Questões de Agente de Vigilância Ambiental em Saúde Grátis - Exercícios com Gabarito

Resolva Questões de Agente de Vigilância Ambiental em Saúde com Gabarito. Exercícios com Atividades Grátis Resolvidas e Comentadas. Teste seus conhecimentos com Perguntas e Respostas sobre o Assunto.

1Questão 11043. Raciocínio Lógico, Agente de Vigilância Ambiental em Saúde, SES DF, IDECAN, Ensino Fundamental, 2014

Sejam os conjuntos numéricos: A = {1, 3, 5, 7}; B = {2, 4, 6, 8}; C = {1, 2, 10, 20} e Φ (o conjunto vazio). Considerando tais informações, marque a alternativa correta.

2Questão 11042. Raciocínio Lógico, Agente de Vigilância Ambiental em Saúde, SES DF, IDECAN, Ensino Fundamental, 2014

A razão entre os nascimentos de pombas fêmeas e machos é de 1 fêmea para 3 machos. Se, num criadouro, o total de  pombas ao  final de um ano era 320  aves, das quais 1/4 das  fêmeas eram pombas brancas, qual era o número de  pombas fêmeas e brancas nesse criadouro?

3Questão 11041. Raciocínio Lógico, Agente de Vigilância Ambiental em Saúde, SES DF, IDECAN, Ensino Fundamental, 2014

Devido  ao  aumento  dos  casos  de  Leishmaniose  na  zona  rural  de  determinado  município  foram  contratados  2  pesquisadores,  a  fim  de  inspecionar  os  cachorros  em  uma  área  de  20 m²  dessa  região,  durante  9  dias.  Se  forem  contratados 3 pesquisadores para realizar a mesma  inspeção numa área de 40 m², em quantos dias o trabalho será  realizado?

4Questão 11044. Raciocínio Lógico, Agente de Vigilância Ambiental em Saúde, SES DF, IDECAN, Ensino Fundamental, 2014

Uma  colônia de bactérias é  capaz de dobrar  seu  volume  a  cada hora.  Sabendo-se que no  início do  experimento  a colônia ocupava um volume de 2 cm³,  qual será o volume após 6 horas de experimento?

5Questão 11038. Português, Agente de Vigilância Ambiental em Saúde, SES DF, IDECAN, Ensino Fundamental, 2014

Texto associado.
 De quem são os meninos de rua?

      Eu, na rua, com pressa, e o menino segurou no meu braço, falou qualquer coisa que não entendi. Fui logo dizendo que não tinha. Certa de que ele estava pedindo dinheiro. Não estava. Queria saber a hora.
      Talvez não fosse um Menino De Família, mas também não era um Menino De Rua. É assim que a gente divide. Menino De Família é aquele bem-vestido com tênis da moda e camiseta de marca, que usa relógio e a mãe dá outro se o dele for roubado por um Menino De Rua. Menino De Rua é aquele que quando a gente passa perto segura a bolsa com força porque pensa que ele é pivete, trombadinha, ladrão.
      Ouvindo essas expressões tem-se a impressão de que as coisas se passam muito naturalmente, uns nascendo De Família, outros nascendo De Rua. Como se a rua, e não uma família, não um pai e uma mãe, ou mesmo apenas uma mãe os tivesse gerado, sendo eles filhos diretos dos paralelepípedos e das calçadas, diferentes, portanto, das outras crianças, e excluídos das preocupações que temos com elas. É por isso, talvez, que, se vemos uma criança bem-vestida chorando sozinha num shopping center ou num supermercado, logo nos acercamos protetores, perguntando se está perdida, ou precisando de alguma coisa. Mas se vemos uma criança maltrapilha chorando num sinal com uma caixa de chicletes na mão,engrenamos a primeira no carro e nos afastamos pensando vagamente no seu abandono.

(COLASANTI, Marina. A casa das palavras. São Paulo: Ática, 2006. p. 40. Adaptado.)
Atentando  para  os  elementos  de  coesão  textual,  identifique  a  relação  corretamente  indicada  entre  o  termo  destacado e seu referente.

6Questão 11033. Direito Sanitário, Agente de Vigilância Ambiental em Saúde, SES DF, IDECAN, Ensino Fundamental, 2014

O processo de construção e implantação de um distrito sanitário deve ser visto como um processo social, assim como  é o SUS. Os elementos a serem trabalhados no processo de construção de um distrito sanitário são, EXCETO:

7Questão 11034. Direito Sanitário, Agente de Vigilância Ambiental em Saúde, SES DF, IDECAN, Ensino Fundamental, 2014

O art. 9º da Lei nº 8.080/90 dispõe que “a direção do Sistema Único de Saúde (SUS) é única, de acordo com o inciso I  do art. 198 da Constituição Federal, sendo exercida em cada esfera de governo, no âmbito da União pelo Ministério  da Saúde, no âmbito dos Estados e do Distrito Federal pela respectiva Secretaria de Saúde ou órgão equivalente e no  âmbito municipal pela  respectiva  Secretaria de Saúde ou órgão equivalente”. Assinale a alternativa que apresenta  uma competência da Secretaria Municipal de Saúde.

8Questão 11039. Português, Agente de Vigilância Ambiental em Saúde, SES DF, IDECAN, Ensino Fundamental, 2014

Texto associado.
 De quem são os meninos de rua?

      Eu, na rua, com pressa, e o menino segurou no meu braço, falou qualquer coisa que não entendi. Fui logo dizendo que não tinha. Certa de que ele estava pedindo dinheiro. Não estava. Queria saber a hora.
      Talvez não fosse um Menino De Família, mas também não era um Menino De Rua. É assim que a gente divide. Menino De Família é aquele bem-vestido com tênis da moda e camiseta de marca, que usa relógio e a mãe dá outro se o dele for roubado por um Menino De Rua. Menino De Rua é aquele que quando a gente passa perto segura a bolsa com força porque pensa que ele é pivete, trombadinha, ladrão.
      Ouvindo essas expressões tem-se a impressão de que as coisas se passam muito naturalmente, uns nascendo De Família, outros nascendo De Rua. Como se a rua, e não uma família, não um pai e uma mãe, ou mesmo apenas uma mãe os tivesse gerado, sendo eles filhos diretos dos paralelepípedos e das calçadas, diferentes, portanto, das outras crianças, e excluídos das preocupações que temos com elas. É por isso, talvez, que, se vemos uma criança bem-vestida chorando sozinha num shopping center ou num supermercado, logo nos acercamos protetores, perguntando se está perdida, ou precisando de alguma coisa. Mas se vemos uma criança maltrapilha chorando num sinal com uma caixa de chicletes na mão,engrenamos a primeira no carro e nos afastamos pensando vagamente no seu abandono.

(COLASANTI, Marina. A casa das palavras. São Paulo: Ática, 2006. p. 40. Adaptado.)
Em  “Ouvindo  essas  expressões  tem-se  a  impressão de  que  as  coisas  se  passam muito  naturalmente,  [...]”  (3º§),  considerando o contexto, pode-se depreender, a partir da expressão destacada, que

9Questão 11032. Direito Sanitário, Agente de Vigilância Ambiental em Saúde, SES DF, IDECAN, Ensino Fundamental, 2014

O Sistema Nacional de Notificações para Vigilância Sanitária é um sistema informatizado para receber notificações de  eventos adversos e queixas técnicas relacionadas a produtos sob vigilância sanitária. Assinale o produto que NÃO se  encontra sob a responsabilidade da vigilância sanitária. 

10Questão 11037. Português, Agente de Vigilância Ambiental em Saúde, SES DF, IDECAN, Ensino Fundamental, 2014

Texto associado.
 De quem são os meninos de rua?

      Eu, na rua, com pressa, e o menino segurou no meu braço, falou qualquer coisa que não entendi. Fui logo dizendo que não tinha. Certa de que ele estava pedindo dinheiro. Não estava. Queria saber a hora.
      Talvez não fosse um Menino De Família, mas também não era um Menino De Rua. É assim que a gente divide. Menino De Família é aquele bem-vestido com tênis da moda e camiseta de marca, que usa relógio e a mãe dá outro se o dele for roubado por um Menino De Rua. Menino De Rua é aquele que quando a gente passa perto segura a bolsa com força porque pensa que ele é pivete, trombadinha, ladrão.
      Ouvindo essas expressões tem-se a impressão de que as coisas se passam muito naturalmente, uns nascendo De Família, outros nascendo De Rua. Como se a rua, e não uma família, não um pai e uma mãe, ou mesmo apenas uma mãe os tivesse gerado, sendo eles filhos diretos dos paralelepípedos e das calçadas, diferentes, portanto, das outras crianças, e excluídos das preocupações que temos com elas. É por isso, talvez, que, se vemos uma criança bem-vestida chorando sozinha num shopping center ou num supermercado, logo nos acercamos protetores, perguntando se está perdida, ou precisando de alguma coisa. Mas se vemos uma criança maltrapilha chorando num sinal com uma caixa de chicletes na mão,engrenamos a primeira no carro e nos afastamos pensando vagamente no seu abandono.

(COLASANTI, Marina. A casa das palavras. São Paulo: Ática, 2006. p. 40. Adaptado.)
O 1º§ do texto evidencia a descoberta do que realmente o menino havia dito ao segurar o braço da autora. É possível  inferir que, diante de tal descoberta, a autora