Questões de Concursos CGE MA

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  • 1 - Questão 23848.   Auditoria - Auditoria Governamental - Nível Superior - Auditor - CGE MA - FGV - 2014
  • Assinale a alternativa que indica a auditoria que, com a finalidade de aperfeiçoar a gestão pública, promove o exame independente e objetivo da economicidade, eficiência, eficácia e efetividade de organizações, programas e atividades governamentais.
  • 2 - Questão 23838.   Contabilidade - Nível Superior - Auditor - CGE MA - FGV - 2014
  • Para ser desenvolvido, o projeto K precisa de investimento inicial de 1,8 milhões de reais. O projeto promete pagar a seus investidores 2,4 milhões de reais em t = 1.

    A taxa interna de retorno do projeto K é de
  • 3 - Questão 23831.   Conhecimentos Específicos - Instrumentos de Planejamento e Demonstrativos Fiscais - Nível Superior - Auditor - CGE MA - FGV - 2014
  • Assinale a alternativa que completa corretamente o fragmento a seguir.

    A lei que instituir o Plano Plurianual estabelecerá _____.
  • 4 - Questão 23815.   Direito Administrativo - Nível Superior - Auditor - CGE MA - FGV - 2014
  • Após regular processo administrativo, com observância do contraditório e da ampla defesa, a União concluiu que a sociedade empresária Construtec, contratada para a construção de uma ferrovia, além dos atrasos, utilizou materiais de qualidade inferior, alterou o projeto e fraudou as notas fiscais apresentadas.

    Com base nisso, a União aplicou as penalidades de declaração de inidoneidade e multa, além de ter rescindido o contrato com a referida sociedade empresária.

    Tendo em vista o cenário descrito, assinale a afirmativa correta.
  • 5 - Questão 23809.   Direito Constitucional - Nível Superior - Auditor - CGE MA - FGV - 2014
  • A Constituição Federal estabelece que, em determinadas situações, projetos de lei aprovados pelo legislativo devem ser ratificados pela vontade popular.

    Essas normas realizam o princípio fundamental da
  • 7 - Questão 23813.   Direito Constitucional - Nível Superior - Auditor - CGE MA - FGV - 2014
  • Nos termos da Constituição Federal, a remuneração dos servidores e os subsídios são fixados por leis específicas, observada a iniciativa prevista em cada caso.

    No que concerne à revisão anual haverá
  • 8 - Questão 23847.   Auditoria - Auditoria Governamental - Nível Superior - Auditor - CGE MA - FGV - 2014
  • Assinale a alternativa que completa corretamente a lacuna do fragmento a seguir

    As informações utilizadas pelo auditor para chegar às conclusões em que se fundamenta sua opinião define _____.
  • 9 - Questão 24028.   Português - Nível Superior - Auditor - CGE MA - FGV - 2014
  • Utopias e distopias

           Todas as utopias imaginadas até hoje acabaram em distopias, ou tinham na sua origem um defeito que as condenava. A primeira, que deu nome às várias fantasias de um mundo perfeito que viriam depois, foi inventada por sir Thomas Morus em 1516. Dizem que ele se inspirou nas descobertas recentes do Novo Mundo, e mais especificamente do Brasil, para descrever sua sociedade ideal, que significaria um renascimento para a humanidade, livre dos vícios do mundo antigo. Na Utopia de Morus o direito à educação e à saúde seria universal, a diversidade religiosa seria tolerada e a propriedade privada, proibida. O governo seria exercido por um príncipe eleito, que poderia ser substituído se mostrasse alguma tendência para a tirania, e as leis seriam tão simples que dispensariam a existência de advogados. Mas para que tudo isso funcionasse Morus prescrevia dois escravos para cada família, recrutados entre criminosos e prisioneiros de guerra. Além disso, o príncipe deveria ser sempre homem e as mulheres tinham menos direitos que os homens. Morus tirou o nome da sua sociedade perfeita da palavra grega para “lugar nenhum”, o que de saída já significava que ela só poderia existir mesmo na sua imaginação. 
       Platão imaginou uma república idílica em que os governantes seriam filósofos, ou os filósofos governantes. Nem ele nem os outros filósofos gregos da sua época se importavam muito com o fato de viverem numa sociedade escravocrata. Em “Candide”, Voltaire colocou sua sociedade ideal, onde havia muitas escolas mas nenhuma prisão, em El Dorado, mas “Candide” é menos uma visão de um mundo perfeito do que uma sátira da ingenuidade humana. Marx e Engels e outros pensadores previram um futuro redentor em que a emancipação da classe trabalhadora traria igualdade e justiça para todos. O sonho acabou no totalitarismo soviético e na sua demolição. Até John Lennon, na canção “Imagine”, propôs sua utopia, na qual não haveria, entre outros atrasos, violência e religião. Ele mesmo foi vítima da violência, enquanto no mundo todo e cada vez mais as pessoas se entregam a religiões e se matam por elas. 
        Quando surgiu e se popularizou o automóvel anunciou-se uma utopia possível. No futuro previsto os carros ofereceriam transporte rápido e lazer inédito em estradas magnetizadas para guiá-los mesmo sem motorista. Isso se os carros não voassem, ou se não houvesse um helicóptero em cada garagem. Nada disso aconteceu. Foi outra utopia que pifou. Hoje vivemos em meio à sua negação, em engarrafamentos intermináveis, em chacinas nas estradas e num caos que só aumenta, sem solução à vista. Mais uma vez, deu distopia.  

    (Veríssimo, Luiz Fernando. O Globo, 22/12/2013)
  • “Dizem que ele se inspirou nas descobertas recentes do Novo Mundo, e mais especificamente do Brasil, para descrever sua sociedade ideal, que significaria um renascimento para a humanidade, livre dos vícios do mundo antigo”.

    A forma reduzida “para descrever” poderia ser adequadamente substituída por:
  • 10 - Questão 23811.   Direito Constitucional - Nível Superior - Auditor - CGE MA - FGV - 2014
  • “X” é Deputado Federal representando o Estado “Z”. Com problemas de saúde, sua permanência em Brasília se tornou inviável. Desejando continuar na vida política, consulta seus assessores sobre o número de vagas para Deputado Estadual do Estado “Z”.

    Em resposta, sua assessoria indica que o número de Deputados Estaduais deve, nos termos da Constituição Federal, corresponder, em princípio, ao