Questões de Concursos Auxiliar em Administração

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  • 1 - Questão 39095.   Legislação Federal - Nível Fundamental - Auxiliar em Administração - IFB - 2016
  • Leia as afirmativas acerca dos Institutos Federais de Educação, instituídos na Lei nº 11.892/08.

    I) Uma das finalidades dos Institutos Federais é a de orientar sua oferta formativa em benefício da consolidação e do fortalecimento dos arranjos produtivos, sociais e culturais locais.
    II) O atendimento ao percentual mínimo de oferta de vagas dos Institutos Federais na educação profissional técnica de nível médio, prioritariamente na forma de cursos integrados, é obrigatório em todos os campi.
    III) Uma das finalidades dos Institutos Federais é ofertar educação profissional e tecnológica, em todos os níveis e modalidades.
    IV) O Instituto Federal tem por finalidade prevista em lei a promoção da verticalização da educação básica à educação profissional e educação superior.

    Assinale a alternativa que apresenta somente as afirmativas CORRETAS:
  • 2 - Questão 53769.   Português - Nível Médio - Auxiliar em Administração - UFAC - MS CONCURSOS - 2014
  • “ESQUINAS” 
    Letra e Música: Djavan 


    Só eu sei 
    As esquinas por que passei 
    Só eu sei só eu sei 
    Sabe lá o que é não ter e ter que ter pra dar 
    Sabe lá 
    Sabe lá 
    E quem será 
    Nos arredores do amor 
    Que vai saber reparar 
    Que o dia nasceu 
    Só eu sei 
    Os desertos que atravessei 
    Só eu sei 
    Só eu sei 
    Sabe lá 
    O que é morrer de sede em frente ao mar 
    Sabe lá 
    Sabe lá 
    E quem será 
    Na correnteza do amor que vai saber se guiar 
    A nave em breve ao vento vaga de leve e traz 
    Toda a paz que um dia o desejo levou 
    Só eu sei 
    As esquinas por que passei 
    Só eu sei 
    Só eu sei 
    E quem será 
    Na correnteza do amor... 

    http://letras.mus.br/djavan/45521 - Acessado em 05/05/2014. 

    Quanto ao mesmo fragmento – “ As esquinas por que passei” – analise as seguintes proposições e assinale a alternativa correta: 

    I – O uso do “por que” está incorreto, pois não há ponto-de-interrogação. 
    II – O correto seria “porque” – junto e sem acento. 
    III – O “por que” está correto, pois é o encontro da preposição “por” mais o pronome relativo “que”. 
    IV – O correto seria “por quê”, pois está quase no final da frase.
  • 3 - Questão 34967.   Informática - Nível Fundamental - Auxiliar em Administração - IFAC - MS CONCURSOS - 2014
  • Dentre as opções a seguir, assinale a alternativa incorreta acerca de SPAM.
  • 5 - Questão 39132.   Redação Oficial - Nível Fundamental - Auxiliar em Administração - IFRS - 2016
  • Analise as afirmativas identificando com “V” as VERDADEIRAS e com “F” as FALSAS assinalando a seguir a alternativa CORRETA, na sequência de cima para baixo.

    ( ) Tanto o Ofício quanto o Memorando devem conter o tipo e o número do expediente, seguidos da sigla do órgão que o expede.
    ( ) Tanto o Ofício quanto o Memorando devem conter o local e data em que foram assinados, por extenso.
    ( ) Tanto o Ofício quanto o Memorando devem apresentar um assunto, ou seja, um resumo do teor do documento.
    ( ) O Ofício e o Memorando são modalidades de comunicação oficial praticamente idênticas. A única diferença entre eles é que o Memorando é expedido exclusivamente por Ministros de Estado.
    ( ) O Memorando é a modalidade de comunicação entre unidades administrativas de um mesmo órgão, que podem estar hierarquicamente em mesmo nível ou em níveis diferentes.
  • 6 - Questão 38909.   Português - Nível Médio - Auxiliar em Administração - IFSP - FUNDEP - 2014
  • Eu Sei, Mas Não Devia
                                                                            Clarice Lispector

    Eu sei, mas não devia. Eu sei que a gente se acostuma. Mas não devia. A gente se acostuma a morar em apartamentos de fundos e a não ter outra vista que não as janelas ao redor. E porque não tem vista, logo se acostuma a não olhar para fora. E porque não olha para fora, logo se acostuma a não abrir as cortinas, logo se acostuma a acender mais cedo a luz. E à medida que se acostuma, esquece o sol, esquece o ar, esquece a amplidão. 
    A gente se acostuma a acordar de manhã, sobressaltado porque está na hora. A tomar café correndo, porque está atrasado. A ler o jornal no ônibus porque não pode perder o tempo de viagem. A comer sanduíches porque não dá para almoçar. A sair do trabalho porque já é noite. A cochilar no ônibus porque está cansado. A deitar cedo e dormir pesado sem ter vivido o dia. 
    A gente se acostuma a abrir o jornal e a ler sobre guerra. E, aceitando a guerra, aceita os mortos e que haja números para os mortos. E, aceitando os números, aceita não acreditar nas negociações de paz [...]. 
    A gente se acostuma a esperar o dia inteiro e ouvir no telefone: “Hoje não posso ir". A sorrir para as pessoas sem receber um sorriso de volta. A ser ignorado quando precisa tanto ser visto.
    A gente se acostuma a pagar por tudo o que deseja e o que necessita. A lutar para ganhar o dinheiro com que se paga. E a ganhar menos do que precisa. E a fazer fila para pagar. E a pagar muito mais do que as coisas valem. E a saber que cada vez pagará mais. E a procurar mais trabalho, para ganhar mais dinheiro, para ter com que pagar nas filas em que se cobra. 
    A gente se acostuma a andar nas ruas e ver cartazes. A abrir revistas e ver anúncios. A ligar a televisão e assistir comerciais. A ir ao cinema e engolir publicidade. A ser instigado, conduzido, desnorteado, lançado na infindável catarata dos produtos. 
    A gente se acostuma à poluição. A luz artificial de ligeiro tremor. Ao choque que os olhos levam na luz natural. Às bactérias de água potável. À contaminação da água do mar. À lenta morte dos rios. Se acostuma a não ouvir passarinhos, a não ter galo de madrugada, a temer a hidrofobia dos cães, a não colher fruta no pé, a não ter sequer uma planta. 
    A gente se acostuma a coisas demais, para não sofrer. Em doses pequenas, tentando não perceber, vai afastando uma dor aqui, um ressentimento ali, uma revolta acolá. Se o cinema está cheio, a gente se senta na primeira fila e torce um pouco o pescoço. Se a praia está contaminada, a gente molha só o pé e sua no resto do corpo. Se o trabalho está duro, a gente se consola pensando no fim de semana. E se no fim de semana não há muito o que fazer, a gente vai dormir cedo e ainda fica satisfeito porque tem sempre o sono atrasado. 
    A gente se acostuma para não ralar na aspereza, para preservar a pele. Se acostuma para evitar feridas, sangramentos, para esquivar-se da faca e da baioneta, para poupar o peito. A gente se acostuma para poupar a vida. Que aos poucos se gasta, e que de tanto se acostumar, se perde de si mesma.
  • Assinale a alternativa que apresenta ERRO na concordância verbal.
  • 7 - Questão 34954.   Português - Interpretação de Textos - Nível Fundamental - Auxiliar em Administração - IFAC - MS CONCURSOS - 2014
  • Quando a comida sai do Lixo  

    A culinária do Lixo 
    Cerca de três mil pessoas do Distrito Federal alimentam-se do que é jogado fora nos contêineres dos supermercados e nas lixeiras das casas. Quem revira os restos sente vergonha da atividade e se diz cansado de pedir comida.  

    1 Faltam 15 minutos para as quatro da tarde e só agora será servido o almoço na casa da pernambucana Maria Zélia da Silva, 44 anos. Faz silencio local. O único barulho que se ouve é o choro de Luciano Alves, 7 anos. Caçula de seis irmãos, a criança chora porque não aguenta mais esperar pela refeição.
    4 As panelas acabaram de sair do fogão e a comida está quente. Na mesa, há carne cozida, feijão e arroz. Salada de repolho, cenoura e couve-flor, além de frutas, como manga, mamão e banana. Como sobremesa será servido iogurte de morango. O cardápio seria saudável, se não fosse um porém: os ingredientes servidos na casa de Zélia não foram comprados na feira nem no supermercado. Saíram todos de três contêineres de lixo, do Guará e do Cruzeiro.
    9 No Distrito Federal, pelo menos três mil pessoas comem alimentos do lixo. O levantamento é do engenheiro florestal Benicio de Melo Filho. Ele defendeu uma tese de mestrado na Universidade De Brasília (UnB), no ano passado, sobre o valor econômico e social daquilo que se joga fora. Benicio não direcionou seu trabalho para a questão dos alimentos, mas ressalta que as pessoas que vivem do lixo se alimentam na mesma fonte. “Os catadores levam todo o tipo de comida para casa. Carne, queijo, refrigerante, frutas e legumes. Nada é desperdiçado”, descreve em seu trabalho.
    15 Maria Zélia veio do Município de Petrolândia (PE) para o DF no ano passado com toda a família. Buscava emprego. Não conseguiu vaga nem de diarista em casa de família e optou por sair pelas ruas remexendo lixo. “A gente cata papelão para vender. Mas não tem como sobreviver disso. Para meus filhos não passarem fome, comecei a pegar alimentos do lixo”, conta. De cabeça baixa, Zélia assume que sente vergonha de revirar o lixo em busca de comida. “Na minha terra, pobre não faz isso. Já pensou se meus parentes lá de Pernambuco ficam sabendo que eu vim para Brasília comer lixo? ”[...]                                               

            (CAMPBELL, Ullisses. CorreioWeb, Correio Braziliense, 24 de fevereiro de 2002/http://www.correioweb.com.br)
  • No trecho retirado do texto: “Faltam 15 minutos para as quatro da tarde e só agora será servido o almoço na casa da pernambucana Maria Zélia da Silva, 44 anos.”, a palavra agora é um: 
  • 8 - Questão 39126.   Legislação Federal - Nível Fundamental - Auxiliar em Administração - IFRS - 2016
  • O Plano de Desenvolvimento Institucional – PDI do IFRS representa o planejamento da instituição para determinado horizonte de tempo. Qual das alternativas abaixo apresenta a opção correta em relação ao período de tempo para o qual o PDI do IFRS foi elaborado, conforme estabelecido no Decreto 5773/2006?
  • 9 - Questão 53767.   Português - Nível Médio - Auxiliar em Administração - UFAC - MS CONCURSOS - 2014
  • “ESQUINAS” 
    Letra e Música: Djavan 


    Só eu sei 
    As esquinas por que passei 
    Só eu sei só eu sei 
    Sabe lá o que é não ter e ter que ter pra dar 
    Sabe lá 
    Sabe lá 
    E quem será 
    Nos arredores do amor 
    Que vai saber reparar 
    Que o dia nasceu 
    Só eu sei 
    Os desertos que atravessei 
    Só eu sei 
    Só eu sei 
    Sabe lá 
    O que é morrer de sede em frente ao mar 
    Sabe lá 
    Sabe lá 
    E quem será 
    Na correnteza do amor que vai saber se guiar 
    A nave em breve ao vento vaga de leve e traz 
    Toda a paz que um dia o desejo levou 
    Só eu sei 
    As esquinas por que passei 
    Só eu sei 
    Só eu sei 
    E quem será 
    Na correnteza do amor... 

    http://letras.mus.br/djavan/45521 - Acessado em 05/05/2014. 

    Tomando por base o seguinte fragmento “E quem será. Na correnteza do amor que vai saber se guiar”, qual frase das seguintes alternativas não apresenta um argumento pertinente à sua respectiva interpretação?
  • 10 - Questão 38929.   Informática - Nível Médio - Auxiliar em Administração - IFSP - FUNDEP - 2014
  • Assinale a alternativa que apresenta CORRETAMENTE quais são as ações de um protocolo de rede.