Questões de Concursos Secretário Escolar

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  • 2 - Questão 3638 - Conhecimentos Específicos - Nível Médio - Secretário Escolar - Prefeitura de Miguel Pereira RJ - FUNCAB - 2008
  • Ao visitar uma escola, um pesquisador, preocupado com o fluxo do poder e as relações instituídas internamente, procurou conhecer o organograma da escola visitada. Para sua surpresa, este era uma mera formalidade documental, pois a representação da estrutura organizacional se dava por uma divisão em três esferas de grupos, em que ficava claro o exercício velado de dominação e controle, definido de acordo com a posição dos profissionais dentro do grupo. A ordem hierárquica que define essa relação identificada pelo pesquisador é:
  • 4 - Questão 3635 - Conhecimentos Específicos - Nível Médio - Secretário Escolar - Prefeitura de Miguel Pereira RJ - FUNCAB - 2008
  • A Lei de Diretrizes e Bases da Educação, de
    1996, transfere para a esfera municipal atribuições e
    responsabilidades que antes não eram obrigatórias
    no âmbito educacional. Assim, objetivando facilitar
    a organização do sistema educacional municipal, a
    própria LDB oportuniza ao município a opção de
    organizar seu sistema de ensino da forma que julgar
    mais adequada. Sobre tais opções, cinco delas são
    elencadas abaixo; dessas cinco, apenas três são as
    corretas. Leia e, depois, assinale a alternativa em
    que estão listadas as opções oferecidas pela LDB.

    I- Organizar um sistema de ensino próprio.
    II- Integrar-se ao sistema estadual de ensino.
    III- Compor, com o sistema estadual, um ensino
    único de educação básica.
    IV- Tornar-se auxiliar do sistema de ensino
    federal.
    V- Realizar programas de avaliação em unidades
    pólos, otimizando os investimentos em infraestrutura.

    A alternativa que apresenta as opções corretas é:
  • 5 - Questão 60692 - Eca - Legislação da Educação - Nível Médio - Secretário Escolar - Prefeitura de Santos SP - IBAM - 2016
  • Responda a questão considerando a Lei n° 8.069 de 13/07/90 que dispõe sobre o Estatuto da Criança e do Adolescente - ECA.

    Qual alternativa não completa o enunciado abaixo?

    Os dirigentes de estabelecimentos de ensino fundamental comunicarão ao Conselho Tutelar os casos de:
  • 6 - Questão 60715 - Português - Nível Médio - Secretário Escolar - Prefeitura de Santos SP - IBAM - 2016
  • OS SHORTINHOS E A FALTA DE DIÁLOGO

    Li na coluna de Monica Bergamo na Folha da última sexta-feira (5) a reportagem "A crise dos shortinhos no colégio Rio Branco". Trata-se do seguinte: o uniforme dessa escola pede bermudas, mas as garotas querem usar shortinhos, pois não querem ser obrigadas a "sofrer em silêncio com o calor do verão", como afirmam em um abaixo-assinado intitulado "Liberdade aos shortinhos".

    Os argumentos das jovens, contidos no texto do abaixo-assinado que li na internet, passam pelas exigências diferentes feitas pela escola aos meninos e às meninas, pela falta de recursos de algumas alunas para comprar uma calça que substituiria o shortinho vetado e pelo desrespeito dos meninos, que não sabem controlar seus hormônios, qualquer que seja a vestimenta das meninas. 

    Resumo da história: a direção insiste no uso do uniforme, e as jovens no uso do shortinho. Vale a pena, caro leitor, pensar a respeito desse que seria um conflito que representa muitos outros que ocorrem diariamente em todas as escolas, mas que já nasce como confronto. E quero destacar dois pontos para esta conversa.

    Não é incrível que, mesmo depois do movimento de ocupação das escolas públicas de São Paulo e em outros Estados, nossas escolas continuem a ignorar a participação dos alunos, para que eles sintam de forma mais concreta que fazem parte dela? Eles precisam se sentir ativos e participativos na escola, e não somente atender às regras a eles impostas. Aliás, onde há regra, há transgressão, mas parece que as escolas não sabem o que fazer quando as transgressões ocorrem.

    O grande receio da instituição escolar é o de ter de atender a todas as demandas do alunado, inclusive as impertinentes. Como a do uso do shortinho, por exemplo. Mas aí cabe discutir, à luz do conhecimento, a informalidade no mundo contemporâneo e os seus limites em ambientes profissionais, por exemplo.
    Por que as escolas não discutem o uso do uniforme com seus alunos, já que serão eles que o utilizarão? Algumas poucas escolas já fizeram isso e conseguiram adesão dos alunos que, inclusive, criaram as vestimentas que usam diariamente.
    O segundo ponto que quero ressaltar é que a falta de diálogo e de administração de conflitos gera jovens que nem sequer conseguem elaborar argumentos sólidos, coerentes e bem fundamentados para suas idéias.
    Faz parte do papel da escola ensinar os jovens a debater, defender pontos de vista, dialogar, argumentar e contra argumentar, mas sempre à luz do conhecimento.

    Hoje, porém, os alunos podem falar qualquer bobagem, que famílias e escolas aceitam, não é?

    Já testemunhei mães e pais aceitarem como argumento dos filhos para fazer algo com as explicações "porque todo mundo faz" ou "porque está na moda". Já vi mães e professores aceitarem as justificativas mais esfarrapadas dos mais novos para algo que fizeram ou aceitar desculpas deles sem que estes demonstrassem o menor sinal de arrependimento. Falar por falar: é isso o que temos ensinado aos jovens, mas que não deveríamos. 
    Precisamos honrar nosso papel de adultos e levar a relação com os mais novos com seriedade, mas sem sisudez. O bom humor no trato com eles é fundamental para que eles não ouçam tudo o que o adulto diz como um sermão, como afirmou a diretora-geral do colégio ao qual a reportagem citada se refere.

