Questões de Concursos Bombeiro Militar MG

Resolva Questões de Concursos Bombeiro Militar MG Grátis. Exercícios com Perguntas e Respostas. Provas Online com Gabarito.

  • 1 - Questão 43079.   Direitos Humanos - Nível Médio - Soldado do Corpo de Bombeiro - Bombeiro Militar MG - FUNDEP - 2016
  • Segundo o que prevê o Estatuto da Criança e do Adolescente, é CORRETO afirmar:
  • 2 - Questão 43069.   Português - Literatura - Nível Médio - Soldado do Corpo de Bombeiro - Bombeiro Militar MG - FUNDEP - 2016
  • INSTRUÇÃO: A questão refere-se a noções de Teoria da Literatura: Gêneros Literários; Estilos de Época (do Barroco ao Modernismo - Brasil): Contexto Histórico, características e principais autores.
  • Literatura é uma das formas artísticas de representação da realidade e do imaginário. Para Ezra Pound (em Abc da literatura. São Paulo: Cultrix, s.d. p.32), “Literatura é linguagem carregada de significado. Grande literatura é simplesmente a linguagem carregada de significado até o máximo possível”.

    Considerando os recursos semânticos utilizados pelos escritores para dar forma artística à linguagem, assinale a alternativa INCORRETA.
  • 3 - Questão 43063.   Português - Nível Médio - Soldado do Corpo de Bombeiro - Bombeiro Militar MG - FUNDEP - 2016
  • Genes no banco dos réus

    O que você faria se pudesse decidir sobre a cor dos olhos de seu filho, seu tipo físico ou até mesmo sua aptidão para determinada profissão? Escolhas ainda inviáveis tecnicamente, mas que já suscitam profundas reflexões éticas, fazem parte dos tópicos levantados pela geneticista Mayana Zatz em seu livro GenÉtica: escolhas que nossos avós não faziam, lançado [...] pela Editora Globo.

    Coordenadora do Centro de Estudos do Genoma Humano, na Universidade de São Paulo (CEGH/USP), Zatz foi uma das pioneiras no uso de técnicas de biologia molecular para o estudo de genes humanos no Brasil. A geneticista também esteve à frente do debate no Supremo Tribunal Federal em defesa do uso de embriões humanos em pesquisas com células-tronco.

    Por meio de uma escrita apaixonada, a pesquisadora elege temas atuais relacionados à biotecnologia e expõe conflituosos casos que vivenciou ao longo de sua trajetória. De linguagem acessível e envolvente, o livro é permeado por referências a filmes, livros de divulgação científica, notícias de grande destaque e artigos científicos.

    Ao oferecer à população serviços de detecção de doenças com base genética no CEGH, a pesquisadora se defronta diariamente com dilemas que não têm uma resposta simples e correta. Os testes genéticos podem, por exemplo, revelar não apenas que o paciente é portador de doença grave, mas também que o seu suposto pai não é seu progenitor.

    O médico, então, se vê diante de uma encruzilhada: contar ou não contar sobre a falsa paternidade ao paciente, uma vez que esse resultado não lhe foi solicitado? Como não há um respaldo legal para esse tipo de situação, a decisão fica a cargo da equipe médica.

    No livro, Zatz critica essa falta de mecanismos legais para proteger os pacientes envolvidos em testes genéticos no Brasil. “A informação genética faz parte de nossa individualidade e deve ser tratada como qualquer outro tipo de informação pessoal”, defende. Um dos riscos de esses dados se tornarem públicos está na possibilidade de eles serem usados indevidamente por companhias de seguro de saúde e de vida.

    Informar, apoiar e ajudar a interpretar os testes genéticos junto ao paciente é tarefa de uma equipe interdisciplinar, que deve contar com geneticistas, psicólogos e médicos, e faz parte do chamado aconselhamento genético. Apesar do nome, “o geneticista não aconselha, ele deve apenas cuidar para que as possibilidades de escolha de seus pacientes sejam informadas e esclarecidas”.

    A geneticista recorda no livro a história noticiada em maio de 2011 de um casal que teve trigêmeas após tratamento de fertilização in vitro e quis, após o nascimento, ficar apenas com duas filhas. “Dois é suficiente, três é demais?”, questiona a pesquisadora.

    O caso também serve de alerta para a questão da gravidez múltipla, comum na reprodução assistida devido à implantação de muitos pré-embriões no útero da mulher. Essa condição aumenta o risco de nascimentos prematuros e de recém-nascidos com problemas intelectuais e de saúde em geral.

