Questões de Concursos CISSUL MG

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  • 2 - Q51740.   Enfermagem - Nível Médio - Técnico de Enfermagem - CISSUL MG - IBGP - 2017
  • Sobre as diretrizes para utilização de colares cervicais rígidos, analise as afirmativas abaixo:

    I. Seu uso isolado imobiliza adequadamente.
    II. Deve ser de tamanho adequado para cada paciente.
    III. Não deve impedir a abertura da boca do paciente.
    IV. Não deve obstruir ou dificultar a respiração.

    Estão CORRETAS as afirmativas.
  • 3 - Q51700.   Enfermagem - Nível Superior - Enfermeiro - CISSUL MG - IBGP - 2017
  • São possíveis alterações isquêmicas que podem ser observadas no eletrocardiograma de um paciente infartado, EXCETO:
  • 4 - Q51710.   Enfermagem - Nível Superior - Enfermeiro - CISSUL MG - IBGP - 2017
  • Considerando as diretrizes da American Heart Association (AHA) 2015 para Ressuscitação Cardiopulmonar (RCP), analise as afirmativas a seguir.

    I- Durante a reanimação cardiopulmonar no adulto, as ventilações realizadas pelo profissional de saúde, na vítima com dispositivo de via aérea avançada instalado, devem obedecer à proporção de uma ventilação a cada 06 segundos.
    II- A Atividade Elétrica Sem Pulso (AESP) representa atividade elétrica organizada sem a capacidade de gerar fluxo sanguíneo.
    III- A presença de fibrilação ventricular indica o uso de cardioversão elétrica.

    Estão CORRETAS as afirmativas.
  • 5 - Q31027.   Português - Nível Superior - Enfermeiro - CISSUL MG - FUNDEP - 2013
  • INSTRUÇÕES - A questão é relacionada ao texto abaixo. Leia-o com atenção antes de responder a elas.

    Demagogia eleitoreira

    A questão dos médicos estrangeiros caiu na vala da irracionalidade. De um lado, as associações médicas cobrando a revalidação dos diplomas obtidos no exterior. De outro, o governo, que apresenta o programa como a salvação da pátria. No meio desse fogo cruzado, com estilhaços de corporativismo, demagogia, esperteza política e agressividade contra os recém-chegados, estão os usuários do SUS. Acompanhe meu raciocínio, prezado leitor.
    Assistência médica sem médicos é possível, mas inevitavelmente precária. Localidades sem eles precisam tê-los, mesmo que não estejam bem preparados. É melhor um médico com formação medíocre, mas boa vontade, do que não ter nenhum ou contar com um daqueles que mal olha na cara dos pacientes.
    Quando as associações que nos representam saem às ruas para exigir que os estrangeiros prestem exame de revalidação, cometem, a meu ver, um erro duplo. Primeiro: lógico que o ideal seria contratarmos apenas os melhores profissionais do mundo, como fazem americanos e europeus, mas quantos haveria dispostos a trabalhar isolados, sem infraestrutura técnica, nas comunidades mais excluídas do Brasil?
    Segundo: quem disse que os brasileiros formados em tantas faculdades abertas por pressão política e interesses puramente comerciais são mais competentes? Até hoje não temos uma lei que os obrigue a prestar um exame que reprove os despreparados, como faz a OAB. O purismo de exigir para os estrangeiros uma prova que os nossos não fazem não tem sentido no caso de contratações para vagas que não interessam aos brasileiros.
    Esse radicalismo ficou bem documentado nas manifestações de grupos hostis à chegada dos cubanos, no Ceará. Se dar emprego para médicos subcontratados por uma ditadura bizarra vai contra nossas leis, é problema da Justiça do Trabalho; armar corredor polonês para chamá-los de escravos é desrespeito ético e uma estupidez cavalar. O que ganhamos com essas reações equivocadas? A antipatia da população e a acusação de defendermos interesses corporativistas.
    Agora, vejamos o lado do governo acuado pelas manifestações de rua que clamavam por transporte público, educação e saúde. Talvez por falta do que propor nas duas primeiras áreas, decidiu atacar a da saúde. A população se queixa da falta de assistência médica?
    Vamos contratar médicos estrangeiros, foi o melhor que conseguiram arquitetar. Não é de hoje que os médicos se concentram nas cidades com mais recursos. É antipatriótico? Por acaso, não agem assim engenheiros, advogados, professores e milhões de outros profissionais?
    Se o problema é antigo, por que não foi encaminhado há mais tempo? Por uma razão simples: a área da saúde nunca foi prioritária nos últimos governos. Você, leitor, se lembra de alguma medida com impacto na saúde pública adotada nos últimos anos? Uma só, que seja?
    Insisto que sou a favor da contratação de médicos estrangeiros para as áreas desassistidas, intervenção que chega com anos de atraso. Mas devo reconhecer que a implementação apressada do programa Mais Médicos em resposta ao clamor popular, acompanhada da esperteza de jogar o povo contra a classe médica, é demagogia eleitoreira, em sua expressão mais rasa.
    Apresentar-nos como mercenários que se recusam a atender os mais necessitados, enquanto impedem que outros o façam, é vilipendiar os que recebem salários aviltantes em hospitais públicos e centros de atendimentos em que tudo falta, sucateados por interesses políticos e minados pela corrupção mais deslavada. 
    A existência no serviço público de uma minoria de profissionais desinteressados e irresponsáveis não pode manchar a reputação de tanta gente dedicada. Não fosse o trabalho abnegado de médicos, enfermeiras, atendentes e outros profissionais da saúde que carregam nas costas a responsabilidade de atender os mais humildes, o SUS sequer teria saído do papel.
    A saúde no Brasil é carente de financiamento e de métodos administrativos modernos que lhe assegurem eficiência e continuidade.

    (Varela. D. , Folha de S. Paulo, 07/09/2013. Texto adaptado)
  • Assinale a alternativa que NÃO contém uma opinião ou abordagem do autor, de acordo com o que se depreende do texto.
  • 6 - Q51767.   Português - Nível Médio - Técnico de Enfermagem - CISSUL MG - IBGP - 2017
  • TEXTO I
    SAÚDE PÚBLICA NO BRASIL: DIAS ATUAIS


    Superlotação, ausência de médicos e enfermeiros, falta de estrutura física, pacientes dispersos por corredores de hospitais e pronto socorro, demora no atendimento, falta de medicamentos e outros problemas mais, essa é a triste realidade da saúde pública do Brasil nos dias atuais.

    O descontentamento de quem utiliza as redes de saúde pública no Brasil tem se tornado cada vez mais nítido no rosto de cada brasileiro. Basta irmos a qualquer unidade básica de saúde, que logo perceberemos as dificuldades que as pessoas enfrentam durante uma consulta: são horas na fila de espera, algumas não resistem e acabam passando mal, outras de tanto esperar, preferem ir embora para suas casas sem receber o devido atendimento.

    Nos dias atuais, o Brasil é considerado, pelo ranking mundial, como a sexta maior economia do mundo. Mas como pode uma das maiores economias ter seu sistema de saúde pública defasado?

    Além das dificuldades e da falta de estrutura, a saúde do nosso país também tem enfrentado um problema gravíssimo, que envolve o dinheiro dos cofres públicos: os desvios de verbas destinadas à saúde.

    Infelizmente tanto a imprensa quanto os Ministérios Públicos Federal e Estadual têm divulgado diversos casos de irregularidades e corrupção que envolvem parlamentares em esquemas milionários de investimentos que deveriam servir para salvar vidas, mas, infelizmente, acabam indo ralo abaixo ou até mesmo para enriquecer políticos “canalhas” que não estão nem um pouco preocupados com a saúde do povo.

    Na tentativa de amenizar os problemas de saúde pública no Brasil, a presidenta Dilma Roussef, lançou no dia 8 de julho deste ano, o programa “Mais Médicos”, que tem como objetivo “importar” cerca de 15 mil médicos estrangeiros para reforçar e melhorar o atendimento nas regiões mais carentes de profissionais de saúde.

    Mas vale ressaltar que essa decisão não é fruto apenas do Governo Federal e sim do povo que, nas últimas manifestações, foi às ruas com suas faixas e cartazes reivindicar seus diretos à saúde, a um atendimento de qualidade e a melhorias nas redes públicas de saúde do país.

    Nos dias atuais, a saúde pública no Brasil está em coma profundo, respirando por aparelhos, entre a vida e a morte, será que as novas medidas poderão salvá-la? Será que esse caso é reversível?

    Fonte: http://www.portaleducacao.com.br/medicina/artigos/52515/saude-publica-no-brasil-dias-atuais Acesso em: 18/09/2016 - Texto Adaptado
  • A função de linguagem predominante no Texto I é: 
  • 7 - Q31043.   Legislação Federal - Legislação em Saúde - Nível Superior - Enfermeiro - CISSUL MG - FUNDEP - 2013
  • A Lei Complementar nº 141, de 13 de janeiro de 2012, dentre outras atribuições, regulamenta as normas de fiscalização, avaliação e controle das despesas com saúde nas três esferas de governo.

    Na referida lei, NÃO constitui despesas com ações e serviços públicos de saúde, EXCETO:
  • 8 - Q51749.   Noções de Saúde - Nível Médio - Técnico de Enfermagem - CISSUL MG - IBGP - 2017
  • A Constituição Federal de 1988, em seu artigo 196º, faz afirmações acerca da saúde.

    Sobre essas afirmações assinale a alternativa INCORRETA
  • 9 - Q51724.   Português - Nível Superior - Enfermeiro - CISSUL MG - IBGP - 2017
  • Leia estes trechos de diálogos:

    I.     – A senhora disse que os médicos receberam-na imediatamente?
    – Sim, foi um atendimento rápido e de muita qualidade.
    II.     – A paciente ainda está esperando por mim?
    – Não, desculpou-se, mas teve que sair.
    III.     – Eles atenderam à sua filha, Maria?
    – Sim, eles a olharam e a medicaram.

    Em relação à colocação pronominal e à regência verbal, estão de acordo com a norma padrão da Língua Portuguesa os diálogos