    Rosely Sayão, jornal Folha de São Paulo, edição de 9/2/16.
  • Analise as proposições abaixo.

    I. De acordo com o texto, episódios como o da ocupação das escolas públicas de São Paulo e de outros Estados deveriam ter servido de exemplo às autoridades, para que enérgicas medidas sejam tomadas no sentido de que os alunos atendam às regras a eles impostas, coibindo as indesejadas transgressões.
    II. A autora avaliza o fato de a escola ensinar a debater e defender pontos de vista, sempre à luz do conhecimento, porém critica a falta de sisudez nesse processo, o que faz com que os jovens não avaliem com a devida seriedade os conceitos que lhe estão sendo transmitidos.
    III. Rosely Sayão pondera que a falta de diálogo gera jovens incapazes de elaborar argumentos coerentes e fundamentados para exporem suas opiniões.

    Vai ao encontro do texto o que se afirmou em:
  • 7 - Questão 60710 - Português - Nível Médio - Secretário Escolar - Prefeitura de Santos SP - IBAM - 2016
  • OS SHORTINHOS E A FALTA DE DIÁLOGO

    Li na coluna de Monica Bergamo na Folha da última sexta-feira (5) a reportagem "A crise dos shortinhos no colégio Rio Branco". Trata-se do seguinte: o uniforme dessa escola pede bermudas, mas as garotas querem usar shortinhos, pois não querem ser obrigadas a "sofrer em silêncio com o calor do verão", como afirmam em um abaixo-assinado intitulado "Liberdade aos shortinhos".

    Os argumentos das jovens, contidos no texto do abaixo-assinado que li na internet, passam pelas exigências diferentes feitas pela escola aos meninos e às meninas, pela falta de recursos de algumas alunas para comprar uma calça que substituiria o shortinho vetado e pelo desrespeito dos meninos, que não sabem controlar seus hormônios, qualquer que seja a vestimenta das meninas. 

    Resumo da história: a direção insiste no uso do uniforme, e as jovens no uso do shortinho. Vale a pena, caro leitor, pensar a respeito desse que seria um conflito que representa muitos outros que ocorrem diariamente em todas as escolas, mas que já nasce como confronto. E quero destacar dois pontos para esta conversa.

    Não é incrível que, mesmo depois do movimento de ocupação das escolas públicas de São Paulo e em outros Estados, nossas escolas continuem a ignorar a participação dos alunos, para que eles sintam de forma mais concreta que fazem parte dela? Eles precisam se sentir ativos e participativos na escola, e não somente atender às regras a eles impostas. Aliás, onde há regra, há transgressão, mas parece que as escolas não sabem o que fazer quando as transgressões ocorrem.

    O grande receio da instituição escolar é o de ter de atender a todas as demandas do alunado, inclusive as impertinentes. Como a do uso do shortinho, por exemplo. Mas aí cabe discutir, à luz do conhecimento, a informalidade no mundo contemporâneo e os seus limites em ambientes profissionais, por exemplo.
    Por que as escolas não discutem o uso do uniforme com seus alunos, já que serão eles que o utilizarão? Algumas poucas escolas já fizeram isso e conseguiram adesão dos alunos que, inclusive, criaram as vestimentas que usam diariamente.
    O segundo ponto que quero ressaltar é que a falta de diálogo e de administração de conflitos gera jovens que nem sequer conseguem elaborar argumentos sólidos, coerentes e bem fundamentados para suas idéias.
    Faz parte do papel da escola ensinar os jovens a debater, defender pontos de vista, dialogar, argumentar e contra argumentar, mas sempre à luz do conhecimento.

    Hoje, porém, os alunos podem falar qualquer bobagem, que famílias e escolas aceitam, não é?

    Já testemunhei mães e pais aceitarem como argumento dos filhos para fazer algo com as explicações "porque todo mundo faz" ou "porque está na moda". Já vi mães e professores aceitarem as justificativas mais esfarrapadas dos mais novos para algo que fizeram ou aceitar desculpas deles sem que estes demonstrassem o menor sinal de arrependimento. Falar por falar: é isso o que temos ensinado aos jovens, mas que não deveríamos. 
    Precisamos honrar nosso papel de adultos e levar a relação com os mais novos com seriedade, mas sem sisudez. O bom humor no trato com eles é fundamental para que eles não ouçam tudo o que o adulto diz como um sermão, como afirmou a diretora-geral do colégio ao qual a reportagem citada se refere.

    Rosely Sayão, jornal Folha de São Paulo, edição de 9/2/16.
  • "... o uniforme dessa escola pede bermudas, mas as garotas querem usar shortinhos, pois não querem ser obrigadas a ‘sofrer em silêncio com o calor do verão’".

    Os elementos sublinhados, no contexto em que estão inseridos e na ordem em que aparecem, sinalizam, respectivamente:
  • 8 - Questão 3639 - Conhecimentos Específicos - Nível Médio - Secretário Escolar - Prefeitura de Miguel Pereira RJ - FUNCAB - 2008
  • Sobre a educação, o Estatuto da Criança e do Adolescente, no Capítulo IV (Do Direito à Educação, à Cultura, ao Esporte e ao Lazer), art. 53, assegura como direito da criança e do adolescente, no que diz respeito à sua vida na escola:
  • 10 - Questão 60708 - Informática - Nível Médio - Secretário Escolar - Prefeitura de Santos SP - IBAM - 2016
  • Ao utilizar a função SOMASE do Microsoft Excel 2010, passando para ela 2 argumentos, seu segundo argumento será: