Questões de Concursos - Agente de Segurança Patrimonial - Exercícios com Gabarito

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Sejam A, B e C três pessoas com as seguintes características:

- A é primo de B, que por sua vez é primo de C.

- A é mais alto que B, que por sua vez é mais alto que C.

- A torce pelo mesmo time de B, que por sua vez torce pelo mesmo time de C.

Com base nas afirmativas acima, pode-se garantir que:

Em um grupo de 100 crianças:

- 80 são meninas;
- 50 têm menos de 10 anos.

O número mínimo de meninas com 10 ou mais anos nesse grupo é:
Texto associado.
SECRETÁRIA – Luís Fernando Veríssimo

O teste definitivo para você saber se você está ou não
integrado no mundo moderno é a secretária eletrônica. O que
você faz quando liga para alguém e quem atende é uma
máquina.
Tem gente que nem pensa nisso. Falam com a secretária
eletrônica com a maior naturalidade, qual é o problema? É
apenas um gravador estranho com uma função a mais. Mas aí
é que está. Não é uma máquina como qualquer outra. É uma
máquina de atender telefone. O telefone (que eu não sei como
funciona, ainda estou tentando entender o estilingue)
pressupõe um contato com alguém e não com alguma coisa. A
secretária eletrônica abre um buraco nesta expectativa
estabelecida. É desconcertante. Atendem – e é alguém dizendo
que não está lá! Seguem instruções para esperar o bip e gravar
a mensagem.
É aí que começa o teste. Como falar com ninguém no
telefone? Um telefonema é como aqueles livros que a gente
gosta de ler, que só tem diálogos. É travessão você fala,
travessão fala o outro. E de repente você está falando sozinho.
Não é nem monólogo. É diálogo só de um.
- Ahn, sim, bom, mmm... olha, eu telefono depois. Tchau.
O “tchau” é para a máquina. Porque temos este absurdo
medo de magoá-la. Medo de que a máquina nos telefone de
volta e nos xingue, ou pelo menos nos bipe com reprovação.
Sei de gente que muda a voz para falar com secretária
eletrônica. Fica formal, cuida a construção da frase. Às vezes
precisa resistir à tentação de ligar de novo para regravar a
mensagem porque errou a colocação do pronome.
Outros não resistem. Ao saber que estão sendo gravados,
limpam a garganta, esperam o bip e anunciam:
- De Augustín Lara...
E gravam um bolero.
Talvez seja a única atitude sensata.
"Telefonema", como mostra o texto, é uma palavra do gênero masculino. O vocábulo abaixo que é feminino é:
Em janeiro de 2007, Claudia gastou 12 m3 de gás. Sabendo-se que 1 dm3 corresponde a 1 L, o volume de gás consumido por Claudia em janeiro de 2007, em litros, foi:
Texto associado.
Para as questões, considerar as
configurações padrões e/ou típicas de instalação dos softwares
citados na sua versão em português.
Uma mensagem de correio eletrônico com um arquivo anexo é enviada simultaneamente a vários destinatários utilizando também cópias (CC) e cópias ocultas (CCO). Nesse cenário, é correto afirmar que:
Texto associado.
Para as questões, considerar as
configurações padrões e/ou típicas de instalação dos softwares
citados na sua versão em português.
A função usada no MS-Excel 2000 para converter letras maiúsculas de um texto em letras minúsculas é:
Texto associado.
Para as questões, considerar as
configurações padrões e/ou típicas de instalação dos softwares
citados na sua versão em português.
Considere as seguintes afirmações relativas a um atalho
no MS-Windows:

i. um atalho ocupa tanto espaço quanto o arquivo
original;
ii. um atalho é utilizado para agilizar o processo de
carregar um aplicativo na memória;
iii. atalhos podem ser utilizados somente para referenciar
itens armazenados em dispositivos removíveis, do tipo
pendrives;
iv. atalhos não podem referenciar itens armazenados em
dispositivos removíveis, do tipo pendrive.

