Questões de Concursos Agente de Segurança Penitenciário

Resolva Questões de Concursos Agente de Segurança Penitenciário Grátis. Exercícios com Perguntas e Respostas. Provas Online com Gabarito.

  • 1 - Questão 8330 - Direito Processual Penal - Nível Médio - Agente de Segurança Penitenciário - SEAP RJ - CEPERJ - 2012
  • O trabalho externo será admissível, para presos em regime fechado, somente em serviço ou obras públicas realizadas por órgãos da Administração Direta ou Indireta, ou entidades privadas, desde que tomadas as cautelas contra fuga e em favor da disciplina, e nos termos da Lei de Execução Penal, poderá, em relação ao total de empregados da obra, corresponder ao limite máximo de:
  • 2 - Questão 8265 - Legislação Federal - Nível Médio - Agente de Segurança Penitenciário - SAP SP - VUNESP - 2013
  • É dever dos órgãos e entidades públicas promover a divulgação em local de fácil acesso, no âmbito de suas competências, de informações de interesse coletivo ou geral por eles produzidas ou custodiadas. Para esse fim, os órgãos e entidades públicas deverão utilizar todos os meios e instrumentos legítimos de que dispuserem, sendo obrigatória a divulgação em sítios oficiais da rede mundial de computadores (internet).

    No entanto, ficam dispensados da divulgação obrigatória na internet
  • 3 - Questão 4915 - Português - Nível Médio - Agente de Segurança Penitenciário - SAP SP - VUNESP - 2012
  • Seu Firmino e o STF

         Quando eu era um moleque, meu caminho para a escola
    passava todos os dias bem na frente da quitanda do Seu Firmino,
    um português de bigodes e sotaque fartos, que costumava ficar
    na porta do estabelecimento para acompanhar aquela romaria
    de muitas mães, avós e tias e poucos pais (eram outros tempos)
    levando a meninada para a escola.
         O velho Firmino ficava na quitanda, entre alfaces e chicórias,
    batatas e laranjas e aconselhava todo moleque, como eu, que passava
    com uniforme escolar: “Não esqueças o guarda-chuva.” Podia
    estar um sol de rachar ou podíamos estar atravessando a maior
    estiagem, não importava: Seu Firmino não cansava de repetir que
    a gente tinha de estar pronto para um pé-d’água. Confesso que
    passei anos escutando e não dando ouvidos para a ladainha. Até o
    dia em que fui surpreendido por uma tempestade no caminho de
    volta para casa. Já era grande o suficiente para ir e voltar sozinho,
    mas não para escutar o conselho. Fui parar, encharcado e despenteado,
    justamente na quitanda. Lembro que o velho Firmino pegou
    uma toalha e esfregou primeiro minha cabeça, depois os braços.
    Logo recuperei a temperatura e fiquei esperando a chuva passar.
    Assim que a chuva deu um tempo, eu me preparei para sair. Fui
    detido pelo velho quitandeiro. Ele me deu um guarda-chuva desses
    antigos, com cabo de madeira, e falou com mais propriedade do
    que nunca: “Não esqueças mais o guarda-chuva.”
         Foi o que aconteceu. Peguei uma certa mania de ter sempre
    à mão um guarda-chuva.
         Lembrei dessa história porque muita gente me chama de chato
    por ser repetitivo em certas coisas. Reconheço que devo mesmo
    chatear muita gente com essa minha particularidade. Sou repetitivo,
    sim. Porque num país como o nosso, só repetindo verdades
    à exaustão a gente tem chance de ser ouvido! Robert Collier,
    autor de livros de autoajuda, garantia que a repetição constante
    leva à convicção.
         O fato é que fiquei feliz quando o STF decidiu que dirigir
    embriagado é crime. E fiquei contente porque foi uma dessas coisas
    que repeti, repeti e repeti, especialmente no “Brasil Urgente”,
    programa que apresento na TV.

    (Diário de S.Paulo, 06 de novembro de 2011. Adaptado)
  • No trecho – Ele me deu um guarda-chuva desses antigos, com cabo de madeira, e falou com mais propriedade do que nunca: “Não esqueças mais o guarda-chuva.” (2. º parágrafo) – a expressão em destaque pode ser substituída, sem alteração do sentido do texto, por
  • 4 - Questão 4914 - Português - Nível Médio - Agente de Segurança Penitenciário - SAP SP - VUNESP - 2012
  • Seu Firmino e o STF

         Quando eu era um moleque, meu caminho para a escola
    passava todos os dias bem na frente da quitanda do Seu Firmino,
    um português de bigodes e sotaque fartos, que costumava ficar
    na porta do estabelecimento para acompanhar aquela romaria
    de muitas mães, avós e tias e poucos pais (eram outros tempos)
    levando a meninada para a escola.
         O velho Firmino ficava na quitanda, entre alfaces e chicórias,
    batatas e laranjas e aconselhava todo moleque, como eu, que passava
    com uniforme escolar: “Não esqueças o guarda-chuva.” Podia
    estar um sol de rachar ou podíamos estar atravessando a maior
    estiagem, não importava: Seu Firmino não cansava de repetir que
    a gente tinha de estar pronto para um pé-d’água. Confesso que
    passei anos escutando e não dando ouvidos para a ladainha. Até o
    dia em que fui surpreendido por uma tempestade no caminho de
    volta para casa. Já era grande o suficiente para ir e voltar sozinho,
    mas não para escutar o conselho. Fui parar, encharcado e despenteado,
    justamente na quitanda. Lembro que o velho Firmino pegou
    uma toalha e esfregou primeiro minha cabeça, depois os braços.
    Logo recuperei a temperatura e fiquei esperando a chuva passar.
    Assim que a chuva deu um tempo, eu me preparei para sair. Fui
    detido pelo velho quitandeiro. Ele me deu um guarda-chuva desses
    antigos, com cabo de madeira, e falou com mais propriedade do
    que nunca: “Não esqueças mais o guarda-chuva.”
         Foi o que aconteceu. Peguei uma certa mania de ter sempre
    à mão um guarda-chuva.
         Lembrei dessa história porque muita gente me chama de chato
    por ser repetitivo em certas coisas. Reconheço que devo mesmo
    chatear muita gente com essa minha particularidade. Sou repetitivo,
    sim. Porque num país como o nosso, só repetindo verdades
    à exaustão a gente tem chance de ser ouvido! Robert Collier,
    autor de livros de autoajuda, garantia que a repetição constante
    leva à convicção.
         O fato é que fiquei feliz quando o STF decidiu que dirigir
    embriagado é crime. E fiquei contente porque foi uma dessas coisas
    que repeti, repeti e repeti, especialmente no “Brasil Urgente”,
    programa que apresento na TV.

    (Diário de S.Paulo, 06 de novembro de 2011. Adaptado)
  • Em – … um português de bigodes e sotaque fartos,… (1.º parágrafo) – o adjetivo fartos refere-se
  • 5 - Questão 8271 - Matemática - Nível Médio - Agente de Segurança Penitenciário - SAP SP - VUNESP - 2013
  • O dono de uma fábrica irá instalar cerca elétrica no estacionamento que tem forma retangular de dimensões 100 m por 140 m. Também, por motivo de segurança, pretende, a cada 40 metros, instalar uma câmera. Sendo assim, ele utilizará de cerca elétrica, em metros, e de câmeras, respectivamente,
  • 7 - Questão 4916 - Português - Nível Médio - Agente de Segurança Penitenciário - SAP SP - VUNESP - 2012
  • Seu Firmino e o STF

         Quando eu era um moleque, meu caminho para a escola
    passava todos os dias bem na frente da quitanda do Seu Firmino,
    um português de bigodes e sotaque fartos, que costumava ficar
    na porta do estabelecimento para acompanhar aquela romaria
    de muitas mães, avós e tias e poucos pais (eram outros tempos)
    levando a meninada para a escola.
         O velho Firmino ficava na quitanda, entre alfaces e chicórias,
    batatas e laranjas e aconselhava todo moleque, como eu, que passava
    com uniforme escolar: “Não esqueças o guarda-chuva.” Podia
    estar um sol de rachar ou podíamos estar atravessando a maior
    estiagem, não importava: Seu Firmino não cansava de repetir que
    a gente tinha de estar pronto para um pé-d’água. Confesso que
    passei anos escutando e não dando ouvidos para a ladainha. Até o
    dia em que fui surpreendido por uma tempestade no caminho de
    volta para casa. Já era grande o suficiente para ir e voltar sozinho,
    mas não para escutar o conselho. Fui parar, encharcado e despenteado,
    justamente na quitanda. Lembro que o velho Firmino pegou
    uma toalha e esfregou primeiro minha cabeça, depois os braços.
    Logo recuperei a temperatura e fiquei esperando a chuva passar.
    Assim que a chuva deu um tempo, eu me preparei para sair. Fui
    detido pelo velho quitandeiro. Ele me deu um guarda-chuva desses
    antigos, com cabo de madeira, e falou com mais propriedade do
    que nunca: “Não esqueças mais o guarda-chuva.”
         Foi o que aconteceu. Peguei uma certa mania de ter sempre
    à mão um guarda-chuva.
         Lembrei dessa história porque muita gente me chama de chato
    por ser repetitivo em certas coisas. Reconheço que devo mesmo
    chatear muita gente com essa minha particularidade. Sou repetitivo,
    sim. Porque num país como o nosso, só repetindo verdades
    à exaustão a gente tem chance de ser ouvido! Robert Collier,
    autor de livros de autoajuda, garantia que a repetição constante
    leva à convicção.
         O fato é que fiquei feliz quando o STF decidiu que dirigir
    embriagado é crime. E fiquei contente porque foi uma dessas coisas
    que repeti, repeti e repeti, especialmente no “Brasil Urgente”,
    programa que apresento na TV.

    (Diário de S.Paulo, 06 de novembro de 2011. Adaptado)
  • Em –… só repetindo verdades à exaustão a gente tem chance de ser ouvido! (4.º parágrafo) – substituindo-se a expressão a gente pelo pronome nós, e mantendo-se o mesmo tempo verbal, tem-se o seguinte trecho:
  • 10 - Questão 4898 - Conhecimentos Gerais - Nível Médio - Agente de Segurança Penitenciário - SAP SP - VUNESP - 2012
  • Leia as afirmações sobre a calamidade natural que atingiu o
    Japão em março de 2011.

    I. A tragédia teve início com o mais violento terremoto já
    registrado no país.
    II. O país atravessou a mais grave crise nuclear desde o desastre
    de Chernobyl, há 25 anos, na extinta União Soviética.
    III. Mesmo sendo um país rico, organizado e com espaços
    estruturados para suportar abalos, os efeitos foram devastadores,
    com destroços amontoados em várias cidades
    da região.
    IV. O terremoto gerou muitos incêndios e o tsunami deixou
    em alerta outros países da costa do oceano Pacífico.

    Estão corretas as afirmações