Questões de Concursos Primeiro Tenente Farmacêutico Hospitalar

Resolva Questões de Concursos Primeiro Tenente Farmacêutico Hospitalar Grátis. Exercícios com Perguntas e Respostas. Provas Online com Gabarito.

  • 1 - Questão 52984 - Português - Nível Superior - Primeiro Tenente Farmacêutico Hospitalar - CIAAR - 2013
  • Assinale a alternativa que completa, de forma adequada, as lacunas do texto. Jovem chateado liga para a polícia após bronca da mãe e é preso.

                          Jovem chateado liga para a polícia após bronca da mãe e é preso

    Um jovem de 19 anos, morador de Vero Beach, na Flórida (EUA), acabou preso depois de ligar duas vezes para ______ polícia ao ficar chateado por tomar uma bronca da própria mãe. 
    Vicent Valvo ligou para o serviço de emergência alegando que não tinha gostado da forma como a mãe havia se dirigido a ele, de acordo com um relatório da polícia do condado de Indian River. Por volta das 4h30m, um policial foi _______ casa de Vicent para responder ao chamado e prender o jovem. 
    O rapaz acabou preso por abuso do serviço de emergência, e solto após pagar fiança de R$ 1 mil. Não _____ informações sobre o tipo de coisas que a mulher teria falado ao filho. 

                              (Disponível em: http://g1.giobo.com/pianeta-bizarro/noticia/2013/0.... Adaptado.)
  • 2 - Questão 52980 - Português - Nível Superior - Primeiro Tenente Farmacêutico Hospitalar - CIAAR - 2013
  • Analise as afirmativas a seguir.

    I. O verbo da frase “Vendem-se apartamentos na beira da praia” está na voz passiva.
    II. Na frase “Era-se feliz naquele tempo” o verbo encontra-se na voz reflexiva, ou média. 
    III. Em “Nos abraçamos por um longo tempo” o verbo está na voz ativa. 

    Está(ão) correta(s) a(s) afirmativa(s)
  • 3 - Questão 52945 - Farmácia - Nível Superior - Primeiro Tenente Farmacêutico Hospitalar - CIAAR - 2013
  • Para um determinado paciente, hospitalizado com problemas cardíacos, foi prescrito um diurético de alça. Na internação não foi avisado ao médico que o paciente já fazia uso de digoxina via oral. O medicamento continuou a ser administrado a esse paciente. Assinale os principais problemas envolvidos no uso concomitante desses medicamentos.  
  • 4 - Questão 52943 - Farmácia - Nível Superior - Primeiro Tenente Farmacêutico Hospitalar - CIAAR - 2013
  • A farmacoepidemiologia, área composta principalmente por duas vertentes que se complementam (farmacovigilância e estudos de utilização de medicamentos), tem como objetivo principal analisar e avaliar impactos e o seu uso racional na população. Assinale a alternativa que melhor explica a relação do uso racional de medicamentos com a farmacoepidemiologia. 
  • 5 - Questão 52971 - Português - Nível Superior - Primeiro Tenente Farmacêutico Hospitalar - CIAAR - 2013
  • O padeiro

           Levanto cedo, faço minhas abluções, ponho a chaleira no fogo para fazer café e abro a porta do apartamento - mas não encontro o pão costumeiro. No mesmo instante me lembro de ter lido alguma coisa nos jornais da véspera sobre a “greve do pão dormido". De resto não é bem uma greve, é um lockout, greve dos patrões, que suspenderam o trabalho noturno; acham que obrigando o povo a tomar seu café da manhã com pão dormido conseguirão não sei bem o que do governo.
          Está bem. Tomo o meu café com pão dormido, que não é tão ruim assim. E enquanto tomo café vou me lembrando de um homem modesto que conheci antigamente. Quando vinha deixar o pão à porta do apartamento ele apertava a campainha, mas, para não incomodar os moradores, avisava gritando: 
          - Não é ninguém, é o padeiro! 
          Interroguei-o uma vez: como tivera a ideia de gritar aquilo? 
          “Então você não é ninguém?" Ele abriu um sorriso largo. Explicou que aprendera aquilo de ouvido. Muitas vezes lhe acontecera bater a campainha de uma casa e ser atendido por uma empregada ou outra pessoa qualquer, e ouvir uma voz que vinha lá de dentro perguntando quem era; e ouvir a pessoa que o atendera dizer para dentro: “não é ninguém, não senhora, é o padeiro". Assim ficara sabendo que não era ninguém…
          Ele me contou isso sem mágoa nenhuma, e se despediu ainda sorrindo. Eu não quis detê-lo para explicar que estava falando com um colega, ainda que menos importante. Naquele tempo eu também, como os padeiros, fazia o trabalho noturno. Era pela madrugada que deixava a redação de jornal, quase sempre depois de uma passagem pela oficina - e muitas vezes saía já levando na mão um dos primeiros exemplares rodados, o jornal ainda quentinho da máquina, como pão saído do forno. 
          Ah, eu era rapaz, eu era rapaz naquele tempo! E às vezes me julgava importante porque no jornal que levava para casa, além de reportagens ou notas que eu escrevera sem assinar, ia uma crônica ou artigo com o meu nome. O jornal e o pão estariam bem cedinho na porta de cada lar; e dentro do meu coração eu recebi a lição de humildade daquele homem entre todos útil e entre todos alegre; “não é ninguém, é o padeiro!" E assobiava pelas escadas. 

    (Rubem Braga. Disponível em: http://www.sul21.com.br/jornal/2013/01/100-anos-do...)
  • Releia o trecho: “Eu não quis detê-lo para explicar que estava falando com um colega, ainda que menos importante.” (7º§) 

    Qual é a relação entre a oração introduzida pela expressão sublinhada e a oração imediatamente anterior?
  • 6 - Questão 52963 - Farmácia - Nível Superior - Primeiro Tenente Farmacêutico Hospitalar - CIAAR - 2013
  • A utilização de medicamentos é definida pela Organização Mundial da Saúde (OMS), como comercialização, distribuição, prescrição, dispensação e uso de medicamentos na sociedade. O objetivo do estudo de utilização de medicamentos é conhecer
  • 7 - Questão 52976 - Português - Nível Superior - Primeiro Tenente Farmacêutico Hospitalar - CIAAR - 2013
  • O padeiro

           Levanto cedo, faço minhas abluções, ponho a chaleira no fogo para fazer café e abro a porta do apartamento - mas não encontro o pão costumeiro. No mesmo instante me lembro de ter lido alguma coisa nos jornais da véspera sobre a “greve do pão dormido". De resto não é bem uma greve, é um lockout, greve dos patrões, que suspenderam o trabalho noturno; acham que obrigando o povo a tomar seu café da manhã com pão dormido conseguirão não sei bem o que do governo.
          Está bem. Tomo o meu café com pão dormido, que não é tão ruim assim. E enquanto tomo café vou me lembrando de um homem modesto que conheci antigamente. Quando vinha deixar o pão à porta do apartamento ele apertava a campainha, mas, para não incomodar os moradores, avisava gritando: 
          - Não é ninguém, é o padeiro! 
          Interroguei-o uma vez: como tivera a ideia de gritar aquilo? 
          “Então você não é ninguém?" Ele abriu um sorriso largo. Explicou que aprendera aquilo de ouvido. Muitas vezes lhe acontecera bater a campainha de uma casa e ser atendido por uma empregada ou outra pessoa qualquer, e ouvir uma voz que vinha lá de dentro perguntando quem era; e ouvir a pessoa que o atendera dizer para dentro: “não é ninguém, não senhora, é o padeiro". Assim ficara sabendo que não era ninguém…
          Ele me contou isso sem mágoa nenhuma, e se despediu ainda sorrindo. Eu não quis detê-lo para explicar que estava falando com um colega, ainda que menos importante. Naquele tempo eu também, como os padeiros, fazia o trabalho noturno. Era pela madrugada que deixava a redação de jornal, quase sempre depois de uma passagem pela oficina - e muitas vezes saía já levando na mão um dos primeiros exemplares rodados, o jornal ainda quentinho da máquina, como pão saído do forno. 
          Ah, eu era rapaz, eu era rapaz naquele tempo! E às vezes me julgava importante porque no jornal que levava para casa, além de reportagens ou notas que eu escrevera sem assinar, ia uma crônica ou artigo com o meu nome. O jornal e o pão estariam bem cedinho na porta de cada lar; e dentro do meu coração eu recebi a lição de humildade daquele homem entre todos útil e entre todos alegre; “não é ninguém, é o padeiro!" E assobiava pelas escadas. 

    (Rubem Braga. Disponível em: http://www.sul21.com.br/jornal/2013/01/100-anos-do...)
  • Releia o último parágrafo do texto: “Ah, eu era rapaz, eu era rapaz naquele tempo! E às vezes me julgava importante porque no jornal que levava para casa, além de reportagens ou notas que eu escrevera sem assinar, ia uma crônica ou artigo com o meu nome. O jornal e o pão estariam bem cedinho na porta de cada lar; e dentro do meu coração eu recebi a lição de humildade daquele homem entre todos útil e entre todos alegre; ‘não é ninguém, é o padeiro!’” . Analise o papel do trecho destacado e assinale a alternativa que responde à pergunta: qual é a função desse excerto no parágrafo?
  • 8 - Questão 52967 - Farmácia - Nível Superior - Primeiro Tenente Farmacêutico Hospitalar - CIAAR - 2013
  • Um paciente chega ao hospital apresentando um estado grave de infecção. O médico prescreve uma dose de ataque de um antibiótico endovenoso, levando em consideração alguns dados prévios do medicamento, como o volume de distribuição e a concentração eficaz do fármaco. Assim, é obtida uma dose de ataque de 1 g do medicamento. Qual é a concentração eficaz do medicamento, sabendo-se que o seu volume de distribuição é 2,3?  
  • 9 - Questão 52970 - Português - Nível Superior - Primeiro Tenente Farmacêutico Hospitalar - CIAAR - 2013
  • O padeiro

           Levanto cedo, faço minhas abluções, ponho a chaleira no fogo para fazer café e abro a porta do apartamento - mas não encontro o pão costumeiro. No mesmo instante me lembro de ter lido alguma coisa nos jornais da véspera sobre a “greve do pão dormido". De resto não é bem uma greve, é um lockout, greve dos patrões, que suspenderam o trabalho noturno; acham que obrigando o povo a tomar seu café da manhã com pão dormido conseguirão não sei bem o que do governo.
          Está bem. Tomo o meu café com pão dormido, que não é tão ruim assim. E enquanto tomo café vou me lembrando de um homem modesto que conheci antigamente. Quando vinha deixar o pão à porta do apartamento ele apertava a campainha, mas, para não incomodar os moradores, avisava gritando: 
          - Não é ninguém, é o padeiro! 
          Interroguei-o uma vez: como tivera a ideia de gritar aquilo? 
          “Então você não é ninguém?" Ele abriu um sorriso largo. Explicou que aprendera aquilo de ouvido. Muitas vezes lhe acontecera bater a campainha de uma casa e ser atendido por uma empregada ou outra pessoa qualquer, e ouvir uma voz que vinha lá de dentro perguntando quem era; e ouvir a pessoa que o atendera dizer para dentro: “não é ninguém, não senhora, é o padeiro". Assim ficara sabendo que não era ninguém…
          Ele me contou isso sem mágoa nenhuma, e se despediu ainda sorrindo. Eu não quis detê-lo para explicar que estava falando com um colega, ainda que menos importante. Naquele tempo eu também, como os padeiros, fazia o trabalho noturno. Era pela madrugada que deixava a redação de jornal, quase sempre depois de uma passagem pela oficina - e muitas vezes saía já levando na mão um dos primeiros exemplares rodados, o jornal ainda quentinho da máquina, como pão saído do forno. 
          Ah, eu era rapaz, eu era rapaz naquele tempo! E às vezes me julgava importante porque no jornal que levava para casa, além de reportagens ou notas que eu escrevera sem assinar, ia uma crônica ou artigo com o meu nome. O jornal e o pão estariam bem cedinho na porta de cada lar; e dentro do meu coração eu recebi a lição de humildade daquele homem entre todos útil e entre todos alegre; “não é ninguém, é o padeiro!" E assobiava pelas escadas. 

    (Rubem Braga. Disponível em: http://www.sul21.com.br/jornal/2013/01/100-anos-do...)
  • O trecho “De resto não é bem uma greve, é um lockout, greve dos patrões, que suspenderam o trabalho noturno; acham que obrigando o povo a tomar seu café da manhã com pão dormido conseguirão não sei bem o que do governo." (1º§), possui uma pequena controvérsia, que não prejudica o texto, ao contrário, contribui para o entendimento de algo. Que controvérsia é essa?
  • 10 - Questão 52962 - Farmácia - Nível Superior - Primeiro Tenente Farmacêutico Hospitalar - CIAAR - 2013
  • Nos últimos anos, o Brasil tem vivenciado nova realidade econômica, forçando as instituições hospitalares a adaptar seus orçamentos às necessidades da população assistida, sendo que a racionalização dos gastos tem sido a principal meta da administração financeira. Então, para atender a essa racionalização dos gastos, o processo de aquisição de medicamentos deve atender aos requisitos de avaliação de consumo. Entretanto, para avaliar o consumo, deve-se, em primeiro lugar, descrevê-lo. Assim, é correto descrever o consumo como