Questões de Concursos AL SP

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  • 1 - Questão 21786.   Inglês - Nível Superior - Agente Técnico Legislativo Especializado - AL SP - FCC - 2010
  • When I talk with librarians about thinking of themselves as designers, sometimes they demur. "Designer? I cant even draw a stick figure!" But you dont need to. Whether you know it or not, youre already a designer.

    Every time librarians create a bookmark, decide to house a collection in a new spot, or figure out how a new service
    might work, theyre making design decisions. This is what I like to call design by neglect or unintentional design. Whether library employees wear name tags is a design decision. The length of loan periods and whether or not you charge fines is a design decision. Anytime you choose how people will interact with your library, youre making a design decision. All of these decisions add up to create an experience, good or bad, for your patrons.

    When we are mindful of our roles as library experience designers, we can make more informed design choices. This awareness can provide better experiences for our patrons and demonstrate that we care about them.

    Really. People will notice, [CONJUNCTION] not necessarily consciously, if we [VERB] the time to think about them when were developing our services. The secret here is not to think of library patrons, users, or customers: we need to think of people. We need to consider their lives and what theyre trying to accomplish. This act, which can only be done by cultivating the skill of empathy, is the most important ? and perhaps the most difficult ? part of user experience design.

    (Adapted from http://www.libraryjournal.com/article/CA6713142.html?nid=2673&source=title&rid=1105906703)
  • Which is the only conjunction whose meaning does NOT allow it to replace [CONJUNCTION]?
  • 2 - Questão 21789.   Inglês - Nível Superior - Agente Técnico Legislativo Especializado - AL SP - FCC - 2010
  • When I talk with librarians about thinking of themselves as designers, sometimes they demur. "Designer? I cant even draw a stick figure!" But you dont need to. Whether you know it or not, youre already a designer.

    Every time librarians create a bookmark, decide to house a collection in a new spot, or figure out how a new service
    might work, theyre making design decisions. This is what I like to call design by neglect or unintentional design. Whether library employees wear name tags is a design decision. The length of loan periods and whether or not you charge fines is a design decision. Anytime you choose how people will interact with your library, youre making a design decision. All of these decisions add up to create an experience, good or bad, for your patrons.

    When we are mindful of our roles as library experience designers, we can make more informed design choices. This awareness can provide better experiences for our patrons and demonstrate that we care about them.

    Really. People will notice, [CONJUNCTION] not necessarily consciously, if we [VERB] the time to think about them when were developing our services. The secret here is not to think of library patrons, users, or customers: we need to think of people. We need to consider their lives and what theyre trying to accomplish. This act, which can only be done by cultivating the skill of empathy, is the most important ? and perhaps the most difficult ? part of user experience design.

    (Adapted from http://www.libraryjournal.com/article/CA6713142.html?nid=2673&source=title&rid=1105906703)
  • Segundo o texto, grande parte dos bibliotecários
  • 4 - Questão 8911.   Direito Constitucional - Nível Superior - Agente Técnico Legislativo Especializado - AL SP - FCC - 2010
  • Compete exclusivamente à União, de acordo com a Constituição Federal de 1988,
  • 5 - Questão 21793.   Biblioteconomia - Nível Superior - Agente Técnico Legislativo Especializado - AL SP - FCC - 2010
  • Sobre as regras que devem ser aplicadas ao se construir um vocabulário controlado, em essência, considere:

    I. Se o mesmo termo é comumente usado para denotar conceitos distintos, então esse termo deve ser claramente qualificado para solucionar essa relação ontológica.

    II. Se vários termos são usados para expressar o mesmo conceito, um desses termos deve ser identificado como o termo preferido ou descritor, enquanto os demais são listados como homógrafos.

    Ocorre que
  • 7 - Questão 21787.   Inglês - Nível Superior - Agente Técnico Legislativo Especializado - AL SP - FCC - 2010
  • When I talk with librarians about thinking of themselves as designers, sometimes they demur. "Designer? I cant even draw a stick figure!" But you dont need to. Whether you know it or not, youre already a designer.

    Every time librarians create a bookmark, decide to house a collection in a new spot, or figure out how a new service
    might work, theyre making design decisions. This is what I like to call design by neglect or unintentional design. Whether library employees wear name tags is a design decision. The length of loan periods and whether or not you charge fines is a design decision. Anytime you choose how people will interact with your library, youre making a design decision. All of these decisions add up to create an experience, good or bad, for your patrons.

    When we are mindful of our roles as library experience designers, we can make more informed design choices. This awareness can provide better experiences for our patrons and demonstrate that we care about them.

    Really. People will notice, [CONJUNCTION] not necessarily consciously, if we [VERB] the time to think about them when were developing our services. The secret here is not to think of library patrons, users, or customers: we need to think of people. We need to consider their lives and what theyre trying to accomplish. This act, which can only be done by cultivating the skill of empathy, is the most important ? and perhaps the most difficult ? part of user experience design.

    (Adapted from http://www.libraryjournal.com/article/CA6713142.html?nid=2673&source=title&rid=1105906703)
  • Which is the correct alternative to replace [VERB]?
  • 8 - Questão 19863.   Português - Nível Médio - Agente Legislativo de Serviços Técnicos e Administrativos - AL SP - FCC - 2010
  • O reflorestamento tem o papel de conservar a biodiversidade da Mata Atlântica e retomar as funções ecológicas que a tornam tão importante. Mas é possível fazer com que uma floresta secundária avance para a condição de floresta nativa? Segundo a diretora de restauração florestal da SOS Mata Atlântica, as florestas secundárias geralmente não conseguem atingir as mesmas condições ecológicas que as primárias, mas têm o seu valor. "Uma floresta estabelecida, ainda que secundária, absorve água e forma um reservatório natural, impede o assoreamento dos rios e gera emprego e renda para quem atua na restauração." A manutenção de funções ecológicas na floresta secundária depende de seu desenvolvimento. "Se ela atingir determinado tamanho, diversidade e microclima adequado, poderá ter funções semelhantes às da mata nativa", diz ela. Também a capacidade de absorver carbono é uma das diferenças entre as duas florestas. A mata secundária sequestra muito mais carbono, mas isso não a torna melhor do que a primária, ela explica. O grau de biodiversidade é um dos principais fatores que diferenciam florestas primárias e secundárias. Esse grau depende de vários aspectos, especialmente a idade e a existência de mata nativa nas proximidades. As florestas secundárias são definitivamente mais vulneráveis do que a primária, principalmente em relação ao fogo. Na Amazônia, a idade média de uma floresta secundária é de seis ou sete anos, já que muitas delas são queimadas mais de uma vez. A diretora avalia ainda que a perda de espécies na mata secundária está relacionada ao ambiente mais aberto. Intervenções como corte de cipó e plantio de espécies que funcionem como uma barreira podem contribuir para a restauração e a conservação das florestas.

    (Ana Bizzotto. O Estado de S. Paulo, Especial Sustentabilidade, H6, 30 de janeiro de 2009, com adaptações)
  • Está implícito no texto, como resposta à questão colocada no 1° parágrafo, que
  • 9 - Questão 19872.   Português - Interpretação de Textos - Nível Médio - Agente Legislativo de Serviços Técnicos e Administrativos - AL SP - FCC - 2010
  • "Nenhum homem é uma ilha", escreveu o inglês John Donne em 1624, frase que atravessaria os séculos como um dos lugares-comuns mais citados de todos os tempos. Todo lugar- comum, porém, tem um alicerce na realidade ou nos sentimentos humanos - e esse não é exceção. Durante toda a história da espécie, a biologia e a cultura conspiraram juntas para que a vida humana adquirisse exatamente esse contorno, o de um continente, um relevo que se espraia, abraça e se interliga. A vida moderna, porém, alterou-o de maneira drástica. Em certos aspectos partiu o continente humano em um arquipélago tão fragmentado que uma pessoa pode se sentir totalmente separada das demais. Vencer tal distância e se reunir aos outros, entretanto, é um dos nossos instintos básicos. E é a ele que atende um setor do mercado editorial que cresce a passos largos: o da autoajuda e, em particular, de uma autoajuda que se pode descrever como espiritual. Não porque tenha necessariamente tonalidades religiosas (embora elas, às vezes, sejam nítidas), mas porque se dirige àquelas questões de alma que sempre atormentam os homens. Como a perda de uma pessoa querida, a rejeição ou o abandono, a dificuldade de conviver com os próprios defeitos e os alheios, o medo da velhice e da morte, conflitos com os pais e os filhos, a frustração com as aspirações que não se realizaram, a perplexidade diante do fim e a dúvida sobre o propósito da existência. Questões que, como séculos de filosofia já explicitaram, nem sempre têm solução clara - mas que são suportáveis quando se tem com quem dividir seu peso, e esmagadoras quando se está só. As mudanças que conduziram a isso não são poucas nem sutis: na sua segunda metade, em particular, o século XX foi pródigo em abalos de natureza social que reconfiguraram o modo como vivemos. O campo, com suas relações próximas, foi trocado em massa pelas cidades, onde vigora o anonimato. As mulheres saíram de casa para o trabalho, e a instituição da "comadre" virtualmente desapareceu. Desmanchou-se também a ligação quase compulsória que se tinha com a religião, as famílias encolheram drasticamente não só em número de filhos mas também em sua extensão. A vida profissional se tornou terrivelmente competitiva, o que acrescenta ansiedade e reduz as chances de fazer amizades verdadeiras no local de trabalho. Também o celular e o computador fazem sua parte, aumentando o número de contatos de que se desfruta, mas reduzindo sua profundidade e qualidade. Perdeu-se aquela vasta rede de segurança que, é certo, originava fofoca e intromissão, mas também implicava conselhos e experiência, valores sólidos e afeição desprendida, que não aumenta nem diminui em função do sucesso ou da beleza. Essa é a lacuna da vida moderna que a autoajuda vem se propondo a preencher: esse sentido de desconexão que faz com que em certas ocasiões cada um se sinta como uma ilha desgarrada do continente e sem meios de se reunir novamente a ele.

    (Isabela Boscov e Silvia Rogar. Veja, 2 de dezembro de 2009, pp. 141-143, com adaptações)
  • Todo lugar-comum, porém, tem um alicerce na realidade ou nos sentimentos humanos ... (1° parágrafo)

    A frase cujo verbo exige o mesmo tipo de complemento que o grifado acima é:
  • 10 - Questão 19894.   Arquivologia - Nível Médio - Agente Legislativo - AL SP - FCC - 2010
  • A lista sistemática, pormenorizada, dos elementos do conteúdo de um documento ou grupo de documentos, disposta em determinada ordem para indicar sua localização no texto, denomina-se