Questões de Concursos Assistente de Atendimento

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  • 3 - Questão 4218 - Português - Nível Médio - Assistente de Atendimento - Expresso Cidadão PE - UPENET - 2011
  • Observe as seguintes construções:

    I. Às cinco horas, fui à igreja e assisti ao sermão do padre.
    II. Carlos passou o dia à pensar se iria ou não viajar.
    III. Beijo à beijo, assim começava nossa história.
    IV. Refiro-me à que chegou agora.
    V. Aludiu à sua participação.

    Apresenta(m) ERRO quanto à omissão ou presença do sinal indicativo da crase
  • 5 - Questão 4216 - Português - Nível Médio - Assistente de Atendimento - Expresso Cidadão PE - UPENET - 2011
  • “Sei que ainda há muitos desabrigados”. A seguir, apresentam-se reconstruções da frase, ora com o verbo haver, ora
    com o verbo existir.

    I. Sei que ainda deverão haver muitos desabrigados.
    II. Sei que ainda existirão muitos desabrigados.
    III. Sei que ainda podem existir muitos desabrigados.
    IV. Sei que ainda vai haver muitos desabrigados.

    Somente estão CORRETAS
  • 8 - Questão 4213 - Português - Nível Médio - Assistente de Atendimento - Expresso Cidadão PE - UPENET - 2011
  • 12. Assinale a alternativa cujo emprego da vírgula apresenta a mesma justificativa do exemplo abaixo:

    “Apenas seis alunos obtiveram boas notas, aliás, sete.”
  • 9 - Questão 4212 - Português - Nível Médio - Assistente de Atendimento - Expresso Cidadão PE - UPENET - 2011
  • No mural do Posto médico, havia o seguinte aviso:

    “A visita ao posto de saúde será realizada dia 05 de setembro às 14h. Será assistida uma seção e também será visitada
    as salas de atendimento ao público. Informe-se com o diretor.”

    O texto apresenta problemas de organização, de língua e de grafia. Em que alternativa o texto foi reescrito
    CORRETAMENTE?
  • 10 - Questão 4211 - Português - Nível Médio - Assistente de Atendimento - Expresso Cidadão PE - UPENET - 2011
  • NINGUÉM

       A rua estava fria. Era sábado ao anoitecer, mas eu estava chegando e não saindo. Passei no bar e comprei
    um maço de cigarros. Vinte cigarros. Eram os vinte amigos que iam passar a noite comigo.

       A porta se fechou como uma despedida para a rua. Mas a porta sempre se fechava assim. Ela se fechou com
    um som abafado e rouco. Mas era sempre assim que ela se fechava. Um som que parecia o adeus de um condenado.
    Mas a porta simplesmente se fechara e ela sempre fechava assim. Todos os dias ela se fechava assim.

       Acender o fogo, esquentar o arroz, fritar o ovo. A gordura estala e espirra, ferindo minhas mãos. A comida
    estava boa. Estava realmente boa, embora tenha ficado quase a metade no prato. Havia uma casquinha de ovo e pensei
    em pedir-me desculpas por isso. Sorri com esse pensamento. Acho que sorri. Devo ter sorrido. Era só uma casquinha.

       Busquei no silêncio da copa algum inseto, mas eles já haviam todos adormecidos para a manhã de domingo.
    Então eu falei em voz alta. Precisava ouvir alguma coisa e falei em voz alta. Foi só uma frase banal. Se houvesse
    alguém perto, diria que eu estava ficando doido. Eu podia dizer o que quisesse. Não havia ninguém para me ouvir. Eu
    podia rolar no chão, ficar nu, arrancar os cabelos, gemer, chorar, soluçar, perder a fala, não havia ninguém. Eu podia
    até morrer.

       De manhã, o padeiro me perguntou se estava tudo bom. Eu sorri e disse que estava. Na rua, o vizinho me
    perguntou se estava tudo certo. Eu disse que sim e sorri. Também meu patrão me perguntou e eu sorrindo disse que
    sim. Veio a tarde e meu primo me perguntou se estava tudo em paz e eu sorri dizendo que estava. Depois, sorri e disse
    que sim, estava tudo azul.

    Vilela, Luiz. Tremor de Terra, 4ª. ed., São Paulo, Ed. Ática, 1977. p. 93.
  • “Podem gritar-me: estou extremamente calmo.” Os dois-pontos (:) do período poderiam ser substituídos por vírgula, explicitando-se o nexo entre as duas orações pela conjunção