Questões de Concursos Técnico em Enfermagem

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  • 1 - Questão 60898 - Português - Nível Médio - Técnico em Enfermagem - FSERJ - BIO-RIO - 2014
  • POR QUE DESCONFIO DOS CAMPEÕES DA MORALIDADE? 

    Gilberto Dimenstein, Folha de São Paulo, 25/11/2013 

    Especula-se que Joaquim Barbosa teria um projeto secreto de se tornar presidente, montando sua imagem positiva de caçador de corruptos -pesquisas eleitorais não desanimam esse sonho.
        Imagina-se que um campeão da moralidade salvaria o Brasil da ladroagem.
        Olhando a história do Brasil, há fartos motivos para eu desconfiar de campeões da moralidade.
        O PT é apenas o caso mais recente e estridente: o partido que se notabilizou pela defesa da ética virou um laboratório de estudos da biodiversidade da corrupção, tantas e tão diferentes são as modalidades de desvio que o partido engendrou.
        O PSDB foi criado, em São Paulo, em oposição aos esquemas corruptos do PMDB -e, agora, está metido numa gigantesca rede de suspeitas devido aos cartéis durante vários governos paulistas. Sem contar que, nas origens do mensalão vamos encontrar, em Minas, o PSDB.
        Fernando Collor se elegeu com a bandeira da batalha contra a corrupção. Sabemos o que ocorreu.
        No mesmo estilo, Jânio Quadros se elegeu com o símbolo da vassoura. Se não me engano, foi o único brasileiro que teve divulgada sua conta na Suíça.
        Todo aquele estardalhaço dos moralistas contra JK, Jango ou Getúlio se prestou para minar governos eleitos democraticamente e colocar no poder uma ditadura que, ao ampliar o poder do Estado, ampliou ainda mais a corrupção. Não que, naqueles governos, não houvesse desvios.
        Evidentemente não sou contra o combate à corrupção. E muito menos ao culto da honestidade.
        O que estou dizendo é que, no Brasil, bandeiras da moralidade viraram empulhação, nutrindo manchetes com paladinos e enganando os cidadãos.
        Honestidade não é qualidade. E não deveria ser tema de campanha. Deveria ser apenas um pré-requisito elementar.
        Entusiasma muito menos mudar os esquemas que favorecem a corrupção (o que exige complexas reformas) do que punir os corruptos.
  • O texto lido pode ser mais adequadamente definido como:
  • 2 - Questão 60897 - Português - Nível Médio - Técnico em Enfermagem - FSERJ - BIO-RIO - 2014
  • POR QUE DESCONFIO DOS CAMPEÕES DA MORALIDADE? 

    Gilberto Dimenstein, Folha de São Paulo, 25/11/2013 

    Especula-se que Joaquim Barbosa teria um projeto secreto de se tornar presidente, montando sua imagem positiva de caçador de corruptos -pesquisas eleitorais não desanimam esse sonho.
        Imagina-se que um campeão da moralidade salvaria o Brasil da ladroagem.
        Olhando a história do Brasil, há fartos motivos para eu desconfiar de campeões da moralidade.
        O PT é apenas o caso mais recente e estridente: o partido que se notabilizou pela defesa da ética virou um laboratório de estudos da biodiversidade da corrupção, tantas e tão diferentes são as modalidades de desvio que o partido engendrou.
        O PSDB foi criado, em São Paulo, em oposição aos esquemas corruptos do PMDB -e, agora, está metido numa gigantesca rede de suspeitas devido aos cartéis durante vários governos paulistas. Sem contar que, nas origens do mensalão vamos encontrar, em Minas, o PSDB.
        Fernando Collor se elegeu com a bandeira da batalha contra a corrupção. Sabemos o que ocorreu.
        No mesmo estilo, Jânio Quadros se elegeu com o símbolo da vassoura. Se não me engano, foi o único brasileiro que teve divulgada sua conta na Suíça.
        Todo aquele estardalhaço dos moralistas contra JK, Jango ou Getúlio se prestou para minar governos eleitos democraticamente e colocar no poder uma ditadura que, ao ampliar o poder do Estado, ampliou ainda mais a corrupção. Não que, naqueles governos, não houvesse desvios.
        Evidentemente não sou contra o combate à corrupção. E muito menos ao culto da honestidade.
        O que estou dizendo é que, no Brasil, bandeiras da moralidade viraram empulhação, nutrindo manchetes com paladinos e enganando os cidadãos.
        Honestidade não é qualidade. E não deveria ser tema de campanha. Deveria ser apenas um pré-requisito elementar.
        Entusiasma muito menos mudar os esquemas que favorecem a corrupção (o que exige complexas reformas) do que punir os corruptos.
  • Corrupção, empulhação são vocábulos corretamente grafados; o vocábulo abaixo que apresenta erro de grafia é:
  • 3 - Questão 60896 - Português - Nível Médio - Técnico em Enfermagem - FSERJ - BIO-RIO - 2014
  • POR QUE DESCONFIO DOS CAMPEÕES DA MORALIDADE? 

    Gilberto Dimenstein, Folha de São Paulo, 25/11/2013 

    Especula-se que Joaquim Barbosa teria um projeto secreto de se tornar presidente, montando sua imagem positiva de caçador de corruptos -pesquisas eleitorais não desanimam esse sonho.
        Imagina-se que um campeão da moralidade salvaria o Brasil da ladroagem.
        Olhando a história do Brasil, há fartos motivos para eu desconfiar de campeões da moralidade.
        O PT é apenas o caso mais recente e estridente: o partido que se notabilizou pela defesa da ética virou um laboratório de estudos da biodiversidade da corrupção, tantas e tão diferentes são as modalidades de desvio que o partido engendrou.
        O PSDB foi criado, em São Paulo, em oposição aos esquemas corruptos do PMDB -e, agora, está metido numa gigantesca rede de suspeitas devido aos cartéis durante vários governos paulistas. Sem contar que, nas origens do mensalão vamos encontrar, em Minas, o PSDB.
        Fernando Collor se elegeu com a bandeira da batalha contra a corrupção. Sabemos o que ocorreu.
        No mesmo estilo, Jânio Quadros se elegeu com o símbolo da vassoura. Se não me engano, foi o único brasileiro que teve divulgada sua conta na Suíça.
        Todo aquele estardalhaço dos moralistas contra JK, Jango ou Getúlio se prestou para minar governos eleitos democraticamente e colocar no poder uma ditadura que, ao ampliar o poder do Estado, ampliou ainda mais a corrupção. Não que, naqueles governos, não houvesse desvios.
        Evidentemente não sou contra o combate à corrupção. E muito menos ao culto da honestidade.
        O que estou dizendo é que, no Brasil, bandeiras da moralidade viraram empulhação, nutrindo manchetes com paladinos e enganando os cidadãos.
        Honestidade não é qualidade. E não deveria ser tema de campanha. Deveria ser apenas um pré-requisito elementar.
        Entusiasma muito menos mudar os esquemas que favorecem a corrupção (o que exige complexas reformas) do que punir os corruptos.
  • Assinale a frase cuja reescritura, realizada para a retirada do vocábulo “não”, mantendo-se o mesmo sentido, apresenta INADEQUAÇÃO:
  • 4 - Questão 60895 - Português - Nível Médio - Técnico em Enfermagem - FSERJ - BIO-RIO - 2014
  • POR QUE DESCONFIO DOS CAMPEÕES DA MORALIDADE? 

    Gilberto Dimenstein, Folha de São Paulo, 25/11/2013 

    Especula-se que Joaquim Barbosa teria um projeto secreto de se tornar presidente, montando sua imagem positiva de caçador de corruptos -pesquisas eleitorais não desanimam esse sonho.
        Imagina-se que um campeão da moralidade salvaria o Brasil da ladroagem.
        Olhando a história do Brasil, há fartos motivos para eu desconfiar de campeões da moralidade.
        O PT é apenas o caso mais recente e estridente: o partido que se notabilizou pela defesa da ética virou um laboratório de estudos da biodiversidade da corrupção, tantas e tão diferentes são as modalidades de desvio que o partido engendrou.
        O PSDB foi criado, em São Paulo, em oposição aos esquemas corruptos do PMDB -e, agora, está metido numa gigantesca rede de suspeitas devido aos cartéis durante vários governos paulistas. Sem contar que, nas origens do mensalão vamos encontrar, em Minas, o PSDB.
        Fernando Collor se elegeu com a bandeira da batalha contra a corrupção. Sabemos o que ocorreu.
        No mesmo estilo, Jânio Quadros se elegeu com o símbolo da vassoura. Se não me engano, foi o único brasileiro que teve divulgada sua conta na Suíça.
        Todo aquele estardalhaço dos moralistas contra JK, Jango ou Getúlio se prestou para minar governos eleitos democraticamente e colocar no poder uma ditadura que, ao ampliar o poder do Estado, ampliou ainda mais a corrupção. Não que, naqueles governos, não houvesse desvios.
        Evidentemente não sou contra o combate à corrupção. E muito menos ao culto da honestidade.
        O que estou dizendo é que, no Brasil, bandeiras da moralidade viraram empulhação, nutrindo manchetes com paladinos e enganando os cidadãos.
        Honestidade não é qualidade. E não deveria ser tema de campanha. Deveria ser apenas um pré-requisito elementar.
        Entusiasma muito menos mudar os esquemas que favorecem a corrupção (o que exige complexas reformas) do que punir os corruptos.
  • “Se não me engano, foi o único brasileiro que teve divulgada sua conta na Suíça.” Essa frase do texto tem a função de:
  • 5 - Questão 60894 - Português - Nível Médio - Técnico em Enfermagem - FSERJ - BIO-RIO - 2014
  • POR QUE DESCONFIO DOS CAMPEÕES DA MORALIDADE? 

    Gilberto Dimenstein, Folha de São Paulo, 25/11/2013 

    Especula-se que Joaquim Barbosa teria um projeto secreto de se tornar presidente, montando sua imagem positiva de caçador de corruptos -pesquisas eleitorais não desanimam esse sonho.
        Imagina-se que um campeão da moralidade salvaria o Brasil da ladroagem.
        Olhando a história do Brasil, há fartos motivos para eu desconfiar de campeões da moralidade.
        O PT é apenas o caso mais recente e estridente: o partido que se notabilizou pela defesa da ética virou um laboratório de estudos da biodiversidade da corrupção, tantas e tão diferentes são as modalidades de desvio que o partido engendrou.
        O PSDB foi criado, em São Paulo, em oposição aos esquemas corruptos do PMDB -e, agora, está metido numa gigantesca rede de suspeitas devido aos cartéis durante vários governos paulistas. Sem contar que, nas origens do mensalão vamos encontrar, em Minas, o PSDB.
        Fernando Collor se elegeu com a bandeira da batalha contra a corrupção. Sabemos o que ocorreu.
        No mesmo estilo, Jânio Quadros se elegeu com o símbolo da vassoura. Se não me engano, foi o único brasileiro que teve divulgada sua conta na Suíça.
        Todo aquele estardalhaço dos moralistas contra JK, Jango ou Getúlio se prestou para minar governos eleitos democraticamente e colocar no poder uma ditadura que, ao ampliar o poder do Estado, ampliou ainda mais a corrupção. Não que, naqueles governos, não houvesse desvios.
        Evidentemente não sou contra o combate à corrupção. E muito menos ao culto da honestidade.
        O que estou dizendo é que, no Brasil, bandeiras da moralidade viraram empulhação, nutrindo manchetes com paladinos e enganando os cidadãos.
        Honestidade não é qualidade. E não deveria ser tema de campanha. Deveria ser apenas um pré-requisito elementar.
        Entusiasma muito menos mudar os esquemas que favorecem a corrupção (o que exige complexas reformas) do que punir os corruptos.
  • A pergunta formulada no título do texto:
  • 6 - Questão 60893 - Português - Nível Médio - Técnico em Enfermagem - FSERJ - BIO-RIO - 2014
  • POR QUE DESCONFIO DOS CAMPEÕES DA MORALIDADE? 

    Gilberto Dimenstein, Folha de São Paulo, 25/11/2013 

    Especula-se que Joaquim Barbosa teria um projeto secreto de se tornar presidente, montando sua imagem positiva de caçador de corruptos -pesquisas eleitorais não desanimam esse sonho.
        Imagina-se que um campeão da moralidade salvaria o Brasil da ladroagem.
        Olhando a história do Brasil, há fartos motivos para eu desconfiar de campeões da moralidade.
        O PT é apenas o caso mais recente e estridente: o partido que se notabilizou pela defesa da ética virou um laboratório de estudos da biodiversidade da corrupção, tantas e tão diferentes são as modalidades de desvio que o partido engendrou.
        O PSDB foi criado, em São Paulo, em oposição aos esquemas corruptos do PMDB -e, agora, está metido numa gigantesca rede de suspeitas devido aos cartéis durante vários governos paulistas. Sem contar que, nas origens do mensalão vamos encontrar, em Minas, o PSDB.
        Fernando Collor se elegeu com a bandeira da batalha contra a corrupção. Sabemos o que ocorreu.
        No mesmo estilo, Jânio Quadros se elegeu com o símbolo da vassoura. Se não me engano, foi o único brasileiro que teve divulgada sua conta na Suíça.
        Todo aquele estardalhaço dos moralistas contra JK, Jango ou Getúlio se prestou para minar governos eleitos democraticamente e colocar no poder uma ditadura que, ao ampliar o poder do Estado, ampliou ainda mais a corrupção. Não que, naqueles governos, não houvesse desvios.
        Evidentemente não sou contra o combate à corrupção. E muito menos ao culto da honestidade.
        O que estou dizendo é que, no Brasil, bandeiras da moralidade viraram empulhação, nutrindo manchetes com paladinos e enganando os cidadãos.
        Honestidade não é qualidade. E não deveria ser tema de campanha. Deveria ser apenas um pré-requisito elementar.
        Entusiasma muito menos mudar os esquemas que favorecem a corrupção (o que exige complexas reformas) do que punir os corruptos.
  • A frase em que o vocábulo SE tem valor de conjunção é:
  • 7 - Questão 60892 - Português - Nível Médio - Técnico em Enfermagem - FSERJ - BIO-RIO - 2014
  • POR QUE DESCONFIO DOS CAMPEÕES DA MORALIDADE? 

    Gilberto Dimenstein, Folha de São Paulo, 25/11/2013 

    Especula-se que Joaquim Barbosa teria um projeto secreto de se tornar presidente, montando sua imagem positiva de caçador de corruptos -pesquisas eleitorais não desanimam esse sonho.
        Imagina-se que um campeão da moralidade salvaria o Brasil da ladroagem.
        Olhando a história do Brasil, há fartos motivos para eu desconfiar de campeões da moralidade.
        O PT é apenas o caso mais recente e estridente: o partido que se notabilizou pela defesa da ética virou um laboratório de estudos da biodiversidade da corrupção, tantas e tão diferentes são as modalidades de desvio que o partido engendrou.
        O PSDB foi criado, em São Paulo, em oposição aos esquemas corruptos do PMDB -e, agora, está metido numa gigantesca rede de suspeitas devido aos cartéis durante vários governos paulistas. Sem contar que, nas origens do mensalão vamos encontrar, em Minas, o PSDB.
        Fernando Collor se elegeu com a bandeira da batalha contra a corrupção. Sabemos o que ocorreu.
        No mesmo estilo, Jânio Quadros se elegeu com o símbolo da vassoura. Se não me engano, foi o único brasileiro que teve divulgada sua conta na Suíça.
        Todo aquele estardalhaço dos moralistas contra JK, Jango ou Getúlio se prestou para minar governos eleitos democraticamente e colocar no poder uma ditadura que, ao ampliar o poder do Estado, ampliou ainda mais a corrupção. Não que, naqueles governos, não houvesse desvios.
        Evidentemente não sou contra o combate à corrupção. E muito menos ao culto da honestidade.
        O que estou dizendo é que, no Brasil, bandeiras da moralidade viraram empulhação, nutrindo manchetes com paladinos e enganando os cidadãos.
        Honestidade não é qualidade. E não deveria ser tema de campanha. Deveria ser apenas um pré-requisito elementar.
        Entusiasma muito menos mudar os esquemas que favorecem a corrupção (o que exige complexas reformas) do que punir os corruptos.
  • “pesquisas eleitorais não desanimam esse sonho”; essa última frase do primeiro parágrafo mostra que o personagem Joaquim Barbosa:
  • 8 - Questão 60891 - Português - Nível Médio - Técnico em Enfermagem - FSERJ - BIO-RIO - 2014
  • POR QUE DESCONFIO DOS CAMPEÕES DA MORALIDADE? 

    Gilberto Dimenstein, Folha de São Paulo, 25/11/2013 

    Especula-se que Joaquim Barbosa teria um projeto secreto de se tornar presidente, montando sua imagem positiva de caçador de corruptos -pesquisas eleitorais não desanimam esse sonho.
        Imagina-se que um campeão da moralidade salvaria o Brasil da ladroagem.
        Olhando a história do Brasil, há fartos motivos para eu desconfiar de campeões da moralidade.
        O PT é apenas o caso mais recente e estridente: o partido que se notabilizou pela defesa da ética virou um laboratório de estudos da biodiversidade da corrupção, tantas e tão diferentes são as modalidades de desvio que o partido engendrou.
        O PSDB foi criado, em São Paulo, em oposição aos esquemas corruptos do PMDB -e, agora, está metido numa gigantesca rede de suspeitas devido aos cartéis durante vários governos paulistas. Sem contar que, nas origens do mensalão vamos encontrar, em Minas, o PSDB.
        Fernando Collor se elegeu com a bandeira da batalha contra a corrupção. Sabemos o que ocorreu.
        No mesmo estilo, Jânio Quadros se elegeu com o símbolo da vassoura. Se não me engano, foi o único brasileiro que teve divulgada sua conta na Suíça.
        Todo aquele estardalhaço dos moralistas contra JK, Jango ou Getúlio se prestou para minar governos eleitos democraticamente e colocar no poder uma ditadura que, ao ampliar o poder do Estado, ampliou ainda mais a corrupção. Não que, naqueles governos, não houvesse desvios.
        Evidentemente não sou contra o combate à corrupção. E muito menos ao culto da honestidade.
        O que estou dizendo é que, no Brasil, bandeiras da moralidade viraram empulhação, nutrindo manchetes com paladinos e enganando os cidadãos.
        Honestidade não é qualidade. E não deveria ser tema de campanha. Deveria ser apenas um pré-requisito elementar.
        Entusiasma muito menos mudar os esquemas que favorecem a corrupção (o que exige complexas reformas) do que punir os corruptos.
  • “montando sua imagem positiva de caçador de corruptos”; essa oração reduzida do primeiro parágrafo pode ser desenvolvida de forma correta do seguinte modo:
  • 9 - Questão 60890 - Português - Nível Médio - Técnico em Enfermagem - FSERJ - BIO-RIO - 2014
  • POR QUE DESCONFIO DOS CAMPEÕES DA MORALIDADE? 

    Gilberto Dimenstein, Folha de São Paulo, 25/11/2013 

    Especula-se que Joaquim Barbosa teria um projeto secreto de se tornar presidente, montando sua imagem positiva de caçador de corruptos -pesquisas eleitorais não desanimam esse sonho.
        Imagina-se que um campeão da moralidade salvaria o Brasil da ladroagem.
        Olhando a história do Brasil, há fartos motivos para eu desconfiar de campeões da moralidade.
        O PT é apenas o caso mais recente e estridente: o partido que se notabilizou pela defesa da ética virou um laboratório de estudos da biodiversidade da corrupção, tantas e tão diferentes são as modalidades de desvio que o partido engendrou.
        O PSDB foi criado, em São Paulo, em oposição aos esquemas corruptos do PMDB -e, agora, está metido numa gigantesca rede de suspeitas devido aos cartéis durante vários governos paulistas. Sem contar que, nas origens do mensalão vamos encontrar, em Minas, o PSDB.
        Fernando Collor se elegeu com a bandeira da batalha contra a corrupção. Sabemos o que ocorreu.
        No mesmo estilo, Jânio Quadros se elegeu com o símbolo da vassoura. Se não me engano, foi o único brasileiro que teve divulgada sua conta na Suíça.
        Todo aquele estardalhaço dos moralistas contra JK, Jango ou Getúlio se prestou para minar governos eleitos democraticamente e colocar no poder uma ditadura que, ao ampliar o poder do Estado, ampliou ainda mais a corrupção. Não que, naqueles governos, não houvesse desvios.
        Evidentemente não sou contra o combate à corrupção. E muito menos ao culto da honestidade.
        O que estou dizendo é que, no Brasil, bandeiras da moralidade viraram empulhação, nutrindo manchetes com paladinos e enganando os cidadãos.
        Honestidade não é qualidade. E não deveria ser tema de campanha. Deveria ser apenas um pré-requisito elementar.
        Entusiasma muito menos mudar os esquemas que favorecem a corrupção (o que exige complexas reformas) do que punir os corruptos.
  • “Especula-se que Joaquim Barbosa teria um projeto secreto de se tornar presidente,...”; nesse segmento do texto, a forma verbal “teria” indica:
  • 10 - Questão 60889 - Português - Nível Médio - Técnico em Enfermagem - FSERJ - BIO-RIO - 2014
  • POR QUE DESCONFIO DOS CAMPEÕES DA MORALIDADE? 

    Gilberto Dimenstein, Folha de São Paulo, 25/11/2013 

    Especula-se que Joaquim Barbosa teria um projeto secreto de se tornar presidente, montando sua imagem positiva de caçador de corruptos -pesquisas eleitorais não desanimam esse sonho.
        Imagina-se que um campeão da moralidade salvaria o Brasil da ladroagem.
        Olhando a história do Brasil, há fartos motivos para eu desconfiar de campeões da moralidade.
        O PT é apenas o caso mais recente e estridente: o partido que se notabilizou pela defesa da ética virou um laboratório de estudos da biodiversidade da corrupção, tantas e tão diferentes são as modalidades de desvio que o partido engendrou.
        O PSDB foi criado, em São Paulo, em oposição aos esquemas corruptos do PMDB -e, agora, está metido numa gigantesca rede de suspeitas devido aos cartéis durante vários governos paulistas. Sem contar que, nas origens do mensalão vamos encontrar, em Minas, o PSDB.
        Fernando Collor se elegeu com a bandeira da batalha contra a corrupção. Sabemos o que ocorreu.
        No mesmo estilo, Jânio Quadros se elegeu com o símbolo da vassoura. Se não me engano, foi o único brasileiro que teve divulgada sua conta na Suíça.
        Todo aquele estardalhaço dos moralistas contra JK, Jango ou Getúlio se prestou para minar governos eleitos democraticamente e colocar no poder uma ditadura que, ao ampliar o poder do Estado, ampliou ainda mais a corrupção. Não que, naqueles governos, não houvesse desvios.
        Evidentemente não sou contra o combate à corrupção. E muito menos ao culto da honestidade.
        O que estou dizendo é que, no Brasil, bandeiras da moralidade viraram empulhação, nutrindo manchetes com paladinos e enganando os cidadãos.
        Honestidade não é qualidade. E não deveria ser tema de campanha. Deveria ser apenas um pré-requisito elementar.
        Entusiasma muito menos mudar os esquemas que favorecem a corrupção (o que exige complexas reformas) do que punir os corruptos.
  • “Especula-se que Joaquim Barbosa teria um projeto secreto de se tornar presidente,...”; nesse segmento do texto não há qualquer tratamento especial ou apresentação de quem seja “Joaquim Barbosa”, isso porque:

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