Questões de Concursos Oficial Operacional

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  • 1 - Questão 3029.   Legislação de Trânsito - Nível Médio - Oficial Operacional - SAP - VUNESP - 2011
  • Um veículo sofreu uma pane numa via pública sem acostamento. De acordo com o Código de Trânsito Brasileiro – CTB e Resolução Contran n.º 36/1998, para sinalizar essa emergência aos demais usuários da via, o condutor deve ligar o pisca-alerta e
  • 2 - Questão 3016.   Português - Nível Médio - Oficial Operacional - SAP - VUNESP - 2011
  • Leia o texto para responder às questões de números 01 a 10.

    Cadeias lotadas

       Lugar de bandido é na cadeia, diz o povo. Concordo, não
    tem cabimento deixar solto alguém que mata, assalta ou estupra,
    mas faço um reparo ao dito popular: lugar de bandido é
    na cadeia, desde que haja lugar.
       Graças às medidas tomadas pela Secretaria da Segurança
    nos últimos anos, a polícia de São Paulo ganhou mais competência.
    A continuar assim, à medida que esse processo de
    modernização e moralização se aprofundar, mais gente será
    presa. Vejam o paradoxo: a sociedade quer polícia atuante e
    todos os bandidos atrás das grades, mas não haverá recursos
    para aprisioná-los em condições minimamente civilizadas.
    Como sair do impasse?
       Violência urbana é doença multifatorial e contagiosa,
    que nas camadas mais pobres adquire características epidêmicas.
    Os estudos mostram que correm mais risco de se
    tornar violentos aqueles que viveram pelo menos uma das
    seguintes situações: 1) abusos físicos ou psicológicos na
    primeira infância e falta de afeto; 2) falta de orientação familiar
    e de imposição de limites durante a adolescência; 3)
    convivência com pares envolvidos em atos de violência. Na
    periferia das cidades brasileiras, milhões de crianças vivem
    nessas três situações de risco. São tantas que é de estranhar o
    pequeno número que envereda pelo crime.
       Nossa única saída é oferecer-lhes alternativas de qualificação
    profissional e trabalho decente, antes que sejam atraídas
    pelos marginais por um salário ridículo e sem direitos trabalhistas.
    Espalhadas pelo país, há iniciativas bem-sucedidas
    nessa área, mas o número é tímido diante das proporções da
    tragédia social. Há necessidade de um grande esforço nacional
    que envolva as diversas esferas governamentais e mobilize
    a sociedade inteira.
       Como parte dessa mobilização, é fundamental levar o
    planejamento familiar para os estratos sociais mais desfavorecidos.
    Negar-lhes o acesso ao controle da fertilidade é
    a violência maior que a sociedade comete contra a mulher
    pobre. Na penitenciária feminina em que atendo, é mais fácil
    achar uma agulha no palheiro do que uma menina de 25 anos
    que não tenha três ou quatro filhos, quase sempre indesejados.
    Algumas têm sete ou oito, espalhados em casas de parentes
    e vizinhos, morando na rua ou sob a tutela do Estado.

    (Drauzio Varella, Folha de S.Paulo, 30.07.2011. Adaptado)
  • A expressão destacada na frase — Graças às medidas
    tomadas pela Secretaria da Segurança nos últimos anos,
    a polícia de São Paulo ganhou mais competência. — está
    corretamente substituída, sem alteração de sentido, por:
  • 3 - Questão 3021.   Português - Nível Médio - Oficial Operacional - SAP - VUNESP - 2011
  • Leia o texto para responder às questões de números 01 a 10.

    Cadeias lotadas

       Lugar de bandido é na cadeia, diz o povo. Concordo, não
    tem cabimento deixar solto alguém que mata, assalta ou estupra,
    mas faço um reparo ao dito popular: lugar de bandido é
    na cadeia, desde que haja lugar.
       Graças às medidas tomadas pela Secretaria da Segurança
    nos últimos anos, a polícia de São Paulo ganhou mais competência.
    A continuar assim, à medida que esse processo de
    modernização e moralização se aprofundar, mais gente será
    presa. Vejam o paradoxo: a sociedade quer polícia atuante e
    todos os bandidos atrás das grades, mas não haverá recursos
    para aprisioná-los em condições minimamente civilizadas.
    Como sair do impasse?
       Violência urbana é doença multifatorial e contagiosa,
    que nas camadas mais pobres adquire características epidêmicas.
    Os estudos mostram que correm mais risco de se
    tornar violentos aqueles que viveram pelo menos uma das
    seguintes situações: 1) abusos físicos ou psicológicos na
    primeira infância e falta de afeto; 2) falta de orientação familiar
    e de imposição de limites durante a adolescência; 3)
    convivência com pares envolvidos em atos de violência. Na
    periferia das cidades brasileiras, milhões de crianças vivem
    nessas três situações de risco. São tantas que é de estranhar o
    pequeno número que envereda pelo crime.
       Nossa única saída é oferecer-lhes alternativas de qualificação
    profissional e trabalho decente, antes que sejam atraídas
    pelos marginais por um salário ridículo e sem direitos trabalhistas.
    Espalhadas pelo país, há iniciativas bem-sucedidas
    nessa área, mas o número é tímido diante das proporções da
    tragédia social. Há necessidade de um grande esforço nacional
    que envolva as diversas esferas governamentais e mobilize
    a sociedade inteira.
       Como parte dessa mobilização, é fundamental levar o
    planejamento familiar para os estratos sociais mais desfavorecidos.
    Negar-lhes o acesso ao controle da fertilidade é
    a violência maior que a sociedade comete contra a mulher
    pobre. Na penitenciária feminina em que atendo, é mais fácil
    achar uma agulha no palheiro do que uma menina de 25 anos
    que não tenha três ou quatro filhos, quase sempre indesejados.
    Algumas têm sete ou oito, espalhados em casas de parentes
    e vizinhos, morando na rua ou sob a tutela do Estado.

    (Drauzio Varella, Folha de S.Paulo, 30.07.2011. Adaptado)
  • A forma verbal que explicita um apelo direto aos leitores do texto está destacada em:
  • 4 - Questão 3022.   Português - Nível Médio - Oficial Operacional - SAP - VUNESP - 2011
  • Leia o texto para responder às questões de números 01 a 10.

    Cadeias lotadas

       Lugar de bandido é na cadeia, diz o povo. Concordo, não
    tem cabimento deixar solto alguém que mata, assalta ou estupra,
    mas faço um reparo ao dito popular: lugar de bandido é
    na cadeia, desde que haja lugar.
       Graças às medidas tomadas pela Secretaria da Segurança
    nos últimos anos, a polícia de São Paulo ganhou mais competência.
    A continuar assim, à medida que esse processo de
    modernização e moralização se aprofundar, mais gente será
    presa. Vejam o paradoxo: a sociedade quer polícia atuante e
    todos os bandidos atrás das grades, mas não haverá recursos
    para aprisioná-los em condições minimamente civilizadas.
    Como sair do impasse?
       Violência urbana é doença multifatorial e contagiosa,
    que nas camadas mais pobres adquire características epidêmicas.
    Os estudos mostram que correm mais risco de se
    tornar violentos aqueles que viveram pelo menos uma das
    seguintes situações: 1) abusos físicos ou psicológicos na
    primeira infância e falta de afeto; 2) falta de orientação familiar
    e de imposição de limites durante a adolescência; 3)
    convivência com pares envolvidos em atos de violência. Na
    periferia das cidades brasileiras, milhões de crianças vivem
    nessas três situações de risco. São tantas que é de estranhar o
    pequeno número que envereda pelo crime.
       Nossa única saída é oferecer-lhes alternativas de qualificação
    profissional e trabalho decente, antes que sejam atraídas
    pelos marginais por um salário ridículo e sem direitos trabalhistas.
    Espalhadas pelo país, há iniciativas bem-sucedidas
    nessa área, mas o número é tímido diante das proporções da
    tragédia social. Há necessidade de um grande esforço nacional
    que envolva as diversas esferas governamentais e mobilize
    a sociedade inteira.
       Como parte dessa mobilização, é fundamental levar o
    planejamento familiar para os estratos sociais mais desfavorecidos.
    Negar-lhes o acesso ao controle da fertilidade é
    a violência maior que a sociedade comete contra a mulher
    pobre. Na penitenciária feminina em que atendo, é mais fácil
    achar uma agulha no palheiro do que uma menina de 25 anos
    que não tenha três ou quatro filhos, quase sempre indesejados.
    Algumas têm sete ou oito, espalhados em casas de parentes
    e vizinhos, morando na rua ou sob a tutela do Estado.

    (Drauzio Varella, Folha de S.Paulo, 30.07.2011. Adaptado)
  • Observe os trechos.

    1. ... lugar de bandido é na cadeia, desde que haja lugar.
    2. ... não haverá recursos para aprisioná-los em condições
    minimamente civilizadas
    3. Espalhadas pelo país, iniciativas bem-sucedidas
    nessa área...

    Assinale a alternativa em que as formas do verbo haver,
    destacadas nos trechos, estão substituídas, respectivamente
    e de acordo com o português padrão, por formas
    equivalentes do verbo existir.
  • 5 - Questão 3015.   Português - Nível Médio - Oficial Operacional - SAP - VUNESP - 2011
  • Leia o texto para responder às questões de números 01 a 10.

    Cadeias lotadas

       Lugar de bandido é na cadeia, diz o povo. Concordo, não
    tem cabimento deixar solto alguém que mata, assalta ou estupra,
    mas faço um reparo ao dito popular: lugar de bandido é
    na cadeia, desde que haja lugar.
       Graças às medidas tomadas pela Secretaria da Segurança
    nos últimos anos, a polícia de São Paulo ganhou mais competência.
    A continuar assim, à medida que esse processo de
    modernização e moralização se aprofundar, mais gente será
    presa. Vejam o paradoxo: a sociedade quer polícia atuante e
    todos os bandidos atrás das grades, mas não haverá recursos
    para aprisioná-los em condições minimamente civilizadas.
    Como sair do impasse?
       Violência urbana é doença multifatorial e contagiosa,
    que nas camadas mais pobres adquire características epidêmicas.
    Os estudos mostram que correm mais risco de se
    tornar violentos aqueles que viveram pelo menos uma das
    seguintes situações: 1) abusos físicos ou psicológicos na
    primeira infância e falta de afeto; 2) falta de orientação familiar
    e de imposição de limites durante a adolescência; 3)
    convivência com pares envolvidos em atos de violência. Na
    periferia das cidades brasileiras, milhões de crianças vivem
    nessas três situações de risco. São tantas que é de estranhar o
    pequeno número que envereda pelo crime.
       Nossa única saída é oferecer-lhes alternativas de qualificação
    profissional e trabalho decente, antes que sejam atraídas
    pelos marginais por um salário ridículo e sem direitos trabalhistas.
    Espalhadas pelo país, há iniciativas bem-sucedidas
    nessa área, mas o número é tímido diante das proporções da
    tragédia social. Há necessidade de um grande esforço nacional
    que envolva as diversas esferas governamentais e mobilize
    a sociedade inteira.
       Como parte dessa mobilização, é fundamental levar o
    planejamento familiar para os estratos sociais mais desfavorecidos.
    Negar-lhes o acesso ao controle da fertilidade é
    a violência maior que a sociedade comete contra a mulher
    pobre. Na penitenciária feminina em que atendo, é mais fácil
    achar uma agulha no palheiro do que uma menina de 25 anos
    que não tenha três ou quatro filhos, quase sempre indesejados.
    Algumas têm sete ou oito, espalhados em casas de parentes
    e vizinhos, morando na rua ou sob a tutela do Estado.

    (Drauzio Varella, Folha de S.Paulo, 30.07.2011. Adaptado)
  • A expressão do título — Cadeias lotadas — tem sentido equivalente a
  • 6 - Questão 3026.   Legislação de Trânsito - Nível Médio - Oficial Operacional - SAP - VUNESP - 2011
  • Sobre a ordem de prevalência da sinalização, o artigo 89 do Código de Trânsito Brasileiro estabelece que
  • 7 - Questão 3014.   Português - Nível Médio - Oficial Operacional - SAP - VUNESP - 2011
  • Leia o texto para responder às questões de números 01 a 10.

    Cadeias lotadas

       Lugar de bandido é na cadeia, diz o povo. Concordo, não
    tem cabimento deixar solto alguém que mata, assalta ou estupra,
    mas faço um reparo ao dito popular: lugar de bandido é
    na cadeia, desde que haja lugar.
       Graças às medidas tomadas pela Secretaria da Segurança
    nos últimos anos, a polícia de São Paulo ganhou mais competência.
    A continuar assim, à medida que esse processo de
    modernização e moralização se aprofundar, mais gente será
    presa. Vejam o paradoxo: a sociedade quer polícia atuante e
    todos os bandidos atrás das grades, mas não haverá recursos
    para aprisioná-los em condições minimamente civilizadas.
    Como sair do impasse?
       Violência urbana é doença multifatorial e contagiosa,
    que nas camadas mais pobres adquire características epidêmicas.
    Os estudos mostram que correm mais risco de se
    tornar violentos aqueles que viveram pelo menos uma das
    seguintes situações: 1) abusos físicos ou psicológicos na
    primeira infância e falta de afeto; 2) falta de orientação familiar
    e de imposição de limites durante a adolescência; 3)
    convivência com pares envolvidos em atos de violência. Na
    periferia das cidades brasileiras, milhões de crianças vivem
    nessas três situações de risco. São tantas que é de estranhar o
    pequeno número que envereda pelo crime.
       Nossa única saída é oferecer-lhes alternativas de qualificação
    profissional e trabalho decente, antes que sejam atraídas
    pelos marginais por um salário ridículo e sem direitos trabalhistas.
    Espalhadas pelo país, há iniciativas bem-sucedidas
    nessa área, mas o número é tímido diante das proporções da
    tragédia social. Há necessidade de um grande esforço nacional
    que envolva as diversas esferas governamentais e mobilize
    a sociedade inteira.
       Como parte dessa mobilização, é fundamental levar o
    planejamento familiar para os estratos sociais mais desfavorecidos.
    Negar-lhes o acesso ao controle da fertilidade é
    a violência maior que a sociedade comete contra a mulher
    pobre. Na penitenciária feminina em que atendo, é mais fácil
    achar uma agulha no palheiro do que uma menina de 25 anos
    que não tenha três ou quatro filhos, quase sempre indesejados.
    Algumas têm sete ou oito, espalhados em casas de parentes
    e vizinhos, morando na rua ou sob a tutela do Estado.

    (Drauzio Varella, Folha de S.Paulo, 30.07.2011. Adaptado)
  • Como meio de conter o aumento da violência urbana, especialmente nas periferias, o autor propõe a
  • 8 - Questão 3041.   Conhecimentos Gerais - Nível Médio - Oficial Operacional - SAP - VUNESP - 2011
  • Leia os trechos.

    I. Tanques do novo governo da Líbia atacam forças de
    Kadhafi em Sirte.
    Otan continua bombardeando cidade natal do ex-ditador.
    Governo provisório tenta se estabelecer, cinco
    semanas após tomar Trípoli.

    II. Forças de segurança matam quatro desertores na Síria,
    dizem ativistas.
    Cidades inteiras estão cercadas por forças militares,
    segundo organização. Regime Assad denuncia “intervenção
    estrangeira” para criar divisões no país.

    III. Iêmen se prepara para mais protestos após discurso
    de Saleh.
    Fracasso de Saleh em prometer renunciar alimentou
    mais ira nas ruas. Na última semana, 100 pessoas
    morreram em confrontos.

    (http://g1.globo.com/revolta-arabe/noticia/plantao.html, 26.09.2011)

    Nesses países, têm-se em comum a
  • 9 - Questão 3023.   Português - Nível Médio - Oficial Operacional - SAP - VUNESP - 2011
  • Leia o texto para responder às questões de números 01 a 10.

    Cadeias lotadas

       Lugar de bandido é na cadeia, diz o povo. Concordo, não
    tem cabimento deixar solto alguém que mata, assalta ou estupra,
    mas faço um reparo ao dito popular: lugar de bandido é
    na cadeia, desde que haja lugar.
       Graças às medidas tomadas pela Secretaria da Segurança
    nos últimos anos, a polícia de São Paulo ganhou mais competência.
    A continuar assim, à medida que esse processo de
    modernização e moralização se aprofundar, mais gente será
    presa. Vejam o paradoxo: a sociedade quer polícia atuante e
    todos os bandidos atrás das grades, mas não haverá recursos
    para aprisioná-los em condições minimamente civilizadas.
    Como sair do impasse?
       Violência urbana é doença multifatorial e contagiosa,
    que nas camadas mais pobres adquire características epidêmicas.
    Os estudos mostram que correm mais risco de se
    tornar violentos aqueles que viveram pelo menos uma das
    seguintes situações: 1) abusos físicos ou psicológicos na
    primeira infância e falta de afeto; 2) falta de orientação familiar
    e de imposição de limites durante a adolescência; 3)
    convivência com pares envolvidos em atos de violência. Na
    periferia das cidades brasileiras, milhões de crianças vivem
    nessas três situações de risco. São tantas que é de estranhar o
    pequeno número que envereda pelo crime.
       Nossa única saída é oferecer-lhes alternativas de qualificação
    profissional e trabalho decente, antes que sejam atraídas
    pelos marginais por um salário ridículo e sem direitos trabalhistas.
    Espalhadas pelo país, há iniciativas bem-sucedidas
    nessa área, mas o número é tímido diante das proporções da
    tragédia social. Há necessidade de um grande esforço nacional
    que envolva as diversas esferas governamentais e mobilize
    a sociedade inteira.
       Como parte dessa mobilização, é fundamental levar o
    planejamento familiar para os estratos sociais mais desfavorecidos.
    Negar-lhes o acesso ao controle da fertilidade é
    a violência maior que a sociedade comete contra a mulher
    pobre. Na penitenciária feminina em que atendo, é mais fácil
    achar uma agulha no palheiro do que uma menina de 25 anos
    que não tenha três ou quatro filhos, quase sempre indesejados.
    Algumas têm sete ou oito, espalhados em casas de parentes
    e vizinhos, morando na rua ou sob a tutela do Estado.

    (Drauzio Varella, Folha de S.Paulo, 30.07.2011. Adaptado)
  • O trecho em destaque na frase que inicia o penúltimo
    parágrafo — Nossa única saída é oferecer-lhes alternativas
    de qualificação profissional e trabalho decente,
    antes que sejam atraídas pelos marginais por um salário
    ridículo e sem direitos trabalhistas. — está corretamente
    reescrito, sem alteração de sentido, em:
  • 10 - Questão 3025.   Legislação de Trânsito - Nível Médio - Oficial Operacional - SAP - VUNESP - 2011
  • De acordo com o Código de Trânsito Brasileiro – CTB, diz-se que um veículo está estacionado quando