Questões de Concursos CFQ

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  • 2 - Questão 24094.   Matemática - Raciocínio Matemático - Nível Médio - Atendente Administrativo - CFQ - QUADRIX - 2012
  • Considere a seqüência de números:

                                                    TREZE
                                             TRINTA E TRÊS
                                  TREZENTOS E TRINTA E TRÊS


    Qual será o próximo número da seqüência?
  • 3 - Questão 24088.   Português - Nível Médio - Atendente Administrativo - CFQ - QUADRIX - 2012
  • Em Londrina, sensor de movimentos para videogame ajuda em cirurgias

    BRUNO ROMANI (COLABORAÇÃO PARA A FOLHA)

          No Hospital Evangélico de Londrina (PR), o Kinect virou ferramenta para auxiliar procedimentos cirúrgicos complexos, como neurológicos e cardiológicos - resultado de um projeto chamado Intera.

          Com o sensor, os médicos podem visualizar os resultados de exames durante as operações. Desde abril, ele já foi usado em mais de 20 procedimentos em uma das 12 salas de operação da instituição.

    NÃO ME TOQUE

          No Brasil, o carro-chefe de dispositivos comandados por gestos é o Kinect.

          Ainda não há uma grande comunidade, mas empresas, universidades e desenvolvedores independentes estudam maneiras de criar novas aplicações para o sensor da Microsoft em áreas como saúde, entretenimento e robótica.

          O Instituto de Tecnologia de Sorocaba (a 99 km de São Paulo) criou um painel interativo com conteúdo educativo que pode ser manipulado por deficientes físicos, acionado por gestos ou olhos.

           Entre os desenvolvedores nacionais também estão universitários e hackers independentes. Um deles é Camilo de Lellis Barreto Júnior, que construiu um braço robótico comandado por movimentos captados por meio do sensor da Microsoft.

          Empresas e universitários, porém, dizem que os manuais para desenvolvimento de aplicações são mal organizados, com poucos detalhes e que não estão em português, dificultando a criação.

    (Disponível em www.folha.uol.com.br)
  • Em "Ainda não há uma grande comunidade", o sujeito do verbo "haver" é:
  • 5 - Questão 24104.   Informática - Nível Médio - Atendente Administrativo - CFQ - QUADRIX - 2012
  • No ambiente Windows, como é chamado o software que aceita um documento enviado para uma impressora e o armazena em disco ou na memória até que a impressora esteja pronta para recebê-lo?
  • 6 - Questão 24113.   Legislação Federal - Nível Médio - Atendente Administrativo - CFQ - QUADRIX - 2012
  • O Plenário é o órgão deliberativo do Conselho Federal de Química (CFQ). É constituído:
  • 7 - Questão 24085.   Português - Interpretação de Textos - Nível Médio - Atendente Administrativo - CFQ - QUADRIX - 2012
  • Nobel de Química quer tecnologia para a paz mundial

    MARCO VARELLA (COLABORAÇÃO PARA A FOLHA)

          Nascido em uma terra onde há escassez de água e um conflito entre povos que parece não ter fim, o pesquisador israelense Daniel Shechtman, 71, ganhador do Nobel de Química no ano passado, resolveu bolar um plano científico para a paz mundial.

          A ideia é simples: ele quer ensinar a empreendedores do planeta a receita para criar tecnologias inovadoras.

          "Assim, países como o Brasil ficarão menos dependentes da exploração de matérias-primas em estado bruto e, com isso, livres de futuros conflitos por causa de recursos naturais finitos", afirma.

           Em visita ao país, ele conversou com autoridades da área científica, deu palestras em universidades e visitou a comunidade de Paraisópolis. Confira a entrevista do pesquisador, descobridor dos quasicristais - formados por estruturas complexas que nunca se repetem.

    Folha - Você tem o registro do momento exato da descoberta que lhe rendeu o Nobel. Como foi detectar uma configuração de sólido que não deveria existir?

    Daniel Shechtman - Foi na manhã de 08 de abril de 1982. Eu quase marquei a hora (risos). De início, achei que o padrão que eu obtive vinha não de um, mas de muitos cristais. No final do dia, eu não sabia do que se tratava, mas já tinha certeza de que não era um erro metodológico. Ao repetir o experimento, percebi que não havia cometido erro algum, obtive sempre os mesmos resultados. 

    E como seus colegas receberam seus resultados? É verdade que o sr. foi expulso de seu laboratório?

    A maioria das pessoas não acreditou que eu tinha encontrado algo novo. Sim, solicitaram que eu saísse do meu grupo de pesquisa, não do meu laboratório. Foi mais uma mudança administrativa, meu grupo de pesquisa não queria mais estar associado a mim. Foi uma rejeição científica e pessoal.

    O que mudou na sua vida após receber o Nobel?

    É uma mudança súbita e drástica. Estou tendo muito mais exposição pública e a chance de conhecer pessoas responsáveis por decisões importantes. Senti, então, que eu tinha uma missão na Terra: promover a educação científica e a paz mundial.

    Qual o seu plano para a educação científica?

    Comecei um projeto em Haifa [Israel] para ensinar ciência a crianças com idade entre cinco e seis anos. Treinaremos professores para ensinar pensamento lógico e racional, métodos de quantificação, transformações da matéria e leis de Newton na prática. Os pais de cada criança também estarão participando do processo, recebendo dicas para abordar esses temas com seus filhos.

    E quanto à paz mundial?

    Estou promovendo a paz mundial por meio do fomento do empreendedorismo tecnológico, da criação de start-ups [empresas jovens voltadas para tecnologias inovadoras].

            Há 26 anos venho ministrando uma disciplina de empreendedorismo tecnológico que incentivou 10 mil engenheiros e cientistas a abrirem start-upsaté agora. Nesse período Israel se tornou o país das start-ups.

          Isso é extremamente importante para o Brasil, que vai bem economicamente, mas faz isso graças à venda de produtos primários, de minerais a grãos. É preciso vender cérebro, inteligência, e não matéria-prima.

          Assim, países como o Brasil ficarão menos dependentes da exploração de matérias-primas em estado bruto e, com isso, livres de futuros conflitos por causa de recursos naturais finitos.

          No futuro, grupos e tribos entrarão em guerras locais para obter os últimos recursos não renováveis remanescentes, o que poderá iniciar guerras maiores - isso, aliás, já começou. Então, é melhor esses países começarem a investir em inteligência agora.

    O que é preciso para ter esse nível de empreendedorismo tecnológico?

    É preciso ter, primeiramente, pessoas qualificadas, educação forte, e não ter medo de errar. Depois, é preciso ter uma economia de livre mercado e incentivo do governo.

    O sr. tem planos de incentivar iniciativas desse tipo em outros países?

    Sim, definitivamente. Deixe-me cometer todos os erros nessa iniciativa em Haifa. Em um ou dois anos, quando eu já souber o que dá certo, aplicarei o programa em outros países. É só o começo, mas é a coisa certa a se fazer. 

    (Disponível em www.folha.uol.com.br)
  • "Isso é extremamente importante para o Brasil que vai bem economicamente, mas faz isso graças à venda de produtos primários, de minerais a grãos. É preciso vender cérebro, inteligência, e não matéria-prima." 

    O "Isso", que abre o trecho, promove um processo de coesão:
  • 9 - Questão 24090.   Português - Nível Médio - Atendente Administrativo - CFQ - QUADRIX - 2012
  • Em Londrina, sensor de movimentos para videogame ajuda em cirurgias

    BRUNO ROMANI (COLABORAÇÃO PARA A FOLHA)

          No Hospital Evangélico de Londrina (PR), o Kinect virou ferramenta para auxiliar procedimentos cirúrgicos complexos, como neurológicos e cardiológicos - resultado de um projeto chamado Intera.

          Com o sensor, os médicos podem visualizar os resultados de exames durante as operações. Desde abril, ele já foi usado em mais de 20 procedimentos em uma das 12 salas de operação da instituição.

    NÃO ME TOQUE

          No Brasil, o carro-chefe de dispositivos comandados por gestos é o Kinect.

          Ainda não há uma grande comunidade, mas empresas, universidades e desenvolvedores independentes estudam maneiras de criar novas aplicações para o sensor da Microsoft em áreas como saúde, entretenimento e robótica.

          O Instituto de Tecnologia de Sorocaba (a 99 km de São Paulo) criou um painel interativo com conteúdo educativo que pode ser manipulado por deficientes físicos, acionado por gestos ou olhos.

           Entre os desenvolvedores nacionais também estão universitários e hackers independentes. Um deles é Camilo de Lellis Barreto Júnior, que construiu um braço robótico comandado por movimentos captados por meio do sensor da Microsoft.

          Empresas e universitários, porém, dizem que os manuais para desenvolvimento de aplicações são mal organizados, com poucos detalhes e que não estão em português, dificultando a criação.

    (Disponível em www.folha.uol.com.br)
  • Em "dizem que os manuais para desenvolvimento de aplicações são mal organizados", a oração em destaque exerce função sintática de: