Questões de PROMUN Grátis - Exercícios com Gabarito

Resolva Questões de PROMUN com Gabarito. Exercícios com Atividades Grátis Resolvidas e Comentadas. Teste seus conhecimentos com Perguntas e Respostas sobre o Assunto.

1Questão 48092. Nutrição, Técnico em Nutrição, Prefeitura de Campos do Jordão SP, PROMUN, Ensino Médio

Na Secretaria de Educação, o nutricionista é responsável pelo Programa Nacional de Alimentação Escolar (PNAE), cujas ações são:

I Elaborar cardápios com refeições nutritivas e que respeite a diversidade da região.
II Atuar na educação alimentar e nutricional, por meio de palestras, dinâmicas ou debates.
III Efetuar o teste de aceitabilidade de um gênero alimentício, antes de introduzi-lo no cardápio escolar.
IV Capacitar os funcionários responsáveis pelo preparo da alimentação escolar sobre diversos temas como boas práticas de fabricação.
V Realizar acompanhamento nutricional dos escolares, a fim de verificar seu estado nutricional.

São de responsabilidade do nutricionista, no programa social PNAE, as ações:

2Questão 48110. Português, Técnico em Nutrição, Prefeitura de Campos do Jordão SP, PROMUN, Ensino Médio, 2016

 Assinale a alternativa que preenche corretamente as lacunas da frase abaixo:

“Da mesma forma que os italianos e japoneses ____________no Brasil no século passado, hoje os brasileiros____________ para a Europa e para o Japão à busca de uma vida melhor; internamente os brasileiros____________ para o Sul, pelo mesmo motivo.”

3Questão 48093. Nutrição, Técnico em Nutrição, Prefeitura de Campos do Jordão SP, PROMUN, Ensino Médio

O parâmetro que avalia a adequação da oferta de proteínas e o grau de hipercatabolismo na avaliação nutricional é:

4Questão 48104. Português, Técnico em Nutrição, Prefeitura de Campos do Jordão SP, PROMUN, Ensino Médio, 2016

Assinale a alternativa em que todas as palavras estão grafadas corretamente:

5Questão 48105. Português, Técnico em Nutrição, Prefeitura de Campos do Jordão SP, PROMUN, Ensino Médio, 2016

Assinale a alternativa em que uma das palavras apresenta acentuação incorreta:

6Questão 48107. Português, Técnico em Nutrição, Prefeitura de Campos do Jordão SP, PROMUN, Ensino Médio, 2016

Assinale a alternativa correta:

Gabriel Garcia Marques cresceu em meio _____ plantações de banana de Arataca, situada _____ poucos quilômetros do vilarejo de Macondo, que ele se dedicou _____ retratar na obra Cem anos de solidão.

Preencha corretamente as lacunas da frase acima, na ordem dada:

7Questão 48097. Nutrição, Técnico em Nutrição, Prefeitura de Campos do Jordão SP, PROMUN, Ensino Médio

O controle qualitativo dos produtos alimentícios que serão utilizados em uma unidade de alimentação é uma etapa vital para a adequada e segura produção de refeições. O responsável pelo recebimento de alimentos deve:

8Questão 48096. Nutrição, Técnico em Nutrição, Prefeitura de Campos do Jordão SP, PROMUN, Ensino Médio

Leia com atenção as afirmativas abaixo e responda esta questão, assinalando entre as alternativas, a única que apresenta somente características da Educação Nutricional.

I Ênfase no processo de modificar e melhorar o hábito alimentar a médio e longo prazo.
II As mudanças necessárias ao controle de doenças, entre elas as relativas à alimentação, devem ser baseadas numa perspectiva de integração e de harmonização nos diversos níveis: físico, emocional e intelectual.
III Avaliação objetiva e subjetiva do paciente.
IV O objetivo do processo é estabelecido em função das prioridades impostas pelo paciente. 
V A doença e a consequente necessidade de mudança de hábito podem ser consideradas uma oportunidade de crescimento e desenvolvimento pessoal.

9Questão 48101. Português, Técnico em Nutrição, Prefeitura de Campos do Jordão SP, PROMUN, Ensino Médio, 2016

Para responder à questão proposta, leia com atenção o texto de Mary del Priore, publicado no jornal O Estado de São Paulo (03/01/2010).
O futuro é um mistério
 
Nesta época do ano, é impossível escapar à tentação de fazer previsões. Afinal, desde a pré-história, o homem não deixa de querer conhecer o futuro e de dominá-lo. Das técnicas de adivinhação inventadas pelos povos da Antiguidade aos métodos “científicos”, elaborados por técnicos, os meios de predição variam: astrologia, leitura da borra de café ou cartas, até por internet. Pouco importa. Cada época tem necessidade de sonhar com um amanhã: melhor ou pior. Oráculos, profecias, predições, utopias, todas as antecipações que os homens construíram, no decorrer da história, não se realizaram. Mas elas são reflexos de suas esperanças e crenças.
Um poeta disse que, para ser profeta, bastava ser pessimista. Já na metade do século 19, havia quem escrevesse sobre um mundo futuro mecanizado, sem idéias espirituais, vivendo-se ao ritmo das crises econômicas e ameaças de guerra. Marcados pela Primeira Guerra Mundial, muitos pensadores fizeram coro ao pessimismo. Freud contestou a ideia de progresso e supôs a existência de um instinto de destruição. Não faltou quem visse nas marcas do tempo o anúncio do fim de tudo, ou uma caminhada na direção ao sofrimento, como predisse o escritor George Orwell. Grande parte desse pessimismo se enraizava na tomada de consciência de uma distância crescente entre progresso técnico e progresso moral. Para solucionar essa pendência, em 1971, o Clube de Roma reuniu uma elite de pensadores. Conclusão? O grupo anteviu que o crescimento demográfico e econômico provocaria uma catástrofe e uma crise / ecológica sem precedentes, em meados do século 21. E nós ainda acreditamos em previsões? Acho que, se os brasileiros mudaram, foi no sentido de não acreditarem mais nelas. Deixamos para trás a atitude infantil de insistir em sonhos que acabam em decepções. Ou de crerem falsas promessas. Nunca o futuro foi tão misterioso quanto neste início de século 21. Nenhuma máquina de previsão conseguiu explicar a complexidade do mundo atual, onde tudo se confunde, onde realidade e espetáculo se misturam, valores e ideologias desmoronam, tudo se desencanta. Aquecimento do planeta, desastres climáticos, aumento do nível dos oceanos, fim das florestas, fome, corrupção em toda a parte, empobrecimento dos mais pobres, enriquecimento dos mais ricos, enfim, a lista é longa. A resposta, talvez, esteja em fugir das previsões de futuro e jogar no presente. Vivê-lo com delicadeza e investir nos pequenos prazeres. Fórmula excelente para enfrentarmos o apocalipse, como querem muitos. Ou o paraíso, como esperam outros.
 
Pela leitura do texto, podemos afirmar que os brasileiros:

10Questão 48102. Português, Técnico em Nutrição, Prefeitura de Campos do Jordão SP, PROMUN, Ensino Médio, 2016

Para responder à questão proposta, leia com atenção o texto de Mary del Priore, publicado no jornal O Estado de São Paulo (03/01/2010).
O futuro é um mistério
 
Nesta época do ano, é impossível escapar à tentação de fazer previsões. Afinal, desde a pré-história, o homem não deixa de querer conhecer o futuro e de dominá-lo. Das técnicas de adivinhação inventadas pelos povos da Antiguidade aos métodos “científicos”, elaborados por técnicos, os meios de predição variam: astrologia, leitura da borra de café ou cartas, até por internet. Pouco importa. Cada época tem necessidade de sonhar com um amanhã: melhor ou pior. Oráculos, profecias, predições, utopias, todas as antecipações que os homens construíram, no decorrer da história, não se realizaram. Mas elas são reflexos de suas esperanças e crenças.
Um poeta disse que, para ser profeta, bastava ser pessimista. Já na metade do século 19, havia quem escrevesse sobre um mundo futuro mecanizado, sem idéias espirituais, vivendo-se ao ritmo das crises econômicas e ameaças de guerra. Marcados pela Primeira Guerra Mundial, muitos pensadores fizeram coro ao pessimismo. Freud contestou a ideia de progresso e supôs a existência de um instinto de destruição. Não faltou quem visse nas marcas do tempo o anúncio do fim de tudo, ou uma caminhada na direção ao sofrimento, como predisse o escritor George Orwell. Grande parte desse pessimismo se enraizava na tomada de consciência de uma distância crescente entre progresso técnico e progresso moral. Para solucionar essa pendência, em 1971, o Clube de Roma reuniu uma elite de pensadores. Conclusão? O grupo anteviu que o crescimento demográfico e econômico provocaria uma catástrofe e uma crise / ecológica sem precedentes, em meados do século 21. E nós ainda acreditamos em previsões? Acho que, se os brasileiros mudaram, foi no sentido de não acreditarem mais nelas. Deixamos para trás a atitude infantil de insistir em sonhos que acabam em decepções. Ou de crerem falsas promessas. Nunca o futuro foi tão misterioso quanto neste início de século 21. Nenhuma máquina de previsão conseguiu explicar a complexidade do mundo atual, onde tudo se confunde, onde realidade e espetáculo se misturam, valores e ideologias desmoronam, tudo se desencanta. Aquecimento do planeta, desastres climáticos, aumento do nível dos oceanos, fim das florestas, fome, corrupção em toda a parte, empobrecimento dos mais pobres, enriquecimento dos mais ricos, enfim, a lista é longa. A resposta, talvez, esteja em fugir das previsões de futuro e jogar no presente. Vivê-lo com delicadeza e investir nos pequenos prazeres. Fórmula excelente para enfrentarmos o apocalipse, como querem muitos. Ou o paraíso, como esperam outros.
 
Sobre as previsões, é correto afirmar que no primeiro parágrafo, a autora: