Questões de Concursos CISSUL MG

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  • 2 - Questão 31034.   Informática - Nível Superior - Enfermeiro - CISSUL MG - FUNDEP - 2013
  • Analise o texto:

    É uma estrutura caracterizada quando há dois ou mais computadores e outros dispositivos interligados entre si de modo que possam compartilhar recursos. 

    Assinale a alternativa que apresenta CORRETAMENTE o nome da estrutura descrita no texto.
  • 3 - Questão 31045.   Legislação Federal - Legislação em Saúde - Nível Superior - Enfermeiro - CISSUL MG - FUNDEP - 2013
  • Considerando-se os objetivos da humanização como política transversal do Sistema Único de Saúde (SUS), vista não como programa, mas como política que abrange as diferentes instâncias gestoras do SUS, é INCORRETO afirmar que
  • 4 - Questão 51769.   Português - Nível Médio - Técnico de Enfermagem - CISSUL MG - IBGP - 2017
  • TEXTO I
    SAÚDE PÚBLICA NO BRASIL: DIAS ATUAIS


    Superlotação, ausência de médicos e enfermeiros, falta de estrutura física, pacientes dispersos por corredores de hospitais e pronto socorro, demora no atendimento, falta de medicamentos e outros problemas mais, essa é a triste realidade da saúde pública do Brasil nos dias atuais.

    O descontentamento de quem utiliza as redes de saúde pública no Brasil tem se tornado cada vez mais nítido no rosto de cada brasileiro. Basta irmos a qualquer unidade básica de saúde, que logo perceberemos as dificuldades que as pessoas enfrentam durante uma consulta: são horas na fila de espera, algumas não resistem e acabam passando mal, outras de tanto esperar, preferem ir embora para suas casas sem receber o devido atendimento.

    Nos dias atuais, o Brasil é considerado, pelo ranking mundial, como a sexta maior economia do mundo. Mas como pode uma das maiores economias ter seu sistema de saúde pública defasado?

    Além das dificuldades e da falta de estrutura, a saúde do nosso país também tem enfrentado um problema gravíssimo, que envolve o dinheiro dos cofres públicos: os desvios de verbas destinadas à saúde.

    Infelizmente tanto a imprensa quanto os Ministérios Públicos Federal e Estadual têm divulgado diversos casos de irregularidades e corrupção que envolvem parlamentares em esquemas milionários de investimentos que deveriam servir para salvar vidas, mas, infelizmente, acabam indo ralo abaixo ou até mesmo para enriquecer políticos “canalhas” que não estão nem um pouco preocupados com a saúde do povo.

    Na tentativa de amenizar os problemas de saúde pública no Brasil, a presidenta Dilma Roussef, lançou no dia 8 de julho deste ano, o programa “Mais Médicos”, que tem como objetivo “importar” cerca de 15 mil médicos estrangeiros para reforçar e melhorar o atendimento nas regiões mais carentes de profissionais de saúde.

    Mas vale ressaltar que essa decisão não é fruto apenas do Governo Federal e sim do povo que, nas últimas manifestações, foi às ruas com suas faixas e cartazes reivindicar seus diretos à saúde, a um atendimento de qualidade e a melhorias nas redes públicas de saúde do país.

    Nos dias atuais, a saúde pública no Brasil está em coma profundo, respirando por aparelhos, entre a vida e a morte, será que as novas medidas poderão salvá-la? Será que esse caso é reversível?

    Fonte: http://www.portaleducacao.com.br/medicina/artigos/52515/saude-publica-no-brasil-dias-atuais Acesso em: 18/09/2016 - Texto Adaptado
  • Assinale a alternativa em que o trecho grifado traz uso de um adjunto adverbial de tempo: 
  • 5 - Questão 31050.   Enfermagem - Urgência e Emergência - Nível Superior - Enfermeiro - CISSUL MG - FUNDEP - 2013
  • Você é o enfermeiro da USA (Unidade de Suporte Avançado), sua equipe é acionada para um acidente com múltiplas vítimas e, no local, existem quatro vítimas.

    Analise as assertivas abaixo e assinale aquela em que está CORRETO o encaminhamento a um centro de trauma.
  • 6 - Questão 51756.   Noções de Saúde - Nível Médio - Técnico de Enfermagem - CISSUL MG - IBGP - 2017
  • As ações e os serviços públicos de saúde e os serviços privados contratados ou conveniados, que integram o sistema único de saúde, são desenvolvidos de acordo com as diretrizes previstas no artigo 198º da Constituição Federal/1988, obedecendo ainda a alguns princípios.

    Sobre os princípios que regem o sistema único de saúde segundo a Lei Federal nº 8.080/90, está CORRETO afirmar que este garante: 
  • 7 - Questão 31025.   Enfermagem - Noções de Primeiros Socorros - Nível Médio - Técnico em Enfermagem - CISSUL MG - FUNDEP - 2013
  • A hipoglicemia é uma situação encontrada com frequência nos atendimentos do SAMU.
    Sobre tal afirmação, assinale a alternativa INCORRETA.
  • 9 - Questão 31011.   Português - Interpretação de Textos - Nível Médio - Técnico em Enfermagem - CISSUL MG - FUNDEP - 2013
  • Instrução: Leia o texto a seguir e responda à questão.

    É urgente recuperar o sentido de urgência

        Estamos vivendo como se tudo fosse urgente. Urgente o suficiente para acessar alguém. E para exigir desse alguém uma resposta imediata. Como se o tempo do “outro” fosse, por direito, também o “meu” tempo. E até como se o corpo do outro fosse o meu corpo, já que posso invadi-lo, simbolicamente, a qualquer momento. Como se os limites entre os corpos tivessem ficado tão fluidos e indefinidos quanto a comunicação ampliada e potencializada pela tecnologia. Esse se apossar do tempo/corpo do outro pode ser compreendido como uma violência. Mas até certo ponto consensual, na medida em que este que é alcançado se abre/oferece para ser invadido. Torna-se, ao se colocar no modo “online”, um corpo/tempo à disposição. Mas exige o mesmo do outro – e retribui a possessão. Olho por olho, dente por dente. Tempo por tempo.
        Como muitos, tenho tentado descobrir qual é a minha medida e quais são os meus limites nessa nova configuração. Descobri logo que, para mim, o celular é insuportável. Não é possível ser alcançada por qualquer um, a qualquer hora, em qualquer lugar. Estou lendo um livro e, de repente, o mundo me invade, em geral com irrelevâncias, quando não com telemarketing. Estou escrevendo e alguém liga para me perguntar algo que poderia ter descoberto sozinho no Google, mas achou mais fácil me ligar, já que bastava apertar uma tecla do próprio celular. Trabalhei como uma camela e, no meu momento de folga, alguém resolve me acessar para falar de trabalho, obedecendo às suas próprias necessidades, sem dar a mínima para as minhas. Não, mas não mesmo. Não há chance de eu estar acessível – e disponível – 24 horas por sete dias, semana após semana.
        Me bani do mundo dos celulares, fechei essa janela no meu corpo. Mantenho meu aparelho, mas ele fica desligado, com uma gravação de “não uso celular, por favor, mande um e-mail”. Carrego-o comigo quando saio e quase sempre que viajo. Se precisar chamar um táxi em algum momento ou tiver uma urgência real, ligo o celular e faço uma chamada. Foi o jeito que encontrei de usar a tecnologia sem ser usada por ela.
        Minha decisão não foi bem recebida pelas pessoas do mundo do trabalho, em geral, nem mesmo pela maior parte dos amigos e da família. Descobri que, ao não me colocar 24 horas disponível, as pessoas se sentiam pessoalmente rejeitadas. Mas não apenas isso: elas sentiam-se lesadas no seu suposto direito a tomar o meu tempo na hora que bem entendessem, com ou sem necessidade, como se não devesse existir nenhum limite ao seu desejo. Algumas declararam-se ofendidas. Como assim eu não posso falar com você na hora que eu quiser? Como assim o seu tempo não é um pouco meu? E se eu precisar falar com você com urgência? Se for urgência real – e quase nunca é – há outras formas de me alcançar.
        Percebi também que, em geral, as pessoas sentem não só uma obrigação de estar disponíveis, mas também um gozo. Talvez mais gozo do que obrigação. É o gozo de se considerar imprescindível. Como se o mundo e todos os outros não conseguissem viver sem sua onipresença. Se não atenderem o celular, se não forem encontradas de imediato, se não derem uma resposta imediata, catástrofes poderão acontecer.
        O celular ligado funciona como uma autoafirmação de importância. Tipo: o mundo (a empresa/a família/ o namorado/ o filho/ a esposa/ a empregada/ o patrão/os funcionários etc.) não sobrevive sem mim. A pessoa se estressa, reclama do assédio, mas não desliga o celular por nada. Desligar o celular e descobrir que o planeta continua girando pode ser um risco maior. Nesse sentido, e sem nenhuma ironia, é comovente.
        Bem, eu não sou imprescindível a todo mundo e tenho certeza de que os dias nascem e morrem sem mim. As emergências reais são poucas, ainda bem, e para estas há forma de me encontrar. Logo, posso ficar sem celular.
        A grande perda é que, ao se considerar tudo urgente, nada mais é urgente. Perde-se o sentido do que é prioritário em todas as dimensões do cotidiano. E viver é, de certo modo, um constante interrogar-se sobre o que é importante para cada um. Ou, dito de outro modo, uma constante interrogação sobre para quem e para o quê damos nosso tempo, já que tempo não é dinheiro, mas algo tremendamente mais valioso. Como disse o professor Antonio Candido, “tempo é o tecido das nossas vidas”.
        Viver no tempo do outro – de todos e de qualquer um – é uma tragédia contemporânea.

    BRUM, Eliane. Disponível em:<http://epoca.globo.com/colunas-e-blogs/eliane-brum>  Acesso em: 12 set. 2013. Adaptado.
  • O objetivo básico do texto é
  • 10 - Questão 31013.   Português - Nível Médio - Técnico em Enfermagem - CISSUL MG - FUNDEP - 2013
  • Assinale a alternativa em que a CONCORDÂNCIA está de acordo com a norma culta.