Questões de IBFC Grátis - Exercícios com Gabarito

Resolva Questões de IBFC com Gabarito. Exercícios com Atividades Grátis Resolvidas e Comentadas. Teste seus conhecimentos com Perguntas e Respostas sobre o Assunto.

1Questão 44205. Enfermagem, Técnico de enfermagem, HEMOMINAS, IBFC, Ensino Médio, 2013

Em relação ao período de pós-operatório, leia as frases abaixo e marque (F) se a afirmativa for falsa e (V) se for verdadeira. Em seguida, assinale a alternativa que contém a sequência correta.

( ) É o período de observação e assistência contínua a pacientes em recuperação do procedimento cirúrgico e anestésico, que se inicia com o término da cirurgia e se estende até a última visita de acompanhamento com o cirurgião. 
( ) O período de pós-operatório tardio inicia-se após as 24 horas da cirurgia, podendo prolongar-se por até uma semana.
( ) O período de pós-operatório imediato compreende as primeiras 12 ou 24 horas após a finalização da cirurgia.
( ) O pós-operatório mediato abrange a recuperação do paciente até a alta hospitalar, com a completa cicatrização das lesões.

2Questão 23640. Administração, Assistente Administrativo, CEP 28, IBFC, Ensino Médio, 2015

Dentre os principais processos administrativos, está o planejamento. Podemos dividi-lo em estratégico, operacional e tático. Baseado no tema, leia as sentenças abaixo, atribua valores verdadeiro (V) ou falso (F), e assinale a alternativa que representa a seqüência correta de cima para baixo:

( ) O planejamento estratégico define a, relação desejada da organização com seu ambiente. É o processo onde são definidos os objetivos.
( ) O planejamento operacional defini as atividades e recursos necessários para a realização dos objetivos.

3Questão 46705. Português, Cirurgião Dentista, EBSERH, IBFC, Ensino Superior, 2017

Texto associado.
    Há algum tempo venho afinando certa mania. Nos começos chutava tudo o que achava. [...] Não sei quando começou em mim o gosto sutil. [...]
   Chutar tampinhas que encontro no caminho. É só ver a tampinha. Posso diferenciar ao longe que tampinha é aquela ou aquela outra. Qual a marca (se estiver de cortiça para baixo) e qual a força que devo empregar no chute. Dou uma gingada, e quase já controlei tudo. [...] Errei muitos, ainda erro. É plenamente aceitável a ideia de que para acertar, necessário pequenas erradas. Mas é muito desagradável, o entusiasmo desaparecer antes do chute. Sem graça.
    Meu irmão, tino sério, responsabilidades. Ele, a camisa; eu, o avesso. Meio burguês, metido a sensato. Noivo...
     - Você é um largado. Onde se viu essa, agora! [...]
   Cá no bairro minha fama andava péssima. Aluado, farrista, uma porção de coisas que sou e que não sou. Depois que arrumei ocupação à noite, há senhoras mães de família que já me cumprimentaram. Às vezes, aparecem nos rostos sorrisos de confiança. Acham, sem dúvida, que estou melhorando.
    - Bom rapaz. Bom rapaz.
    Como se isso estivesse me interessando...
Faço serão, fico até tarde. Números, carimbos, coisas chatas. Dez, onze horas. De quando em vez levo cerveja preta e Huxley. (Li duas vezes o “Contraponto” e leio sempre). [...]
Dia desses, no lotação. A tal estava a meu lado querendo prosa. [...] Um enorme anel de grau no dedo. Ostentação boba, é moça como qualquer outra. Igualzinho às outras, sem diferença. E eu me casar com um troço daquele? [...] Quase respondi...
- Olhe: sou um cara que trabalha muito mal. Assobia sambas de Noel com alguma bossa. Agora, minha especialidade, meu gosto, meu jeito mesmo, é chutar tampinhas da rua. Não conheço chutador mais fino.
 
(ANTONIO, João. Afinação da arte de chutar tampinhas. In: Patuleia: gentes de rua. São Paulo: Ática, 1996) 
 
Vocabulário: Huxley: Aldous Huxley, escritor britânico mais conhecido por seus livros de ficção científica.
Contraponto: obra de ficção de Huxley que narra a destruição de valores do pós-guerra na Inglaterra, em que o trabalho e a ciência retiraram dos indivíduos qualquer sentimento e vontade de revolução. 
No terceiro parágrafo, no trecho “Ele, a camisa; eu, o avesso.”, foi empregado um recurso coesivo que confere expressividade ao texto. Trata-se da:

4Questão 369229. Enfermagem, Semiologia e semiotécnica, Técnico de Enfermagem, Hemominas MG, IBFC, 2013

Considerando a sondagem nasogástrica, cabe ao profissional de enfermagem:

5Questão 213018. Medicina, Médico Cardiologia, Prefeitura de Campinas SP, IBFC, 2009

Quanto às manifestações clínicas da insuficiência cardíaca (IC), é incorreto afirmar que

6Questão 217210. Português, Interpretação de Textos, Papiloscopista Policial, Polícia Civil RJ, IBFC, Ensino Médio, 2014

Texto associado.

                                        Notícia de Jornal
                                                                  (Fernando Sabino)
       Leio no jornal a notícia de que um homem morreu de fome. Um homem de cor branca, 30 anos presumíveis, pobremente vestido, morreu de fome, sem socorros, em pleno centro da cidade, permanecendo deitado na calçada durante 72 horas, para finalmente morrer de fome.
       Morreu de fome. Depois de insistentes pedidos e comentários, uma ambulância do Pronto Socorro e uma radiopatrulha foram ao local, mas regressaram sem prestar auxílio ao homem, que acabou morrendo de fome.
      Um homem que morreu de fome. O comissário de plantão (um homem) afirmou que o caso (morrer de fome) era da alçada da Delegacia de Mendicância, especialista em homens que morrem de fome. E o homem morreu de fome.
      O corpo do homem que morreu de fome foi recolhido ao Instituto Anatômico sem ser identificado. Nada se sabe dele,senão que morreu de fome.
       Um homem morre de fome em plena rua, entre centenas de passantes. Um homem caído na rua. Um bêbado. Um vagabundo. Um mendigo, um anormal, um tarado, um pária,um marginal, um proscrito, um bicho, uma coisa - não é um homem. E os outros homens cumprem seu destino de passantes, que é o de passar. Durante setenta e duas horas todos passam, ao lado do homem que morre de fome, com um olhar de nojo, desdém, inquietação e até mesmo piedade, ou sem olhar nenhum. Passam, e o homem continua morrendo de fome, sozinho, isolado, perdido entre os homens, sem socorro e sem perdão.
       Não é da alçada do comissário, nem do hospital, nem da radiopatrulha, por que haveria de ser da minha alçada? Que é que eu tenho com isso? Deixa o homem morrer de fome.
      E o homem morre de fome. De trinta anos presumíveis. Pobremente vestido. Morreu de fome, diz o jornal. Louve-se a insistência dos comerciantes, que jamais morrerão de fome,pedindo providências às autoridades. As autoridades nada mais puderam fazer senão remover o corpo do homem. Deviam deixar que apodrecesse, para escarmento dos outros homens.Nada mais puderam fazer senão esperar que morresse de fome.
       E ontem, depois de setenta e duas horas de inanição, tombado em plena rua, no centro mais movimentado da cidade do Rio de Janeiro, Estado da Guanabara, um homem morreu de fome.


                     (Disponível em http://www.fotolog.com.br/spokesman_/70276847/: Acesso em 10/09/14)

No fragmento “Não é da alçada do comissário, nem do hospital, nem da radiopatrulha, (...)“ (6º §), o termo em destaque poderia ser substituído, mantendo a equivalência de sentido, por todas as palavras abaixo, com EXCEÇÃO de:

7Questão 219976. Biologia, Perito Criminal Biologia, PC RJ, IBFC, 2013

A composição da comunidade de artrópodes associada aos corpos modifica-se conforme progride o processo de decomposição. A sucessão das espécies constituintes dessa comunidade segue um padrão esperado que, habitualmente, é utilizado como comparativo com a lista de espécies encontradas em um corpo de intervalo pós- morte desconhecido, visando estimá-lo. O padrão de sucessão entomológica é o método mais acurado quando o processo de decomposição se encontra adiantado. Esse método possibilita analisar de acordo com:

8Questão 45315. Direito Constitucional, Advogado, IDECI, IBFC, Ensino Superior, 2013

A Constituição Federal de 1988 prevê, expressamente, as matérias que serão reservadas à lei complementar (CF, art. 69). Assinale a alternativa em que todas as matérias dependem de lei complementar.

9Questão 219021. Direito do Trabalho, Remuneração e salário, Perito Criminal Contabilidade, PC RJ, IBFC, 2013

De acordo com o art. 193 da CLT, o Adicional de Periculosidade é devido na base de 30% sobre o salário básico sem os seguintes acréscimos:

10Questão 41856. História e Geografia de Estados e Municípios, Escrivão de Polícia, Polícia Civil SE, IBFC, Ensino Médio, 2014

Leia as sentenças abaixo que contam um pouco da história do Estado de Sergipe, analise-as, atribua-lhes valores verdadeiro (V) e falso (F) e assinale a alternativa que representa a seqüência correta: 

( ) Assim como em outros Estados nordestinos, Sergipe foi ocupado por colonizadores franceses interessados no escambo de pau-brasil e algodão com os índios. Entretanto, entre o fim do século XVI e as primeiras décadas do século XVII, os franceses colonizaram oficialmente o Estado e passaram a dominar definitivamente a região.
( ) O local onde hoje se encontra o município de Aracaju era a residência oficial do cacique Serigy, que dominava desde as margens do rio Sergipe até as margens do rio Vaza-Barris. Em 1590, Cristóvão de Barros atacou as tribos do cacique Serigy e de seu irmão Siriri, matando e derrotando os índios. Assim, no dia 1 de janeiro de 1590, Cristóvão Barros fundou a cidade de São Cristóvão (mais tarde capital da província) junto à foz do Rio Sergipe e definiu a Capitania de Sergipe.