Questões de Concursos Analista Previdenciário Arquivologia

Resolva Questões de Concursos Analista Previdenciário Arquivologia Grátis. Exercícios com Perguntas e Respostas. Provas Online com Gabarito.

  • 1 - Questão 48381 - Português - Nível Superior - Analista Previdenciário Arquivologia - MANAUSPREV - FCC - 2015
  •             Em 1936, Tomie Ohtake desembarcou no Brasil, vinda de Kyoto, no Japão. E quase 20 anos depois começou a pintar. Nos anos 70, teve um dos momentos mais prestigiosos de sua carreira, quando expôs suas gravuras na Bienal de Veneza de 1972, dividindo as paredes com artistas de renome. Segundo a análise de Miguel Chaia, “usufruir uma obra de Tomie Ohtake propicia uma dupla experiência - incita a reflexão, num movimento primordial de subjetivação, e estimula os sentidos, em direção às coisas externas do universo. Mais interessante ainda é que as obras desta artista antecipam, pela intuição artística, imagens do espaço cósmico obtidas por instrumentos de observação de alta tecnologia, como, por exemplo, o telescópio Hubble. A poética de recriação do cosmo pela artista, que para a sua elaboração prescinde da intencionalidade, e a crescente utilização de recursos tecnológicos para fotografar ou ilustrar pontos do universo formam um instigante material para aprofundar questões referentes à sincronicidade entre arte e ciência". 

    (Adaptado de: MESTIERI, Gabriel. Disponível em: entretenimento.uol.com.br e CHAIA, Miguel. Disponível em: institutotomieohtake.org.br)
     
    A poética de recriação do cosmo pela artista, que para a sua elaboração prescinde da intencionalidade... 

    O verbo que, no contexto, possui o mesmo tipo de complemento que o sublinhado acima está empregado em:
  • 2 - Questão 48389 - Raciocínio Lógico - Nível Superior - Analista Previdenciário Arquivologia - MANAUSPREV - FCC - 2015
  • Um atleta sobe uma rampa sempre em exatos 3 minutos e 28 segundos. Esse atleta desce essa rampa sempre em exatos 2 minutos e 43 segundos. Em um dia, esse atleta subiu a rampa 5 vezes e a desceu 4 vezes. A diferença entre o tempo total gasto com as 5 subidas e o tempo total gasto com as 4 descidas é de
  • 3 - Questão 48359 - Arquivologia - Nível Superior - Analista Previdenciário Arquivologia - MANAUSPREV - FCC - 2015
  • Atenção: Para responder à questão, observe o Decreto de 23 de janeiro de 2014, cujas partes vêm identificadas, para efeitos de análise diplomática, por algarismos romanos. 

    I O PREFEITO DE MANAUS, no exercício da competência que lhe confere o inc. XI do art. 80 da Lei Orgânica do Município de Manaus, 
    II CONSIDERANDO o que consta no Processo n° 2013/78158/14526/00302, 
    III RESOLVE nomear, a contar de 25-01-2014, com base no art. 11, inc. II, da Lei n° 1.118, de 1° -09-1971 (Estatuto dos Servidores Públicos do Município de Manaus), o servidor JOSÉ SILVA E SANTOS para exercer o cargo de Chefe Auxiliar, simbologia MPREV-1, integrante da estrutura organizacional da MANAUS PREVIDÊNCIA-MANAUSPREV, objeto da Lei n° 1.803, de 29-11-2013. 
    IV Manaus, 23 de janeiro de 2014. 

        Arthur Virgílio do Carmo Ribeiro Neto 
        Prefeito de Manaus 
        Lourenço dos Santos Pereira Braga 
        Secretário Municipal Chefe da Casa Civil 

    A parte III é constituída
  • 4 - Questão 48354 - Arquivologia - Nível Superior - Analista Previdenciário Arquivologia - MANAUSPREV - FCC - 2015
  • Ao discorrer sobre os documentos públicos ao longo de seu ciclo vital, o renomado arquivista norte-americano Schellenberg estabelece uma distinção entre valores probatórios e informativos. Segundo o autor,
  • 5 - Questão 48376 - Português - Nível Superior - Analista Previdenciário Arquivologia - MANAUSPREV - FCC - 2015
  •             Outro dia, numa mesa de bar, hesitante e assustado, me dei conta de que eu não sabia a minha idade. Como pode, a esta altura do campeonato - qual altura exatamente? - a pessoa ignorar quantos anos tem? 
                Quando você é criança, a idade é um negócio fundamental. É o dado mais importante depois do seu nome. Lembro que, na época, eu achava de uma obviedade tacanha esse “vou fazer", mas hoje entendo: o desejo de crescer é parte fundamental do software com que viemos ao mundo. Seis, vou fazer sete, é menos uma constatação óbvia do que uma saudável aspiração. 
                Dos 20 aos 30 anos, avança-se lentamente, com sentimentos contraditórios. A escola foi há séculos, mas ser adulto ainda é estranho. A resposta sincera a quantos anos você tem, nessa fase, seria: “26, queria fazer 25", “25, queria fazer 24", até chegar a 20 - acho que ninguém, a não ser dopado por doses cavalares de nostalgia e amnésia, gostaria de ir além, ou melhor, aquém, e voltar à adolescência. 
                Trinta anos é uma idade marcante. Agora é inegável que você ficou adulto. Mas aí você faz 35 e entra numa zona cinzenta (ou grisalha?) em que idade não significa mais muita coisa. A impressão que eu tenho, a esta altura do campeonato - qual altura, exatamente? - é que todo mundo tem a minha idade. Não sendo púbere nem gagá, estão todos no mesmo barco, uns com mais dor nas costas, mas no mesmo barco, trabalhando, casando, separando e resmungando nas redes sociais. Deve ser por isso que, sem perceber, parei de contar


                                                              (Adaptado de: PRATA, Antonio. Folha de S. Paulo, 01/02/2015)

    A repetição, na crônica, da pergunta qual altura, exatamente? reitera a ideia do autor de que, a partir de dado momento,
  • 6 - Questão 48393 - Matemática - Nível Superior - Analista Previdenciário Arquivologia - MANAUSPREV - FCC - 2015
  • Excetuando-se o 1, sabe-se que o menor divisor positivo de cada um de três números naturais diferentes são, respectivamente, 7; 3 e 11. Excetuando-se o próprio número, sabe-se que o maior divisor de cada um dos três números naturais já citados são, respectivamente, 11; 17 e 13. A soma desses três números naturais é igual a
  • 7 - Questão 48353 - Arquivologia - Nível Superior - Analista Previdenciário Arquivologia - MANAUSPREV - FCC - 2015
  • Atenção: No arquivo corrente de uma instituição destinada a cuidar da previdência social de servidores públicos, cada segurado (pensionista ou aposentado) tem uma pasta com o registro de seu nome e do bairro em que vive. Para responder à questão, considere a relação de segurados abaixo. 

    1. João Evangelista de Souza, pensionista, Lago Azul. 
    2. Carlos Augusto Silva e Sousa, aposentado, Centro. 
    3. Maria Aparecida Silva Soares, pensionista, São Lázaro. 
    4. Carlos Eduardo Silveira, pensionista, São José Operário. 
    5. João Carlos Soares Silva, aposentado, Lírio do Vale. 
    6. Mário Soares do Vale, aposentado, Lago Azul.
    7. Maria da Conceição de Sena, pensionista, São Lázaro. 
    8. José de Sousa Silva, aposentado, Centro. 
    9. Pedro de Moura e Silva, pensionista, São José Operário. 
    10. Aparecida da Silveira, aposentada, Lírio do Vale. 

    Se divididas em dois blocos − de aposentados e pensionistas − e, dentro de cada um deles, ordenadas alfabeticamente pelos nomes dos bairros, as pastas dos segurados, obedecendo ao mesmo critério, ficariam assim distribuídas:
  • 9 - Questão 48351 - Arquivologia - Nível Superior - Analista Previdenciário Arquivologia - MANAUSPREV - FCC - 2015
  • Atenção: No arquivo corrente de uma instituição destinada a cuidar da previdência social de servidores públicos, cada segurado (pensionista ou aposentado) tem uma pasta com o registro de seu nome e do bairro em que vive. Para responder à questão, considere a relação de segurados abaixo. 

     1. João Evangelista de Souza, pensionista, Lago Azul.
    2. Carlos Augusto Silva e Sousa, aposentado, Centro.
    3. Maria Aparecida Silva Soares, pensionista, São Lázaro.
    4. Carlos Eduardo Silveira, pensionista, São José Operário.
    5. João Carlos Soares Silva, aposentado, Lírio do Vale.
    6. Mário Soares do Vale, aposentado, Lago Azul.
    7. Maria da Conceição de Sena, pensionista, São Lázaro.
    8. José de Sousa Silva, aposentado, Centro.
    9. Pedro de Moura e Silva, pensionista, São José Operário.
    10. Aparecida da Silveira, aposentada, Lírio do Vale. 

    Se dispostas alfabeticamente por bairros e, dentro de cada um deles, por segurados, as pastas ficariam assim distribuídas:
  • 10 - Questão 48377 - Português - Nível Superior - Analista Previdenciário Arquivologia - MANAUSPREV - FCC - 2015
  •             Outro dia, numa mesa de bar, hesitante e assustado, me dei conta de que eu não sabia a minha idade. Como pode, a esta altura do campeonato - qual altura exatamente? - a pessoa ignorar quantos anos tem? 
                Quando você é criança, a idade é um negócio fundamental. É o dado mais importante depois do seu nome. Lembro que, na época, eu achava de uma obviedade tacanha esse “vou fazer", mas hoje entendo: o desejo de crescer é parte fundamental do software com que viemos ao mundo. Seis, vou fazer sete, é menos uma constatação óbvia do que uma saudável aspiração. 
                Dos 20 aos 30 anos, avança-se lentamente, com sentimentos contraditórios. A escola foi há séculos, mas ser adulto ainda é estranho. A resposta sincera a quantos anos você tem, nessa fase, seria: “26, queria fazer 25", “25, queria fazer 24", até chegar a 20 - acho que ninguém, a não ser dopado por doses cavalares de nostalgia e amnésia, gostaria de ir além, ou melhor, aquém, e voltar à adolescência. 
                Trinta anos é uma idade marcante. Agora é inegável que você ficou adulto. Mas aí você faz 35 e entra numa zona cinzenta (ou grisalha?) em que idade não significa mais muita coisa. A impressão que eu tenho, a esta altura do campeonato - qual altura, exatamente? - é que todo mundo tem a minha idade. Não sendo púbere nem gagá, estão todos no mesmo barco, uns com mais dor nas costas, mas no mesmo barco, trabalhando, casando, separando e resmungando nas redes sociais. Deve ser por isso que, sem perceber, parei de contar


                                                              (Adaptado de: PRATA, Antonio. Folha de S. Paulo, 01/02/2015)

    Mantendo-se a correção e o sentido, sem que nenhuma outra modificação seja feita na frase, substitui-se corretamente