A quantidade de afirmativas corretas é:
Texto associado.
Para as questões, considerar as
configurações padrões e/ou típicas de instalação dos softwares
citados na sua versão em português.
No MS-Windows 2000, a maneira correta de adicionar um programa à barra de ferramentas Iniciar rapidamente é:
Texto associado.
SECRETÁRIA – Luís Fernando Veríssimo

O teste definitivo para você saber se você está ou não
integrado no mundo moderno é a secretária eletrônica. O que
você faz quando liga para alguém e quem atende é uma
máquina.
Tem gente que nem pensa nisso. Falam com a secretária
eletrônica com a maior naturalidade, qual é o problema? É
apenas um gravador estranho com uma função a mais. Mas aí
é que está. Não é uma máquina como qualquer outra. É uma
máquina de atender telefone. O telefone (que eu não sei como
funciona, ainda estou tentando entender o estilingue)
pressupõe um contato com alguém e não com alguma coisa. A
secretária eletrônica abre um buraco nesta expectativa
estabelecida. É desconcertante. Atendem – e é alguém dizendo
que não está lá! Seguem instruções para esperar o bip e gravar
a mensagem.
É aí que começa o teste. Como falar com ninguém no
telefone? Um telefonema é como aqueles livros que a gente
gosta de ler, que só tem diálogos. É travessão você fala,
travessão fala o outro. E de repente você está falando sozinho.
Não é nem monólogo. É diálogo só de um.
- Ahn, sim, bom, mmm... olha, eu telefono depois. Tchau.
O “tchau” é para a máquina. Porque temos este absurdo
medo de magoá-la. Medo de que a máquina nos telefone de
volta e nos xingue, ou pelo menos nos bipe com reprovação.
Sei de gente que muda a voz para falar com secretária
eletrônica. Fica formal, cuida a construção da frase. Às vezes
precisa resistir à tentação de ligar de novo para regravar a
mensagem porque errou a colocação do pronome.
Outros não resistem. Ao saber que estão sendo gravados,
limpam a garganta, esperam o bip e anunciam:
- De Augustín Lara...
E gravam um bolero.
Talvez seja a única atitude sensata.
“O que você faz quando liga para alguém e quem atende é uma máquina”. Nesse segundo período do texto, os elementos que estão em oposição semântica são:
Texto associado.
SECRETÁRIA – Luís Fernando Veríssimo

O teste definitivo para você saber se você está ou não
integrado no mundo moderno é a secretária eletrônica. O que
você faz quando liga para alguém e quem atende é uma
máquina.
Tem gente que nem pensa nisso. Falam com a secretária
eletrônica com a maior naturalidade, qual é o problema? É
apenas um gravador estranho com uma função a mais. Mas aí
é que está. Não é uma máquina como qualquer outra. É uma
máquina de atender telefone. O telefone (que eu não sei como
funciona, ainda estou tentando entender o estilingue)
pressupõe um contato com alguém e não com alguma coisa. A
secretária eletrônica abre um buraco nesta expectativa
estabelecida. É desconcertante. Atendem – e é alguém dizendo
que não está lá! Seguem instruções para esperar o bip e gravar
a mensagem.
É aí que começa o teste. Como falar com ninguém no
telefone? Um telefonema é como aqueles livros que a gente
gosta de ler, que só tem diálogos. É travessão você fala,
travessão fala o outro. E de repente você está falando sozinho.
Não é nem monólogo. É diálogo só de um.
- Ahn, sim, bom, mmm... olha, eu telefono depois. Tchau.
O “tchau” é para a máquina. Porque temos este absurdo
medo de magoá-la. Medo de que a máquina nos telefone de
volta e nos xingue, ou pelo menos nos bipe com reprovação.
Sei de gente que muda a voz para falar com secretária
eletrônica. Fica formal, cuida a construção da frase. Às vezes
precisa resistir à tentação de ligar de novo para regravar a
mensagem porque errou a colocação do pronome.
Outros não resistem. Ao saber que estão sendo gravados,
limpam a garganta, esperam o bip e anunciam:
- De Augustín Lara...
E gravam um bolero.
Talvez seja a única atitude sensata.
O item em que a figura de linguagem presente no segmento destacado NÃO está corretamente identificada, é: