Questões de Concursos BNDES

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  • 1 - Questão 1616.   Conhecimentos Gerais - Nível Médio - Técnico Administrativo - BNDES - CESGRANRIO
  • O sociólogo Simon Schwartzman, ex-presidente do IBGE,
    afirmou que as pesquisas feitas nas universidades brasileiras
    não contribuem para o desenvolvimento do País, como
    deveriam.
    Diz o ex-presidente:
    “Em geral, elas ficam restritas ao âmbito acadêmico e não
    se transformam em produtos ou serviços úteis à sociedade.
    Não há transferência de conhecimento, nem mesmo quando
    se trata de uma pesquisa aplicada.”

    Revista Veja, 07 maio 2008.

    Um fator que justifica a afirmação específica do sociólogo está relacionado à seguinte característica geral das universidades públicas brasileiras:
  • 2 - Questão 1612.   Matemática - Nível Médio - Técnico Administrativo - BNDES - CESGRANRIO
  • A metade de um capital C foi aplicada a juros compostos com taxa de 20% ao mês. Simultaneamente, a outra metade foi aplicada a juros simples com taxa mensal de i%. Ao final de dois meses, os montantes a juros simples e a juros compostos foram somados e seu valor correspondia ao capital total C, acrescido de 50%. Quantos são os divisores inteiros positivos de "i" ?
  • 3 - Questão 1623.   Português - Nível Médio - Técnico Administrativo - BNDES - CESGRANRIO
  • Texto II

    O que é uma virtude


    O que é uma virtude? É uma força que age, ou
    que pode agir. Assim a virtude de um remédio é tratar, a
    virtude de uma faca é cortar... e a virtude de um homem?
    Se todo ser possui seu poder específico,
    perguntemo-nos qual é a excelência própria do homem.
    Aristóteles respondia que é o que o distingue dos animais,
    ou seja, a vida racional. Mas a razão não basta:
    também é necessário o desejo, a educação, o hábito, a
    memória... O desejo de um homem não é o de um
    animal, nem os desejos de um homem educado são os
    de um selvagem ou de um ignorante. Toda virtude é, pois,
    histórica, como toda humanidade, e ambas, no homem
    virtuoso, sempre coincidem: a virtude de um homem é o
    que o faz humano, ou antes, é o poder específico que
    tem o homem de afirmar sua excelência própria, isto é,
    sua humanidade.
    A virtude é uma maneira de ser, mas adquirida e
    duradoura; é nossa maneira de ser e agir humanamente,
    nossa capacidade de agir bem.
    “Não há nada mais belo e mais legítimo do que o
    homem agir bem e devidamente”, diz Montaigne.
    A virtude é uma disposição adquirida de fazer o
    bem. É preciso dizer mais, ela é o próprio bem, em
    espírito e em verdade. Não o Bem absoluto, não o Bem
    em si, que bastaria conhecer. O bem não é para se
    contemplar, é para se fazer.
    Assim é a virtude: é o esforço para se portar bem
    na relação consigo e com os outros.
    A virtude pode ser ensinada, mais pelo exemplo,
    do que pelos livros. Mas, por que ler a seu respeito?
    Para tentar compreender o que deveríamos fazer ou
    ser, e medir com isso, pelo menos intelectualmente, o
    caminho que daí nos separa de sua realização.

    SPONVILLE, André Comte. O pequeno tratado das grandes
    virtudes. Ed. Martins Fontes. 1999 (Fragmentos do Preâmbulo)
  • Considere os destaques retirados do Texto II e a indicação de sua classe gramatical:

    I - “...que o distingue dos animais,” (l. 6-7) – pronome
    pessoal oblíquo átono
    II - “ou seja, a vida racional.” (l. 7) – adjetivo.
    III - “...uma disposição adquirida de fazer o bem.” (l. 22-23)
    – advérbio.
    IV- “...e com os outros.” (l. 28) – pronome indefinido

    Estão corretos APENAS os destaques/classes gramaticais
  • 4 - Questão 1609.   Conhecimentos Específicos - Nível Médio - Técnico Administrativo - BNDES - CESGRANRIO
  • O Estatuto Social do BNDES prevê que, sobre os recursos transferidos para aumento do seu capital social incidirão, a partir do recebimento dos créditos até a data da capitalização, encargos financeiros equivalentes à(ao)
  • 6 - Questão 1649.   Português - Nível Médio - Técnico Administrativo - BNDES - CESGRANRIO
  • Texto I

    Para sempre

        Você eu não sei, mas o meu plano é viver para
    sempre. Reconheço que o sucesso do plano não depende
    só de mim, mas tenho feito a minha parte. Cortei o pudim
    de laranja, dirijo com cuidado, procuro não provocar
    impulsos assassinos nos leitores além do necessário para
    me manter honesto, não vôo de ultraleve e não assovio
    para mulher de delegado. Está certo, o único exercício
    físico que faço é soprar o saxofone, e assim mesmo não
    todas as notas, mas acho que estou contribuindo
    razoavelmente para a minha própria eternidade.
    E sempre que leio sobre experiências como essa da
    célula-mãe com a qual, um dia, construirão artérias novas
    para a gente por encomenda, fico reconfortado: a ciência
    também está fazendo a sua parte no meu plano. Já
    calculei que, se conseguir agüentar por mais 65 anos,
    poderei ser refeito em laboratório dos pés à cabeça. Incluindo
    o tecido erétil. Onde será que a gente se inscreve?
         A vida eterna nos trará problemas, no entanto, e
    não vamos nem falar no pesadelo que será para os sistemas
    previdenciários. A finitude sempre foi uma angústia
    humana, mas também um consolo, pois nos desobriga
    de entender a razão da existência. A idéia religiosa da
    vida depois da morte é duplamente atraente porque nos
    dá a eternidade sem a perplexidade, já que é difícil imaginar
    que as indagações metafísicas continuarão do outro
    lado. Lá, estaremos na presença do Pai, reintegrados
    numa situação familiar de idílica inocência, definida como
    a desnecessidade de maiores explicações. Não teremos
    de especular sobre como tudo isto vai acabar porque tudo
    isto nunca vai acabar. Já na eternidade sem precisar morrer
    a angústia da finitude é substituída pela angústia da
    incompreensão infinita. Estaremos nesta ridícula bola magnética,
    com nossos tecidos renovados, olhando para as
    estrelas e perguntando como e por que - para sempre.
        Não interessa. Vou batalhar por mais 65. Quem
    nos assegura que neurônios desenvolvidos em
    laboratório não virão com todas as respostas?

