Questões de Concursos Assistente de Atendimento

Resolva Questões de Concursos Assistente de Atendimento Grátis. Exercícios com Perguntas e Respostas. Provas Online com Gabarito.

  • 1 - Questão 4191.   Direitos Humanos - Noções de Cidadania - Nível Médio - Assistente de Atendimento - Expresso Cidadão PE - UPENET - 2011
  • Sobre a postura do servidor público, considere as seguintes proposições:

    I. A dignidade, o decoro, o zelo, a eficácia e a consciência dos princípios morais são primados maiores que devem
    nortear o servidor público, seja no exercício do cargo ou função ou fora dele.
    II. A conduta do servidor deve-se limitar à distinção entre o bem e o mal, devendo ter consciência de que o fim nem
    sempre é o bem comum, mas, a harmonia dos trabalhadores do serviço público.
    III. Toda pessoa tem direito à verdade. O servidor público, entretanto, poderá omiti-la ou falseá-la para garantir a
    estabilidade na administração pública.
    IV. O trabalho desenvolvido pelo servidor público perante a comunidade deve ser entendido como acréscimo ao seu
    próprio bem-estar, já que, como cidadão integrante da sociedade, o êxito desse trabalho pode ser considerado
    como seu maior patrimônio.

    Estão CORRETAS
  • 2 - Questão 4214.   Português - Nível Médio - Assistente de Atendimento - Expresso Cidadão PE - UPENET - 2011
  • Considere as seguintes construções:

    I. Segue, em anexo, várias requisições solicitados pela loja.
    II. Por favor, mais dinheiro e menas cobrança!
    III. Ela mesmo teve dignidade suficiente para reconhecer o erro.

    Houve inadequação de concordância
  • 3 - Questão 4204.   Português - Nível Médio - Assistente de Atendimento - Expresso Cidadão PE - UPENET - 2011
  • NINGUÉM

       A rua estava fria. Era sábado ao anoitecer, mas eu estava chegando e não saindo. Passei no bar e comprei
    um maço de cigarros. Vinte cigarros. Eram os vinte amigos que iam passar a noite comigo.

       A porta se fechou como uma despedida para a rua. Mas a porta sempre se fechava assim. Ela se fechou com
    um som abafado e rouco. Mas era sempre assim que ela se fechava. Um som que parecia o adeus de um condenado.
    Mas a porta simplesmente se fechara e ela sempre fechava assim. Todos os dias ela se fechava assim.

       Acender o fogo, esquentar o arroz, fritar o ovo. A gordura estala e espirra, ferindo minhas mãos. A comida
    estava boa. Estava realmente boa, embora tenha ficado quase a metade no prato. Havia uma casquinha de ovo e pensei
    em pedir-me desculpas por isso. Sorri com esse pensamento. Acho que sorri. Devo ter sorrido. Era só uma casquinha.

       Busquei no silêncio da copa algum inseto, mas eles já haviam todos adormecidos para a manhã de domingo.
    Então eu falei em voz alta. Precisava ouvir alguma coisa e falei em voz alta. Foi só uma frase banal. Se houvesse
    alguém perto, diria que eu estava ficando doido. Eu podia dizer o que quisesse. Não havia ninguém para me ouvir. Eu
    podia rolar no chão, ficar nu, arrancar os cabelos, gemer, chorar, soluçar, perder a fala, não havia ninguém. Eu podia
    até morrer.

       De manhã, o padeiro me perguntou se estava tudo bom. Eu sorri e disse que estava. Na rua, o vizinho me
    perguntou se estava tudo certo. Eu disse que sim e sorri. Também meu patrão me perguntou e eu sorrindo disse que
    sim. Veio a tarde e meu primo me perguntou se estava tudo em paz e eu sorri dizendo que estava. Depois, sorri e disse
    que sim, estava tudo azul.

    Vilela, Luiz. Tremor de Terra, 4ª. ed., São Paulo, Ed. Ática, 1977. p. 93.
  • O padeiro, o vizinho, o patrão e o primo saudaram a personagem principal
  • 6 - Questão 4218.   Português - Nível Médio - Assistente de Atendimento - Expresso Cidadão PE - UPENET - 2011
  • Observe as seguintes construções:

    I. Às cinco horas, fui à igreja e assisti ao sermão do padre.
    II. Carlos passou o dia à pensar se iria ou não viajar.
    III. Beijo à beijo, assim começava nossa história.
    IV. Refiro-me à que chegou agora.
    V. Aludiu à sua participação.

    Apresenta(m) ERRO quanto à omissão ou presença do sinal indicativo da crase
  • 7 - Questão 4210.   Português - Nível Médio - Assistente de Atendimento - Expresso Cidadão PE - UPENET - 2011
  • NINGUÉM

       A rua estava fria. Era sábado ao anoitecer, mas eu estava chegando e não saindo. Passei no bar e comprei
    um maço de cigarros. Vinte cigarros. Eram os vinte amigos que iam passar a noite comigo.

       A porta se fechou como uma despedida para a rua. Mas a porta sempre se fechava assim. Ela se fechou com
    um som abafado e rouco. Mas era sempre assim que ela se fechava. Um som que parecia o adeus de um condenado.
    Mas a porta simplesmente se fechara e ela sempre fechava assim. Todos os dias ela se fechava assim.

       Acender o fogo, esquentar o arroz, fritar o ovo. A gordura estala e espirra, ferindo minhas mãos. A comida
    estava boa. Estava realmente boa, embora tenha ficado quase a metade no prato. Havia uma casquinha de ovo e pensei
    em pedir-me desculpas por isso. Sorri com esse pensamento. Acho que sorri. Devo ter sorrido. Era só uma casquinha.

       Busquei no silêncio da copa algum inseto, mas eles já haviam todos adormecidos para a manhã de domingo.
    Então eu falei em voz alta. Precisava ouvir alguma coisa e falei em voz alta. Foi só uma frase banal. Se houvesse
    alguém perto, diria que eu estava ficando doido. Eu podia dizer o que quisesse. Não havia ninguém para me ouvir. Eu
    podia rolar no chão, ficar nu, arrancar os cabelos, gemer, chorar, soluçar, perder a fala, não havia ninguém. Eu podia
    até morrer.

       De manhã, o padeiro me perguntou se estava tudo bom. Eu sorri e disse que estava. Na rua, o vizinho me
    perguntou se estava tudo certo. Eu disse que sim e sorri. Também meu patrão me perguntou e eu sorrindo disse que
    sim. Veio a tarde e meu primo me perguntou se estava tudo em paz e eu sorri dizendo que estava. Depois, sorri e disse
    que sim, estava tudo azul.

    Vilela, Luiz. Tremor de Terra, 4ª. ed., São Paulo, Ed. Ática, 1977. p. 93.
  • “Nesta sala, alguns alunos preferem Caetano Veloso; outros, Luan Santana”. A propósito da pontuação no período, pode-se dizer que
  • 8 - Questão 4206.   Português - Nível Médio - Assistente de Atendimento - Expresso Cidadão PE - UPENET - 2011
  • NINGUÉM

       A rua estava fria. Era sábado ao anoitecer, mas eu estava chegando e não saindo. Passei no bar e comprei
    um maço de cigarros. Vinte cigarros. Eram os vinte amigos que iam passar a noite comigo.

       A porta se fechou como uma despedida para a rua. Mas a porta sempre se fechava assim. Ela se fechou com
    um som abafado e rouco. Mas era sempre assim que ela se fechava. Um som que parecia o adeus de um condenado.
    Mas a porta simplesmente se fechara e ela sempre fechava assim. Todos os dias ela se fechava assim.

       Acender o fogo, esquentar o arroz, fritar o ovo. A gordura estala e espirra, ferindo minhas mãos. A comida
    estava boa. Estava realmente boa, embora tenha ficado quase a metade no prato. Havia uma casquinha de ovo e pensei
    em pedir-me desculpas por isso. Sorri com esse pensamento. Acho que sorri. Devo ter sorrido. Era só uma casquinha.

       Busquei no silêncio da copa algum inseto, mas eles já haviam todos adormecidos para a manhã de domingo.
    Então eu falei em voz alta. Precisava ouvir alguma coisa e falei em voz alta. Foi só uma frase banal. Se houvesse
    alguém perto, diria que eu estava ficando doido. Eu podia dizer o que quisesse. Não havia ninguém para me ouvir. Eu
    podia rolar no chão, ficar nu, arrancar os cabelos, gemer, chorar, soluçar, perder a fala, não havia ninguém. Eu podia
    até morrer.

       De manhã, o padeiro me perguntou se estava tudo bom. Eu sorri e disse que estava. Na rua, o vizinho me
    perguntou se estava tudo certo. Eu disse que sim e sorri. Também meu patrão me perguntou e eu sorrindo disse que
    sim. Veio a tarde e meu primo me perguntou se estava tudo em paz e eu sorri dizendo que estava. Depois, sorri e disse
    que sim, estava tudo azul.

    Vilela, Luiz. Tremor de Terra, 4ª. ed., São Paulo, Ed. Ática, 1977. p. 93.
  • O último parágrafo apresenta uma personagem principal de comportamento
  • 9 - Questão 4188.   Direitos Humanos - Noções de Cidadania - Nível Médio - Assistente de Atendimento - Expresso Cidadão PE - UPENET - 2011
  • Sobre a moralidade administrativa, analise as proposições abaixo:

    I. O administrador público deve ter um Código de Conduta, de linguagem simples e acessível, que norteie seu
    comportamento, enquanto permanecer no cargo, e o proteja de acusações infundadas.
    II. A moralidade administrativa constitui-se, atualmente, de pressuposto de validade de todo ato da administração
    pública.
    III. A moral administrativa é imposta ao agente público para sua conduta, segundo as exigências da instituição a que
    serve, e a finalidade de sua ação: o bem comum.
    IV. Ao atuar, o administrador público não pode desprezar o elemento ético de sua conduta.

    Estão CORRETAS
  • 10 - Questão 4197.   Raciocínio Lógico - Nível Médio - Assistente de Atendimento - Expresso Cidadão PE - UPENET - 2011
  • A caixa d’água de um edifício foi revitalizada, e o engenheiro solicitou ao síndico que trocasse as bombas, pois as atuais estão obsoletas. As bombas compradas pelo síndico enchem o reservatório muito mais rápido e com baixo consumo de energia. Sabe-se que uma delas enche a caixa de água sozinha em 4 horas e a outra, sozinha em 8 horas. Um porteiro por displicência liga as duas simultaneamente para encher essa caixa de água. Estando a caixa d’água vazia, assinale o tempo, em minutos, gasto para que as duas encham o reservatório.