Questões de Concursos Assistente de Gestão

Resolva Questões de Concursos Assistente de Gestão Grátis. Exercícios com Perguntas e Respostas. Provas Online com Gabarito.

  • 1 - Q15926.   Administração - Nível Médio - Assistente de Gestão - CELG GT GO - CS-UFG - 2014
  • Segundo o modelo do grupo de interesse, a responsabilidade social de uma organização deve estar voltada tanto para os acionistas como para os diversos grupos relacionados à organização. Os grupos são classifica­dos em duas categorias: grupos de interesses primári­os e grupos de interesses secundários. Um elemento pertencente ao grupo de interesses secundários é:
  • 2 - Q15913.   Português - Nível Médio - Assistente de Gestão - CELG GT GO - CS-UFG - 2014
  • AULA DE AUTOESTIMA

         Brasileiro é um ser tão otimista e de bem com a vida que, em pesquisas, é apontado como um dos povos mais felizes do mun­do. Falácia. De perto ninguém é normal, já disse nosso tradutor da simbiose cultural nacional. Em outras palavras, pega mal declarar-se infeliz. É cafona não enxergar uma maravilha no espelho tendo nas­cido nessa terra de sol, samba e ... bem, deixa o futebol pra lá.
         A verdade, também comprovada em pesquisas, é que boa parte da população mundial (mais notadamente os mais pobres) so­fre de ausência crônica de autoestima. Conceito bastante difícil de defender num país que mistura a referência psicológica de autoesti­ma com a baboseira de autoajuda amontoada nas prateleiras das li­vrarias.
         Autoestima é a avaliação que cada um faz sobre si mesmo, ainda que não tenha consciência disso. É esse valor que gera em nós a capacidade de resistência e regeneração. Quando a autoestima é baixa, a força para enfrentar os problemas do cotidiano também di­minui. Quem não gosta de si não cresce emocionalmente e fica por aí perambulando como um ser dependente e muito mais vulnerável a influências negativas do que positivas, um ser que não consegue gerar amor por não se sentir digno de ser amado. Na prática, esse in­ divíduo é aquele que:
         - maltrata os filhos para sentir-se de alguma maneira poderoso, ou provê aquilo de que a família necessita, mas jamais demonstra qual­quer tipo de emoção amorosa por medo da rejeição;
         - vota sem pensar, arrastado por qualquer promessa vã;
         - não se qualifica por medo de enfrentar o fracasso de não conseguir aprender, ou aprende mas não chega a competir por uma vaga de emprego ou por uma promoção por sentir-se inadequado diante dos demais;
         - aceita a violência doméstica, seja ela física ou psicológica, por sentir-se diminuído diante do agressor.
         Para essas pessoas, o mundo é um lugar assustador e seu comportamento tem impacto direto na geração de riqueza de um país. Importantes centros de pesquisa e fomento a projetos de quali­ficação de mão de obra na América Latina, como o Banco Interamericano de Desenvolvimento, o BID, já identificaram a necessidade de associar o ensino de qualquer habilidade a cursos de elevação da autoestima.
         Há anos estudo o tema de maneira séria e só utilizo critéri­os científicos nas pesquisas sobre autoestima.
         Na esfera feminina, principalmente, a autoestima elevada define o papel social da mulher. Mulheres que gostam de si alcan­çam autonomia intelectual e emocional, transformam-se em líderes ainda que em ambientes majoritariamente masculinos ou abrem seus próprios negócios e criam filhos equilibrados e prontos para as difi­culdades de um mundo em transição.
         Em resumo, uma mulher com autoestima elevada é capaz de mudar um país. Acreditando nisso, reuni um grupo de gente apai­xonada pelo tema e lançamos a Escola de Você (www.escoladevoce.com.br), uma série de aulas gratuitas via internet para que qual­quer pessoa, mas principalmente a mulher, se reconheça em situa­ções cotidianas e descubra um potencial escondido pela distorção na autoimagem. A Escola de Você tem apoio da Universidade Aberta do Brasil e do BID e terá sua eficácia medida em pesquisa. Nosso objetivo de longo prazo é ambicioso: provocar impacto direto nos índices de segurança familiar e de agressão contra a mulher e na ca­pacidade individual de geração de renda. [...]

                                         PADRÃO, A na Paula. Isto É. Disponível em: < http://www.istoe.com.br/colunas-                                  eblogs/colunista/45_ANA+PAULA+PADRAO>. A cesso em: 7 set. 2014. (Adaptado)
  • A expressão “de perto ninguém é normal” foi formu­ lada por Caetano Veloso, na música “Vaca profana”. Com o tempo, essa expressão se popularizou, consti­ tuindo parte da cultura do povo. Sendo assim, tal ex­ pressão, além do sentido depreendido no texto,
  • 3 - Q15911.   Português - Nível Médio - Assistente de Gestão - CELG GT GO - CS-UFG - 2014
  • AULA DE AUTOESTIMA

         Brasileiro é um ser tão otimista e de bem com a vida que, em pesquisas, é apontado como um dos povos mais felizes do mun­do. Falácia. De perto ninguém é normal, já disse nosso tradutor da simbiose cultural nacional. Em outras palavras, pega mal declarar-se infeliz. É cafona não enxergar uma maravilha no espelho tendo nas­cido nessa terra de sol, samba e ... bem, deixa o futebol pra lá.
         A verdade, também comprovada em pesquisas, é que boa parte da população mundial (mais notadamente os mais pobres) so­fre de ausência crônica de autoestima. Conceito bastante difícil de defender num país que mistura a referência psicológica de autoesti­ma com a baboseira de autoajuda amontoada nas prateleiras das li­vrarias.
         Autoestima é a avaliação que cada um faz sobre si mesmo, ainda que não tenha consciência disso. É esse valor que gera em nós a capacidade de resistência e regeneração. Quando a autoestima é baixa, a força para enfrentar os problemas do cotidiano também di­minui. Quem não gosta de si não cresce emocionalmente e fica por aí perambulando como um ser dependente e muito mais vulnerável a influências negativas do que positivas, um ser que não consegue gerar amor por não se sentir digno de ser amado. Na prática, esse in­ divíduo é aquele que:
         - maltrata os filhos para sentir-se de alguma maneira poderoso, ou provê aquilo de que a família necessita, mas jamais demonstra qual­quer tipo de emoção amorosa por medo da rejeição;
         - vota sem pensar, arrastado por qualquer promessa vã;
         - não se qualifica por medo de enfrentar o fracasso de não conseguir aprender, ou aprende mas não chega a competir por uma vaga de emprego ou por uma promoção por sentir-se inadequado diante dos demais;
         - aceita a violência doméstica, seja ela física ou psicológica, por sentir-se diminuído diante do agressor.
         Para essas pessoas, o mundo é um lugar assustador e seu comportamento tem impacto direto na geração de riqueza de um país. Importantes centros de pesquisa e fomento a projetos de quali­ficação de mão de obra na América Latina, como o Banco Interamericano de Desenvolvimento, o BID, já identificaram a necessidade de associar o ensino de qualquer habilidade a cursos de elevação da autoestima.
         Há anos estudo o tema de maneira séria e só utilizo critéri­os científicos nas pesquisas sobre autoestima.
         Na esfera feminina, principalmente, a autoestima elevada define o papel social da mulher. Mulheres que gostam de si alcan­çam autonomia intelectual e emocional, transformam-se em líderes ainda que em ambientes majoritariamente masculinos ou abrem seus próprios negócios e criam filhos equilibrados e prontos para as difi­culdades de um mundo em transição.
         Em resumo, uma mulher com autoestima elevada é capaz de mudar um país. Acreditando nisso, reuni um grupo de gente apai­xonada pelo tema e lançamos a Escola de Você (www.escoladevoce.com.br), uma série de aulas gratuitas via internet para que qual­quer pessoa, mas principalmente a mulher, se reconheça em situa­ções cotidianas e descubra um potencial escondido pela distorção na autoimagem. A Escola de Você tem apoio da Universidade Aberta do Brasil e do BID e terá sua eficácia medida em pesquisa. Nosso objetivo de longo prazo é ambicioso: provocar impacto direto nos índices de segurança familiar e de agressão contra a mulher e na ca­pacidade individual de geração de renda. [...]

                                         PADRÃO, A na Paula. Isto É. Disponível em: < http://www.istoe.com.br/colunas-                                  eblogs/colunista/45_ANA+PAULA+PADRAO>. A cesso em: 7 set. 2014. (Adaptado)
  • No último parágrafo, a autora utiliza-se do discurso publicitário com o objetivo de
  • 4 - Q15914.   Matemática - Nível Médio - Assistente de Gestão - CELG GT GO - CS-UFG - 2014
  • Segundo dados do IBGE [disponível em:  ; acesso em: 29 ago. 2014], a estimativa para a produção nacional de cereais, leguminosas e olea­ginosas aponta uma safra de 193,2 milhões de tone­ ladas para o ano de 2014, o que representa 2,6% aci­ma da produção de 2013. Nessas condições, a produ­ção nacional de cereais, leguminosas e oleaginosas, em 2013, em milhões de toneladas, foi, aproximadamente, de:
  • 5 - Q15932.   Conhecimentos Específicos - Gestão de Pessoas - Nível Médio - Assistente de Gestão - CELG GT GO - CS-UFG - 2014
  • Todas as ações planejadas em uma organização de­ vem ser controladas. O controle pode ser feito de di­ferentes maneiras. Uma delas é o controle concorren­te. Este tipo
  • 6 - Q15909.   Português - Nível Médio - Assistente de Gestão - CELG GT GO - CS-UFG - 2014
  • AULA DE AUTOESTIMA

         Brasileiro é um ser tão otimista e de bem com a vida que, em pesquisas, é apontado como um dos povos mais felizes do mun­do. Falácia. De perto ninguém é normal, já disse nosso tradutor da simbiose cultural nacional. Em outras palavras, pega mal declarar-se infeliz. É cafona não enxergar uma maravilha no espelho tendo nas­cido nessa terra de sol, samba e ... bem, deixa o futebol pra lá.
         A verdade, também comprovada em pesquisas, é que boa parte da população mundial (mais notadamente os mais pobres) so­fre de ausência crônica de autoestima. Conceito bastante difícil de defender num país que mistura a referência psicológica de autoesti­ma com a baboseira de autoajuda amontoada nas prateleiras das li­vrarias.
         Autoestima é a avaliação que cada um faz sobre si mesmo, ainda que não tenha consciência disso. É esse valor que gera em nós a capacidade de resistência e regeneração. Quando a autoestima é baixa, a força para enfrentar os problemas do cotidiano também di­minui. Quem não gosta de si não cresce emocionalmente e fica por aí perambulando como um ser dependente e muito mais vulnerável a influências negativas do que positivas, um ser que não consegue gerar amor por não se sentir digno de ser amado. Na prática, esse in­ divíduo é aquele que:
         - maltrata os filhos para sentir-se de alguma maneira poderoso, ou provê aquilo de que a família necessita, mas jamais demonstra qual­quer tipo de emoção amorosa por medo da rejeição;
         - vota sem pensar, arrastado por qualquer promessa vã;
         - não se qualifica por medo de enfrentar o fracasso de não conseguir aprender, ou aprende mas não chega a competir por uma vaga de emprego ou por uma promoção por sentir-se inadequado diante dos demais;
         - aceita a violência doméstica, seja ela física ou psicológica, por sentir-se diminuído diante do agressor.
         Para essas pessoas, o mundo é um lugar assustador e seu comportamento tem impacto direto na geração de riqueza de um país. Importantes centros de pesquisa e fomento a projetos de quali­ficação de mão de obra na América Latina, como o Banco Interamericano de Desenvolvimento, o BID, já identificaram a necessidade de associar o ensino de qualquer habilidade a cursos de elevação da autoestima.
         Há anos estudo o tema de maneira séria e só utilizo critéri­os científicos nas pesquisas sobre autoestima.
         Na esfera feminina, principalmente, a autoestima elevada define o papel social da mulher. Mulheres que gostam de si alcan­çam autonomia intelectual e emocional, transformam-se em líderes ainda que em ambientes majoritariamente masculinos ou abrem seus próprios negócios e criam filhos equilibrados e prontos para as difi­culdades de um mundo em transição.
         Em resumo, uma mulher com autoestima elevada é capaz de mudar um país. Acreditando nisso, reuni um grupo de gente apai­xonada pelo tema e lançamos a Escola de Você (www.escoladevoce.com.br), uma série de aulas gratuitas via internet para que qual­quer pessoa, mas principalmente a mulher, se reconheça em situa­ções cotidianas e descubra um potencial escondido pela distorção na autoimagem. A Escola de Você tem apoio da Universidade Aberta do Brasil e do BID e terá sua eficácia medida em pesquisa. Nosso objetivo de longo prazo é ambicioso: provocar impacto direto nos índices de segurança familiar e de agressão contra a mulher e na ca­pacidade individual de geração de renda. [...]

                                         PADRÃO, A na Paula. Isto É. Disponível em: < http://www.istoe.com.br/colunas-                                  eblogs/colunista/45_ANA+PAULA+PADRAO>. A cesso em: 7 set. 2014. (Adaptado)
  • No texto, a autora defende a ideia de que
  • 9 - Q15918.   Matemática - Nível Médio - Assistente de Gestão - CELG GT GO - CS-UFG - 2014
  • Segundo dados da internet [disponível em:  ; acesso em: 2 set. 2014], o gramado do estádio do Maracanã tinha dimensões de 110 m por 75 m antes da reforma para a Copa do Mundo de 2014 e, após a reforma, passou a ter di­mensões de 105 m por 68 m. De acordo com esses da­dos, a área do gramado do Maracanã sofreu uma re­dução de aproximadamente: