Questões de Concursos Professor de Geografia

Resolva Questões de Concursos Professor de Geografia Grátis. Exercícios com Perguntas e Respostas. Provas Online com Gabarito.

  • 1 - Questão 49431 - Geografia - Nível Superior - Professor de Geografia - SEE MG - FCC - 2012
  • Leia o texto a seguir. 

    O sertão retratado por Guimarães Rosa na obra “Grande Sertão: Veredas" mantém a dimensão complexa e migrante do termo. Grande, fugidio e “sem lugar", é fortemente marcado pela geografia e clima do cerrado, pela bacia do Rio São Francisco, pelo tráfego intenso de tropeiros e pelo apogeu e declínio da jagunçagem, entre o fim do século dezenove e o início do século vinte.

       (Adaptado de http://www.revistasagarana.com.br/revista30/grandesertao.htm) 

    Na perspectiva da Geografia, a obra de Guimarães Rosa, embora literária, pode ser entendida como uma forma de
  • 2 - Questão 49417 - Matemática - Nível Superior - Professor de Geografia - SEE MG - FCC - 2012
  • Dona Quitéria oferece chá da tarde em sua lanchonete. Ela serve: 

    - cinco variedades de chás; 
    - três sabores de pãezinhos; 
    - quatro qualidades de geleias;

    Os clientes podem optar por um tipo de chá, um sabor de pão e uma geleia. Mariana toma lanche todos os dias no estabelecimento de Dona Quitéria. O número de vezes que Mariana pode tomar lanche sem repetir sua opção é
  • 3 - Questão 49402 - Português - Nível Superior - Professor de Geografia - SEE MG - FCC - 2012
  • Texto I 

    Os animais e a linguagem dos homens 

    Essa mania que tem o homem de distribuir pela escala zoológica medidas de valor e índices de comportamento que, na escala humana, sim, é que podem ser aferidos com justeza! 

    Por que chamamos de zebra a uma pessoa estúpida, que não tem as qualidades da zebra? Esta sabe muito bem defender-se dos perigos pela vista, pelo olfato e pela velocidade, sem esquecer a graça mimética de suas listas, úteis para a dissimulação entre folhas. Se ela não é dócil às ordens do treinador, se não aprende o que este quer ensinar-lhe, tem suas razões. É um ensino que não lhe convém e que a humilha em sua espontaneidade. Repele a escravidão, que torna lamentáveis os mais belos e inteligentes animais de circo, tão supe- riores a seus donos.

    Gosto muito de La Fontaine*, não nego; a graça de seus versos vende as fábulas, que são entretanto uma injúria revoltante à natureza dos animais, acusados de todos os defeitos humanos. O moralista procura corrigir falhas características de nossa espécie, atribuindo-as a bichos que, não sabendo ler, escrever ou falar as línguas literárias, não têm como defender-se, repelindo falsas imputações. O peru, o burro, a toupeira, a cobra, o ouriço e toda a multidão de seres supostamente irracionais, mas acusados de todos os vícios da razão humana, teriam muito que retrucar, se lhes fosse concedida a palavra num sistema verdadeiramente representativo, ainda por ser inventado.

    Sem aprofundar a matéria, inclino-me a crer que o nosso conhecimento dos animais é bem menos preciso do que o conhecimento que eles têm de nós. Não é à toa que nos temem e procuram sempre manter distância ou mesmo botar sebo nas canelas (ou asas ou barbatanas ou ...) quando o bicho-homem se aproxima. Muitas vezes nosso desejo de comunicação e até de repartir carinho lhes cheira muito mal. A memória milenar adverte-lhes que com gente não se brinca. Homens e mulheres que sentem piedade pelos animais, e até amor, constituem uma santa minoria, e eles salvarão a Terra. Mas será que os outros, a volumosa maioria, os caçadores, os torturadores, os mercadores de vidas, vão deixar? 

    La Fontaine - fabulista francês do século XVII. 

    (Carlos Drummond de Andrade. Moça deitada na grama. Rio de Janeiro: Record, 1987, pp. 139-141, crônica transcrita com adaptações)
  • Identifica-se corretamente no texto
  • 4 - Questão 49423 - Pedagogia - Temas Educacionais Pedagógicos - Nível Superior - Professor de Geografia - SEE MG - FCC - 2012
  • Leia o texto a seguir. 

    Após a posse, o presidente do Peru, Ollanta Humala, fez um aceno ao Brasil: anunciou que promoverá a construção de hidrelétricas em parceria com "estatais regionais". Frisou, contudo, que a demanda doméstica terá prioridade. 
    Brasil e Peru assinaram em 2010 acordos para a construção de ao menos seis grandes hidrelétricas na Amazônia peruana. Alguns dos projetos sofrem resistência de populações indígenas e comunidades locais. O texto ainda está pendente de ratificação pelo Congresso peruano. 

              (http://www.brasilagro.com.br/index.php?noticias/detalhes/4/37547) 

    O conteúdo da notícia pode servir de base para o professor de Geografia abordar, no Ensino Médio,
  • 6 - Questão 49404 - Português - Nível Superior - Professor de Geografia - SEE MG - FCC - 2012
  • Texto I 

    Os animais e a linguagem dos homens 

    Essa mania que tem o homem de distribuir pela escala zoológica medidas de valor e índices de comportamento que, na escala humana, sim, é que podem ser aferidos com justeza! 

    Por que chamamos de zebra a uma pessoa estúpida, que não tem as qualidades da zebra? Esta sabe muito bem defender-se dos perigos pela vista, pelo olfato e pela velocidade, sem esquecer a graça mimética de suas listas, úteis para a dissimulação entre folhas. Se ela não é dócil às ordens do treinador, se não aprende o que este quer ensinar-lhe, tem suas razões. É um ensino que não lhe convém e que a humilha em sua espontaneidade. Repele a escravidão, que torna lamentáveis os mais belos e inteligentes animais de circo, tão supe- riores a seus donos.

    Gosto muito de La Fontaine*, não nego; a graça de seus versos vende as fábulas, que são entretanto uma injúria revoltante à natureza dos animais, acusados de todos os defeitos humanos. O moralista procura corrigir falhas características de nossa espécie, atribuindo-as a bichos que, não sabendo ler, escrever ou falar as línguas literárias, não têm como defender-se, repelindo falsas imputações. O peru, o burro, a toupeira, a cobra, o ouriço e toda a multidão de seres supostamente irracionais, mas acusados de todos os vícios da razão humana, teriam muito que retrucar, se lhes fosse concedida a palavra num sistema verdadeiramente representativo, ainda por ser inventado.

    Sem aprofundar a matéria, inclino-me a crer que o nosso conhecimento dos animais é bem menos preciso do que o conhecimento que eles têm de nós. Não é à toa que nos temem e procuram sempre manter distância ou mesmo botar sebo nas canelas (ou asas ou barbatanas ou ...) quando o bicho-homem se aproxima. Muitas vezes nosso desejo de comunicação e até de repartir carinho lhes cheira muito mal. A memória milenar adverte-lhes que com gente não se brinca. Homens e mulheres que sentem piedade pelos animais, e até amor, constituem uma santa minoria, e eles salvarão a Terra. Mas será que os outros, a volumosa maioria, os caçadores, os torturadores, os mercadores de vidas, vão deixar? 

    La Fontaine - fabulista francês do século XVII. 

    (Carlos Drummond de Andrade. Moça deitada na grama. Rio de Janeiro: Record, 1987, pp. 139-141, crônica transcrita com adaptações)
  • ...e toda a multidão de seres supostamente irracionais, mas acusados de todos os vícios da razão humana... (3o parágrafo) 

    A afirmativa acima aponta para
  • 7 - Questão 49425 - Pedagogia - Nível Superior - Professor de Geografia - SEE MG - FCC - 2012
  • Leia o texto a seguir. 

    Você consegue ficar um mês inteiro fora das redes sociais? Eu (quase) consegui 

    Juliana, 32 anos, editora do UOL Tecnologia, viciada em Twitter e em Instagram. Usuária de Facebook − só porque não tem mais como ficar fora − e ex-dependente do Orkut. Com perfil de quem checa redes sociais antes de dormir, ao acordar, esperando o elevador, quando almoça sozinha, em toda e qualquer fila e também de quem acompanhava suas timelines no trânsito (até me convencer dos perigos deste hábito), decidi que abandonaria meus perfis virtuais durante um mês. Inteiro. 

    (http://m.tecnologia.uol.com.br/ultimas-noticias/2011/09/09/voce-consegue-ficar-um-mes-inteiro-fora-das-redes-sociais-eu-quase-consegui.htm)

    O conteúdo do texto pode servir de ponto de partida para o professor de Geografia abordar
  • 8 - Questão 49416 - Matemática - Nível Superior - Professor de Geografia - SEE MG - FCC - 2012
  • Uma bala de canhão é lançada a partir do solo, descrevendo um arco de parábola com altura h (em metros) expressa em função do tempo t (em segundos) decorrido após o lançamento, pela lei: h(t) =40t -5t2 . Nessas condições, está correto afirmar que o tempo decorrido desde o lançamento até ela tocar novamente o solo é, em segundos, igual a
  • 9 - Questão 49411 - Português - Interpretação de Textos - Nível Superior - Professor de Geografia - SEE MG - FCC - 2012
  • Para responder às questões de números 7 a 10, considere o Texto I e também os textos seguintes. 

    Texto I 

    Os animais e a linguagem dos homens 

    Essa mania que tem o homem de distribuir pela escala zoológica medidas de valor e índices de comportamento que, na escala humana, sim, é que podem ser aferidos com justeza! 

    Por que chamamos de zebra a uma pessoa estúpida, que não tem as qualidades da zebra? Esta sabe muito bem defender-se dos perigos pela vista, pelo olfato e pela velocidade, sem esquecer a graça mimética de suas listas, úteis para a dissimulação entre folhas. Se ela não é dócil às ordens do treinador, se não aprende o que este quer ensinar-lhe, tem suas razões. É um ensino que não lhe convém e que a humilha em sua espontaneidade. Repele a escravidão, que torna lamentáveis os mais belos e inteligentes animais de circo, tão supe- riores a seus donos.

    Gosto muito de La Fontaine*, não nego; a graça de seus versos vende as fábulas, que são entretanto uma injúria revoltante à natureza dos animais, acusados de todos os defeitos humanos. O moralista procura corrigir falhas características de nossa espécie, atribuindo-as a bichos que, não sabendo ler, escrever ou falar as línguas literárias, não têm como defender-se, repelindo falsas imputações. O peru, o burro, a toupeira, a cobra, o ouriço e toda a multidão de seres supostamente irracionais, mas acusados de todos os vícios da razão humana, teriam muito que retrucar, se lhes fosse concedida a palavra num sistema verdadeiramente representativo, ainda por ser inventado.

    Sem aprofundar a matéria, inclino-me a crer que o nosso conhecimento dos animais é bem menos preciso do que o conhecimento que eles têm de nós. Não é à toa que nos temem e procuram sempre manter distância ou mesmo botar sebo nas canelas (ou asas ou barbatanas ou ...) quando o bicho-homem se aproxima. Muitas vezes nosso desejo de comunicação e até de repartir carinho lhes cheira muito mal. A memória milenar adverte-lhes que com gente não se brinca. Homens e mulheres que sentem piedade pelos animais, e até amor, constituem uma santa minoria, e eles salvarão a Terra. Mas será que os outros, a volumosa maioria, os caçadores, os torturadores, os mercadores de vidas, vão deixar? 

    La Fontaine - fabulista francês do século XVII. 

    (Carlos Drummond de Andrade. Moça deitada na grama. Rio de Janeiro: Record, 1987, pp. 139-141, crônica transcrita com adaptações) 

    Texto II 

    FÁBULA -Foi entre os antigos uma espécie de forma quase sempre em verso. A partir do romantismo a prosa começou a ser sua forma mais comum. A fábula, de um modo geral, apre senta duas características

    a) Ter por assunto a vida dos animais. 

    b) Ter por finalidade uma lição de moral. 

    (Hênio Tavares. Teoria Literária. Belo Horizonte: Bernardo Álvares, 1969, p. 132) 

    - Seis pessoas foram presas hoje, durante uma operação da Polícia Federal para desarticular uma quadrilha que vende animais silvestres e exóticos, sem autorização, pela internet. A ação, batizada de Arapongas, feita em conjunto com o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Renováveis (Ibama), foi deflagrada nos Estados do Paraná, São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais, Bahia, Ceará e Paraíba. 

    Os animais eram vendidos por meio de um site para diversos estados do país e do exterior. Os investigados recebiam encomendas de todo tipo de animais, como répteis, anfíbios, mamíferos e pássaros -algumas espécies até mesmo em extinção. Esses animais seriam obtidos por meio ilícito, como criadouros irregulares e captura na natureza. Além das prisões, foram cumpridos 25 mandados de busca e apreensão. Os investigados responderão pelos crimes de tráfico internacional de fauna, tráfico de animais silvestres nativos, estelionato, sonegação fiscal, falsidade ideológica e biopirataria.

    (http: www.estadao.com.br/notícias/geral. Acesso 14/08/2011) 

    Texto III 

    Presos 6 em operação contra venda de animais na web

    - Seis pessoas foram presas hoje, durante uma operação da Polícia Federal para desarticular uma quadrilha que vende animais silvestres e exóticos, sem autorização, pela internet. A ação, batizada de Arapongas, feita em conjunto com o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Renováveis (Ibama), foi deflagrada nos Estados do Paraná, São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais, Bahia, Ceará e Paraíba. 

    Os animais eram vendidos por meio de um site para diversos estados do país e do exterior. Os investigados recebiam encomendas de todo tipo de animais, como répteis, anfíbios, mamíferos e pássaros -algumas espécies até mesmo em extinção. Esses animais seriam obtidos por meio ilícito, como criadouros irregulares e captura na natureza. Além das prisões, foram cumpridos 25 mandados de busca e apreensão. 

    Os investigados responderão pelos crimes de tráfico internacional de fauna, tráfico de animais silvestres nativos, estelionato, sonegação fiscal, falsidade ideológica e biopirataria. 

    (http: www.estadao.com.br/notícias/geral. Acesso 14/08/2011)
  • Esses animais seriam obtidos por meio ilícito, como criadouros irregulares e captura na natureza. (TextoIII)

    É correto depreender da afirmativa acima, especialmente em relação ao emprego da forma verbal,
  • 10 - Questão 49422 - Pedagogia - Temas Educacionais Pedagógicos - Nível Superior - Professor de Geografia - SEE MG - FCC - 2012
  • Leia o texto a seguir.

    De tempos em tempos, discute-se no Brasil a necessidade de políticas industriais para o desenvolvimento deste ou daquele setor. No sul de Minas Gerais, mais precisamente em Santa Rita do Sapucaí, há um exemplo de como isso pode ser feito. Desde meados da década de 80, surgiram ali 132 empresas do setor eletroeletrônico. Juntas devem faturar R$ 1 bilhão neste ano. A receita para a criação desse Vale do Silício brasileiro repete uma fórmula clássica em países desenvolvidos, mas raramente utilizada no Brasil: uma estrutura educacional sólida com doses de incentivos fiscais que dão condições de desenvolvimento para os empreendedores locais. 

    (http://www.istoedinheiro.com.br/noticias/3380_O+VALE+DO+SILICIO+BRASILEIRO) 

    Com base nos conteúdos do texto, o professor de Geografia poderá desenvolver o proposto no tópico “território e territorialidade" e abordar os conceitos de