Questões de Concursos MB

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  • 1 - Questão 18706 - Direito Administrativo - Nível Superior - Contador - CP PCNS - MB - 2014
  • Considere que uma servidora pública s federal solicitou licença para se candidatar a cargo político. Durante o período que mediar entre sua escolha em convenção partidária, como candidata a cargo eletivo e a véspera do registro de sua candidatura perante a Justiça Eleitoral, como ficará a situação da servidora em relação à percepção remuneratória?
  • 2 - Questão 18352 - Física - Nível Fundamental - Aprendiz Marinheiro - Marinha do Brasil - MB - 2014
  • Um estudante aprendeu que a miopia e corrigida com uma lente esférica divergente, de distancia focal e grau negativos e de bordos grossos. Entretanto, a hipermetropia e corrigida com lentes esféricas convergentes. Sua receita oftalmológica  apresentou as seguintes informações:

                                                                       LENTES ESFÉRICAS
                                        OLHO DIREITO               + 2,50
                                     OLHO ESQUERDO             - 1,50

    A respeito dos defeitos da visão desse estudante, e INCORRETO afirmar que:
  • 4 - Questão 18692 - Direito Administrativo - Lei 8112 90 - Nível Superior - Contador - CP PCNS - MB - 2014
  • Dispõe o art. 100 da Lei 8.112/1990 que é contado, para todos os efeitos legais, o tempo de serviço público federal, inclusive o prestado às Forças Armadas. Já o art. 102, da mesma norma, estabelece que são considerados como de efetivo exercício os afastamentos do servidor em virtude de
  • 5 - Questão 42544 - Matemática - Nível Médio - Soldado Fuzileiro Naval - Marinha do Brasil - MB - 2016
  • Um aquário com a forma de um paralelepípedo de faces retangulares (blocos retangulares)tem 40 cm de comprimento, 30 cm de largura e 20 cm de altura e contém água, que ocupa 2/3 de sua capacidade. Um objeto é mergulhado na água de maneira que o conteúdo do aquário passa ao ocupar 19.600 cm3 .O volume desse objeto em centímetros cúbicos é?
  • 6 - Questão 19032 - Contabilidade - Nível Médio - Técnico em Contabilidade - CAP - MB - 2013
  • Uma determinada empresa integra, na apuração de seu resultado, as receitas recebidas antecipadamente, assim como despesas pagas por antecipação. Qual é o regime contábil utilizado por essa empresa?
  • 7 - Questão 52896 - Música - Nível Médio - Sargento Músico - CFN - MB - 2017
  • Em relação aos intervalos da série harmônica, coloque (V) para verdadeiro e (F) para falso nas afirmativas abaixo e, a seguir, assinale a opção correta.

    ( ) Do 2º harmônico para o 3º, 5ª justa.
    ( ) Do 3º harmônico para o 4º, 4ª justa.
    ( ) Do 4º harmônico para o 5º, 3ª menor.
    ( ) Do 6º harmônico para o 7º, 3ª Maior.
    ( ) Do 8º harmônico para o 9º, 2ª Maior.
  • 9 - Questão 19155 - Medicina - Nível Superior - Medicina - HNMD - MB - 2011
  • As medidas convencionais para o tratamento da Pancreatite aguda consistem em
  • 10 - Questão 53003 - Português - Nível Fundamental - Aluno do Colégio Naval - Colégio Naval - MB - 2018
  • Correndo risco de vida

    Em uma de suas histórias geniais, Monteiro Lobato nos apresenta o reformador da natureza, Américo PiscaPisca. Questionando o perfeito equilíbrio do mundo natural, Américo Pisca-Pisca apontava um desequilíbrio flagrante no fato de uma enorme árvore, como a jabuticabeira, sustentar frutos tão pequeninos, enquanto a colossal abóbora é sustentada pelo caule fino de uma planta rasteira. Satisfeito com sua grande descoberta, Américo deita-se sob a sombra de uma das jabuticabeiras e adormece. Lá peias tantas, uma frutinha lhe cai bem na ponta do seu nariz. Aturdido, o reformador se dá conta de sua lógica.
    Se os reformadores da natureza, como Américo Pisca-Pisca, já caíram no ridículo, os reformadores da língua ainda gozam de muito prestígio. Durante muito tempo era possível usar a expressão “fulano não corre mais risco de vida”. Qualquer falante normal decodificava a expressão “risco de vida" como “ter a vida em risco”. E tudo ia muito bem, até que um desses reformadores da língua sentenciou, do alto da sua vã inteligência: “"não é risco de vida, é risco de morte”. Quer dizer que só ele teve essa brilhante percepção, todos os outros falantes da língua não passavam de obtusos irrecuperáveis, é o tipo de sujeito que acredita ter inventado a roda. E impressiona a fortuna crítica de tal asneira. Desde então, todos os jornais propalam “o grande líder sicrano ainda corre o risco de morte”. E me desculpem, mas risco de morte é muito pernóstico.
    Assim como o reformador da natureza não entende nada da dinâmica do mundo natural, esses gramáticos que pretendem reformar o uso linguístico invocando sua pretensa racionalidade não percebem coisa alguma da lógica de funcionamento da língua. Como bem ensinou Saussure, fundador da linguística moderna, tudo na língua é convenção. A expressão “risco de vida", estava consagrada pelo uso e não se criava problemas na comunicação, porque nenhum falante, ao ouvir tal expressão, pensava que o sujeito corra risco de viver.
    A relação entre as formas linguísticas e o seu conteúdo é arbitrária e convencionada socialmente. Em Japonês, por exemplo, o objeto precede o verbo. Diz-se "João o bolo comeu" em vez de “João comeu o bolo”, como em português. Se o nosso reformador da língua baixasse por lá, tentaria convencer os japoneses de que o verbo preceder o seu objeto é muito mais lógico!
    Mas os ingênuos poderiam argumentar: o nosso oráculo gramatical não melhorou a língua tornando-a mais lógica? Não, meus caros, ele a empobreceu. Pois, ao lado da expressão mais trivial “correr o risco de cair do cavalo”, a língua tem uma expressão mais sofisticada: correr risco de vida. Tal construção dissonante amplia as possibilidades expressivas da língua, criando um veio que pode vir a ser explorado por poetas e demais criadores da língua. “Corrigir" risco de vida por risco de morte é substituir uma expressão mais sutil e sofisticada por sua versão mais imediata, trivial e óbvia. E um recurso expressivo passou a correr risco de vida pela ação nefanda dos fariseus no templo democrático da língua.

    LUCCHESI, Dante. Correndo risco de vida. ATarde, 17 set.2006, p.3, Opinião - adaptado.

    Assinale a opção em que a concordância entre verbo e sujeito não está de acordo com as prescrições normativas da Língua Portuguesa.