    Zatz relata ainda que, nos próximos anos, será possível sequenciar genomas individuais por apenas mil dólares. Se à primeira vista a notícia soa como um avanço, a pesquisadora alerta para o excesso de confiança depositado no material genético como única forma de determinar as características futuras do indivíduo.

    O livro deixa mais perguntas que respostas e nos faz refletir sobre a importância da discussão mais ampla sobre decisões que já vêm sendo tomadas no dia a dia, mas que ainda se encontram no limbo da legislação.

    Nesse sentido, um último alerta da pesquisadora: “Enquanto as questões éticas são pensadas e discutidas depois de anunciadas as novas descobertas, o comércio anda sempre na frente”. Nem sempre a favor dos mais afetados. 

    REZNIK, Gabriela. Genes no banco dos réus. Ciência Hoje. Disponível em: .
    [Fragmento] Acesso em: 2 fev. 2016. (Adaptação)
  • A geneticista Mayana Zatz

    I. abre debate envolvendo escolhas baseadas em informações genéticas e técnicas viabilizadas pela biotecnologia.
    II. alerta para o grande risco de nascimentos prematuros e outros problemas de saúde decorrentes da gravidez múltipla.
    III. explicita a legislação destinada a proteger pacientes no Brasil e a tratar de questões éticas no campo da genética.
    IV. expõe que nem no futuro será possível sequenciar genomas individuais, por isso diz que é preciso ter muita cautela.

    Estão corretas as afirmativas
  • 4 - Questão 43065.   Português - Nível Médio - Soldado do Corpo de Bombeiro - Bombeiro Militar MG - FUNDEP - 2016
  • Genes no banco dos réus

    O que você faria se pudesse decidir sobre a cor dos olhos de seu filho, seu tipo físico ou até mesmo sua aptidão para determinada profissão? Escolhas ainda inviáveis tecnicamente, mas que já suscitam profundas reflexões éticas, fazem parte dos tópicos levantados pela geneticista Mayana Zatz em seu livro GenÉtica: escolhas que nossos avós não faziam, lançado [...] pela Editora Globo.

    Coordenadora do Centro de Estudos do Genoma Humano, na Universidade de São Paulo (CEGH/USP), Zatz foi uma das pioneiras no uso de técnicas de biologia molecular para o estudo de genes humanos no Brasil. A geneticista também esteve à frente do debate no Supremo Tribunal Federal em defesa do uso de embriões humanos em pesquisas com células-tronco.

    Por meio de uma escrita apaixonada, a pesquisadora elege temas atuais relacionados à biotecnologia e expõe conflituosos casos que vivenciou ao longo de sua trajetória. De linguagem acessível e envolvente, o livro é permeado por referências a filmes, livros de divulgação científica, notícias de grande destaque e artigos científicos.

    Ao oferecer à população serviços de detecção de doenças com base genética no CEGH, a pesquisadora se defronta diariamente com dilemas que não têm uma resposta simples e correta. Os testes genéticos podem, por exemplo, revelar não apenas que o paciente é portador de doença grave, mas também que o seu suposto pai não é seu progenitor.

    O médico, então, se vê diante de uma encruzilhada: contar ou não contar sobre a falsa paternidade ao paciente, uma vez que esse resultado não lhe foi solicitado? Como não há um respaldo legal para esse tipo de situação, a decisão fica a cargo da equipe médica.

    No livro, Zatz critica essa falta de mecanismos legais para proteger os pacientes envolvidos em testes genéticos no Brasil. “A informação genética faz parte de nossa individualidade e deve ser tratada como qualquer outro tipo de informação pessoal”, defende. Um dos riscos de esses dados se tornarem públicos está na possibilidade de eles serem usados indevidamente por companhias de seguro de saúde e de vida.

    Informar, apoiar e ajudar a interpretar os testes genéticos junto ao paciente é tarefa de uma equipe interdisciplinar, que deve contar com geneticistas, psicólogos e médicos, e faz parte do chamado aconselhamento genético. Apesar do nome, “o geneticista não aconselha, ele deve apenas cuidar para que as possibilidades de escolha de seus pacientes sejam informadas e esclarecidas”.

    A geneticista recorda no livro a história noticiada em maio de 2011 de um casal que teve trigêmeas após tratamento de fertilização in vitro e quis, após o nascimento, ficar apenas com duas filhas. “Dois é suficiente, três é demais?”, questiona a pesquisadora.

    O caso também serve de alerta para a questão da gravidez múltipla, comum na reprodução assistida devido à implantação de muitos pré-embriões no útero da mulher. Essa condição aumenta o risco de nascimentos prematuros e de recém-nascidos com problemas intelectuais e de saúde em geral.

    Zatz relata ainda que, nos próximos anos, será possível sequenciar genomas individuais por apenas mil dólares. Se à primeira vista a notícia soa como um avanço, a pesquisadora alerta para o excesso de confiança depositado no material genético como única forma de determinar as características futuras do indivíduo.

    O livro deixa mais perguntas que respostas e nos faz refletir sobre a importância da discussão mais ampla sobre decisões que já vêm sendo tomadas no dia a dia, mas que ainda se encontram no limbo da legislação.

    Nesse sentido, um último alerta da pesquisadora: “Enquanto as questões éticas são pensadas e discutidas depois de anunciadas as novas descobertas, o comércio anda sempre na frente”. Nem sempre a favor dos mais afetados. 

    REZNIK, Gabriela. Genes no banco dos réus. Ciência Hoje. Disponível em: .
    [Fragmento] Acesso em: 2 fev. 2016. (Adaptação)
  • Leia este fragmento extraído do texto:

    A geneticista também esteve à frente do debate no Supremo Tribunal Federal em defesa do uso de embriões humanos em pesquisas com células-tronco.

    Considerando-se a norma padrão da língua portuguesa, assinale a alternativa em que o emprego da crase é orientado pelo mesmo motivo que se aplica no trecho em destaque. 
  • 5 - Questão 43080.   Direitos Humanos - Nível Médio - Soldado do Corpo de Bombeiro - Bombeiro Militar MG - FUNDEP - 2016
  • Prevê a Constituição de Minas Gerais que, respeitado o conteúdo mínimo do Ensino Fundamental fixado pela União, o Estado deverá fixar conteúdo complementar.

    Essa ação do Estado tem especificamente o objetivo de:
  • 6 - Questão 5152.   Direitos Humanos - Nível Médio - Soldado Bombeiro - Bombeiro Militar MG - FUMARC - 2009
  • Assinale a alternativa INCORRETA:
  • 7 - Questão 8449.   Biologia - Nível Médio - Soldado Bombeiro Militar - Bombeiro Militar MG - FUMARC - 2013
  • Doenças sexualmente transmissíveis, conhecidas popularmente por DST, são patologias antigamente conhecidas como doenças venéreas. São doenças infecciosas que se transmitem, essencialmente (porém não de forma exclusiva), pelo contato sexual. O uso de preservativo (camisinha) tem sido considerado como a medida mais eficiente para prevenir a contaminação e impedir sua disseminação. Das DST listadas a seguir, a única que NÃO pode ser veiculada pelo sangue é a
  • 8 - Questão 43075.   História - Nível Médio - Soldado do Corpo de Bombeiro - Bombeiro Militar MG - FUNDEP - 2016
  • O processo de independência da América Espanhola não ocorreu de maneira uniforme em todas as regiões da América Latina, dando especificidades a vários Estados da América. Porém, alguns elementos comuns contribuíram para a independência desses Estados em toda a América Espanhola.

    São elementos comuns que contribuíram para a independência em toda a América Latina, EXCETO:
  • 9 - Questão 8428.   Física - Nível Médio - Soldado Bombeiro Militar - Bombeiro Militar MG - FUMARC - 2013
  • Num escritório, um ventilador fazia muito barulho e ventilava muito. Paulo, atento, percebeu que o ventilador tinha uma chave 110-220 V. Ele mudou a posição da chave, que estava em 110 V, para 220 V. Ao fazer isso, a potência do chuveiro
  • 10 - Questão 5166.   Física - Nível Médio - Soldado Bombeiro - Bombeiro Militar MG - FUMARC - 2009
  • Durante o dia, a luz branca vinda do Sol reflete e refrata sobre a Terra provocando vários fenômenos visuais importantes e interessantes aos seres vivos e suas relações cotidianas.

    A chuva interfere nesses fenômenos, provocando alterações no campo visual, principalmente nas ruas e rodovias, prejudicando a visibilidade dos motoristas, mesmo durante o dia, e parcialmente com a presença da luz solar.

    Com base nessas informações, é CORRETO afirmar: