Questões de Concursos Agente de Trânsito

Resolva Questões de Concursos Agente de Trânsito Grátis. Exercícios com Perguntas e Respostas. Provas Online com Gabarito.

  • 1 - Q12824.   Legislação de Trânsito - Nível Médio - Agente de Trânsito - Detran RO - IDECAN - 2014
  • "Dirigir sob a influência de álcool ou de qualquer outra substância psicoativa que determine dependência." Segundo o Código de Trânsito Brasileiro, é INCORRETO afirmar que
  • 2 - Q32352.   Administração Pública - Nível Médio - Agente de Trânsito - Detran PB - FUNCAB - 2013
  • Amodalidade de provimento derivado por reingresso do servidor em cargo público denominada “recondução” corresponde ao:
  • 4 - Q12813.   Legislação de Trânsito - Nível Médio - Agente de Trânsito - Detran RO - IDECAN - 2014
  • Segundo o Código de Trânsito Brasileiro, analise as afirmativas.

    I. No caso de transferência de propriedade, o prazo para o proprietário adotar as providências necessárias à efetivação da expedição do novo Certificado de Registro de Veículo é de 30 dias, sendo que nos demais casos as providências deverão ser imediatas.

    II. A expedição do novo Certificado de Registro de Veículo será comunicada ao órgão executivo de trânsito que expediu o anterior e ao RENAVAM.

    III. No caso de transferência de domicílio ou residência no mesmo Município, o proprietário comunicará o novo endereço num prazo de 30 dias e aguardará o novo licenciamento para alterar o Certificado de Licenciamento Anual.

    Está(ão) correta(s) a(s) afirmativa(s)
  • 5 - Q12810.   Português - Nível Médio - Agente de Trânsito - Detran RO - IDECAN - 2014
  • Retrato falado

        Uma das coisas que não entendo é retrato falado. Em filme policial americano, no retrato falado sai sempre a cara do criminoso, até o último cravo. Mas na vida real, que nada tem de filme americano, o retrato falado nunca tem o menor parentesco com a cara do cara que acaba sendo preso.

    - Atenção. Aqui está um retrato falado do homem que estamos procurando. Foi feito de acordo com a descrição de dezessete testemunhas do crime. Decorem bem a sua fisionomia. Está decorada?
    - Sim, senhor.
    - Então, procurem exatamente o contrário deste retrato. Não podem errar.
     Imagino os problemas que não deve ter o artista encarregado dos retratos falados na polícia. Um homem sensível obrigado a conviver com a imprecisão de testemunhas e as rudezas da lei.
    - O senhor mandou me chamar, delegado? 
    - Mandei, Lúcio. É sobre o seu trabalho. Os seus últimos retratos falados...
    - Eu sei, eu sei. É que estou numa fase de transição, entende? Deixei o hiper-realismo e estou experimentando com uma volta as formas orgânicas e...
    - Eu compreendo, Lúcio. Mas da última vez que usamos um retrato falado seu, a turma prendeu um orelhão. 
    O pior deve ser as testemunhas que não sabem descrever o que viram.
    - O nariz era assim, um pouco, mais ou menos como seu, inspetor.
    - E as sobrancelhas? As sobrancelhas são importantes.
    - Sobrancelhas? Não sei... como as suas, inspetor.
    - E os olhos? 
    - Os olhos claros, como os...
    - Já sei. Os meus. O queixo?
    - Parecido com o seu.
    - Inspetor, onde é que o senhor estava na noite do crime?
    - Cala a boca e desenha, Lúcio. 
    E há os indecisos.
    - Era chinês.
    - Ou era chinês ou tinha dormido mal.
    E deve haver a testemunha literária!
    - Nariz adunco, como de uma ave de rapina. A testa escondida pelos cabelos em desalinho. Pelos seus olhos, vez que outra, passava uma sombra como uma má lembrança. A boca de uma sensualidade agressiva mas ao mesmo tempo tímida, algo reticente nos cantos, com uma certa arrogância no lábio superior que o lábio inferior refutava e o queixo desmentia. Narinas vívidas, como as de um velho cavalo. Mais não posso dizer porque só o vi por dois segundos.
    Os sucintos:
    - Era o Charles Bronson com o nariz da Maria Alcina.
    - Tipo Austregésilo de Athayde, mas com bigodes mexicanos.
    - Uma miniatura de cachorro boxer, comandante da Varig e beque do Madureira.
    - Bota aí: a testa do Jaguar, o nariz do Mitterrand, a boca do porteiro do antigo Freds e o queixo da Virgínia Woolf. Uma orelha da Jaqueline Kennedy e a outra, estranhamente, do neto do Getty.
    - A Emilinha Borba de barba depois de um mal voo na ponte aérea com o Nélson Ned. E há as surpresas.
    - Bom, era um cara comum. Sei lá. Nariz reto, boca do tamanho médio, sem bigode. Ah, e um olho só, bem no meio da testa.
    O ciclope ataca outra vez! 
    Experimente você dar as características para o retrato falado de alguém.
    - Os olhos de Sandra Brea. Um pouco menos sobrancelha. O nariz de Claire Bloom de 15 anos atrás. A boca de Cláudia Cardinale. O queixo da Elizabeth Savala. Um seio de Laura Antonelli e outro da Sydne Rome. As pernas da Jane Fonda.
    - Feito. Mas quem é essa?
    - Não sei, mas se encontrarem, tragam-na para mim depressa. E vival

    (Luis Fernando Veríssimo. Retrato falado. In: PINTO, Manuel da Costa. Crônica brasileira contemporânea. São Paulo: Salamandra, 2008.)
  • Releia os seguintes trechos da crônica.

    I. "- Sobrancelhas? Não sei... como as suas, inspetor." (13°§ )

    II. "- Os olhos claros, como os..." (15°§)

    As reticências são empregadas para indicar uma ruptura na sequência normal da frase. Mas o sentido sinalizado por esse sinal de pontuação deve ser analisado de acordo com o contexto no qual foi empregado. Então, com base nessa informação, é correto afirmar que as reticências foram utilizadas para indicar
  • 6 - Q12805.   Português - Nível Médio - Agente de Trânsito - Detran RO - IDECAN - 2014
  • Retrato falado

        Uma das coisas que não entendo é retrato falado. Em filme policial americano, no retrato falado sai sempre a cara do criminoso, até o último cravo. Mas na vida real, que nada tem de filme americano, o retrato falado nunca tem o menor parentesco com a cara do cara que acaba sendo preso.

    - Atenção. Aqui está um retrato falado do homem que estamos procurando. Foi feito de acordo com a descrição de dezessete testemunhas do crime. Decorem bem a sua fisionomia. Está decorada?
    - Sim, senhor.
    - Então, procurem exatamente o contrário deste retrato. Não podem errar.
     Imagino os problemas que não deve ter o artista encarregado dos retratos falados na polícia. Um homem sensível obrigado a conviver com a imprecisão de testemunhas e as rudezas da lei.
    - O senhor mandou me chamar, delegado? 
    - Mandei, Lúcio. É sobre o seu trabalho. Os seus últimos retratos falados...
    - Eu sei, eu sei. É que estou numa fase de transição, entende? Deixei o hiper-realismo e estou experimentando com uma volta as formas orgânicas e...
    - Eu compreendo, Lúcio. Mas da última vez que usamos um retrato falado seu, a turma prendeu um orelhão. 
    O pior deve ser as testemunhas que não sabem descrever o que viram.
    - O nariz era assim, um pouco, mais ou menos como seu, inspetor.
    - E as sobrancelhas? As sobrancelhas são importantes.
    - Sobrancelhas? Não sei... como as suas, inspetor.
    - E os olhos? 
    - Os olhos claros, como os...
    - Já sei. Os meus. O queixo?
    - Parecido com o seu.
    - Inspetor, onde é que o senhor estava na noite do crime?
    - Cala a boca e desenha, Lúcio. 
    E há os indecisos.
    - Era chinês.
    - Ou era chinês ou tinha dormido mal.
    E deve haver a testemunha literária!
    - Nariz adunco, como de uma ave de rapina. A testa escondida pelos cabelos em desalinho. Pelos seus olhos, vez que outra, passava uma sombra como uma má lembrança. A boca de uma sensualidade agressiva mas ao mesmo tempo tímida, algo reticente nos cantos, com uma certa arrogância no lábio superior que o lábio inferior refutava e o queixo desmentia. Narinas vívidas, como as de um velho cavalo. Mais não posso dizer porque só o vi por dois segundos.
    Os sucintos:
    - Era o Charles Bronson com o nariz da Maria Alcina.
    - Tipo Austregésilo de Athayde, mas com bigodes mexicanos.
    - Uma miniatura de cachorro boxer, comandante da Varig e beque do Madureira.
    - Bota aí: a testa do Jaguar, o nariz do Mitterrand, a boca do porteiro do antigo Freds e o queixo da Virgínia Woolf. Uma orelha da Jaqueline Kennedy e a outra, estranhamente, do neto do Getty.
    - A Emilinha Borba de barba depois de um mal voo na ponte aérea com o Nélson Ned. E há as surpresas.
    - Bom, era um cara comum. Sei lá. Nariz reto, boca do tamanho médio, sem bigode. Ah, e um olho só, bem no meio da testa.
    O ciclope ataca outra vez! 
    Experimente você dar as características para o retrato falado de alguém.
    - Os olhos de Sandra Brea. Um pouco menos sobrancelha. O nariz de Claire Bloom de 15 anos atrás. A boca de Cláudia Cardinale. O queixo da Elizabeth Savala. Um seio de Laura Antonelli e outro da Sydne Rome. As pernas da Jane Fonda.
    - Feito. Mas quem é essa?
    - Não sei, mas se encontrarem, tragam-na para mim depressa. E vival

    (Luis Fernando Veríssimo. Retrato falado. In: PINTO, Manuel da Costa. Crônica brasileira contemporânea. São Paulo: Salamandra, 2008.)
  • Releia o seguinte trecho da crônica e analise a validade das afirmações: "Em filme policial americano, no retrato falado sai sempre a cara do criminoso, [...]" (1°§).

    I. Os termos que compõem esse trecho estão ordenados, do ponto de vista sintático, na ordem indireta.
    II. A expressão "retrato falado" desempenha a função sintática de sujeito do verbo "sair".
    lII. A virgula foi usada depois da expressão "em filme policial americano" para isolar uma informação deslocada.

    Está(ão) correta(s) a(s) afirmativa(s)
  • 7 - Q5725.   Legislação de Trânsito - Nível Médio - Agente de Trânsito - Detran PB - FUNCAB - 2013
  • De acordo com o Anexo I do Código de Trânsito Brasileiro, assinale a alternativa em que o conceito apresentado está corretamente definido.
  • 8 - Q12831.   Legislação de Trânsito - Nível Médio - Agente de Trânsito - Detran RO - IDECAN - 2014
  • Acerca das regras previstas na Lei n° 68/1992 sobre concursos públicos, analise as afirmativas.

    I. O concurso público tem validade de 2 anos e será prorrogado por períodos sucessivos, enquanto houver aprovados.

    II. As condições de realização do concurso serão fixadas em edital, publicado no Diário Oficial do Estado e divulgado pelos veículos de comunicação.

    III. Os concursos públicos serão de provas e títulos para os cargos efetivos e apenas de títulos, para as contratações precárias em razão de excepcional interesse público.

    IV. Não se abrirá novo concurso enquanto houver candidato aprovado em concurso anterior com prazo de validade não expirado.

    Estão corretas apenas as afirmativas
  • 9 - Q5703.   Português - Nível Médio - Agente de Trânsito - Detran PB - FUNCAB - 2013
  • Pedestre que bebe em excesso.
  • A opção em que a palavra SÓ está empregada em um sentido que DIFERE daquele usado na primeira frase do texto é: