Questões de Concursos Revisor de Texto

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  • 1 - Questão 27312.   Redação Oficial - Nível Superior - Revisor de Texto - Câmara de Rio de Janeiro RJ - 2015
  • Para a elaboração de um texto legislativo, está prevista, no Manual de redação da Presidência da República, a seguinte regra:
  • 2 - Questão 27293.   Conhecimentos Específicos - Legislação do Município do Rio de Janeiro - Nível Superior - Revisor de Texto - Câmara de Rio de Janeiro RJ - 2015
  • Do ponto de vista ético, usando como base de reflexão o Código de Ética Profissional do Servidor Público Civil do Poder Executivo Municipal, é proibido a um servidor público, ao redigir um discurso de político:
  • 3 - Questão 27282.   Conhecimentos Específicos - Interpretação de Textos - Nível Superior - Revisor de Texto - Câmara de Rio de Janeiro RJ - 2015
  • Texto I: Preconceito linguístico ou social?

        Faz algum tempo que venho me dedicando ao estudo do preconceito linguístico na sociedade brasileira. A principal conclusão que tirei dessa investigação é que, simplesmente, o preconceito linguístico não existe. O que existe, de fato, é um profundo e entranhado preconceito social. Se discriminar alguém por ser negro, índio, pobre, nordestino, mulher, deficiente físico, homossexual etc. já começa a ser considerado “publicamente inaceitável” (o que não significa que essas discriminações tenham deixado de existir) e “politicamente incorreto” (lembrando que o discurso do “politicamente correto” é quase sempre pura hipocrisia), fazer essa mesma discriminação com base no modo de falar da pessoa é algo que passa com muita “naturalidade”, e a acusação de “falar tudo errado”, “atropelar a gramática” ou “não saber português” pode ser proferida por gente de todos os espectros ideológicos, desde o conservador mais empedernido até o revolucionário mais radical. Por que será que é assim?

    Bagno, Marco. A norma oculta: língua e poder na sociedade brasileira. São Paulo: Parábola Editorial, 2003. P.15,16. Fragmento 
  • Lê-se, no texto de Bagno, que “o preconceito linguístico não existe”. Essa afirmação é utilizada para explicitar a ideia de que no Brasil, hoje:
  • 4 - Questão 27311.   Redação Oficial - Nível Superior - Revisor de Texto - Câmara de Rio de Janeiro RJ - 2015
  • Considerando as regras para elaboração de textos oficiais, segundo o Manual de Redação da Presidência da República, é correto:
  • 6 - Questão 27303.   Comunicação Social - Nível Superior - Revisor de Texto - Câmara de Rio de Janeiro RJ - 2015
  • Do ponto de vista da nova retórica apresentada por Perelman e Olbrechts-Tyteca, o orador deve:
  • 7 - Questão 27286.   Português - Nível Superior - Revisor de Texto - Câmara de Rio de Janeiro RJ - 2015
  • Texto II: E o castelo de areia ruiu

       Pisar em Cuba, referência para mim desde que comecei a me interessar mais seriamente por política, foi impactante. Já nas cercanias do aeroporto José Martí, em Havana, dois outdoors me impressionaram. Seus dizeres eram “Cuba, território livre do analfabetismo” e “Bem-vindo ao primeiro território livre da América”. A comunicação visual tinha dado um salto importante depois da revolução e outdoors como aqueles eram novidade para mim, tanto do ponto de vista estético, como no que se referia a seu uso político. Décadas depois eles continuam sendo usados na comunicação do governo com a população e os visitantes do país em geral. Recordo-me dos dizeres de um dos que vi da última vez que estive em Cuba: “Hoje vão dormir nas ruas 200 milhões de crianças. Nenhuma delas é cubana”.
       Logo percebi que a capacidade de expressão verbal do cubano médio era bem maior do que a do brasileiro médio. Consequência de um bom sistema de ensino, o cubano era capaz de articular seu pensamento com começo, meio e fim – concordasse ou não o interlocutor com o que ele dizia. No Brasil, até hoje, mais de 40 anos depois, parte expressiva da população tem dificuldades para exprimir de forma coerente o que pensa. 

    Cid Benjamin. Gracias a la vida: memórias de um militante. Rio de Janeiro: José Olympio, 2013. Páginas 146 – 147. Fragmento.
  • Ao longo do texto, é possível observar a ocorrência dos pronomes “mim” e “me”. Trata-se de um recurso discursivo que pode ser definido como:
  • 8 - Questão 27300.   Conhecimentos Específicos - Legislação Municipal - Nível Superior - Revisor de Texto - Câmara de Rio de Janeiro RJ - 2015
  • De acordo com o expressamente disposto na Lei Orgânica do Município do Rio de Janeiro, é possível afirmar que, imediatamente após a posse:
  • 9 - Questão 27291.   Informática - Nível Superior - Revisor de Texto - Câmara de Rio de Janeiro RJ - 2015
  • Durante a digitação de um texto no Word 2013 BR, um funcionário da CMRJ selecionou o título “câmara municipal do rio de janeiro - 2015” de um documento e pressionou, por duas vezes seguidas, um atalho de teclado, que mostrou a citação com todas as letras em maiúsculas, conforme indicado abaixo.

    “CÂMARA MUNICIPAL DO RIO DE JANEIRO - 2015”

    Nesse contexto, o atalho de teclado foi:
  • 10 - Questão 27289.   Português - Nível Superior - Revisor de Texto - Câmara de Rio de Janeiro RJ - 2015
  • Texto II: E o castelo de areia ruiu

       Pisar em Cuba, referência para mim desde que comecei a me interessar mais seriamente por política, foi impactante. Já nas cercanias do aeroporto José Martí, em Havana, dois outdoors me impressionaram. Seus dizeres eram “Cuba, território livre do analfabetismo” e “Bem-vindo ao primeiro território livre da América”. A comunicação visual tinha dado um salto importante depois da revolução e outdoors como aqueles eram novidade para mim, tanto do ponto de vista estético, como no que se referia a seu uso político. Décadas depois eles continuam sendo usados na comunicação do governo com a população e os visitantes do país em geral. Recordo-me dos dizeres de um dos que vi da última vez que estive em Cuba: “Hoje vão dormir nas ruas 200 milhões de crianças. Nenhuma delas é cubana”.
       Logo percebi que a capacidade de expressão verbal do cubano médio era bem maior do que a do brasileiro médio. Consequência de um bom sistema de ensino, o cubano era capaz de articular seu pensamento com começo, meio e fim – concordasse ou não o interlocutor com o que ele dizia. No Brasil, até hoje, mais de 40 anos depois, parte expressiva da população tem dificuldades para exprimir de forma coerente o que pensa. 

    Cid Benjamin. Gracias a la vida: memórias de um militante. Rio de Janeiro: José Olympio, 2013. Páginas 146 – 147. Fragmento.
  • Quanto à concordância verbal, o uso da língua está adequado à situação formal, respeitando as regras gramaticais para a escrita padrão, na seguinte frase: