Questões de Concursos - Fisioterapia - Exercícios com Gabarito

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Larissa, 10 meses de idade, apresentou meningite bacteriana aos 6 meses, e evolui com hipertonia flexora em membros superiores e extensora em membros inferiores, sendo a hipertonia dos membros inferiores maior do que a dos membros superiores. Esta criança não rola e não apresenta as reações de proteção. Com base neste quadro clínico, o tipo de Paralisia Cerebral em relação à área de lesão, topografia e gravidade é

No raquitismo, a utilização de Ultravioleta resulta em

Lídia, 69 anos, apresenta hemiparesia a Direita após AVE isquêmico decorrente de obstrução da artéria cerebral mé- dia. Lídia apresenta hipertonia, diminuição da força muscular no hemicorpo D predominando em membro superior, e afasia de expressão. As características da hipertonia de Lídia são:

O periósteo é constituído por

Manoel, 60 anos, motorista de táxi, hipertenso, com hipercolesterolemia, lavava o carro, quando apresentou fraqueza em seu hemicorpo esquerdo, sua fala ficou pastosa e sua rima desviou-se para a direita, na sequência caiu no chão. Sua esposa que ouviu um barulho, e encontrou Manoel caído, chamou a ambulância, que o levou ao hospital. Após algumas horas recebeu o diagnóstico de Acidente Vascular Encefálico - AVE. Manoel evoluiu com hipertonia no hemicorpo esquerdo com predomínio braquial, dificuldade na deambulação e ao descer escada, pois apresenta hiperextensão do joelho durante a progressão a frente e na execução das atividades funcionais e de vida diária. Recebeu alta e foi encaminhado à clínica de fisioterapia do sindicato dos taxistas para continuidade de sua reabilitação.

Após o AVE a marcha é alterada devido a diversos fatores, e é um ponto crucial a ser abordado terapeuticamente. Portanto, a avaliação deve apresentar duas fases. Considere as informações abaixo.

As principais alterações encontradas em cada fase da marcha, são:

Jimy, 60 anos, com diagnóstico de enfisema pulmonar há cinco anos, apresenta respiração rápida e superficial, com certa dificuldade em realizar expiração forçada. Sua mecânica pulmonar é alterada em virtude do aumento da complacência pulmonar. Em relação à mecânica respiratória considere:

I. O músculo diafragma é fundamental na inspiração, quando ele se contrai o conteúdo abdominal é forçado para baixo e para a frente, e a dimensão vertical da cavidade torácica é aumentada.
II. Quando o diafragma está paralisado, ele se move para cima, ao invés de para baixo, com a inspiração, porque a pressão intratorácica aumenta.
III. Os músculos mais importantes da expiração ativa são os da parede abdominal, incluindo o reto abdominal, músculos oblíquo externo e interno, e o transverso abdominal.
IV. Os músculos acessórios da inspiração incluem os escalenos, que elevam as duas primeiras costelas, e os esternocleido- mastoideos que elevam o esterno. Durante a respiração tranquila estes músculos praticamente não apresentam nenhuma atividade.

Está correto o que se afirma em

Sobre o pilar utilizado em próteses é correto afirmar que:

O ângulo de torção do fêmur descreve a rotação relativa que existe entre o corpo e o colo do fêmur. Os valores desse ângulo que, respectivamente, indicam anteversão normal, anteversão excessiva e retroversão, são:

Uma jovem de 17 anos fraturou a vértebra C7 em acidente de mergulho, há 2 meses. Apresenta sensibilidade intacta na cabeça, pescoço e parte lateral dos MMSS, e insensibilidade na parte medial dos MMSS, tronco, abaixo do ângulo esternal e nos MMII. Todos os movimentos da cabeça e ombros têm força normal, exceto os de extensão de ombro. Os flexores do cotovelo e os extensores radiais do punho têm força normal, e o restante dos músculos dos MMSS, do tronco e dos MMII não apresentam qualquer vestígio de movimentos voluntários. O sinal de Babinski está presente bilateralmente. Sem equipamento de a- daptação, a jovem é incapaz de cuidar de si mesma. Com o uso do equipamento de adaptação, é capaz de comer, se vestir e atender a sua higiene, de forma independente. Usa cadeira de rodas. Não consegue, voluntariamente, controlar a bexiga e o reto. O objetivo da fisioterapia para essa paciente, além de evitar complicações secundárias à lesão, é

A cinesioterapia em pacientes com espondilite anquilosante deve