    VERÍSSIMO, Luís Fernando. O Globo. Rio de Janeiro, 27 nov. 2001.
  • “Está certo, o único exercício físico que faço é soprar o saxofone, e assim mesmo não todas as notas, mas acho que estou contribuindo razoavelmente para a minha própria eternidade.” (l. 7-10)

    Na linha argumentativa do texto, o período acima caracteriza- se, semanticamente, como um(a)
  • 7 - Questão 1617.   Conhecimentos Gerais - Nível Médio - Técnico Administrativo - BNDES - CESGRANRIO
  • No primeiro trimestre de 2008, a política interna dos
    Estados Unidos chamou a atenção da opinião pública
    internacional devido às acirradas campanhas de
    pré-candidatos à Presidência da República, tais como
    B. Obama, H. Clinton e J.McCain.

    Esses candidatos disputam a vaga presidencial num regime eleitoral
  • 8 - Questão 1624.   Português - Nível Médio - Técnico Administrativo - BNDES - CESGRANRIO
  • Texto II

    O que é uma virtude


    O que é uma virtude? É uma força que age, ou
    que pode agir. Assim a virtude de um remédio é tratar, a
    virtude de uma faca é cortar... e a virtude de um homem?
    Se todo ser possui seu poder específico,
    perguntemo-nos qual é a excelência própria do homem.
    Aristóteles respondia que é o que o distingue dos animais,
    ou seja, a vida racional. Mas a razão não basta:
    também é necessário o desejo, a educação, o hábito, a
    memória... O desejo de um homem não é o de um
    animal, nem os desejos de um homem educado são os
    de um selvagem ou de um ignorante. Toda virtude é, pois,
    histórica, como toda humanidade, e ambas, no homem
    virtuoso, sempre coincidem: a virtude de um homem é o
    que o faz humano, ou antes, é o poder específico que
    tem o homem de afirmar sua excelência própria, isto é,
    sua humanidade.
    A virtude é uma maneira de ser, mas adquirida e
    duradoura; é nossa maneira de ser e agir humanamente,
    nossa capacidade de agir bem.
    “Não há nada mais belo e mais legítimo do que o
    homem agir bem e devidamente”, diz Montaigne.
    A virtude é uma disposição adquirida de fazer o
    bem. É preciso dizer mais, ela é o próprio bem, em
    espírito e em verdade. Não o Bem absoluto, não o Bem
    em si, que bastaria conhecer. O bem não é para se
    contemplar, é para se fazer.
    Assim é a virtude: é o esforço para se portar bem
    na relação consigo e com os outros.
    A virtude pode ser ensinada, mais pelo exemplo,
    do que pelos livros. Mas, por que ler a seu respeito?
    Para tentar compreender o que deveríamos fazer ou
    ser, e medir com isso, pelo menos intelectualmente, o
    caminho que daí nos separa de sua realização.

    SPONVILLE, André Comte. O pequeno tratado das grandes
    virtudes. Ed. Martins Fontes. 1999 (Fragmentos do Preâmbulo)
  • Assinale a passagem cuja forma verbal destacada é impessoal.
  • 9 - Questão 1618.   Conhecimentos Gerais - Nível Médio - Técnico Administrativo - BNDES - CESGRANRIO
  • Em março de 2008, ocorreram enfrentamentos violentos
    entre tibetanos e chineses. Acerca do confronto entre
    interesses da China e do Tibet, são feitas as afirmativas a
    seguir.

    I - A China invadiu o Tibet em 1950 e o seu controle é
    considerado uma questão de segurança nacional,
    pois o governo de Pequim teme que a independência
    do Tibet leve ao esfacelamento do território chinês.
    II - Os monges budistas tibetanos protestam publicamente
    em prol do retorno de seu líder espiritual máximo, o
    Dalai-Lama, exilado na Índia.
    III - As reivindicações dos tibetanos estão, atualmente,
    muito mais centradas na luta por mais autonomia do
    que propriamente por completa independência, apesar
    da conhecida campanha “Free Tibet” (Tibet Livre).

    Está(ão) correta(s) a(s) afirmativa(s)
  • 10 - Questão 1614.   Conhecimentos Gerais - Nível Médio - Técnico Administrativo - BNDES - CESGRANRIO
  • POBRE MODERNO

    A modernidade criou um tipo de pobre que já passou pela
    escola, tem educação e formação técnica, já teve bons
    empregos, mas foi jogado no desemprego e não conseguiu
    reorganizar-se e inserir-se outra vez na modernidade.
    Ficou pobre, apesar de ter as ferramentas necessárias
    para participar da modernidade, se ela não fosse excludente,
    apenas para poucos.

    BUARQUE, C. Admirável mundo atual. S. Paulo: Geração, 2001.

    O aumento progressivo do contingente de indivíduos do tipo acima provoca um impacto negativo direto no sistema