Questões de Concursos Gestor de Políticas Públicas Regionais

Resolva Questões de Concursos Gestor de Políticas Públicas Regionais Grátis. Exercícios com Perguntas e Respostas. Provas Online com Gabarito.

  • 1 - Questão 29920.   Inglês - Nível Superior - Gestor de Políticas Públicas Regionais - Consórcio Intermunicipal Grande ABC - CAIPIMES - 2015
  • Clues to How an Electric Treatment for Parkinson’s Work

    In 1998, Dr. Philip A. Starr started putting electrodes in people’s brains. A neurosurgeon at the University of California, San Francisco, Dr. Starr was treating people with Parkinson’s disease, which slowly destroys essential bits of brain tissue, robbing people of control of their bodies. At first, drugs had given his patients some relief, but now they needed more help. After the surgery, Dr. Starr closed up his patients’ skulls and switched on the electrodes, releasing a steady buzz of electric pulses in their brains. For many patients, the effect was immediate. “We have people who, when they’re not taking their meds, can be frozen,” said Dr. Starr. “When we turn on the stimulator, they start walking.” First developed in the early 1990s, deep brain stimulation, or D.B.S., was approved by the Food and Drug Administration for treating Parkinson’s disease in 2002. Since its invention, about 100,000 people have received implants. While D.B.S. doesn’t halt Parkinson’s, it can turn back the clock a few years for many patients. Yet despite its clear effectiveness, scientists like Dr. Starr have struggled to understand what D.B.S. actually does to the brain. “We do D.B.S. because it works,” said Dr. Starr, “but we don’t really know how.” In a recent experiment, Dr. Starr and his colleagues believe they found a clue. D.B.S. may counter Parkinson’s disease by liberating the brain from a devastating electrical lock-step.

    http://www.nytimes.com/2015/04/16/science/ (adapted)
  • The negative form of: “In a recent experiment, Dr. Starr and his colleagues believe they found a clue.” is:
  • 3 - Questão 29918.   Inglês - Nível Superior - Gestor de Políticas Públicas Regionais - Consórcio Intermunicipal Grande ABC - CAIPIMES - 2015
  • Clues to How an Electric Treatment for Parkinson’s Work

    In 1998, Dr. Philip A. Starr started putting electrodes in people’s brains. A neurosurgeon at the University of California, San Francisco, Dr. Starr was treating people with Parkinson’s disease, which slowly destroys essential bits of brain tissue, robbing people of control of their bodies. At first, drugs had given his patients some relief, but now they needed more help. After the surgery, Dr. Starr closed up his patients’ skulls and switched on the electrodes, releasing a steady buzz of electric pulses in their brains. For many patients, the effect was immediate. “We have people who, when they’re not taking their meds, can be frozen,” said Dr. Starr. “When we turn on the stimulator, they start walking.” First developed in the early 1990s, deep brain stimulation, or D.B.S., was approved by the Food and Drug Administration for treating Parkinson’s disease in 2002. Since its invention, about 100,000 people have received implants. While D.B.S. doesn’t halt Parkinson’s, it can turn back the clock a few years for many patients. Yet despite its clear effectiveness, scientists like Dr. Starr have struggled to understand what D.B.S. actually does to the brain. “We do D.B.S. because it works,” said Dr. Starr, “but we don’t really know how.” In a recent experiment, Dr. Starr and his colleagues believe they found a clue. D.B.S. may counter Parkinson’s disease by liberating the brain from a devastating electrical lock-step.

    http://www.nytimes.com/2015/04/16/science/ (adapted)
  • The simple past tense form of: “When we turn on the stimulator, they start walking.” is:
  • 4 - Questão 29912.   Português - Nível Superior - Gestor de Políticas Públicas Regionais - Consórcio Intermunicipal Grande ABC - CAIPIMES - 2015
  • O Poder da Comunicação

    Nós seres humanos passamos tanto tempo preocupados em alcançar aquilo que não temos, que esquecemo-nos de olhar e  valorizar o que temos.
    Somos seres extremamente privilegiados, pois nascemos com a capacidade de comunicação.
    Talvez as adversidades da vida, não nos permitiram até o momento perceber o quanto esta   capacidade é importante para a  nossa sobrevivência nesta terra.
    O que seria de nós se porventura, não pudéssemos nos comunicar com outros seres humanos? Como expressaríamos  todos os nossos desejos e necessidades? Como exprimiríamos os nosso  pensamentos e ideias? Com certeza não  sobreviveríamos muitos dias.
    O que muitos de nós, seres humanos, ainda não entendemos é que essa capacidade além de nos ajudar a sobreviver nesta  terra, tem bastante influência no alcance de nossos objetivos. Mas preste atenção, não basta apenas se comunicar, é  preciso saber se comunicar.
    Do que adianta saber falar, se não usamos as palavras certas, no momento certo? Já ouvi várias pessoas repetindo a tal  famosa frase: “Eu só sou responsável pelo que eu falo, não pelo o que você entende".
    Não só discordo desta frase como também acredito que a mesma é sempre utilizada como escape. Afinal de contas, é bem  mais fácil para o emissor, colocar a responsabilidade da mensagem no receptor, não é mesmo?
    Se quisermos ser, bem sucedidos em tudo o que fazemos é preciso aprender a responsabilizar-nos pelas mensagens por  nós transmitidas. Quando realmente temos interesse em transmitir a mensagem de maneira correta, não só  responsabilizamo-nos por aquilo que falamos, mas também por aquilo que o outro entende. A mensagem só é enviada  corretamente, quando emissor e receptor encontram-se na mesma sintonia. Quando um fala e o outro entende.
    Precisamos ter bastante cuidado com a mensagem que estamos transmitindo para a nossa liderança. Quando falamos a  mesma língua que a nossa família, nossos colegas de trabalho, amigos e liderança teremos como resultado o nosso  crescimento e o alcance de nossos objetivos. Mas é preciso jamais esquecer qual é a nossa posição. Todo bom líder almeja  uma equipe motivada, unida e que fale a mesma língua, porém é importante deixar claro que o intuito é alcançar os objetivos  da empresa e não destituir o líder.
    Caso não aprendamos a passar a mensagem correta, nossos projetos correm grande risco de  terminarem como a Torre de  Babel. Inacabados.
    ...
    Texto adaptado
    Mônica Bastos
    Disponível em: http://www.rhportal.com.br/
  • Assinale a alternativa que apresenta pontuação correta.
  • 7 - Questão 29917.   Inglês - Nível Superior - Gestor de Políticas Públicas Regionais - Consórcio Intermunicipal Grande ABC - CAIPIMES - 2015
  • Clues to How an Electric Treatment for Parkinson’s Work

    In 1998, Dr. Philip A. Starr started putting electrodes in people’s brains. A neurosurgeon at the University of California, San Francisco, Dr. Starr was treating people with Parkinson’s disease, which slowly destroys essential bits of brain tissue, robbing people of control of their bodies. At first, drugs had given his patients some relief, but now they needed more help. After the surgery, Dr. Starr closed up his patients’ skulls and switched on the electrodes, releasing a steady buzz of electric pulses in their brains. For many patients, the effect was immediate. “We have people who, when they’re not taking their meds, can be frozen,” said Dr. Starr. “When we turn on the stimulator, they start walking.” First developed in the early 1990s, deep brain stimulation, or D.B.S., was approved by the Food and Drug Administration for treating Parkinson’s disease in 2002. Since its invention, about 100,000 people have received implants. While D.B.S. doesn’t halt Parkinson’s, it can turn back the clock a few years for many patients. Yet despite its clear effectiveness, scientists like Dr. Starr have struggled to understand what D.B.S. actually does to the brain. “We do D.B.S. because it works,” said Dr. Starr, “but we don’t really know how.” In a recent experiment, Dr. Starr and his colleagues believe they found a clue. D.B.S. may counter Parkinson’s disease by liberating the brain from a devastating electrical lock-step.

    http://www.nytimes.com/2015/04/16/science/ (adapted)
  • According to the text, choose the correct alternative to answer the following question: “Who is Philip A. Starr?”
  • 8 - Questão 29925.   Direito Administrativo - Agentes Públicos e Lei 8112 de 1990 - Nível Superior - Gestor de Políticas Públicas Regionais - Consórcio Intermunicipal Grande ABC - CAIPIMES - 2015
  • Os servidores públicos têm como dever:

    I-   Observar as normas legais e regulamentares.
    II-  Cumprir as ordens superiores, exceto quando manifestamente ilegais.
    III- Levar as irregularidades de que tiver ciência em razão do cargo ao conhecimento da autoridade superior ou, quando houver suspeita de envolvimento desta, ao conhecimento de outra autoridade competente para apuração.
    IV- Zelar pela economia do material e a conservação do patrimônio público.
    V-  Manter conduta incompatível com a moralidade administrativa.
    VI- Tratar com urbanidade as pessoas.

    Assinale a alternativa correta.
  • 9 - Questão 29941.   Princípios, Normas e Atribuições Institucionais - Nível Superior - Gestor de Políticas Públicas Regionais - Consórcio Intermunicipal Grande ABC - CAIPIMES - 2015
  • São ações prioritárias do programa de desenvolvimento econômico e turismo do PPA Regional do Consórcio Intermunicipal do Grande ABC:

    I-   Implantar programa de infraestrutura e inovação para o desenvolvimento econômico e tecnológico.
    II-  Implementar alternativas de desenvolvimento e manejo sustentável nas áreas de mananciais.
    III- Implantar o circuito turístico do Grande ABC.
    IV- Promover o turismo de negócios e eventos.

    Com base nas informações acima, está correto afirmar que: