Questões de Concursos CEMIG TELECOM

Resolva Questões de Concursos CEMIG TELECOM Grátis. Exercícios com Perguntas e Respostas. Provas Online com Gabarito.

  • 1 - Questão 23614 - Português - Nível Médio - Técnico de Operação - CEMIG TELECOM - FUMARC - 2010
  • A concordância nominal está INCORRETA em:
  • 2 - Questão 23607 - Administração - Nível Superior - Analista Administrativo - CEMIG TELECOM - 2014
  • Os administradores, para exercer as funções gerenciais, precisam dominar determinadas habilidades para desempenhar seu trabalho com eficiência e eficácia.

    A habilidade relacionada ao entendimento da organização como um todo e que permite o administrador compreender as dificuldades enfrentadas tanto pelo seu departamento quanto pelos outros é a
  • 3 - Questão 23605 - Arquivologia - Nível Superior - Analista Administrativo - CEMIG TELECOM - 2014
  • A respeito das técnicas modernas a serviço dos arquivos, analise as seguintes afirmativas:

    I) A microfilmagem é utilizada pelas organizações somente com o principal propósito de reduzir os custos de armazenagem de arquivos.
    II) A implantação da microfilmagem é algo simples e fácil de executar podendo ser adotada pelas organizações a qualquer momento.
    III) A microfilmagem pode ser utilizada com o objetivo de preservar os documentos originais que, com o uso, acabam deteriorando.

    É CORRETO apenas o que se afirma em
  • 4 - Questão 23321 - Português - Nível Superior - Advogado - CEMIG TELECOM - FUMARC - 2010
  • Instrução: As questões de 1 a 4 referem-se ao texto a seguir. Leia-o antes de responder a elas.

    Existe um diagnóstico sobre a interface entre energia, meio ambiente e sociedade?

    Claudio J. D. Sales

    01 A construção de uma usina para geração de energia elétrica, seja ela hidrelétrica, seja termelétrica, interfere, sim, na vida das pessoas que vivem nas regiões de influência dos rios e de outros ecossistemas. A realidade precisa ser encarada: apesar da necessidade de gerar energia para abastecer o País, a chegada desses empreendimentos provoca o deslocamento compulsório de famílias. E isso não tem preço.
    02 O desafio de formuladores de políticas públicas e de empreendedores é acabar com a frase “uma minoria precisa se sacrificar para beneficiar a maioria”. Muito fácil dizer isso quando se está do lado da maioria.
    03 É urgente um debate objetivo e despolitizado sobre como tem evoluído o respeito às populações no entorno dos empreendimentos de geração de eletricidade. Afinal, quais são os mecanismos legais e os programas que têm sido implantados para amenizar o inevitável “sentimento de perda” das comunidades, que precisam rever seus costumes e valores em prazos muito curtos?
    04 A história da eletricidade no Brasil tem 125 anos. Começa em 1883, com a pequena usina hidrelétrica de Ribeirão do Inferno, com 0,5 MW de potência, no município mineiro de Diamantina. Na ocasião, foram indenizados apenas os proprietários de terras inundadas pela barragem. Foi assim por 100 anos.
    05 Em 1983, com uma enchente extraordinária do rio Paraná, a CESP (Centrais Elétricas de São Paulo) reassentou as primeiras famílias não proprietárias de terra: posseiros, meeiros e arrendatários. A agenda do setor passa, então, a incorporar um olhar mais amplo sobre modos de vida, de produção e de geração de renda.
    06 Nosso País requer, todos os anos, cerca de 3.000 MW médios adicionais para atender ao crescimento de sua economia. A construção de novas usinas traz consigo coisas boas. As mais visíveis são novos postos de trabalho e o aumento de arrecadação de impostos para municípios, estados e a União, que podem usar esses recursos para saúde, educação e segurança.
    07 É fácil visualizar os benefícios para a maioria. Mas e a minoria? O que acontece com as comunidades locais, em termos concretos, no curto e no longo prazo? A vida dessas pessoas melhora ou piora?
    08 Estima-se que foram remanejadas 200 mil famílias devido à construção de usinas. E desde 1983, quando foram remanejadas as primeiras famílias, a preocupação com os impactos sociais dos empreendimentos cresceu. Essa evolução foi provocada ora pelo poder público, ora pelos empreendedores, estatais ou privados.
    09 A voz da população tem sido formalmente ouvida. O Conselho Nacional de Meio Ambiente (Conama) estabeleceu, na década de 80, a necessidade de submeter os estudos de impacto ambiental a audiências públicas. Também com o objetivo de dar transparência ao processo foi criado o Foro de Negociação onde, sob coordenação do Ibama, lideranças locais, Ministério Público, governo federal e empreendedores buscam soluções de consenso para o remanejamento da população.
    10 Mas só um novo pedaço de chão não resolve o problema das famílias. Além de terra e orientação técnica, era preciso acesso a crédito rural para o desenvolvimento adequado da atividade agrícola. Com baixas taxas de juros e seguro contra perda da safra, a partir de 1998 as famílias que moram em reassentamentos passam a ter acesso aos recursos do Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (Pronaf), que permitiu o aumento da produção e da renda familiar.
    11 A evolução continua. Em 2006, uma iniciativa pioneira no Sul do País coloca à disposição da região da usina um Fundo de Desenvolvimento Rural. Com o apoio de técnicos do Sebrae, recursos dos empreendedores financiam projetos para agregar valor aos produtos agrícolas, aumentando a renda das famílias da região dos empreendimentos. É um belo projeto, que prevê que as amortizações dos financiamentos retornem ao próprio fundo para financiar novos projetos, criando um ciclo autossustentado que viabiliza a permanência desses produtores no campo, em atividades que fazem parte da realidade local.
    12 Embora haja relevantes avanços, é fundamental aprimorar e fortalecer os mecanismos legais e de comunicação com as comunidades. Ouvir as pessoas e seus anseios, tratando-as como indivíduos e não como estatísticas, diminui a ansiedade e os temores que as mudanças trazem.
    13 O mais importante no processo de realocação das famílias é o respeito aos valores individuais e coletivos para que seja possível a construção de um diálogo aberto e direto, sem intermediários, entre comunidades e empreendedores. Esse é o caminho para demolir as fronteiras entre “maiorias” e “minorias” e para que todos passem a enxergar esses empreendimentos como oportunidades de transformação e inclusão social.

    (Adaptado de: . Acesso em 20 out. 2010.)
  • I O autor se mostra otimista com relação às medidas tomadas nos últimos anos para garantir melhores condições de vida às populações que habitam o entorno de hidrelétricas.
    II O texto defende o ponto de vista de que o interesse da coletividade não pode se sobrepor ao dos indivíduos.
    III O sentimento de perda a que se refere o autor (3º §), diz respeito aos prejuízos materiais decorrentes do abandono de terras a que se vêem forçados os moradores de áreas vizinhas a hidrelétricas.

    Dentre as afirmativas acima, são INCORRETAS:
  • 5 - Questão 23324 - Português - Nível Superior - Advogado - CEMIG TELECOM - FUMARC - 2010
  • A concordância verbal está CORRETA em:
  • 6 - Questão 23620 - Telecomunicações - Nível Médio - Técnico de Operação - CEMIG TELECOM - FUMARC - 2010
  • Um sistema de comunicação por fibras ópticas utiliza como meio de transmissão fibras feitas principalmente de sílica (vidro). As fibras ópticas são caracterizadas pelo número de modos de propagação como fibras multimodo e fibras monomodo. No cálculo de um sistema óptico de comunicação, os dois principais parâmetros das fibras ópticas são a taxa de atenuação e a taxa de dispersão. As fibras ópticas admitem a transmissão de vários sinais de luz de comprimentos de onda distintos, numa tecnologia denominada de WDM.

    Sobre este assunto analise as afirmativas a seguir e escolha a alternativa correspondente:

    I. A atenuação da luz na fibra óptica depende muito do comprimento de onda da luz e é menor na faixa do infravermelho próximo do espectro da luz visível;
    II. A taxa de dispersão total na fibra óptica multímodo é bem maior nas fibras monomodo;
    III. Os sistemas WDM exigem vários modos de propagação, portanto utilizam fibras multimodo;
  • 7 - Questão 23332 - Direito Constitucional - Nível Superior - Advogado - CEMIG TELECOM - FUMARC - 2010
  • As questões de nº 33 a 41 estão baseadas na Constituição da República.
  • Assinale a alternativa correta, no que concerne à organização político- administrativa brasileira:
  • 9 - Questão 23598 - Conhecimentos Gerais - Nível Superior - Analista Administrativo - CEMIG TELECOM - 2014
  • A respeito da nova organização mundial, analise os itens abaixo e marque (V) para os verdadeiros e (F) para os falsos:

    (   ) O processo de globalização tornou-se possível graças ao grande avanço tecnológico na comunicação e na informação, marcado pela expansão dos computadores e da internet.
    (   ) Com o fim da Guerra Fria, marcada pela bipolaridade, a nova ordem mundial é marcada pela unipolaridade, com o domínio dos Estados Unidos.
    (   ) A globalização tem aprofundado desigualdades sociais e reacendido conflitos étnicos.
    (   ) Com o crescimento do comércio e o fluxo financeiro internacional, foram formados blocos de comércio ou blocos econômicos, como o Mercosul, o Nafta, a União Europeia e a Apec.
    (   ) A globalização não tem efeito negativo no meio ambiente, pois todos têm consciência da importância do desenvolvimento sustentável e tomam as medidas necessárias para preservar os recursos naturais.

    A sequência correta, de cima para baixo, é:
  • 10 - Questão 23588 - Português - Nível Superior - Analista Administrativo - CEMIG TELECOM - 2014
  • INSTRUÇÃO: Este texto foi publicado na revista Carta Capital e se refere à questão.

    Vidas Secas

        (1§) “Cabeça vazia é a oficina do diabo”, dizia a minha vó e a vó de todos os meus amigos de infância. Ter tempo demais, sem exatamente ter o que fazer, é a mola propulsora para as crianças pintarem as paredes com pasta de dente, plantarem ovos no quintal ou roubarem os cigarros do pai.
        (2§) Quando adultos, a lei e a ordem nos impedem de tapear o tempo com os velhos recursos infantis, e por isso preferimos tapeá-lo jurando não termos tempo para nada – ao menos para começar as tarefas adiadas desde a adolescência, como começar a ler Em Busca do Tempo Perdido.
        (3§) Mas a verdade é que temos tempo de sobra. Temos tempo demais. Por isso estamos sempre conectados e em busca de listas salvadoras sobre as dez coisas que não podemos morrer sem fazer, conhecer, ouvir, lembrar ou esquecer.
        (4§) Tempos atrás, perdíamos o sono e nos deparávamos à noite com nosso maior inimigo: o silêncio. Nada contra o silêncio, mas é ele, e nada mais, o maior delator de nosso fantasma mais primitivo: a consciência de que temos tempo de sombra, temos tempo demais, e não sabemos o que fazer com ele quando é noite, estão todos dormindo e as ruas, imersas em silêncio. Diante da noite, não há meio-termo entre matar ou morrer. Antigamente assaltávamos a geladeira. Ou ligávamos a TV para assistir ao Corujão. Ou escrevíamos cartas a amantes ou desafetos num impulso de empolgação que se desmancharia nas primeiras luzes do dia e da razão.
        (5§) Hoje vamos à internet. Ali, encontramos uma legião de insones armados com facões e outros objetos pontiagudos para matar, estraçalhar, estripar o tempo de sobra. O tempo, delatado pelo silêncio, é nosso maior delator: não temos nada de bom para pensar. Por isso a paz não nos interessa. Ela nos leva ao silêncio, que nos leva a nós mesmos, e esse encontro é não só indesejado: é insuportável.
        (6§) No livro Vidas Secas, Graciliano Ramos descreve uma cena em que Fabiano, o sertanejo do romance, perde uma aposta para o Soldado Amarelo. Quando percebe, está só, sentado na sarjeta, falido, bêbado e sem argumento para explicar em casa que o dinheiro para os mantimentos fora gasto em finalidades menos nobres. É a chegada ao inferno sem escaladas: em silêncio, Fabiano busca um resquício de bom pensamento para se acalmar. Em vão, conclui: a vida seria mais suportável se houvesse ao menos uma boa lembrança. Ele não tinha. Sua vida era seca. Infrutífera. Vulnerável. Como ele.
        (7§) Em tempos de secura do ar, de reservatórios, de ideias ou desculpas convincentes sobre nossas faltas, eu deveria voltar a Graciliano Ramos, mas confesso que ando ocupado demais matando o tempo que juro não ter. Todos os meus objetos pontiagudos estão empenhados a matar o tempo na internet, mais especificamente no Facebook, espécie de redutor do muro que antes separava o que sentíamos e o que pronunciávamos.
        (8§) Com ele, não faz o menor sentido ter uma ideia e não dividi-la. Não compartilhá-la. Não lançá-la para ser curtida. As ideias trancafiadas nos pesam: elas nos levam ao silêncio e às desconfianças, entre elas a de que não são originais, não valem ser ditas, não valem a atenção, não valem uma nota, não valem um post. Tarde demais: quando pensamos em dizer, já dissemos. Em conjunto, essa produção industrial de bobagens e reduções explícitas da realidade replicadas na rede nos dão a sensação de preenchimento. De tempo encurtado. De tempo útil. De vida bem vivida.
        (9§) Vai ver é por isso que, em um estudo recente publicado na revista Science, as pessoas diziam preferir causar dor a si mesmas do que passar 15 minutos em um quarto sem nada para fazer além de pensar. No experimento, os cientistas das Universidades da Virgínia e de Harvard confinaram cerca de 200 pessoas em um quarto sem celular nem material para ler ou escrever e concluiu: mais de 57% das pessoas acharam difícil se concentrar; 80% disseram que seus pensamentos vagaram; metade achou a experiência desagradável e relataram ojeriza a essa prática. E, o mais estarrecedor: dois terços, sem ter o que fazer diante do silêncio, resolveram se entreter dando choques em si mesmos – um deles estraçalhou o próprio tédio com 190 choques. Nada poderia ser mais revelador dos nossos dias.
        (10§) Pois ontem passei uma hora e quarenta minutos parado num ponto de ônibus à espera de um ônibus que não veio. Passaria uma hora e quarenta minutos me autoimolando se não fosse meu celular, que tanto relutei a conectar à internet. Foram quase cem minutos contatando meio mundo que me desse uma palha de conversa, em aplicativos de mensagem instantânea, sobre a vida, sobre a seca, sobre o tempo que nos resta e não concede tempo para nada, nem para ler os livros e as revistas que apodreciam em conjunto na minha mochila.
        (11§) Se quer saber a dimensão do tempo, fique um minuto em silêncio, diziam os sábios, que talvez não suportassem passar 15 minutos sem conferir as últimas mensagens no celular a apitar nos bolsos das melhores famílias. Os meus vibram e apitam mesmo quando estão vazios. Sintomas da abstinência, manifestada toda vez que coloco o celular para carregar e me lembro de que nossas vidas pedem barulho e transbordamento o tempo todo. Elas estão secas demais para suportar 15 minutos de silêncio.

    (www.cartacapital.com.br/cultura/vidas-secas-1-7824.html. Acesso: 10/08/2014.Adaptado.)
  • Considere esta definição de metalinguagem:

            1. Metalinguagem

    É a linguagem que descreve acerca de si mesma ou de uma outra linguagem.
    Ela incide em textos cujo foco é o próprio código empregado, ou seja, o conjunto de signos utilizado para transmissão e recepção da mensagem. Nesses textos a temática é exatamente a manifestação da linguagem.

    Um filme cujo tema seja o próprio filme ou o cinema;
    Um poema que trata de criações poéticas.


    (www.dicionarioinformal.com.br/metalinguagem/. Acesso: 15/08/2014., Adaptado)

    Qual destes trechos retirados do texto exemplifica a metalinguagem?