponentes são: inicio precoce da atividade sexual; grande numero de filhos; múltiplos parceiros sexuais; parceiro sexual masculino com múltiplas parceiras; lesão genital por papilomavírus humano (HPV); imunodepressão; e tabagismo. O diagnostico é feito por meio do exame citológico (Papanicolau). O câncer do colo ou cervicouterino é uma doença progressiva, iniciada com transformações nas células do colo uterino, que podem evoluir para um processo invasor. Esse tipo de câncer pode ser detectado e tratado precocemente, sendo curável; por isso, é muito importante prevenção, por meio da colpocitologia oncótica ou papanicolau . O exame consiste na avaliação das células da cervix e da vagina para analizar e identificar células com inflamações, displasia ou neoplasia. O resultado do Papanicolau é classificado EXCETO:
  • 2 - Q2664.   Informática - Nível Médio - Auxiliar Administrativo - FMS - NUCEPE
  • Considerando o Microsoft Word 2007, instalação padrão, escolha a alternativa que identifica,
    respectivamente, as descrições abaixo.

    · É uma série de comandos e instruções agrupadas como um único comando para realizar uma
    tarefa automaticamente.
    · Ferramenta utilizada para marcar e localizar textos importantes em seu documento. Funciona
    como um marca-texto.
    · Ferramenta utilizada para aplicar formatação de texto e alguma formatação gráfica básica,
    como bordas e preenchimentos.
    · Ferramenta usada para criar um conjunto de documentos, como uma carta modelo que é
    enviada a muitos clientes ou uma folha de etiquetas de endereço.
  • 3 - Q3347.   Português - Nível Médio - Técnico Administrativo - SESAPI - NUCEPE - 2011
  • O prazer da leitura

    “Alfabetizar“, palavra aparentemente inocente, contém uma
    teoria de como se aprende a ler. Aprende-se a ler aprendendose
    as letras do alfabeto. Primeiro as letras, as sílabas. Depois,
    aparecem as palavras... E assim era. Se é assim que se ensina
    a ler, imagino que o ensino da música deveria se chamar
    “dorremizar”: aprender o dó, o ré, o mi... Juntam-se as notas, e a
    música aparece! Todo mundo sabe que não é assim que se
    ensina música. A mãe pega o nenezinho e o embala, cantando
    uma canção de ninar. O que o nenezinho ouve é a música, e
    não cada nota, separadamente! A aprendizagem da música
    começa como percepção de uma totalidade – e nunca com o
    conhecimento das partes.

    Isso é verdadeiro também sobre aprender a ler. Tudo começa
    quando a criança fica fascinada com as coisas maravilhosas que
    moram dentro do livro. Não são as letras, as sílabas e as
    palavras que fascinam. É a estória. A aprendizagem da leitura
    começa antes da aprendizagem das letras: quando alguém lê, e
    a criança escuta com prazer; a criança se volta para aqueles
    sinais misteriosos chamados letras. Deseja decifrá-los,
    compreendê-los – porque eles são a chave que abre o mundo
    das delícias que moram no livro! Deseja autonomia: ser capaz
    de chegar ao prazer do texto sem precisar da mediação da
    pessoa que o está lendo.

    No primeiro momento, o professor, no ato de ler para os seus
    alunos, é o mediador que os liga ao prazer do texto. Confesso
    nunca ter tido prazer algum em aulas de gramática ou de análise
    sintática. Não foi nelas que aprendi as delícias da literatura. Mas
    me lembro com alegria das aulas de leitura. Na verdade, não
    eram aulas. Eram concertos. A professora lia, e nós ouvíamos
    extasiados. Ninguém falava. Antes de ler Monteiro Lobato, eu o
    ouvi. E o bom era que não havia provas sobre aquelas aulas.
    Era prazer puro. Existe uma incompatibilidade total entre a
    experiência prazerosa de leitura e a experiência de ler a fim de
    responder questionários de interpretação.

    Onde se encontra o prazer do texto, o seu poder de seduzir?
    Tive a resposta para essa questão acidentalmente. Alguém me
    disse que havia lido um lindo poema de Fernando Pessoa, e
    citou o primeiro verso. Fiquei feliz porque eu também amava
    aquele poema. Aí ele começou a lê-lo. Estremeci. O poema –
    aquele poema que eu amava – estava horrível na sua leitura. As
    palavras que ele lia eram as palavras certas. Mas alguma coisa
    estava errada! A música estava errada! Todo texto tem dois
    elementos: as palavras, com o seu significado. E a música...

    Percebi, então, que todo texto literário é uma partitura musical.
    As palavras são as notas. Se aquele que lê é um artista, se ele
    domina a técnica, se ele está possuído pelo texto – a beleza
    acontece. Mas, se aquele que lê não domina a técnica, a leitura
    não produz prazer: queremos que ela termine logo.

    Assim, quem ensina a ler tem de ser um artista. Deveria ser
    estabelecida em nossas escolas a prática de “concertos de
    leitura”. Ouvindo, os alunos experimentariam os prazeres do ler.
    E aconteceria com a leitura o mesmo que acontece com a
    música: depois de ser picado pela sua beleza é impossível
    esquecer.

    Leitura é coisa perigosa: vicia... Se os jovens não gostam de ler,
    a culpa não é deles. Foram forçados a aprender tantas coisas
    sobre gramática, que não houve tempo para serem iniciados na
    beleza musical do texto literário. Ler literatura é fazer amor com
    as palavras. E essa transa literária se inicia antes que as
    crianças saibam os nomes das letras. Sem saber ler, elas já
    são sensíveis à sua beleza.

    (Rubem Alves. Texto disponível em:
    http://www.rubemalves.com.br/oprazerdaleitura.htm. Acesso em
    05/11/2011. Adaptado.)
  • Observe ainda a concordância verbal adotada no seguinte trecho: “O poema – aquele poema que eu amava – estava horrível na sua leitura. As palavras que ele lia eram as palavras certas. Mas alguma coisa estava errada!”. Também teria sido correto dizer:
  • 4 - Q49962.   Português - Nível Médio - Agente de Polícia Civil - Polícia Civil PI - NUCEPE - 2018
  • TEXTO I
                                 Um povo que acolhe e rejeita


          O clichê patriótico de que o Brasil é aberto e cordial não sobrevive a dez minutos de conversa com um desses imigrantes que aportaram no país nos últimos cinco anos. Quando a acolhida calorosa aos estrangeiros - que também existe, é claro - e a repulsa são postas em uma balança imaginária, o sentimento negativo é o que mais pesa no Brasil de hoje.

          Xenofobia é o medo, a antipatia ou a desconfiança em relação a pessoas que vêm de fora do país. A xenofobia à brasileira, no entanto, tem peculiaridades únicas. Ao contrário do que ocorre em outras nações, não há, por aqui, pichações nos muros pedindo a saída dos imigrantes. Tampouco existem partidos políticos que incluam isso em seus programas de governo. Ataques violentos contra estrangeiros são raros e, quando ocorrem, (...) quase nunca são premeditados. (...). Manifestações xenófobas são esporádicas, fugazes e desorganizadas. Estão em pequenos gestos cotidianos que só os estrangeiros percebem. Tudo isso decorre de uma vantagem da miscigenação brasileira: a pouca importância que a questão étnica tem na sociedade. (...).

          Talvez por isso a hospitalidade brasileira seja claramente seletiva. A rejeição a estrangeiros é maior em relação a pessoas de países pobres ou em desenvolvimento. Se esses imigrantes ou refugiados têm boa qualificação profissional e competem por vagas informais ou de salários baixos, a aversão é mais forte. (...) Por outro lado, quando os estrangeiros chegam de países desenvolvidos para ocupar vagas com bons salários, ganham a alcunha de "expatriados" e são recebidos com admiração. (...).

          A recepção de estrangeiros com dois pesos, duas medidas não é novidade na história brasileira. Ela apenas foi exacerbada pelas novas ondas migratórias, que começaram a ganhar volume em 2010, depois do terremoto que destruiu o Haiti. (...).
    Com reportagem de Luisa Bustamante e Luiza Queiroz Publicado em VEJA de 21 de fevereiro de 2018, edição nº 2570

                   Site: https://veja.abril.com.br/revista-veja/um-povo-queacolhe-e-rejeita/
  • O termo/palavra/expressão, entre parênteses, que substituiria a expressão marcada sem alteração do sentido para o texto, é: 
  • 5 - Q17367.   Legislação Estadual - Legislação Estadual do Piaui - Nível Superior - Agente de Policia - Polícia Militar PI - NUCEPE - 2012
  • Excedente é a situação transitória a que, automaticamente, passa o Policial Militar que, EXCETO.
  • 6 - Q42457.   Enfermagem - Nível Superior - Enfermeiro - FMS - NUCEPE - 2015
  • O atendimento domiciliário tem como conceito prestar assistência no próprio domicílio. Hoje também essa estratégia é utilizada no Programa de Saúde da Família. Acerca das ações de saúde que a equipe interdisciplinar deve promover, marque a alternativa INCORRETA:
  • 7 - Q41495.   Conhecimentos Gerais - Nível Superior - Agente de Polícia - Polícia Civil PI - NUCEPE - 2012
  • Esta questão apresenta-se com uma proposição e uma causa para a proposição, introduzida pela palavra “PORQUE”. 

    A OPEP procura administrar de forma centralizada a política petroleira de seus membros, que inclui o controle de preços e o volume de produção, PORQUE defende a eliminação do colonialismo, a soberania dos Estados do Oriente Médio e a integridade dos territórios nos quais se encontram grandes reservas petrolíferas e carboníferas.  

    Sobre o texto, é correto afirmar que:
  • 8 - Q44297.   Enfermagem - Nível Médio - Técnico de Enfermagem - Hospital São Lucas - NUCEPE - 2015
  • O Sistema Único de Saúde (SUS), de que trata a Lei n° 8.080, de 19 de setembro de 1990, contará, em cada esfera de governo, sem prejuízo das funções do Poder Legislativo, com as seguintes instâncias colegiadas:
  • 9 - Q42463.   Enfermagem - Nível Superior - Enfermeiro - FMS - NUCEPE - 2015
  • Segundo a resolução do COFEN 358/2009, o Processo de Enfermagem organiza-se em cinco etapas interrelacionadas, interdependentes e recorrentes. “O processo deliberado, sistemático e contínuo de verificação de mudanças nas respostas da pessoa, família ou coletividade humana em um dado momento do processo saúde doença, para determinar se as ações ou intervenções de enfermagem alcançaram o resultado esperado; e de verificação da necessidade de mudanças ou adaptações nas etapas do Processo de Enfermagem”. Qual etapa do processo de enfermagem refere-se o enunciado?
  • 10 - Q42470.   Enfermagem - Nível Superior - Enfermeiro - FMS - NUCEPE - 2015
  • O teste de hemoglobina glicada é utilizado nos pacientes diabéticos tem por finalidade: