Questões de Concursos - Analista de Desenvolvimento Agrário - Exercícios com Gabarito

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Na hipótese de a Administração Pública constatar que editou um ato administrativo com vício que o torna ilegal, ela deverá
Diversos fatores levaram à formulação do conceito de responsabilidade social, em um contexto de globalização e das mudanças das empresas que condicionaram preocupações dos cidadãos, dos consumidores, das autoridades públicas e dos investidores. O Assistente Social, ao trabalhar com programas voltados à responsabilidade social, estimula
O Assistente Social, na sua prática profissional cotidiana, depara-se com inúmeros casos de conflitos entre cônjuges, de separação conjugal, de divórcio e tantas outras situações que necessitam de acesso à justiça. Nos casos em que os envolvidos não possuem meios financeiros para pagamento dos serviços, o profissional deverá orientá-los a procurar a(o)
No desenvolvimento das políticas implantadas pelo serviço social em face às mudanças na produção, organização e gestão do trabalho, os assistentes sociais responsabilizam-se pela concretização de projetos cujas principais metas são
O capitalismo contemporâneo globalizado apoia-se no processo de reestruturação produtiva do qual resultam diferentes formas de organização e gestão do trabalho. Decorrem daí os seguintes processos no mundo do trabalho:
As profissões se constroem a partir das necessidades humanas e sociais, desenvolvem-se e são reconhecidas à medida que atendam demandas concretas da sociedade e mediem soluções de diversos conflitos. Nesse sentido, a prática do Assistente Social está firmada sobre
Ao nos referirmos à agenda de trabalho dos assistentes sociais no contexto dos assentamentos humanos e do meio ambiente, estamos tratando basicamente de processos de planejamento que focalizem a(o)
Texto associado.
                               O equilibrista bêbado

      Girar pratos constitui um tradicional ato circense, no qual um malabarista mantém um grande número de pratos girando sobre varetas. Frequentemente, o ato é combinado com acrobacias e sequências humorísticas. Girar pratos é também uma conhecida metáfora para o trabalho gerencial. Muitos executivos, quando interrogados sobre sua rotina, respondem com a frase: “continuo tentando manter os pratos no ar”.
      Colin Price, diretor da consultoria McKinsey & Company, em Londres, fez eco ao senso comum: publicou, há alguns meses, um artigo na revista da empresa, sugerindo que liderança se tornou, de fato, a arte de girar pratos. O consultor refere-se aos paradoxos característicos da vida nas organizações e à necessidade de os executivos buscarem posições de equilíbrio, nem sempre triviais.
      Sua principal premissa é que a forma racional para buscar melhores resultados nas organizações, com foco em questões financeiras e operacionais, com metas, pode não ser a maneira mais eficaz. Não deixa de parecer irônico, dado sua empresa ter construído um impressionante portfólio de clientes com a venda justamente desse tipo de abordagem. Price parece ter descoberto que, embora gostemos de ver as empresas como manifestações da racionalidade, a realidade frequentemente nos mostra que ações e decisões corporativas são comumente marcadas pela imprevisibilidade e pela excentricidade do comportamento humano.
      A sugestão de Price é abraçar a condição paradoxal da vida corporativa e buscar situações de equilíbrio. Assim como os malabaristas tentam manter seus pratos no ar, os executivos devem tentar direcionar esforços para incentivar os comportamentos capazes de alinhar as organizações com as suas maiores prioridades.
      O consultor identifica grandes paradoxos da vida corporativa. Dois deles merecem destaque. O primeiro envolve mudanças e estabilidade. Toda empresa que deseja sobreviver precisa manter-se no passo de mudança de seu ambiente. Frequentemente, isso implica realizar alterações na estratégia, reformar estruturas, renovar quadros e acelerar o desenvolvimento e o lançamento de produtos. No entanto, o excesso de mudanças causa estresse e gera resistência. Mais sensato é procurar o equilíbrio entre mudança e estabilidade, com respeito aos limites das pessoas e dos processos.
      O segundo paradoxo envolve controle e autonomia. Toda organização necessita de normas e processos. Algumas empresas, entretanto, por incapacidade gerencial, operam em um vácuo de regras. Tornam-se erráticas e caóticas, tomando decisões ao sabor do momento. Por outro lado, o excesso de controle condena os funcionários à condição de meros executores. Como as bandas de jazz, as empresas precisam de regras básicas para operar, de forma que cada profissional possa, no momento correto, improvisar e criar.
      A mensagem de Price tem méritos. De fato, para enfrentar os desafios do dia a dia, os executivos devem reconhecer que sua atividade é permeada por contradições. Infelizmente, muitos parecem agir como equilibristas bêbados. Sobra-lhes desinibição e falta-lhes consciência. Se trabalhassem “sóbrios”, talvez fossem capazes de reconhecer a real natureza de sua tarefa e manter todos os pratos no ar.
   
                                                  (Thomaz Wood Jr., www.cartacapital.com.br, 07.07.2013. Adaptado)
De acordo com o autor, a opinião de Colin Price acerca da relação entre liderança e a arte de girar pratos parece irônica, porque o consultor descreve o meio empresarial como
Entendemos o serviço social como uma totalidade histórica inserida no movimento real de uma determinada formação social que exerce influência para transformações qualitativas das totalidades concretas em que está inserido. (CARDOSO, 2007).

Esse entendimento evidencia a perspectiva
Contemporaneamente, o profissional do serviço social necessita conhecer as demandas dos cidadãos, para realização de seu trabalho. O protagonismo profissional depende de uma competência técnico-metodológica para a leitura da realidade, obtida por meio da(o)