Questões de Concursos Agente de Segurança

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  • 1 - Questão 3117.   Português - Nível Médio - Agente de Segurança - Metrô SP - FCC - 2010
  • Atenção: As questões de números 01 a 09 baseiam-se no
    texto abaixo.

    A origem dos vitrais é objeto de controvérsias. Talvez
    eles tenham nascido no Oriente, mas se desenvolveram grandemente
    na Europa. Suas formas, temas e funções transformaram-
    se com o apuro das técnicas de fabricação de vidros,
    com o desenvolvimento da arquitetura, de tendências artísticas,
    do gosto, enfim, da cultura e das sociedades. Manter-se-ia, porém,
    a relação estabelecida no século XII, quando as pinturas
    sobre vidro, juntamente com os afrescos e as miniaturas, constituíam
    as principais técnicas de pintura utilizadas pelo homem.
    Nos vitrais, a pintura complementa o colorido dos vidros,
    serve para a criação de sombras e tonalidades, para o
    aprimoramento das formas, para a modulação da luz. A arte do
    vitral desenvolveu-se enormemente durante o período medieval,
    momento em que, com a afirmação do gótico como expressão
    da arquitetura, as composições de vidros coloridos passaram a
    vedar grandes superfícies das igrejas e, além das funções
    decorativas, ganharam funções pedagógicas, ensinando aos
    fiéis, por meio de imagens, a vida de Cristo, dos Santos e passagens
    da Bíblia.
    Entre os séculos XIV e XVI, os vitrais passaram a ser
    utilizados como formas de iluminação dos ambientes e a pintura
    dos vidros adotou a perspectiva, o que tornava os vitrais semelhantes
    aos quadros. Sua utilização ampliou-se dos espaços
    públicos, em especial das igrejas, para os ambientes privados,
    como palácios e sedes de corporações. As representações
    neles contidas se estenderam, então, para a heráldica, para as
    epopeias, para as caçadas e para a mitologia.
    No Estado de São Paulo, a utilização de vidros coloridos
    e pintados, montados em perfis de chumbo para decoração e
    iluminação de ambientes, correspondeu à fase moderna do
    desenvolvimento da arte de produzir vitrais. Na capital, ampliouse
    a partir da virada do século passado, com a expansão de
    novos bairros, a monumentalização dos edifícios públicos e o
    requinte arquitetônico das residências.
    Até hoje vitrais de edifícios públicos paulistanos, como
    os do Palácio da Justiça e do Mercado Municipal, causam
    admiração pela proporção, beleza e integração com o projeto
    arquitetônico. Representando temas históricos ou referentes às
    funções públicas dos edifícios, as imagens formam um conjunto
    das representações que, a partir do fim do século anterior,
    criaram e reafirmaram um perfil de São Paulo diante do Brasil.
    Sob esse ponto de vista, os vitrais, além de peças de arte,
    constituem importantes documentos históricos. Eles nos falam
    do forjar de ideias que se tornaram referência e moldam nossa
    relação com o passado e com o presente, justificando papeis e
    responsabilidades sociais. Produtos materiais de cultura, parte
    de nosso patrimônio histórico e objetos de fruição de beleza, os
    vitrais expressam por meio do poder das imagens a tradição, a
    excelência econômica e cultural de São Paulo, o trabalho, a
    determinação e o progresso.

    (Marly Rodrigues. Leitura. Publicação cultural da Imprensa
    Oficial do Estado de São Paulo, ano 18, número 1, janeiro de
    2000, pp. 32-34, com adaptações)
  • A afirmativa correta, de acordo com o texto, é:
  • 3 - Questão 3125.   Português - Nível Médio - Agente de Segurança - Metrô SP - FCC - 2010
  •    Atenção: As questões de números 16 a 20 baseiam-se no
    texto abaixo.

       A narrativa bíblica da Torre de Babel conta que Deus se
    enfureceu ao notar que os homens sonhavam com o reino dos
    céus e construíam uma torre para alcançá-lo. Resolveu, então,
    puni-los por sua arrogância. Logo, cada um dos homens
    começou a falar uma língua diferente e, com a comunicação
    comprometida, a construção foi cancelada. Se na Bíblia a
    pluralidade linguística era uma condenação, para a história é
    uma bênção, pois mostra a riqueza da humanidade. Os idiomas
    guardam a alma de um povo, sua história, seus costumes e
    conhecimentos, passados de geração em geração.
       O Atlas das línguas do mundo em perigo de
    desaparecer 2009
    , divulgado pela Unesco, contempla a
    situação de 155 países e divide os idiomas na categoria extinta
    e em outras quatro de risco. Ele apresenta a situação de 190
    línguas brasileiras, todas indígenas. Dessas, 12 desapareceram
    e as demais estão em risco. Segundo o americano Denny
    Moore, antropólogo, linguista colaborador do Iphan (Instituto do
    Patrimônio Histórico e Artístico Nacional) e coordenador da área
    de linguística do Museu Emílio Goeldi, em Belém, o documento
    deixou de fora os dialetos de descendentes de imigrantes e de
    grupos afrobrasileiros por falta de dados sistematizados sobre
    eles − estima-se que sejam 20 línguas. Para ele, as
    informações sobre o Brasil devem ser vistas com cautela −
    muitas das línguas citadas são extremamente parecidas e
    inteligíveis entre si e poderiam ser consideradas pelos linguistas
    como o mesmo idioma.
       Com o objetivo de entender melhor nosso universo
    linguístico, o Iphan montou o Grupo de Trabalho da Diversidade
    Linguística do Brasil (GTDL), que se dedica à criação de um
    inventário de línguas brasileiras. Hoje, o governo reconhece a
    importância de preservar esse patrimônio imaterial, mas nem
    sempre foi assim. Segundo historiadores, em 1500 eram faladas
    1.078 línguas indígenas. Para colonizar o país e catequizar os
    povos indígenas, os descobridores forçaram o aprendizado do
    português. Durante o governo Getúlio Vargas defendeu-se a
    nacionalização do ensino, e os idiomas falados por descendentes
    de estrangeiros simbolizavam falta de patriotismo. Por
    isso, caíram em desuso.
       Mas por que as línguas desaparecem? Por diversos
    motivos, como a morte de seu último falante. Em tempos de
    globalização, é comum também que um idioma mais forte, com
    mais pessoas que o utilizam em grandes centros, sufoque um
    mais fraco.

    (Cláudia Jordão. Istoé, 11/3/2009, pp.60-62, com adaptações)
  • Segundo o especialista americano citado no texto,
  • 6 - Questão 7274.   Português - Nível Médio - Agente de Segurança - Metrô SP - FCC - 2013
  •     Ao ler o Código de Trânsito Brasileiro (CTB) muitas pessoas
    podem achar óbvio e desnecessário um artigo determinando
    que os carros devam trafegar pelo lado direito das ruas.
    Também parece claro que os pedestres devem ter uma área
    específica para atravessar (as faixas), que os veículos precisam
    ter cintos de segurança e as vias tenham de ser sinalizadas.
    Mas o trânsito que vemos hoje é justamente o resultado de
    avanços de uma legislação que chegou aos 100 anos.

        A primeira legislação nacional de trânsito foi assinada
    em 1910, pelo então presidente Nilo Peçanha, e tinha o objetivo
    de traçar regras para o transporte de passageiros e de cargas.
    Tudo isso em uma época em que os carros particulares eram
    raridade, assim como as ruas e avenidas. Por isso, um dos artigos
    previa justamente formas de concessão das vias para a
    iniciativa privada e como elas deveriam ser construídas.

       Em 1928, uma nova legislação buscou colocar ordem no
    trânsito. Nessa época foi determinado o lado de circulação dos
    veículos e exigiu-se a instalação de placas com números para
    identificá-los – e as ruas ganharam sinalização.

       Depois disso, houve quatro códigos de trânsito, o atual
    datado de 1997. A cada novo código, surgia a obrigação de novos
    equipamentos de segurança, como espelhos retrovisores e
    indicadores de direção (setas). No código de 1966 já estavam
    presentes o cinto de segurança e as faixas de pedestres. Até
    hoje, as autoridades lutam para que pedestres sejam respeitados
    nessas faixas.

    (Adaptado de: Renato Machado. O Estado de S. Paulo, Cidades/
    Metrópole, C7, 20 de junho de 2010)
  • Considere as afirmativas seguintes, a respeito do emprego de sinais de pontuação no texto.

    I. ... é justamente o resultado de avanços de uma legislação que chegou aos 100 anos. (1o parágrafo) Estaria correta a colocação de um sinal de dois- pontos após a palavra legislação, para separar o segmento que chegou aos 100 anos.

    II. Os parênteses empregados em (as faixas) – 1o parágrafo – e em (setas) – último parágrafo – isolam elementos de natureza especificativa.

    III. ... e exigiu-se a instalação de placas com números para identificá-los – e as ruas ganharam sinalização. (3o parágrafo) O travessão poderia ser corretamente substituído por uma vírgula, sem prejuízo da correção e da clareza.

    Está correto o que se afirma em
  • 8 - Questão 3126.   Português - Nível Médio - Agente de Segurança - Metrô SP - FCC - 2010
  •    Atenção: As questões de números 16 a 20 baseiam-se no
    texto abaixo.

       A narrativa bíblica da Torre de Babel conta que Deus se
    enfureceu ao notar que os homens sonhavam com o reino dos
    céus e construíam uma torre para alcançá-lo. Resolveu, então,
    puni-los por sua arrogância. Logo, cada um dos homens
    começou a falar uma língua diferente e, com a comunicação
    comprometida, a construção foi cancelada. Se na Bíblia a
    pluralidade linguística era uma condenação, para a história é
    uma bênção, pois mostra a riqueza da humanidade. Os idiomas
    guardam a alma de um povo, sua história, seus costumes e
    conhecimentos, passados de geração em geração.
       O Atlas das línguas do mundo em perigo de
    desaparecer 2009
    , divulgado pela Unesco, contempla a
    situação de 155 países e divide os idiomas na categoria extinta
    e em outras quatro de risco. Ele apresenta a situação de 190
    línguas brasileiras, todas indígenas. Dessas, 12 desapareceram
    e as demais estão em risco. Segundo o americano Denny
    Moore, antropólogo, linguista colaborador do Iphan (Instituto do
    Patrimônio Histórico e Artístico Nacional) e coordenador da área
    de linguística do Museu Emílio Goeldi, em Belém, o documento
    deixou de fora os dialetos de descendentes de imigrantes e de
    grupos afrobrasileiros por falta de dados sistematizados sobre
    eles − estima-se que sejam 20 línguas. Para ele, as
    informações sobre o Brasil devem ser vistas com cautela −
    muitas das línguas citadas são extremamente parecidas e
    inteligíveis entre si e poderiam ser consideradas pelos linguistas
    como o mesmo idioma.
       Com o objetivo de entender melhor nosso universo
    linguístico, o Iphan montou o Grupo de Trabalho da Diversidade
    Linguística do Brasil (GTDL), que se dedica à criação de um
    inventário de línguas brasileiras. Hoje, o governo reconhece a
    importância de preservar esse patrimônio imaterial, mas nem
    sempre foi assim. Segundo historiadores, em 1500 eram faladas
    1.078 línguas indígenas. Para colonizar o país e catequizar os
    povos indígenas, os descobridores forçaram o aprendizado do
    português. Durante o governo Getúlio Vargas defendeu-se a
    nacionalização do ensino, e os idiomas falados por descendentes
    de estrangeiros simbolizavam falta de patriotismo. Por
    isso, caíram em desuso.
       Mas por que as línguas desaparecem? Por diversos
    motivos, como a morte de seu último falante. Em tempos de
    globalização, é comum também que um idioma mais forte, com
    mais pessoas que o utilizam em grandes centros, sufoque um
    mais fraco.

    (Cláudia Jordão. Istoé, 11/3/2009, pp.60-62, com adaptações)
  • Por isso, caíram em desuso. (3o parágrafo)

    A expressão grifada na frase acima
  • 10 - Questão 7262.   Conhecimentos Gerais - Nível Médio - Agente de Segurança - Metrô SP - FCC - 2013
  • Considere as seguintes afirmações sobre a economia brasileira: 

    I. A desaceleração da economia brasileira tem estreita relação com a crise financeira internacional.

    II. O PIB (Produto Interno Bruto) brasileiro permanece estagnado porque cerca de 55% do seu valor tem origem no setor agropecuário.

    III. O Brasil foi afetado pela queda das exportações de matérias-primas industriais e das commodities.

    Está correto APENAS o que se afirma em