Questões de COSEAC Grátis - Exercícios com Gabarito

Resolva Questões de COSEAC com Gabarito. Exercícios com Atividades Grátis Resolvidas e Comentadas. Teste seus conhecimentos com Perguntas e Respostas sobre o Assunto.

1Questão 121364. Estatística, Correlação e análise de regressão , Analista de Tecnologia da Informação Análise de Informações, DATAPREV, COSEAC, 2008

Em uma regressão logística múltipla, se uma variável explicativa Xi é dicotômica, seu coeficiente ^i  pode ter uma interpretação especial: a razão de chance (odds ratio ) estimada da resposta para dois níveis possíveis de X i . Pode- se definir a razão de chance como:

2Questão 119587. Engenharia de Software, Analista de Tecnologia da Informação Desenvolvimento de Sistemas, DATAPREV, COSEAC, 2008

A análise de uma aplicação web focaliza questões importantes que englobam uma variedade de representações UML. É característica relacionada à análise de configuração:

3Questão 106658. Banco de Dados, Analista de banco de dados, DATAPREV, COSEAC, 2008

As operações de string em SQL mais usadas são as checagens para verificação de coincidências de pares utilizando o operador LIKE. Acerca disso, é correto afirmar que:

4Questão 121844. Redes de Computadores, Analista de Tecnologia da Informação Desenvolvimento de Sistemas, DATAPREV, COSEAC, 2008

Os protocolos utilizados para transferência de arquivos, correio eletrônico, transmissão de notícias pela rede, no modelo de referênciaOSI, operam na camada de:

5Questão 106860. Banco de Dados, Analista de banco de dados, DATAPREV, COSEAC, 2008

Em um sistema em funcionamento, quando um de seus bancos de dados de Stand By fica indisponível:

6Questão 53411. Português, Guarda Civil Municipal, Prefeitura de Niterói RJ, COSEAC, Ensino Médio, 2014

Texto associado.
MINHA CALÇADA

   
  Morreu na semana passada, atropelado pela multidão que vinha na direção oposta, o último cronista andarilho. Ele insistia em fazer como seus antepassados, João do Rio, Lima Barreto, Benjamim Costallat, Antônio Maria, Carlinhos Oliveira, e flanava em busca de assuntos. Descanse em paz, pobre coitado.
      O cronista andarilho estava na calçada par da Avenida Rio Branco, em frente à Galeria dos Empregados no Comércio, às 13h15m de quarta-feira, quando foi abalroado por um pelotão de transeuntes que marchava apressado no contrafluxo. Caiu, bateu com a cabeça num fradinho. Morreu constrangido por estar atrapalhando o tráfego de pedestres, categoria à qual sempre se orgulhou de pertencer.
      A perícia encontrou em seu bolso um caderno com a anotação “escrever sobre as mulheres executivas que caminham de salto alto sobre as pedras portuguesas do Centro, o que lhes aumenta ainda mais a sensualidade do rebolado”. O documento, entregue ao museu da Associação Brasileira de Imprensa, já está numa vitrine de relíquias cariocas.
      O cronista que ora se pranteia era um nostálgico das calçadas e tinha como livro de cabeceira “Um passeio pela cidade do Rio de Janeiro”. Nele, Joaquim Manuel de Macedo descreve uma caminhada pela Rua do Ouvidor como um dos grandes prazeres da vida. No apartamento do cronista, de quem no momento se faz este funéreo, foi encontrada também a gravura de J. Carlos em que um grupo de almofadinhas observa, deslumbrado, a passagem de uma melindrosa de vestido curto e perna grossa pela Avenida Central dos anos 1920.
      As calçadas inspiravam o morto. Fez dezenas de crônicas sobre a poesia do flanar sem rumo, às vezes lambendo uma casquinha de sorvete. Numa delas chegou a falar da perda de tempo que era subir até o Corcovado para admirar o Rio. O cronista andarilho, agora de saudosa memória, dizia não haver melhor jeito e lugar para se entender a cidade do que bater perna descompromissadamente, mas em passos mais curtos do que essa palavra imensa, pelas calçadas.
      Ele ia assim como quem não quer nada, na terapia gratuita de atravessar de um lado para o outro e não estar focado em nada — enfim, na exata contramão do que recomenda o odioso estresse moderno que o atropelou próximo ao turbilhão da Galeria.
      O cronista andarilho gostava de ouvir os torcedores discutindo futebol na banca do botafoguense Tolito, na esquina com a Sete de Setembro. Também podia rir da pregação moralista do profeta Gentileza no Largo da Carioca, ou dar uma parada no Cineac Trianon, na Rio Branco 181, e avaliar as fotos das strippers que naquele momento estariam tirando a roupa lá dentro, na tela do cinema.
      A vida era o que lhe ia pelas calçadas do Rio, um espaço historicamente sem entraves para se analisar como caminhava a Humanidade. O cronista andarilho, desde já saudoso como o frapê de coco do Bar Simpatia, não percebeu o fim das calçadas — e, na distração habitual, foi vítima da confusão que se estabeleceu sobre elas, uma combinação criminosa das novas multidões apressadas com fradinho, anotador do jogo do bicho, bicicleta, burro sem rabo, mesa de botequim, gola de árvore acimentada, esgoto, banca de jornal, segurança de loja sentado no meio do caminho e o escambau a quatro.
      Calçadas não há mais. Eram passarelas onde os vizinhos se encontravam, perpetuavam os hábitos do bairro e tocavam a vida em frente com certa intimidade pública — no subúrbio chegava-se a colocar as cadeiras para curtir com mais conforto o mundo que passava. O cronista andarilho acreditava que na calçada pulsava a alma carioca. Com o caderno sempre à mão, anotava os modismos, os pequenos acontecimentos. No dia seguinte publicava o que achava ser a história afetiva da cidade, aquela em que as pessoas se reconhecem, pois são as obreiras.
      O homem gastava sola de sapato. Uma outra inspiração para o seu ofício era o livro “A arte de caminhar pelas ruas do Rio de Janeiro”, escrito pelo contista e pedestre Rubem Fonseca nos anos 1990. Ainda havia calçada suficiente para o protagonista descer andando das ladeiras do Morro da Conceição, se esgueirar pelos becos nos fundos da Rua Larga e, sem GPS, chegar à Rua Senador Dantas. Não há mais.
      O cronista peripatético costumava cruzar na vida real com Rubem Fonseca, os dois flanando pelas calçadas do Leblon. As meninas do Leblon não olhavam para eles, não tinha importância. O mestre seguia em aparente calma, enquanto a mente elucubrava cenas cruéis de sexo e violência para um próximo conto. Mas, como sabem todos os que têm passado por ali, as calçadas do Leblon também desapareceram embaixo de tapume do metrô e da multidão trazida pelo shopping center. O engarrafamento agora é de gente — e foi aí que se deu o passamento do último cronista andarilho, vítima da absoluta impossibilidade de se caminhar pelas agressivas calçadas da sua cidade.

                                                                                        (SANTOS, J. Ferreira dos. O Globo, 17/03/2014.)
“Também podia rir da pregação moralista do profeta Gentileza...” (§ 7)

O nome “Gentileza”, dado ao profeta, consiste no emprego, como nome próprio, de um substantivo comum, abstrato, derivado do adjetivo “gentil”, pelo acréscimo do sufixo “-eza”, grafado com a letra Z.

Nas opções seguintes, foram relacionados pares de nomes de formação semelhante à de “gentileza”, ora com sufixo “-eza”, ora com “-ez”. A opção em que um dos nomes NÃO se enquadra nesse modelo de formação, sendo escrito com S, e não com Z, é:

7Questão 102410. Inglês, Analista Administrativo, ANCINE, COSEAC, 2008

________, if they like the project they______find a way to save it.

8Questão 119700. Redes de Computadores, Analista de Tecnologia da Informação Redes, DATAPREV, COSEAC, 2008

Existem alguns tipos de topologias de rede. Entre elas está a BARRAMENTO e a ESTRELA. Sobre as diferenças entre elas, pode-se afirmar que:

9Questão 53126. Administração Pública, Auxiliar em Administração, UFF, COSEAC, Ensino Fundamental, 2017

Deixar o servidor público qualquer pessoa à espera de solução que compete ao setor em que exerça suas funções, permitindo a formação de longas filas, ou qualquer outra espécie de atraso na prestação do serviço, não caracteriza apenas atitude contra a ética ou ato de desumanidade, mas principalmente um(a): 

10Questão 121411. Engenharia de Software, Analista de Tecnologia da Informação Desenvolvimento de Sistemas, DATAPREV, COSEAC, 2008

Ação de engenharia de software iniciada com a atividade de comunicação, continuada durante a modelagem e adaptada às necessidades do processo, do produto e do pessoal que está fazendo o trabalho: