Questões de Concursos Assistente Técnico de Contabilidade

Resolva Questões de Concursos Assistente Técnico de Contabilidade Grátis. Exercícios com Perguntas e Respostas. Provas Online com Gabarito.

  • 1 - Questão 46944.   Contabilidade - Nível Médio - Assistente Técnico de Contabilidade - IPREJUN - MAKIYAMA - 2012
  • Um prêmio de seguro com vigência de 01 de outubro de 2011 a 30 de setembro de 2012, no valor de R$ 48.000,00, foi contratado em 01/09/2011. Foi pago um sinal de 20% em dinheiro em 31/10/2011, e o restante foi pago em quatro parcelas iguais em 30/11/2011, 31/12/2011, 31/01/2012 e 29/02/2012. A despesa apropriada com seguros em 2011 foi de:
  • 2 - Questão 46939.   Matemática - Nível Médio - Assistente Técnico de Contabilidade - IPREJUN - MAKIYAMA - 2012
  • Um computador, cujo preço à vista é de R$ 2000,00 é comprado a prazo em duas parcelas, uma de R$ 1420,00 após 60 dias da compra e outra após 90 dias da compra. Sendo 10% a taxa mensal de juros do financiamento, o valor da segunda parcela foi:
  • 3 - Questão 46923.   Português - Nível Médio - Assistente Técnico de Contabilidade - IPREJUN - MAKIYAMA - 2012
  • Ruivos, uni-vos 

    Vítimas de bullying, “cabeças de cenoura” dão a volta por cima. 

    por Marcela Donini 

                Duas senhoras morenas flanavam nas imediações da Usina do Gasômetro, em Porto Alegre, numa tarde ensolarada de sábado, quando se depararam com a cena inusitada: um grupo de ruivos sob a sombra de uma árvore. Se já não é usual encontrar um único ruivo pelas ruas da cidade, mais de vinte deles juntos é uma raridade. Intrigadas, perguntaram com ironia se aquilo era alguma manifestação de classe. Obtiveram como resposta que, sim, estava em curso naquele lugar o 2º Encontro de Ruivos da capital gaúcha. [...] 
                O encontro de Porto Alegre podia chamar a atenção dos incautos, mas não era exatamente uma novidade. Desde 2005, a cidade de Breda, na Holanda, reúne milhares de ruivos todos os anos, no primeiro fim de semana de setembro, batizado de Roodharigendag (Dia dos Ruivos). [...] 
                Os ruivos de Porto Alegre não estavam, pois, sozinhos. Faziam parte de uma pequena legião, cada vez mais organizada. Alguns se divertiam com o livro Redheads, do fotógrafo Uwe Dietz, uma coletânea de retratos repletos de peles branquinhas, olhos claros, rostos sardentos e cabeleiras que variam entre alaranjadas e avermelhadas. [...] 
                Num mundo dominado por opressivas cabeleiras pretas, castanhas e loiras, em quase todo lugar não há infância tranquila para quem nasce com o cabelo cor de fogo. Tocha humana, água de salsicha, cabeça de fósforo, crush, lagosta, ferrugem, fofão, foguinho - eis alguns apelidos de que costumam ser vítimas quando crianças. “Na época isso nem se chamava bullying, mas era exatamente o que faziam conosco, os cavalos de fogo, os cabeças de cenoura”, relembrou uma enfermeira que compareceu ao encontro ao lado da irmã gêmea. Um dos rapazes presentes jurou ter catalogado mais de sessenta alcunhas recebidas na infância - mas tratou de esquecê-las após a puberdade. 
                Na Idade Média, crianças ruivas eram vistas como fruto do sexo proibido e tinham parte com o diabo. A Inquisição perseguiu as mulheres ruivas, condenando-as, quando pôde, à fogueira. A julgar pelo prefácio do livro de Uwe Dietz que os gaúchos consumiam, seria tudo culpa de Judas Iscariotes, frequentemente retratado como ruivo. Contraexemplos não faltam: Cristóvão Colombo, Galileu Galilei, Van Gogh e muitos outros.

    (http://revistapiaui.estadao.com.br/edicao-65/esquina/ruivos-uni-vos, texto adaptado)
    Obs: O texto apresenta um título e um subtítulo: “Ruivos, uni-vos” e “Vítimas de bullying, “cabeças de cenoura” dão a volta por cima.
  • No título Ruivos, uni-vos a autora do texto criou efeito entre as palavras ao fazer um jogo entre elas por meio de figuras de linguagem, das quais podemos destacar a:
  • 4 - Questão 46927.   Português - Nível Médio - Assistente Técnico de Contabilidade - IPREJUN - MAKIYAMA - 2012
  • Ruivos, uni-vos 

    Vítimas de bullying, “cabeças de cenoura” dão a volta por cima. 

    por Marcela Donini 

                Duas senhoras morenas flanavam nas imediações da Usina do Gasômetro, em Porto Alegre, numa tarde ensolarada de sábado, quando se depararam com a cena inusitada: um grupo de ruivos sob a sombra de uma árvore. Se já não é usual encontrar um único ruivo pelas ruas da cidade, mais de vinte deles juntos é uma raridade. Intrigadas, perguntaram com ironia se aquilo era alguma manifestação de classe. Obtiveram como resposta que, sim, estava em curso naquele lugar o 2º Encontro de Ruivos da capital gaúcha. [...] 
                O encontro de Porto Alegre podia chamar a atenção dos incautos, mas não era exatamente uma novidade. Desde 2005, a cidade de Breda, na Holanda, reúne milhares de ruivos todos os anos, no primeiro fim de semana de setembro, batizado de Roodharigendag (Dia dos Ruivos). [...] 
                Os ruivos de Porto Alegre não estavam, pois, sozinhos. Faziam parte de uma pequena legião, cada vez mais organizada. Alguns se divertiam com o livro Redheads, do fotógrafo Uwe Dietz, uma coletânea de retratos repletos de peles branquinhas, olhos claros, rostos sardentos e cabeleiras que variam entre alaranjadas e avermelhadas. [...] 
                Num mundo dominado por opressivas cabeleiras pretas, castanhas e loiras, em quase todo lugar não há infância tranquila para quem nasce com o cabelo cor de fogo. Tocha humana, água de salsicha, cabeça de fósforo, crush, lagosta, ferrugem, fofão, foguinho - eis alguns apelidos de que costumam ser vítimas quando crianças. “Na época isso nem se chamava bullying, mas era exatamente o que faziam conosco, os cavalos de fogo, os cabeças de cenoura”, relembrou uma enfermeira que compareceu ao encontro ao lado da irmã gêmea. Um dos rapazes presentes jurou ter catalogado mais de sessenta alcunhas recebidas na infância - mas tratou de esquecê-las após a puberdade. 
                Na Idade Média, crianças ruivas eram vistas como fruto do sexo proibido e tinham parte com o diabo. A Inquisição perseguiu as mulheres ruivas, condenando-as, quando pôde, à fogueira. A julgar pelo prefácio do livro de Uwe Dietz que os gaúchos consumiam, seria tudo culpa de Judas Iscariotes, frequentemente retratado como ruivo. Contraexemplos não faltam: Cristóvão Colombo, Galileu Galilei, Van Gogh e muitos outros.

    (http://revistapiaui.estadao.com.br/edicao-65/esquina/ruivos-uni-vos, texto adaptado)
    Obs: O texto apresenta um título e um subtítulo: “Ruivos, uni-vos” e “Vítimas de bullying, “cabeças de cenoura” dão a volta por cima.
  • O encontro [...] podia chamar a atenção dos incautos”. A palavra incautos é:
  • 5 - Questão 46941.   Contabilidade - Nível Médio - Assistente Técnico de Contabilidade - IPREJUN - MAKIYAMA - 2012
  • Uma empresa adquiriu um bem no valor de R$ 10.000,00, com ICMS recuperável de R$ 1.800,00, incluso no valor de aquisição. Pagou 30% em dinheiro e o restante será pago a fornecedores dentro dos próximos 30 dias. Essa operação resultará em um aumento no Ativo de:
  • 6 - Questão 46924.   Português - Nível Médio - Assistente Técnico de Contabilidade - IPREJUN - MAKIYAMA - 2012
  • Ruivos, uni-vos 

    Vítimas de bullying, “cabeças de cenoura” dão a volta por cima. 

    por Marcela Donini 

                Duas senhoras morenas flanavam nas imediações da Usina do Gasômetro, em Porto Alegre, numa tarde ensolarada de sábado, quando se depararam com a cena inusitada: um grupo de ruivos sob a sombra de uma árvore. Se já não é usual encontrar um único ruivo pelas ruas da cidade, mais de vinte deles juntos é uma raridade. Intrigadas, perguntaram com ironia se aquilo era alguma manifestação de classe. Obtiveram como resposta que, sim, estava em curso naquele lugar o 2º Encontro de Ruivos da capital gaúcha. [...] 
                O encontro de Porto Alegre podia chamar a atenção dos incautos, mas não era exatamente uma novidade. Desde 2005, a cidade de Breda, na Holanda, reúne milhares de ruivos todos os anos, no primeiro fim de semana de setembro, batizado de Roodharigendag (Dia dos Ruivos). [...] 
                Os ruivos de Porto Alegre não estavam, pois, sozinhos. Faziam parte de uma pequena legião, cada vez mais organizada. Alguns se divertiam com o livro Redheads, do fotógrafo Uwe Dietz, uma coletânea de retratos repletos de peles branquinhas, olhos claros, rostos sardentos e cabeleiras que variam entre alaranjadas e avermelhadas. [...] 
                Num mundo dominado por opressivas cabeleiras pretas, castanhas e loiras, em quase todo lugar não há infância tranquila para quem nasce com o cabelo cor de fogo. Tocha humana, água de salsicha, cabeça de fósforo, crush, lagosta, ferrugem, fofão, foguinho - eis alguns apelidos de que costumam ser vítimas quando crianças. “Na época isso nem se chamava bullying, mas era exatamente o que faziam conosco, os cavalos de fogo, os cabeças de cenoura”, relembrou uma enfermeira que compareceu ao encontro ao lado da irmã gêmea. Um dos rapazes presentes jurou ter catalogado mais de sessenta alcunhas recebidas na infância - mas tratou de esquecê-las após a puberdade. 
                Na Idade Média, crianças ruivas eram vistas como fruto do sexo proibido e tinham parte com o diabo. A Inquisição perseguiu as mulheres ruivas, condenando-as, quando pôde, à fogueira. A julgar pelo prefácio do livro de Uwe Dietz que os gaúchos consumiam, seria tudo culpa de Judas Iscariotes, frequentemente retratado como ruivo. Contraexemplos não faltam: Cristóvão Colombo, Galileu Galilei, Van Gogh e muitos outros.

    (http://revistapiaui.estadao.com.br/edicao-65/esquina/ruivos-uni-vos, texto adaptado)
    Obs: O texto apresenta um título e um subtítulo: “Ruivos, uni-vos” e “Vítimas de bullying, “cabeças de cenoura” dão a volta por cima.
  • “Duas senhoras morenas flanavam nas imediações da Usina do Gasômetro, em Porto Alegre, numa tarde ensolarada de sábado, quando se depararam com a cena inusitada: um grupo de ruivos sob a sombra de uma árvore”. É correto afirmar que os termos em destaque têm valor semântico equivalente aos das seguintes palavras, respectivamente:
  • 7 - Questão 46930.   Português - Nível Médio - Assistente Técnico de Contabilidade - IPREJUN - MAKIYAMA - 2012
  • Ruivos, uni-vos 

    Vítimas de bullying, “cabeças de cenoura” dão a volta por cima. 

    por Marcela Donini 

                Duas senhoras morenas flanavam nas imediações da Usina do Gasômetro, em Porto Alegre, numa tarde ensolarada de sábado, quando se depararam com a cena inusitada: um grupo de ruivos sob a sombra de uma árvore. Se já não é usual encontrar um único ruivo pelas ruas da cidade, mais de vinte deles juntos é uma raridade. Intrigadas, perguntaram com ironia se aquilo era alguma manifestação de classe. Obtiveram como resposta que, sim, estava em curso naquele lugar o 2º Encontro de Ruivos da capital gaúcha. [...] 
                O encontro de Porto Alegre podia chamar a atenção dos incautos, mas não era exatamente uma novidade. Desde 2005, a cidade de Breda, na Holanda, reúne milhares de ruivos todos os anos, no primeiro fim de semana de setembro, batizado de Roodharigendag (Dia dos Ruivos). [...] 
                Os ruivos de Porto Alegre não estavam, pois, sozinhos. Faziam parte de uma pequena legião, cada vez mais organizada. Alguns se divertiam com o livro Redheads, do fotógrafo Uwe Dietz, uma coletânea de retratos repletos de peles branquinhas, olhos claros, rostos sardentos e cabeleiras que variam entre alaranjadas e avermelhadas. [...] 
                Num mundo dominado por opressivas cabeleiras pretas, castanhas e loiras, em quase todo lugar não há infância tranquila para quem nasce com o cabelo cor de fogo. Tocha humana, água de salsicha, cabeça de fósforo, crush, lagosta, ferrugem, fofão, foguinho - eis alguns apelidos de que costumam ser vítimas quando crianças. “Na época isso nem se chamava bullying, mas era exatamente o que faziam conosco, os cavalos de fogo, os cabeças de cenoura”, relembrou uma enfermeira que compareceu ao encontro ao lado da irmã gêmea. Um dos rapazes presentes jurou ter catalogado mais de sessenta alcunhas recebidas na infância - mas tratou de esquecê-las após a puberdade. 
                Na Idade Média, crianças ruivas eram vistas como fruto do sexo proibido e tinham parte com o diabo. A Inquisição perseguiu as mulheres ruivas, condenando-as, quando pôde, à fogueira. A julgar pelo prefácio do livro de Uwe Dietz que os gaúchos consumiam, seria tudo culpa de Judas Iscariotes, frequentemente retratado como ruivo. Contraexemplos não faltam: Cristóvão Colombo, Galileu Galilei, Van Gogh e muitos outros.

    (http://revistapiaui.estadao.com.br/edicao-65/esquina/ruivos-uni-vos, texto adaptado)
    Obs: O texto apresenta um título e um subtítulo: “Ruivos, uni-vos” e “Vítimas de bullying, “cabeças de cenoura” dão a volta por cima.
  • Os termos destacados no trecho A Inquisição perseguiu as mulheres ruivas, condenando-assão respectivamente:
  • 8 - Questão 46942.   Contabilidade - Nível Médio - Assistente Técnico de Contabilidade - IPREJUN - MAKIYAMA - 2012
  • Uma entidade comprou, em janeiro de 2012, diversos materiais para escritório (papéis, clips, tintas para impressoras etc.) para serem estocados e que totalizaram R$ 30.000,00, sendo que pagou à vista 25% e o restante em 90 dias. Os valores referentes ao consumo efetuado pelos departamentos totalizaram, em janeiro de 2012, R$ 4.200,00, e em fevereiro de 2012, R$ 5.000,00. Pode-se concluir que a despesa com material de escritório em 2012 é de:
  • 9 - Questão 46951.   Contabilidade - Nível Médio - Assistente Técnico de Contabilidade - IPREJUN - MAKIYAMA - 2012
  • Uma empresa tem um determinado produto comercializado por R$ 1.600,00 cada unidade, sendo os Custos e Despesas Variáveis de R$ 1.200,00 por unidade e os Custos e Despesas Fixas totalizam R$ 8.000.000,00 por ano. Sabendo que a empresa investiu no Patrimônio R$ 20.000.000,00 e o mercado financeiro remunera uma rentabilidade líquida de 10% para o período, o Ponto de Equilíbrio Econômico será de: