Questões de Concursos EXATUS PR

Resolva Questões de Concursos EXATUS PR Grátis. Exercícios com Perguntas e Respostas. Provas Online com Gabarito.

  • 1 - Q38539.   Arquitetura - Nível Superior - Analista Judiciário - TRE SC - EXATUS PR - 2015
  • Sobre o software AutoCAD (versão 2010), associe corretamente os comandos às suas funções:

    1 - Collinear
    2 - Concentric
    3 - Smooth
    4 - Coincident

    ( ) Garantir que dois objetos coincidam em um determinado ponto. O ponto pode estar em qualquer lugar do objeto.
    ( ) Coloca o segundo objeto na mesma linha infinita do primeiro.
    ( ) Torna uma spline contígua a outra linha, arco, pline ou spline, mantendo a continuidade G2.
    ( ) Faz com que dois arcos, círculos ou elipses (ou uma combinação) compartilhem o mesmo centro.A sequência correta de cima para baixo é:
  • 3 - Q7214.   Administração - Nível Superior - Administrador - CEFET RJ - EXATUS PR - 2010
  • Departamentalização é o agrupamento dos cargos de forma que as tarefas comuns possam ser coordenadas. Historicamente, um dos modos mais difundidos de agrupar atividades é pela função desempenhada. (ROBBINS, 2000,173) Sobre departamentalização é correto afirmar que:
  • 4 - Q5667.   Português - Nível Fundamental - Agente de Consultório Dentário - Prefeitura de Guarapuava PR - EXATUS PR - 2012
  • Feliz e orgulhoso, envaidecido mesmo

    E aí começaram a chegar os passarinhos e o fazendeiro teve uma ideia: colocou um espantalho no meio do milharal. E isso foi o seu erro.
    O milharal era à beira da estrada e todas as pessoas que por ali passavam se divertiam com aquele espantalho:
    – Que espantalho engraçado! – diziam todos.
    O fazendeiro, ouvindo tais comentários, ficava feliz e orgulhoso, envaidecido mesmo por ter feito um espantalho
    admirado por todos que por ali passavam.
    Então, para se sentir mais feliz e orgulhoso e mais envaidecido, o fazendeiro colocou no milharal um outro espantalho.
    Eram dois agora os espantalhos e as pessoas duplamente elogiavam. E o fazendeiro fez três, quatro, cinco... O fazendeiro colocou centenas de espantalhos em seu terreno. Os pés de milho eram arrancados e em seus lugares eram colocados espantalhos.
    E o fazendeiro deixou de ser feliz e orgulhoso e envaidecido, pois as pessoas que por ali passavam comentavam
    ___________.
    – Que fazendeiro _____! Ele não gosta dos passarinhos, por isso colocou um exército de espantalhos para espantá-los.
    E como o fazendeiro não era __________, plantou no seu espantalhoal um pé de milho para poder atrair os passarinhos. E as pessoas que por ali passavam, ao ver um único pé de milho no meio de tanto espantalho, comentavam:
    – Olha, que belo pé de milho!
    O fazendeiro voltou a se sentir feliz, orgulhoso e envaidecido por possuir um pé de milho que as pessoas admiravam, quando por ali passavam. E para sentir-se mais feliz, orgulhoso e envaidecido, o fazendeiro plantou dois, três, quatro, cinco... centenas de pés de milho. Os espantalhos eram arrancados e em seus lugares eram plantados pés de milho. Assim o espantalhoal voltou a ser um milharal.
    E aí começaram a chegar os passarinhos e o fazendeiro teve a ideia de colocar um espantalho no meio do milharal. E isso foi o seu erro.

    (NANI, Feliz e orgulhoso, envaidecido mesmo. Belo Horizonte, Formato, 1987. p. 62-3.)
  •  Do texto pode-se tirar um ensinamento. Qual alternativa expressa esse ensinamento?
  • 5 - Q23379.   Português - Nível Superior - Analista de Sistemas - CEB DISTRIBUIÇÃO SA - EXATUS PR - 2014
  • O AMOR POR ENTRE O VERDE 

    1º Não é sem frequência que, à tarde, chegando à janela, eu vejo um casalzinho de brotos que vem namorar sobre a pequenina ponte de balaustrada branca que há no parque. Ela é uma menina de uns treze anos, o corpo elástico metido nuns blue jeans e num suéter folgadão, os cabelos ___________ para trás num rabinho-de-cavalo que está sempre a balançar para todos os lados; ele, um garoto de, no máximo, dezesseis, esguio, com pastas de cabelo a lhe tombar sobre a testa e um ar de quem descobriu a fórmula da vida. Uma coisa eu lhes asseguro: eles são lindos, e ficam montados, um em frente ao outro, no corrimão da colunata, os joelhos a se tocarem, os rostos a se buscarem a todo momento para pequenos segredos, pequenos carinhos, pequenos beijos. São, na sua extrema juventude, a coisa mais antiga que há no parque, incluindo as velhas árvores que por ali espapaçam sua verde sombra; e as momices e brincadeiras que se fazem dariam para escrever todo um tratado sobre a arqueologia do amor, pois têm uma tal ancestralidade que nunca se há de saber ....... quantos milênios remontam.

    2º Eu os observo por um minuto apenas para não perturbar lhes os jogos de mão e misteriosos brinquedos mímicos com que se entretêm, pois suspeito de que sabem de tudo o que se passa à sua volta. Às vezes, para descansar da posição, encaixam-se os pescoços e repousam os rostos um sobre o ombro do outro, como dois cavalinhos carinhosos, e eu vejo então os olhos da menina percorrerem vagarosamente as coisas em torno, numa aceitação dos homens, das coisas e da natureza, enquanto os do rapaz mantêm-se fixos, como a perscrutar desígnios. Depois voltam ....... posição inicial e se olham nos olhos, e ela se afasta com delicadeza os cabelos de sobre a fronte do namorado, para vê-lo melhor, e sente-se que eles se amam e dão suspiros de cortar o coração. De repente o menino parte para uma brutalidade qualquer, torce-lhe o pulso até ela dizer-lhe o que ele quer ouvir, e ela agarra-o pelos cabelos, e termina tudo, quando não há passantes, num longo e _____________ beijo.

    3º – Que será – pergunto-me eu em vão – dessas duas crianças que tão cedo começam a praticar os ritos do amor? Prosseguirão se amando, ou de súbito, na sua jovem incontinência, procurarão o contato de outras bocas, de outras mãos, de outros ombros? Quem sabe se amanhã quando eu chegar ....... janela, não verei um rapazinho moreno em lugar do louro ou uma menina com a cabeleira solta em lugar dessa com os cabelos presos?

    4º – E se prosseguirem se amando – pergunto-me novamente em vão – será que um dia se casarão e serão  felizes? Quando, satisfeita a sua jovem sexualidade, se olharem nos olhos, será que correrão um para o outro e se darão um grande abraço de ternura? Ou será que se desviarão o olhar, para pensar cada um consigo mesmo que ele não era _____________ aquilo que ela pensava e ela era menos bonita ou inteligente do que ele a tinha imaginado?

    5º É um tal milagre encontrar, nesse infinito labirinto de desenganos amorosos, o ser verdadeiramente amado... Esqueço o casalzinho no parque para perder-me por um momento na observação triste, mas fria, desse estranho baile de desencontros, em que frequentemente aquela que devia ser daquele acaba por bailar com outro porque o esperado nunca chega; e este, no entanto, passou por ela sem que ela o soubesse, suas mãos sem querer se tocaram, eles olharam-se nos olhos por um instante e não se reconheceram.

    Vinicius de Moraes. Para viver um grande amor. Rio de Janeiro, José Olympio, 1987.
  • Assinale a alternativa que preenche corretamente as lacunas de linha contínua no texto:
  • 7 - Q17612.   Português - Nível Médio - Soldado da Polícia Militar - Polícia Militar RJ - EXATUS PR - 2014
  • ANO NOVO, VIDA NOVA
    Moacyr Scliar

    1º Vida é dor, e acordo com dor de dentes. O dia é  belíssimo, um sol de verão invade o barraco; quanto a  mim, choro de dor. Choro também por outras razões,  mas principalmente de dor. 
    2º Vida é combate. De nada me adianta ficar  deitado. Levanto-me e começo a fazer ginástica. Ao  fletir o tronco, dou com o bilhete da Francisca, em cima  da cadeira.
    3º Escrever é uma conquista recente de Francisca,  que frequenta, com muito sacrifício, um curso noturno  de alfabetização. A caligrafia melhora dia a dia,  constato, desdobrando a mensagem que, infelizmente,  não me dá outros motivos de satisfação: Francisca  acaba de me deixar, optando por um estivador – o que  afinal de contas está bem de acordo com a falta de  sensibilidade dela, mas me cria problemas: quem vai  cozinhar? Quem vai arrumar o barraco? Quem vai me  arranjar dinheiro para o cinema? Ai, vida é  preocupação. 
    4º Mas a vida também é alegria. O Sol brilha, a  ginástica me faz bem, e, se Francisca me deixou, mulheres não me faltarão. Aliás, não guardo nenhum  rancor a Francisca. Ela nunca esteve à minha altura.  Porque, se hoje moro em barraco, é por opção: fui  criado por um tio rico, e nada me faltou a não ser o  tédio. Por causa deste me tornei hippie. Depois resolvi  profissionalizar-me e me tornei pobre de verdade. Foi  assim que vim morar neste barraco, a princípio sozinho;  mais tarde trouxe a Francisca, então uma simples  empregada doméstica, uma analfabeta. Agora ela me  deixou. Mas não tem nada, vamos em frente, amanhã  será outro dia. 
    5º A dor de dentes, momentaneamente aliviada,  retorna feroz. Preciso ir ______ dentista, concluo. Cachaça com fumo não vai me adiantar, principalmente se a gente não tem – como é o meu caso – nem cachaça  nem fumo. Nestas horas me arrependo um pouco de ter deixado o lar do meu tio. Pelo menos, não deveria ter  jogado fora o cartão de crédito que ele me deu.
    6º Decido ir ao dentista da associação beneficente  da vila, que trata os pobres de graça. O dentista é uma  bela pessoa, gordinho e simpático; examina-me  rapidamente e decide que o caso é de extração. Posso  escolher, informa-me; extração com anestesia (o que  me custará uma módica quantia), ou sem. Escolho sem,  e berro quando o dente é arrancado. O dentista pensa  que eu grito de dor, mas se engana; berro de satisfação  pelo dinheiro poupado. Gastar só para me tornar  insensível? Absurdo. Vida é sofrimento; sofrer é tragar  a vida a grandes goles, conforme explico ao dentista ao  me despedir, com a boca cheia de sangue. 
    7º Cuspindo glóbulos pelos caminhos empoeirados  da vila, desço _____ cidade, com o propósito de
    arranjar um café, senão o da manhã, pelo menos o da  tarde: são quase três horas. 
    8º O movimento nas ruas do centro me surpreende. Uma quantidade enorme de pessoas, nas ruas, nas lojas. E aí me dou conta: é 31 de dezembro. O último dia do ano! 
    9º Vida é emoção. Lembro-me de como eu e o tio  comemorávamos a passagem do ano: muito doce, muita  champanha. Meu tio, esqueci-me ______ dizer, era  importador de vinhos finos, de modo que o champanha  era sempre do melhor, embora eu custasse um pouco a  me embebedar com ele. A noite de 31 de dezembro era  de sonhos e esperanças. Lembrando-me disso sento na  sarjeta e choro, choro...
  • Analise as afirmativas abaixo referentes à formação das palavras retiradas do texto:
    I - Um dos radicais que compõem a palavra “caligrafia” significa belo.
    II - As palavras “importador” e “esperança” apresentam sufixo que forma substantivo derivado de verbo.
    III - Idêntico processo de formação de palavras está presente em “infelizmente” e “embebedar”.
    Quais afirmativas estão corretas?
  • 9 - Q17617.   Português - Nível Médio - Soldado da Polícia Militar - Polícia Militar RJ - EXATUS PR - 2014
  • ANO NOVO, VIDA NOVA
    Moacyr Scliar

    1º Vida é dor, e acordo com dor de dentes. O dia é  belíssimo, um sol de verão invade o barraco; quanto a  mim, choro de dor. Choro também por outras razões,  mas principalmente de dor. 
    2º Vida é combate. De nada me adianta ficar  deitado. Levanto-me e começo a fazer ginástica. Ao  fletir o tronco, dou com o bilhete da Francisca, em cima  da cadeira.
    3º Escrever é uma conquista recente de Francisca,  que frequenta, com muito sacrifício, um curso noturno  de alfabetização. A caligrafia melhora dia a dia,  constato, desdobrando a mensagem que, infelizmente,  não me dá outros motivos de satisfação: Francisca  acaba de me deixar, optando por um estivador – o que  afinal de contas está bem de acordo com a falta de  sensibilidade dela, mas me cria problemas: quem vai  cozinhar? Quem vai arrumar o barraco? Quem vai me  arranjar dinheiro para o cinema? Ai, vida é  preocupação. 
    4º Mas a vida também é alegria. O Sol brilha, a  ginástica me faz bem, e, se Francisca me deixou, mulheres não me faltarão. Aliás, não guardo nenhum  rancor a Francisca. Ela nunca esteve à minha altura.  Porque, se hoje moro em barraco, é por opção: fui  criado por um tio rico, e nada me faltou a não ser o  tédio. Por causa deste me tornei hippie. Depois resolvi  profissionalizar-me e me tornei pobre de verdade. Foi  assim que vim morar neste barraco, a princípio sozinho;  mais tarde trouxe a Francisca, então uma simples  empregada doméstica, uma analfabeta. Agora ela me  deixou. Mas não tem nada, vamos em frente, amanhã  será outro dia. 
    5º A dor de dentes, momentaneamente aliviada,  retorna feroz. Preciso ir ______ dentista, concluo. Cachaça com fumo não vai me adiantar, principalmente se a gente não tem – como é o meu caso – nem cachaça  nem fumo. Nestas horas me arrependo um pouco de ter deixado o lar do meu tio. Pelo menos, não deveria ter  jogado fora o cartão de crédito que ele me deu.
    6º Decido ir ao dentista da associação beneficente  da vila, que trata os pobres de graça. O dentista é uma  bela pessoa, gordinho e simpático; examina-me  rapidamente e decide que o caso é de extração. Posso  escolher, informa-me; extração com anestesia (o que  me custará uma módica quantia), ou sem. Escolho sem,  e berro quando o dente é arrancado. O dentista pensa  que eu grito de dor, mas se engana; berro de satisfação  pelo dinheiro poupado. Gastar só para me tornar  insensível? Absurdo. Vida é sofrimento; sofrer é tragar  a vida a grandes goles, conforme explico ao dentista ao  me despedir, com a boca cheia de sangue. 
    7º Cuspindo glóbulos pelos caminhos empoeirados  da vila, desço _____ cidade, com o propósito de
    arranjar um café, senão o da manhã, pelo menos o da  tarde: são quase três horas. 
    8º O movimento nas ruas do centro me surpreende. Uma quantidade enorme de pessoas, nas ruas, nas lojas. E aí me dou conta: é 31 de dezembro. O último dia do ano! 
    9º Vida é emoção. Lembro-me de como eu e o tio  comemorávamos a passagem do ano: muito doce, muita  champanha. Meu tio, esqueci-me ______ dizer, era  importador de vinhos finos, de modo que o champanha  era sempre do melhor, embora eu custasse um pouco a  me embebedar com ele. A noite de 31 de dezembro era  de sonhos e esperanças. Lembrando-me disso sento na  sarjeta e choro, choro...
  • “...e nada me faltou a não ser o tédio”. Assinale a alternativa que não expressa o mesmo sentido do período acima:
  • 10 - Q26668.   Raciocínio Lógico - Nível Médio - Recepcionista - CODAR - EXATUS PR - 2016
  • Sabe-se que no ano de 2013, o dia do trabalhador, comemorado em 1 de maio, caiu em uma quarta-feira. Considere que, nesse dia, Carlos tenha ganhado uma viagem para a praia num sorteio realizado pelo sindicato. Por questões de planejamento familiar, ele somente pode realizar essa viagem novecentos dias depois de ter ganhado o prêmio.

    Com base nessas informações, é correto afirmar que Carlos realizou essa viagem em um dia de: