Questões de Concursos Escrevente Técnico Judiciário

Resolva Questões de Concursos Escrevente Técnico Judiciário Grátis. Exercícios com Perguntas e Respostas. Provas Online com Gabarito.

  • 1 - Questão 4518.   Informática - Nível Médio - Escrevente Técnico Judiciário - TJ SP - VUNESP - 2007
  • Para realizar a navegação na Internet pode ser utilizado qualquer Browser ou Navegador. Normalmente, essas ferramentas disponibilizam um recurso para que o usuário possa cadastrar as páginas web de sua preferência, comumente denominado
  • 2 - Questão 4343.   Conhecimentos Específicos - Normas da Corregedoria Geral - Nível Médio - Escrevente Técnico Judiciário - TJ SP - VUNESP - 2011
  • Assinale a alternativa correta.
  • 3 - Questão 49597.   Raciocínio Lógico - Nível Médio - Escrevente Técnico Judiciário - TJ SP - VUNESP - 2018
  • Considere a afirmação “Marta não atende ao público interno ou Jéssica cuida de processos administrativos”.

    Uma afirmação equivalente à afirmação apresentada é:
  • 4 - Questão 4270.   Direito Penal - Nível Médio - Escrevente Técnico Judiciário - TJ SP - VUNESP - 2011
  • O médico que, no exercício de sua profissão, dá atestado falso comete crime de
  • 5 - Questão 4315.   Português - Nível Médio - Escrevente Técnico Judiciário - TJ SP - VUNESP - 2011
  • WikiLeaks contra o Império

         A diplomacia americana levará tempo para se recuperar
    da pancada que levou da WikiLeaks. Tudo indica que 250 mil
    documentos secretos foram copiados por um jovem soldado em
    um CD enquanto fingia ouvir Lady Gaga. Um vexame para um
    país que gasta US$ 75 bilhões anuais com sistema de segurança
    que agrupa repartições e emprega mais de 1 milhão de pessoas,
    das quais 854 mil têm acesso a informações sigilosas.
         A WikiLeaks não obteve documentos que circulam nas
    camadas mais secretas da máquina, mas produziu aquilo que
    o historiador e jornalista Timothy Garton Ash considerou
    “sonho dos pesquisadores, pesadelo para os diplomatas”. As
    mensagens mostram que mesmo coisas conhecidas têm aspectos
    escandalosos.
         A conexão corrupta e narcotraficante do governo do Afeganistão
    já é antiga, mas ninguém imaginaria que o presidente
    Karzai chegasse a Washington com um assessor carregando
    US$ 52 milhões na bagagem. A falta de modos dos homens da
    Casa de Windsor é proverbial, mas o príncipe Edward dizendo
    bobagens para estranhos no Quirguistão incomodou a embaixadora
    americana.
         O trabalho da WikiLeaks teve virtudes. Expôs a dimensão
    do perigo representado pelos estoques de urânio enriquecido
    nas mãos de governos e governantes instáveis. Se aos 68 anos o
    líbio Muammar Gaddafi faz-se escoltar por uma “voluptuosa
    ucraniana, parabéns. O perigo está na quantidade de material
    nuclear que ele guarda consigo. Os telegramas relacionados com
    o Brasil revelaram a boa qualidade dos relatórios dos diplomatas
    americanos. O embaixador Clifford Sobel narrou a inconfidência
    do ministro Nelson Jobim a respeito de um tumor na cabeça do
    presidente boliviano Evo Morales. Seu papel era comunicar. O
    de Jobim era não contar.
         A vergonha americana pede que se relembre o trabalho de
    10 mil ingleses, entre eles alguns dos maiores matemáticos do
    século, que trabalharam em Bletchley Park durante a Segunda
    Guerra, quebrando os códigos alemães. O serviço dessa turma
    influenciou a ocasião do desembarque na Normandia e permitiu
    o êxito dos soviéticos na batalha de Kursk.
         Terminada a guerra, Winston Churchill mandou apagar
    todos os vestígios da operação, mantendo o episódio sob um
    manto de segredo. Ele só foi quebrado, oficialmente, nos anos
    70. Com a palavra Catherine Caughey, que tinha 20 anos quando
    trabalhou em Bletchley Park: “Minha grande tristeza foi ver
    que meu amado marido morreu em 1975 sem saber o que eu fiz
    durante a guerra”. Alan Turing, um dos matemáticos do parque,
    matou-se em 1954. Mesmo condenado pela Justiça por conta de
    sua homossexualidade, nunca falou do caso. (Ele comeu uma
    maçã envenenada. Conta a lenda que, em sua homenagem, esse
    é o símbolo da Apple.)
    (Elio Gaspari, WikiLeaks contra o Império. Folha de S.Paulo. Adaptado)
  • A palavra que resume a ação do jovem soldado em relação à sua pátria, ao copiar documentos secretos e divulgá-los, é
  • 7 - Questão 4307.   Direito Administrativo - Nível Médio - Escrevente Técnico Judiciário - TJ SP - VUNESP - 2011
  • Considerando o disposto na Lei n.º 8.429/92, analise as seguintes afirmativas.

    I. Agir negligentemente na arrecadação de tributo ou
    renda, bem como no que diz respeito à conservação do
    patrimônio público, constituem atos de improbidade
    administrativa que causam prejuízo ao erário.

    II. Deixar de prestar contas quando esteja obrigado a
    fazê-lo constitui ato de improbidade administrativa que
    causa prejuízo ao erário.

    III. Praticar ato, visando fim proibido em lei ou regulamento
    ou diverso daquele previsto na regra de competência
    constitui ato de improbidade administrativa que atenta
    contra os princípios da Administração Pública.

    IV. Negar publicidade aos atos oficiais, bem como frustrar
    a licitude de concurso público, constituem atos
    de improbidade administrativa que atentam contra os
    princípios da Administração Pública.

    Está correto apenas o contido nas afirmativas
  • 8 - Questão 4314.   Português - Nível Médio - Escrevente Técnico Judiciário - TJ SP - VUNESP - 2011
  • WikiLeaks contra o Império

         A diplomacia americana levará tempo para se recuperar
    da pancada que levou da WikiLeaks. Tudo indica que 250 mil
    documentos secretos foram copiados por um jovem soldado em
    um CD enquanto fingia ouvir Lady Gaga. Um vexame para um
    país que gasta US$ 75 bilhões anuais com sistema de segurança
    que agrupa repartições e emprega mais de 1 milhão de pessoas,
    das quais 854 mil têm acesso a informações sigilosas.
         A WikiLeaks não obteve documentos que circulam nas
    camadas mais secretas da máquina, mas produziu aquilo que
    o historiador e jornalista Timothy Garton Ash considerou
    “sonho dos pesquisadores, pesadelo para os diplomatas”. As
    mensagens mostram que mesmo coisas conhecidas têm aspectos
    escandalosos.
         A conexão corrupta e narcotraficante do governo do Afeganistão
    já é antiga, mas ninguém imaginaria que o presidente
    Karzai chegasse a Washington com um assessor carregando
    US$ 52 milhões na bagagem. A falta de modos dos homens da
    Casa de Windsor é proverbial, mas o príncipe Edward dizendo
    bobagens para estranhos no Quirguistão incomodou a embaixadora
    americana.
         O trabalho da WikiLeaks teve virtudes. Expôs a dimensão
    do perigo representado pelos estoques de urânio enriquecido
    nas mãos de governos e governantes instáveis. Se aos 68 anos o
    líbio Muammar Gaddafi faz-se escoltar por uma “voluptuosa
    ucraniana, parabéns. O perigo está na quantidade de material
    nuclear que ele guarda consigo. Os telegramas relacionados com
    o Brasil revelaram a boa qualidade dos relatórios dos diplomatas
    americanos. O embaixador Clifford Sobel narrou a inconfidência
    do ministro Nelson Jobim a respeito de um tumor na cabeça do
    presidente boliviano Evo Morales. Seu papel era comunicar. O
    de Jobim era não contar.
         A vergonha americana pede que se relembre o trabalho de
    10 mil ingleses, entre eles alguns dos maiores matemáticos do
    século, que trabalharam em Bletchley Park durante a Segunda
    Guerra, quebrando os códigos alemães. O serviço dessa turma
    influenciou a ocasião do desembarque na Normandia e permitiu
    o êxito dos soviéticos na batalha de Kursk.
         Terminada a guerra, Winston Churchill mandou apagar
    todos os vestígios da operação, mantendo o episódio sob um
    manto de segredo. Ele só foi quebrado, oficialmente, nos anos
    70. Com a palavra Catherine Caughey, que tinha 20 anos quando
    trabalhou em Bletchley Park: “Minha grande tristeza foi ver
    que meu amado marido morreu em 1975 sem saber o que eu fiz
    durante a guerra”. Alan Turing, um dos matemáticos do parque,
    matou-se em 1954. Mesmo condenado pela Justiça por conta de
    sua homossexualidade, nunca falou do caso. (Ele comeu uma
    maçã envenenada. Conta a lenda que, em sua homenagem, esse
    é o símbolo da Apple.)
    (Elio Gaspari, WikiLeaks contra o Império. Folha de S.Paulo. Adaptado)
  • Segundo o texto, é correto afirmar que
  • 9 - Questão 4333.   Direito Processual Civil - Nível Médio - Escrevente Técnico Judiciário - TJ SP - VUNESP - 2011
  • Nas ações de procedimento ordinário, é possível a cumulação de pedidos por parte do autor em sua inicial. Diante dessa informação, assinale a alternativa correta.